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	<title>competitividade &#8211; IBP</title>
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	<description>Brazilian Petroleum and Gas Institute &#124; The home to our industry.</description>
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		<title>Fórum IBP de Competitividade &#8211; Política industrial e conteúdo local no Brasil</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/en/eventos/forum-ibp-de-competitividade-politica-industrial-e-conteudo-local-no-brasil/</link>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 23:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fórum IBP de Competitividade]]></category>

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		<title>Petrobrás perde participação no setor de óleo e gás para concorrentes estrangeiras</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/en/clippings/petrobras-perde-participacao-no-setor-de-oleo-e-gas-para-concorrentes-estrangeiras/</link>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 10:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<title>Diálogos da Rio Oil &#038; Gas &#124; Diversidade e competitividade: uma questão também de educação</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/en/eventos/dialogos-da-rio-oil-gas-diversidade-e-competitividade-uma-questao-tambem-de-educacao/</link>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 21:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
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		<title>Podcast Café com Cavanha 16: Pedro Alem</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/en/clippings/podcast-cafe-com-cavanha-16-pedro-alem/</link>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 16:29:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
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		<title>Pedro Allen no Café com Cavanha</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/en/clippings/pedro-allen-no-cafe-com-cavanha/</link>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 18:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
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		<title>Novas tecnologias ampliam possibilidades da indústria</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/en/noticias/novas-tecnologias-ampliam-possibilidades-da-industria-de-petroleo/</link>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2017 12:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
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		<category><![CDATA[innovation]]></category>
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		<description><![CDATA[As mudanças vividas pela indústria do petróleo nos últimos anos forçaram a adequação dos agentes do setor para um cenário lower for longer e, possivelmente, lower forever. O baixo preço do barril de petróleo obrigou o setor a buscar alternativas para redução de custos, visando otimizar a produção e aumentar a competitividade. Nesse contexto, a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As mudanças vividas pela indústria do petróleo nos últimos anos forçaram a adequação dos agentes do setor para um cenário <em>lower for longer</em> e, possivelmente, <em>lower forever</em>. O baixo preço do barril de petróleo obrigou o setor a buscar alternativas para redução de custos, visando otimizar a produção e aumentar a competitividade. Nesse contexto, a inovação ganha importância ainda maior como vetor de redução de custos. No caso brasileiro, o adequado emprego dos recursos oriundos da cláusula de PD&amp;I, bem como de outras fontes destinadas a pesquisa e desenvolvimento para o setor de petróleo e gás, constituem uma oportunidade de assegurar a competitividade e garantir a produção futura dos ativos disponíveis no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse foi o principal tema debatido durante o quarto e último <strong>Ciclo de Debates sobre Petróleo e Economia de 2017</strong>, realizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP). “Não é um momento só de transição energética, mas também da entrada de novas tecnologias de forma muito mais rápida do que se imaginava. A robótica, a inteligência artificial e o <em>big data</em> já fazem parte da indústria de petróleo”, disse Helder Queiroz, professor do Instituto de Economia do Grupo de Economia da Energia da UFRJ (GEE/UFRJ).</p>
<p style="text-align: justify;">Para Queiroz, o impacto dessas tecnologias no <em>upstream</em>, por exemplo, vai desde a gestão inteligente de sistemas complexos por meio da análise de dados até a ampliação do espectro das formas de automação, com particular ênfase na nova geração de soluções de robótica, passando também pela crescente sensorização dos equipamentos e introdução de novos materiais e nanomateriais. Já no <em>downstream</em>, a incorporação de novas tecnologias digitais permitiu a racionalização e a redução de custos operacionais na linha da Indústria 4.0.</p>
<p style="text-align: justify;">“A tendência atual é o aperfeiçoamento das rotinas de manutenção preditiva. As oportunidades e desafios que emergem da aplicação de inovações e tecnologias no refino incluem a agilidade operacional, a construção de um modelo de gestão de dados e o planejamento e programação de todas as unidades que integram a refinaria de petróleo”, explicou o professor.</p>
<p style="text-align: justify;">Prova concreta de todo o impacto positivo da introdução das tecnologias digitais na indústria brasileira é o Pré-Sal. Segundo José Carlos Tigre, assessor técnico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o desenvolvimento tecnológico foi e é fundamental para a viabilidade dessa importante região petrolífera do Brasil.</p>
<h6><strong>Desafios à frente</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, Milton Costa Filho, secretário geral do IBP, lembrou que o Brasil está posicionado em 69º lugar no <em>Global Innovation Index</em> – muito atrás de países como Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Suécia e Holanda, que ocupam as cinco primeiras posições do <em>ranking.</em> “Precisamos discutir a eficácia dos recursos de pesquisa e desenvolvimento da indústria de petróleo que não podem ser usados em <em>startups</em>, por exemplo – o que traria um resultado significativo para o setor”, afirmou Costa Filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Eduardo Santos, gerente de relacionamento com a comunidade de C&amp;T do CENPES/Petrobras, compartilha da mesma visão e entende que o acesso às <em>startups</em> é algo que ainda falta ao setor. “O que se quer com a cláusula de P&amp;D não é apenas desenvolver o conhecimento na academia, mas também a nossa indústria através de projetos que alcancem a inovação, gerando um conteúdo local de base tecnológica. Nesse sentido, seria interessante alcançar as <em>startups</em>, que são empresas de base tecnológica, por exemplo”, ressaltou Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos 19 anos, foram gastos R$ 12 bilhões em 10 mil projetos de PD&amp;I na indústria de petróleo. Desse total, mil projetos foram focados em infraestrutura e outros 250 em capacitação de recursos humanos. Para José Carlos Tigre é necessário incentivar atividades de pesquisas com níveis de maturidade mais altos, a fim de ter novos produtos no mercado. “Para isso, a ANP já está trabalhando na revisão da agenda regulatória, incluindo o regulamento de PD&amp;I. O objetivo é melhorar o ambiente de negócios do setor e destravar investimentos no curto prazo”, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os desafios à frente, Telmo Ghiorzi, diretor da ABESPetro, apontou a redução dos custos de extração e o aumento do fator de recuperação, o que geraria uma produção maior de óleo – e mais barato – e aumentaria a participação do Brasil na indústria de petróleo mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Ghiorzi, o Brasil tem bons ingredientes para enfrentar tais desafios e a saída está na formulação e implantação de uma política industrial baseada em inovação. “O Brasil não tem uma política industrial e é essencial que, ao ser criada, seja fundamentada na economia da inovação, visando o longo prazo e focada em perenidade e na robustez do setor”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um vídeo-apresentação, Eduardo Soriano, coordenador-geral de Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Setoriais do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), defendeu ainda a criação de um programa de recursos humanos de alta capacitação com foco em petróleo e gás, bem como parcerias de cooperação internacionais bem organizadas, como já existe com a Noruega e está em construção com o Reino Unido.</p>
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		<title>Uma mudança necessária para uma indústria mais competitiva</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/en/clippings/uma-mudanca-necessaria-para-uma-industria-mais-competitiva/</link>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2017 13:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Campos]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>

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		<title>Government sanctions law that exempts role of sole operator in the pre-salt</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/en/noticias/ibp-ve-com-otimismo-sancao-da-lei-do-operador-unico/</link>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 17:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Campos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[E&P]]></category>
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		<description><![CDATA[The Brazilian Petroleum, Gas and Biofuels Institute (IBP) and the oil &#38; gas industry deemed relevant the effort of the National Congress to approve the law 13365, which allows multiple operators in the pre-salt, sanctioned on November 29 by the President of the Republic, Michel Temer. The end of the sole operator obligation will pave [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>The Brazilian Petroleum, Gas and Biofuels Institute (IBP) and the oil &amp; gas industry deemed relevant the effort of the National Congress to approve the law 13365, which allows multiple operators in the pre-salt, sanctioned on November 29 by the President of the Republic, Michel Temer.</p>
<p>The end of the sole operator obligation will pave the way for new and robust investments, generate jobs and help to make Brazil more competitive on the global scenario.</p>
<p>“The change will benefit not only the oil industry, but the country as a whole, with gains in technology and innovation, thus generating more jobs and more taxes, with the possibility of accelerating the development of the pre-salt fields. We are optimistic, that’s an important decision for the country to recover the lost competitiveness”, said Camargo.</p>
<p>The IBP estimates that, in discovered areas that go beyond the limits of blocks granted alone, investments may reach USD 120 bi &#8211; about BRL 405 bi, at the current exchange rate. Such amount represents nearly four times the country’s budget projected for health care for 2017, of BRL 110 bi.</p>
<p>The industry also expects other relevant actions, whose support the government has already signaled: the extension of the Repetro customs regime for 20 years and the flexibility of local content rules.</p>
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		<title>IBP consolidates its Debate Series on the sector in 2016</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/en/noticias/ibp-consolida-seu-ciclo-de-debates-sobre-o-setor-em-2016/</link>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 18:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Campos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>

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		<description><![CDATA[In order to discuss critical competitiveness issues for the Brazilian oil &#38; gas sector in a scenario of major transformations for the industry worldwide, the IBP launched the Debate Series on Oil and Economics in 2016. The Debate Series results from the partnership between the IBP’s Economic Analysis management and the Energy Economics Group of [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>In order to discuss critical competitiveness issues for the Brazilian oil &amp; gas sector in a scenario of major transformations for the industry worldwide, the IBP launched the Debate Series on Oil and Economics in 2016. The Debate Series results from the partnership between the IBP’s Economic Analysis management and the Energy Economics Group of the Institute of Economics of the Federal University of Rio de Janeiro (GEE/IE-UFRJ).</p>
<p>The drop in oil prices in the international market turned competitiveness into an extremely important factor for the oil &amp; gas industry and for Brazil, given the relevance of the activity and its capacity to generate positive effects for the rest of the economy.</p>
<p>The first workshop discussed the challenges and prospects for <em>upstream</em> costs for the expansion and viability of domestic oil production. The second workshop focused on the impacts of the tax regime on E&amp;P activities, especially the importance of the Repetro regime and the impacts of introducing new taxes in the sector. The third one analyzed the costs and benefits of the current local content policy and its long-term sustainability for the industry. And the fourth edition reviewed the differential of attractiveness between the tax regimes of the concession and production sharing agreements.</p>
<p>The Debate Series, which is oriented towards an audience interested in deepening their knowledge on oil economics, generates texts for discussion that present, in an educational manner, results that can stimulate a transparent debate with society.</p>
<p><strong>The schedule with the editions for the 2017 Debate Series will be released soon.</strong></p>
<p><strong>Check out the full material on the events organized in 2016:</strong></p>
<p><strong>May 13 |</strong> <a href="http://www.ibp.org.br/eventos/custos-e-competitividade-do-setor-de-petroleo-no-brasil/?_pagina=materiais-para-download"><strong>Costs and Competitiveness in the Brazilian Oil Sector</strong></a></p>
<p><strong>July 15 |</strong> <a href="http://www.ibp.org.br/eventos/incentivos-e-barreiras-do-regime-tributario-no-setor-de-petroleo/"><strong>Incentives and Barriers to the Tax Regime in the Oil Sector</strong></a></p>
<p><strong>September 30 |</strong> <a href="http://www.ibp.org.br/eventos/custos-e-beneficios-da-atual-politica-de-conteudo-local/"><strong>Costs and Benefits of the Current Local Content Policy</strong></a></p>
<p><strong>November 4 |</strong> <a href="http://www.ibp.org.br/eventos/comparacao-dos-modelos-fiscais-de-partilha-e-concessao/"><strong>Comparison between the Production Sharing and Concession Tax Models</strong><br />
</a></p>
<p><strong>POSTPONED EVENT |</strong> <strong>Barriers to the Entry and Conditions for Competition in the Supply Sector (new date to be released soon)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Exploração de petróleo requer redução de custo, sugere UFRJ</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/en/clippings/exploracao-de-petroleo-requer-reducao-de-custo-sugere-ufrj/</link>
		<pubDate>Fri, 13 May 2016 13:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Cardona]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[competitividade]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
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