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	<title>Analytics &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Rio Pipeline termina com debate sobre inovação e regras</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/rio-pipeline-termina-com-debate-sobre-inovacao-e-mudanca-de-regras/</link>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2017 15:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Big Data]]></category>
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		<description><![CDATA[O último dia da Rio Pipeline foi marcado pelo debate sobre inovações tecnológicas para a indústria de dutos. O uso de drones e a análise de dados foram destacados como soluções mais rápidas e econômicas para os problemas encontrados por profissionais da área. Com a recente regulamentação para a utilização de drones no Brasil, o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O último dia da <a href="http://www.riopipeline.com.br/">Rio Pipeline</a> foi marcado pelo debate sobre inovações tecnológicas para a indústria de dutos. O uso de <em>drones</em> e a análise de dados foram destacados como soluções mais rápidas e econômicas para os problemas encontrados por profissionais da área.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a recente regulamentação para a utilização de <em>drones</em> no Brasil, o mercado pode se adaptar e usar a ferramenta a seu favor. Carlos Hennig, diretor técnico da Skydrones, falou sobre como o uso dos aparelhos ajudam na captação de imagens em alta resolução e inspeções durante o fórum especial sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Henning ressaltou a necessidade de integrar o emprego dos <em>drones</em> com a coleta de informações e análise de dados. “A tecnologia atual exige, além de um piloto especializado, uma pessoa para processar as imagens após o voo e analisar os dados. Assim chegamos a resultados mais precisos”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Danny Aronson, da Transpetro, disse que os recursos de <em>Big Data</em> &amp; <em>Analytics</em> nos sistemas de <em>midstream</em> (dutos e terminais) ainda estão em desenvolvimento. “O uso de <em>Big Data</em> pode ajudar a achar soluções para o que nós nem sabíamos que existia. A logística de transporte de combustível, por exemplo, pode nos trazer dados que otimizem a compra e entrega da quantidade do produto”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão importante levantada no último dia foi o futuro da regulamentação. Para a Luciana Rocha, da Agência Nacional do Petróleo (ANP), mudanças devem ser feitas para se adaptar ao futuro do setor. “Desde a aprovação da legislação para o gás natural, em 2009, nenhum gasoduto foi construído. Propostas como a ‘Gás para crescer’, se aprovadas, trarão mais oportunidades para o setor, como a aprovação para exploração e não mais uma concessão como é hoje”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">O Chairman da <a href="http://www.riopipeline.com.br/">Rio Pipeline 2017</a>, Marcelino Guedes, pediu, ao final do evento, foco na internacionalização do setor brasileiro, com a troca de experiência com outros países.</p>
<p style="text-align: justify;">“Depois do sucesso desta edição, com mais de 1400 pessoas presentes, temos que ocupar o nosso espaço na comunidade internacional e mostrar nossa competência na International Pipeline Conference (IPC), em 2018, no Canadá”, destacou Marcelino, ainda sobre a internacionalização do segmento de dutos.</p>
<h6 style="text-align: justify;"><strong>Premiações</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Durante o terceiro dia de evento projetos foram premiados. Pedro Altoé Ferreira recebeu o Calgary Award, instituído em 2001 pelo IBP. Como parte do prêmio, o vencedor vai se apresentar na International Pipeline Conference, em 2018, em Calgary, Canadá.</p>
<p style="text-align: justify;">Tran Mah-Paulson, da TWD, ganhou o Global Pipeline Award, prêmio que é concedido desde 2005 pela Divisão de Sistemas de Dutos (PSD) da Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos (ASME) em reconhecimento a inovações e avanços tecnológicos realizados por organizações na área de transporte dutoviário.</p>
<p style="text-align: justify;">A cerimônia também homenageou o ex-diretor da Petrobras Orfila Lima dos Santos com o Life Achievement Award pelo trabalho pioneiro no setor de dutos. Falecido em 2016, a filha Isabel recebeu o prêmio.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.riopipeline.com.br/">Rio Pipeline</a> conta com o patrocínio da Petrobras; Rosen; Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG); Nova Transportadora do Sudeste (NTS); Mattos Filho Advogados; e Tory-Tech.</p>
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		<title>Com realidade aumentada, palco vira plataforma de petróleo</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/com-realidade-aumentada-palco-vira-plataforma-de-petroleo-na-og-techweek/</link>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2017 16:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Caminhar sobre uma plataforma de petróleo sem sair da sala. Foi o que mostrou Alexandre Vasques, black belt em Big Data e Advanced Analytics da Microsoft, com um óculos de realidade aumentada no segundo dia da O&#38;G TechWeek – evento brasileiro pioneiro promovido pela indústria focado em tecnologia e tendências para o futuro do setor [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Caminhar sobre uma plataforma de petróleo sem sair da sala. Foi o que mostrou Alexandre Vasques, <em>black belt</em> em <em>Big Data</em> e <em>Advanced Analytics</em> da Microsoft, com um óculos de realidade aumentada no segundo dia da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O&amp;G TechWeek</a> – evento brasileiro pioneiro promovido pela indústria focado em tecnologia e tendências para o futuro do setor de óleo e gás, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">No painel sobre computação cognitiva e inteligência artificial, ele andou pelo palco – que virou uma plataforma de petróleo – e o público pode acompanhar pelo telão o que Vasques via. Ele disse que a tecnologia traz muitas possibilidades para a indústria de O&amp;G, como saber se há um vazamento de gás em uma máquina apenas pelo som dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Rachel Mushahwar, gerente geral do grupo de vendas industriais e marketing para Américas da Intel, afirmou que estamos vivenciando uma 4ª revolução, que é baseada em três fatores: físico, digital e biológico. Segundo Mushahwar, em 2025, 40% de todas as máquinas serão inteligentes e 50% dos trabalhos humanos serão feitos por sistemas cognitivos. “A inovação permite tomar decisões mais imediatas e melhores”, disse. “Vocês já pensaram sobre o que acontece no mercado de O&amp;G com os carros compartilhados, por exemplo?”, questionou.</p>
<p style="text-align: justify;">Daniel Mota, gerente de tecnologia e inovação do Senai Cimatec, e Marco Meggiolaro, consultor da Ouro Negro S.A., mostraram projetos de robótica que podem ser aplicados no setor.</p>
<p style="text-align: justify;">“O desafio da robótica é pôr um robô a 3 mil metros de profundidade. É fundamental a integração entre diversas áreas, como algoritmos, sistemas, logística e meteorologia, entre outras. Todas juntas entregam um produto, um protótipo”, afirmou Mota.</p>
<p style="text-align: justify;">“Uma das tendências, por exemplo, é a robotização <em>topside</em>, com plataformas semiautônomas com redução de pessoal embarcado e futuramente até ausência de humanos embarcados”, explicou Meggiolaro.</p>
<p style="text-align: justify;">Quatro representantes do projeto Libra, da Petrobras, mostraram diversas tecnologias importantes para os rumos do projeto, que tem o desafio Libra 35: reduzir custos e aumentar produtividade e eficiência. De acordo com Orlando José Soares Ribeiro, gerente geral de serviços e operações especializados de Libra, quando há <em>gaps</em> tecnológicos, há a integração com o trabalho da área de <em>Applied Technologies</em>. “Em vez de desenvolver tecnologia para procurar uma aplicação, a gente identifica demandas e <em>gaps</em> e busca tecnologias no mercado para resolvê-los”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Para José Firmo, vice-presidente da Seadrill, a indústria de O&amp;G é inovadora, afinal, caso contrário, o pré-sal, por exemplo, não teria sido descoberto. No entanto, as inovações sempre foram focadas em soluções especificas nas áreas de produto e sistema. “As oportunidades estão em expandir a inovação de forma lateral, focar na inovação mais paralela.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos investindo o capital de alguém, portanto, a indústria tem que ser pragmática, tem que ter um nível de conservadorismo, mas tem que desafiar certos paradigmas na medida certa. O pré-sal e o <em>shale oil</em> foram descobertos assim”, afirmou Renato Bertrani, diretor-executivo da Barra Energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, Paulo Couto, vice-presidente sênior de Pesquisa &amp; Desenvolvimento de Sistemas de Produção Submarinos (SPS) da TechnipFMC, afirma que, apesar dos potenciais oferecidos pela tecnologia, o mais importante ainda é o valor. “Sem isso, inovação é apenas moda, como acontece com alguns discursos no Vale do Silício e isso não ajuda a sociedade.”</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O&amp;G TechWeek</a> vai até sexta-feira (25) e é patrocinada por Petrobras, Governo Federal, Repsol Sinopec Brasil, Shell Global Solutions, Aker Solutions e Deloitte.</p>
<h6 style="text-align: justify;"><strong>Rio Automação</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Paralelamente à <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O&amp;G TechWeek</a>, teve início ontem (22) o <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/rio-automacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rio Automação</a>, evento voltado para exposição de práticas de sucesso da indústria local na área de automação e instrumentação, troca de experiências entre profissionais e expansão da rede de contatos no setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Tânia Cosentino, presidente da Schneider Electric para a América do Sul, o grande desafio da indústria de petróleo hoje é se redesenhar de forma estratégica, incorporando movimentos que vieram para ficar. &#8220;A IoT e a descarbonização da economia são movimentos irreversíveis e a indústria de óleo e gás precisa se transformar para tornar-se sustentável e manter o lucro.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a executiva, a transformação das companhias do setor deve estar nas mãos dos principais executivos ou as empresas ficarão para trás na revolução digital. &#8220;A inovação tem que ser incorporada à indústria de óleo e gás. Comece pequeno, com algo que possa ser escalável, um projeto piloto, e comprove o investimento em IoT&#8221;, concluiu Tânia.</p>
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