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	<title>campos maduros &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Durante o encerramento da ROG.e, Petrobras reafirma o compromisso com o crescimento da indústria de óleo e gás e a evolução energética</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 14:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[ROG.e]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidente da empresa defende exploração em novas fronteiras e ações para alcançar o net zero em 2050 A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou no encerramento da ROG.e 2024, nesta quinta-feira (26), que a empresa e o Brasil precisam continuar a explorar novas fronteiras e repor reservas para desenvolver o setor trazendo benefícios para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>A presidente da empresa defende exploração em novas fronteiras e ações para alcançar o net zero em 2050</em></p>
<p>A presidente da Petrobras, <strong>Magda Chambriard</strong>, afirmou no encerramento da ROG.e 2024, nesta quinta-feira (26), que a empresa e o Brasil precisam continuar a explorar novas fronteiras e repor reservas para desenvolver o setor trazendo benefícios para o mercado e a sociedade. A executiva lembrou ainda que o país está na vanguarda da transição por ter uma matriz energética altamente renovável. “Entendemos a importância dessa energia (petróleo) para a economia, o país. Precisamos e não há contradição em explorar novas áreas. Esse ritmo que buscamos não é conflitante com a transição energética. É também mais uma fonte para garantir emprego e renda para o Brasil”.</p>
<p><strong>Chambriard</strong> reforçou o compromisso da empresa com o <em>net zero</em>, que, segundo a executiva, pode ser antecipado. “Nosso petróleo tem a menor pegada de carbono do mundo. Ninguém do mundo tem etanol, gasolina e bunker de navegação tão renovável. Reafirmamos nosso compromisso do net zero em 2050, que, acredito, será antecipado”.</p>
<p>O presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, encerrou a edição da ROG.e ressaltando a troca de conhecimento, os encontros entres grandes empresas, fornecedores que ajudam a fortalecer ainda mais a indústria de óleo, gás e energia. “Esses quatro dias foram uma jornada de sucesso, de resposta e conhecimento”.</p>
<p>A edição deste ano da ROG.e bateu recordes e contou com <strong>76 mil participantes</strong>, <strong>6 mil congressistas</strong>, <strong>mais de 600 horas de conteúdo</strong>, <strong>630 empresas</strong> e <strong>778 trabalhos técnicos</strong> apresentados. A ROG.e 2024 também foi um grande exemplo de acessibilidade com o Kit livre, Libras em 100% do conteúdo, sala de apoio à amamentação, assentos adaptados e elevadores exclusivos.</p>
<p>Na cerimônia de encerramento foi entregue o Prêmio Leopoldo Aurélio Miguez de Mello para <strong>Carlos Mastrangelo</strong>, diretor de operações offshore da Brava Energia, em reconhecimento ao seu trabalho de excelência realizado ao longo de seus 40 anos de carreira no setor de óleo e gás.</p>
<p><strong>Os trabalhos técnicos de destaque em cada um dos sete eixos também foram premiados: </strong></p>
<p><strong>Eixo 1-</strong> Upstream: “Modelagem de permeabilidade relativa de rochas carbonáticas heterogêneas do laboratório ao campo: um caso do pré-sal” para José Cavalcante, da Petrobras; <strong>Eixo 2 &#8211;</strong> Midstream/Downstream: “Ajuste contínuo da condição de queima de gases em tochas industriais apoiado por inteligência artificial”, para Marcelo Cardoso (Petrobras); <strong>Eixo 3</strong> &#8211; Gás natural: “Solução de conflitos no setor de gás”, para Marcello Lobo (Pinheiro Neto Advogados); <strong>Eixo 4</strong> &#8211; Soluções de baixo carbono: “A jornada do projeto H2R para navios de perfuração mais sustentáveis com produção embarcada de hidrogênio”, para Cristiano Henrique Brito (Ocyan); <strong>Eixo 5</strong> &#8211; Pessoas, cultura e sociedade: “Tecnologias sociais para mediação de conflitos e construção colaborativa para o desenvolvimento territorial”, para Karen Joyce Aragão (Transpetro); <strong>Eixo 6</strong> &#8211; Financiabilidade da transição: “Mercado de carbono: teoria econômica, prática internacional e expectativas para o Brasil”, para Lucas Antoun (Eneva) e <strong>Eixo 7</strong> &#8211; Transformação Digital e Inovação: Process Safety Management in oil and gas operating units through digital twin plataform: a digital approach for safety control and process intervention”, para Janaina Albino (Vidyatec)</p>
<h3><strong>Recuperação de campos maduros é alternativa para aumentar a produção de petróleo no Brasil</strong></h3>
<p>A produção de petróleo no Brasil pode crescer nos próximos anos por meio do investimento na recuperação de campos maduros e exploração de áreas adjacentes offshore. Essa é a visão do CEO da Brava Energia, <strong>Décio Oddone</strong>. O executivo participou do Strategic Talks. &#8220;Eu costumo dizer que o petróleo mais barato é o já descoberto. O Brasil tem um espaço gigantesco para aumento da produção em campos maduros, em terra. A fração de recuperação no país é muito abaixo da média global, e isso é uma oportunidade&#8221;, disse.</p>
<p>Na visão do executivo, a exploração de áreas adjacentes também seria uma alternativa para aumentar a produção de petróleo no país, considerando um cenário de declínio no pré-sal no fim da próxima década. &#8220;Quando se tem ativos em produção, é mais fácil [explorar as áreas do entorno]. Mas, aqui, temos que avançar em questões regulatórias que permitam, por exemplo, o acesso de terceiros às instalações, entre outras medidas&#8221;, completou.</p>
<h3><strong>Desenvolvimento de biocombustíveis</strong></h3>
<p>O desenvolvimento de biocombustíveis no processo de evolução energética da indústria ganhou evidência em painel desta quinta-feira. O programa BioRefino, da Petrobras, foi apresentado pela gerente executiva do Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação (Cenpes), <strong>Maíza Pimenta Goulart</strong>, como uma iniciativa bem-sucedida, com investimento de US$ 1,5 bilhão na produção de combustíveis mais sustentáveis voltados para setores com alto índice de emissões de CO₂, como o rodoviário para veículos pesados, aéreo e marítimo.</p>
<p>“O desenvolvimento de novas tecnologias e biocombustíveis no Cenpes, maior centro de pesquisas da América Latina, se deve principalmente à capacidade de mais de 9 mil pesquisadores a serviço de produtos de baixo carbono”, afirmou a executiva. De acordo com ela, em 2023, a Petrobras investiu R$ 145 milhões em parcerias com universidades e centros de pesquisa e empresas e outros R$ 522 milhões em atividades de PD&amp;I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) em produtos de baixo carbono.</p>
<p>Destaque para o Eteno Verde, cujos testes em escala industrial para produzir uma corrente de Hidrocarbonetos Leves de Refinaria (HLR), rica em eteno, com conteúdo renovável, foram concluídos este ano. Realizado em parceria com a Braskem, o projeto desenvolveu uma potencial matéria-prima renovável para a indústria química.</p>
<p>Outro destaque foi a primeira operação de FCC com carga 100% renovável da Biorrefinaria Riograndense, com tecnologia do Cenpes/Petrobras. “Nosso projeto materializa o conceito da transição energética. Na primeira fase (até 2025), na produção de químicos sustentáveis (bio-GLP, óleo leve, óleo clarificado, bio-BTX); na segunda fase (até 2028), com biocombustíveis avançados (SAF – combustível sustentável de aviação; diesel renovável e nafta verde); e na terceira fase (potencial para futuro), com biocombustíveis sintéticos (e-SAF e e-methanol)”, detalhou Felipe Jorge, diretor superintendente da Riograndense.</p>
<p>“O petróleo nos trouxe a capacidade científica e tecnológica para chegar neste estágio de evolução”, afirmou o professor titular da Unicamp, Gonçalo Pereira, que fez a moderação do painel. <strong>Luiz Mendonça</strong>, CEO da Acelen, destacou os projetos de biorrefinaria na Bahia e em Minas Gerais, com produção de biocombustíveis a partir da macaúba, planta nativa e de alto valor energético (96%). “Não basta ser renovável. É preciso ser competitivo”, disse o executivo.</p>
<p>O projeto de biorrefino da Acelen tem investimento de mais R$ 12 bilhões, com previsão de plantar macaúba em 180 mil hectares e produção de 1 bilhão de litros de diesel renovável e querosene de aviação sustentável por ano.</p>
<h3><strong>Diversidade e inclusão na Petrobras</strong></h3>
<p><strong> </strong>A Petrobras projeta ter, até 2030, 25% dos seus cargos de liderança ocupados por mulheres e negros. A afirmação foi feita por <strong>Thais Pessanha</strong>, Gerente de Diversidade, Equidade e Inclusão da empresa, durante o painel “Transformando o ambiente de trabalho – o impacto das lideranças inclusivas”, realizado no Fórum DE&amp;I.</p>
<p>Thaís compartilhou sua trajetória como pessoa com deficiência e listou três pontos essenciais para exercer uma liderança de maneira inclusiva: estudar, para que a escuta ativa seja uma ferramenta de mudança; agir, considerando que o exemplo transforma realidades; e expandir, para ampliar o alcance do seu trabalho para outras localidades ou áreas.</p>
<p>A Petrobras realiza também, conforme explicou a gerente, sensibilizações em escolas de ensino fundamental e médio e em universidades, informando sobre as oportunidades da empresa. Atualmente, os programas de estágio e jovens aprendizes contam, também, com reservas de vagas.</p>
<h3><strong>Formação profissional na indústria de energia</strong></h3>
<p><strong> </strong>De que forma as novas tecnologias, como a inteligência artificial, por exemplo, podem ser exploradas para a formação profissional? “Enfrentamos mudanças muito rápidas. Na área de capacitação precisamos fazer com que elas venham ao encontro do plano estratégico. É importante entender e avaliar como a tecnologia pode potencializar os negócios”, respondeu o gerente geral da Universidade Petrobras, <strong>Robson Leite</strong>, no painel “Formação de Recursos Humanos na área de Energia”.</p>
<p><strong>Breno Medeiros</strong>, vice-presidente executivo da ABESpetro (Associação Brasileira das Empresas de Bens e Serviços de Petróleo), mostrou como o segmento de fornecedores vem trabalhando para aprimorar a formação de capital humano e formar novos talentos para as diferentes demandas do mercado. “Elaboramos uma pesquisa para diagnosticar as necessidades da indústria. Falamos com o IBP, a ANP e vamos finalizar a análise de dados”.</p>
<p><strong>Raphael Neves Moura</strong>, superintendente de Tecnologia e Meio Ambiente da ANP, lembrou que a ANP tem como parte de sua atribuição ajudar a gerir os investimentos da cláusula de P&amp;D, que atualmente é cerca de R$ 4 bilhões por ano para inovação e desenvolvimento e estimular a capacitação. “Temos nosso programa de recursos humanos para alimentar a academia com pesquisadores e também olhar para o empreendedorismo. Fazemos um trabalho colaborativo, de ouvir as empresas para auxiliar no desenho de tendências, modelos de programas de recursos humanos para lidar com os desafios do emprego no futuro”.</p>
<h3><strong>Sobre a ROG.e</strong></h3>
<p class="x_MsoNormal">A ROG.e 2024 conta com patrocínio da <strong>Petrobras, Shell, TotalEnergies, Equinor, Galp, Origem, Brava Energia, Petronas, Prio, BP, Chevron, ExxonMobil, Modec, Repsol Sinopec Brasil, SBM Offshore, Acelen, Eletrobras, Excelerate Energy, Ipiranga/Ultra, Pan American Energy, Vibra, Dell/Nvidia, Naturgy, TechnipFMC, TBG, Trident Energy, ABB, Construtora Elevação, Compass, Foresea, Huawei, Karoon Energy, OceanPact, Perbras, Subsea7, TAG, Transpetro, Vallourec</strong> e <strong>Renave</strong>, com as parcerias oficiais da <strong>Ambipar</strong>, <strong>S&amp;P Global</strong>, <strong>B&amp;T Câmbio</strong>, <strong>Fairmont</strong>, <strong>United Airlines</strong>, <strong>BDO</strong>, <strong>G20</strong>, <strong>Goal Prime</strong>, <strong>Seenemar</strong>, <strong>Orguel</strong> e <strong>Carvalhão</strong>, com os apoios de mídia da <strong>Agência (eixos)</strong>, <strong>Brasil Energia</strong>, <strong>Kallas</strong>, <strong>MegaWhat</strong>, <strong>Petro&amp;Química</strong> e <strong>TN Petróleo</strong>, além da participação do <strong>Governo Federal</strong>.</p>
<p class="x_MsoNormal">Os eventos paralelos da ROG.e contam com o patrocínio da <strong>Petrobras, Shell, TotalEnergies, Equinor, Origem, PRIO, Petronas, Acelen, Eletrobras, Ipiranga, Lubrax, Dell/Nvidia, Subsea7, United Airlines, 2Solve, Sodexo, Corio, White Martins, Illian, Alvarez &amp; Marsal, TMX, Halliburton, AEA, Castrol, Iconic, Infineum, Instituto Combustível Legal, Instituto Jogue Limpo, Lubes em Foco, Lubrizol, Lwart, Mobil, Raízen, Accenture, Cesar, Karpowership, Bosch, EY, FIEMG LAB</strong> e <strong>Finep</strong>.</p>
<p class="x_MsoNormal">O evento conta também com a participação das seguintes <em>startups</em>: <strong>Aevo, Pix Force, Atomum, Vidya, Checklist, Geowellex, Agile Spray Response, Tidewise, Evcomx, Hipermation, Intcom, Manejebem, Melvin, RFID Brasil, Smarthis, Kriativar, Industriall, Ajnatech, Recicli, Mindsim, ESG Scan, Bchem, Dtlabs, Incentiv, Unisoma, Vertesis, Econam, Cognittiv, Voltpile, SVA, 2Solve, Academia do universitário, Katalisar, Ezvolt brasil, Mundi game experiences, Murabei, Neo vision, Mandatech – eyeson, Docket, R1 Asset Integrity, Infinite Foundry, ESGreen, TCS, Lab 245</strong> e <strong>AS3 Engenharia</strong>.</p>
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		<title>Posicionamento &#8211; IBP apoia projeto do MME para fortalecer o setor de O&#038;G</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 17:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[mercados futuros]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal entidade do setor, enxerga como muito positiva a iniciativa do Ministério de Minas e Energia (MME), liderado pelo Ministro Alexandre Silveira, para fomentar o desenvolvimento da indústria de óleo e gás, a partir do programa “Potencializa E&#38;P”. O objetivo do programa é atrair investimentos em exploração [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (<strong>IBP</strong>), principal entidade do setor, enxerga como muito positiva <strong>a iniciativa do Ministério de Minas e Energia (MME)</strong>, liderado pelo Ministro Alexandre Silveira, para fomentar o desenvolvimento da indústria de óleo e gás, a partir do programa “<strong>Potencializa E&amp;P</strong>”. O objetivo do programa é atrair investimentos em exploração de petróleo e gás natural.</p>
<p><strong>A meta de transformar o Brasil no quarto maior produtor de petróleo do mundo é desafiadora</strong>, mas a indústria de petróleo brasileira já mostrou que tem <strong>capacidade técnica, tecnologia e recursos humanos</strong> para atender o crescimento da produção. A iniciativa do governo em apoiar o desenvolvimento das atividades de<strong> exploração e produção em campos maduros</strong> e também em <strong>áreas</strong> com grande potencial, mas ainda<strong> não exploradas</strong>, como Margem Equatorial, por exemplo, passa uma sinalização favorável aos agentes do mercado e investidores, e conta com total apoio do IBP.</p>
<p>O alinhamento entre governo e setor produtivo fortalece o mercado brasileiro, pois <strong>gera previsibilidade, segurança jurídica e credibilidade para atração de novos investimentos, fundamentais para o desenvolvimento do setor de óleo e gás que tem papel central no processo de transição e segurança energética.</strong></p>
<p>A indústria de óleo e gás representa cerca de 15% do PIB industrial, com a estimativa<strong> de geração de mais de 445 mil postos de trabalho diretos ou indiretos ao ano na próxima década e cerca de US$ 180 bilhões em investimentos</strong> nesse mesmo período. Estimular o desenvolvimento do setor significa investir no crescimento da economia brasileira.</p>
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<div class="gtx-trans-icon"></div>
</div>
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		<title>“Mentes de Energia” dá destaque a campos maduros e marginais em setembro</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/mentes-de-energia-da-destaque-a-campos-maduros-e-marginais-em-setembro/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 11:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[campos marginais]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>

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		<description><![CDATA[Exploração e Produção, campos maduros e campos marginais na atualidade serão a pauta da edição de setembro do Mentes de Energia, que será realizada na próxima quarta-feira, dia 14, às 18h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui. O encontro terá a participação de Luiz Carlos Cronemberger, Gerente de Ativos de Produção OffShore [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Exploração e Produção, campos maduros e campos marginais na atualidade serão a pauta da edição de setembro do <strong>Mentes de Energia</strong>, que será realizada na próxima quarta-feira, dia 14, às <strong>18h</strong>. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/mentes-de-energia-2022" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>O encontro terá a participação de <strong>Luiz Carlos Cronemberger</strong>, Gerente de Ativos de Produção OffShore na 3R Petroleum; e <strong>Gustavo Hooper</strong>, Diretor Comercial na Origem Energia, que vão abordar os fundamentos de reservatórios, bem como as características econômicas desses tipos de campos e a gestão para a revitalização da produção.</p>
<p><strong>Quer indicar um tema para as próximas edições?</strong></p>
<p>Para participar do Mentes de Energia, é necessário acessar o <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/mentes-de-energia-2022" target="_blank" rel="noopener"><strong>formulário de inscrição</strong></a> e, se possível, indicar os temas de interesse para o debate, seja como integrante da plateia ou palestrante.</p>
<p>Após apontar os tópicos para a discussão, as pessoas interessadas serão contatadas pela equipe do IBP para alinhamento da temática e agendamento da data de apresentação.</p>
<p>O tema precisa ter relação com a indústria de petróleo, gás e energia e/ou atividades correlatas, e será avaliado por áreas técnicas do Instituto.</p>
<p>Não há obrigatoriedade de ser associado ou funcionário de empresa que seja membro do IBP. A ação faz parte das diretrizes do braço jovem do Instituto.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Mentes de Energia</p>
<p><strong>Tema:</strong> E&amp;P, campos maduros e campos marginais na atualidade</p>
<p><strong>Data:</strong> 14/09/2022</p>
<p><strong>Horário:</strong> 18h</p>
<p><strong>Plataforma:</strong> MS Teams</p>
<p>Inscrições podem ser feitas <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/mentes-de-energia-2022" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Wood apresenta webinar: Transições Suaves</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/wood-apresenta-webinar-transicoes-suaves-licoes-aprendidas-para-garantia-de-integridade-e-conformidade-na-transferencia-de-ativos/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 17:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Azevedo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativos Maduros]]></category>
		<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[Integridade]]></category>

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		<description><![CDATA[Lições aprendidas para garantia de integridade e conformidade na transferência de ativos. Você sabia que pesquisas apontam que somente 20% das transições de ativo são executas com sucesso? Os outros 80% das transferências apresentam estagnação ou declínio dos níveis de produção.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o mercado observou ativos maduros sendo transferidos para novos operadores com a meta de estender o ciclo de vida do ativo e captação de valor. As condições de Integridade e conformidade regulatória são barreiras a serem vencidas para assegurar as operações de campos maduros.</p>
<p>As condições de integridade podem ser gerenciadas com sucesso com um plano de transição adequado, com base nas lições aprendidas.</p>
<p>Inscreva-se agora gratuitamente para um webinar de 60 minutos na quarta-feira 14 de julho, onde serão apresentados estudos de caso, será feito o destaque da estrutura e o caminho crítico para assegurar eficiência operacional durante a transição de ativos.</p>
<p><a href="https://woodplc.lpages.co/webinar-asset-transition21/?utm_source=Master+marketing+list&amp;utm_campaign=6f58951a4b-apo_webinar_AT21&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_2bc9dde117-6f58951a4b-77905447">Clique aqui e faça a sua inscrição.</a></p>
<p>Este webinar é oferecido em Inglês e Português.</p>
<p><strong>Você aprenderá:</strong><br />
• Navegar pelos requisitos regulamentares<br />
• Priorizar ações durante a fase de transição<br />
• Identificar caminhos críticos e soluções correspondentes</p>
<p><strong>Público-alvo</strong></p>
<p>Este webinar é relevante para gerentes operacionais, regulatórios, de integridade, HSE e manutenção, e qualquer pessoa responsável por transições de ativos bem-sucedidas. Embora sejam examinados os estudos de caso do Brasil, existem lições valiosas aprendidas que são aplicáveis a qualquer transferência de ativos.</p>
<p><strong>Certificado</strong></p>
<p>Os participantes receberão um certificado para créditos de horas de desenvolvimento profissional. *<br />
A sessão levará aproximadamente 60 minutos.</p>
<p><strong>Apresentador</strong></p>
<p>Pablo Bartholo – Especialista em Integridade, Wood</p>
<p><a href="https://woodplc.lpages.co/webinar-asset-transition21/?utm_source=Master+marketing+list&amp;utm_campaign=6f58951a4b-apo_webinar_AT21&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_2bc9dde117-6f58951a4b-77905447">Inscreva-se</a></p>
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		<item>
		<title>Superintendência da ANP indica servidor para o Promar</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/superintendencia-da-anp-indica-servidor-para-o-promar/</link>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 14:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Promar]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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		<title>Confiança cai novamente</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/confianca-cai-novamente/</link>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 13:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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		<title>IBP avalia que cada campo maduro de petróleo e gás viabilizado no Brasil pode gerar US$ 1 bi em investimentos</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-avalia-que-cada-campo-maduro-de-petroleo-e-gas-viabilizado-no-brasil-pode-gerar-us-1-bi-em-investimentos-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 20:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayra Sereno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante 1º Workshop Promar, organizado com o MME, o Instituto analisou que cada campo maduro pode proporcionar 23 mil novos postos de trabalho e cerca de US$ 1,5 bilhão em arrecadação de tributos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>1º Workshop Promar (Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Maduros)</strong>, uma parceria entre o <strong>Ministério de Minas e Energia (MME)</strong> e o <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>, debateu, em 15 e 16 de abril (quinta e sexta-feira), a revitalização de campos maduros e viabilização de campos e acumulações de economicidade marginal, dentro do atual quadro regulatório, legal, ambiental e tributário brasileiro. A Presidente interina e Diretora Executiva Corporativa do IBP, <strong>Cristina Pinho</strong>, ressaltou que cada campo viabilizado pode gerar <strong>US$ 1 bilhão em investimentos</strong>, <strong>23 mil novos postos de trabalho</strong> (diretos e indiretos no pico de investimentos) e <strong>US$ 1,5 bilhão em arrecadação para o governo</strong>.</p>
<p><strong>Assista à íntegra do</strong> <a href="https://hub.riooilgas.com.br/talks/673" target="_blank" rel="noopener"><strong>1º</strong></a> <strong>e do</strong> <a href="https://hub.riooilgas.com.br/talks/683" target="_blank" rel="noopener"><strong>2º</strong></a> <strong>dia de workshop</strong>.</p>
<p>A executiva indicou que o Promar deve ser uma via de atração para chegada de novos players e aportes no mercado nacional diante de um ambiente jurídico e de negócios estável e aquecido, o que se torna essencial para geração de renda e criação de novos postos de trabalho para diferentes localidades. “O setor de petróleo e gás tem um compromisso com a recuperação econômica e social brasileira, o que está entre as missões do IBP, e tem demonstrado resiliência na pandemia com diversificação de fontes renováveis e cumprimento do Acordo de Paris”, comenta Cristina.</p>
<p>De acordo com a fala do Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, <strong>José Mauro Ferreira</strong>, houve queda de mais de 55% na produção no pós-sal, ao longo dos últimos seis anos. Em sua avaliação, este dado tem total convergência com a queda de produtividade na Bacia de Campos, que, hoje, produz cerca de 850 mil barris de petróleo diários. José Mauro Ferreira analisou que somente 28 planos de avaliação de descoberta em áreas marítimas, entregues à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), alcançaram declaração de comercialidade, dos 97 planos apresentados à ANP nos últimos 10 anos. O restante foi postergado por não haver condições econômicas para viabilizar as descobertas.</p>
<p>“Devemos ter senso de urgência. Trabalhar com ações práticas para que o governo possa proporcionar vetores e direcionamento ao mercado. Temos capacidade de sair dos atuais 3 milhões de barris / dia para 5.3 milhões de barris diários”, comentou.</p>
<p>A mesma preocupação foi apresentada por <strong>Rodolfo Saboia</strong>, Diretor Geral da ANP, ao mencionar que o pós-sal foi responsável por 16 bilhões de barris de óleo equivalente, ou seja, 63% de todo produção nacional de petróleo e gás até agora. Hoje, representa apenas 23% da produção brasileira offshore. “Os debates do Promar ajudarão no aperfeiçoamento de regulação e processos. Para alcançar os objetivos do programa, devemos focar em descobertas subcomerciais de petróleo e gás em mar, consideradas como economicidade marginal”, analisa. Saboia também aponta que nove descobertas – com potencial de 10 bilhões de barris &#8211; postergaram sua declaração de comercialidade.</p>
<p>O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), <strong>Thiago Barral</strong>, reforçou o empenho para avançar em estudos que visem à análise da relação de reserva e produção com perspectivas para ampliação da vida útil do campo e viabilidade de acesso dos insumos para a sociedade. “O Promar promove uma agenda para oportunidade de novos entrantes. Temos uma janela de oportunidades para atrair estes investidores”, avalia.</p>
<p>Leia <a href="https://hub.riooilgas.com.br/articles/98" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a> a cobertura completa do <strong>1º Workshop Promar (Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Maduros) </strong>e acompanhe a transmissão completa no canal <a href="https://hub.riooilgas.com.br/on-demand" target="_blank" rel="noopener"><strong>On Demand </strong></a>do<strong> hub da Rio Oil &amp; Gas. </strong></p>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 19:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Durante 1º Workshop Promar, organizado com o MME, o Instituto analisou que cada campo maduro pode proporcionar 23 mil novos postos de trabalho e cerca de US$ 1,5 bilhão em arrecadação de tributos</em></p>
<p>O <strong>1º Workshop Promar (Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Maduros)</strong>, uma parceria entre o <strong>Ministério de Minas e Energia (MME)</strong> e o <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>, debateu, em 15 e 16 de abril (quinta e sexta-feira), a revitalização de campos maduros e viabilização de campos e acumulações de economicidade marginal, dentro do atual quadro regulatório, legal, ambiental e tributário brasileiro. A Presidente interina e Diretora Executiva Corporativa do IBP, <strong>Cristina Pinho</strong>, ressaltou que cada campo viabilizado pode gerar <strong>US$ 1 bilhão em investimentos</strong>, <strong>23 mil novos postos de trabalho</strong> (diretos e indiretos no pico de investimentos) e <strong>US$ 1,5 bilhão em arrecadação para o governo</strong>.</p>
<p><strong>Assista à íntegra do</strong> <a href="https://hub.riooilgas.com.br/talks/673" target="_blank" rel="noopener"><strong>1º</strong></a> <strong>e do</strong> <a href="https://hub.riooilgas.com.br/talks/683" target="_blank" rel="noopener"><strong>2º</strong></a> <strong>dia de workshop</strong>.</p>
<p>A executiva indicou que o Promar deve ser uma via de atração para chegada de novos players e aportes no mercado nacional diante de um ambiente jurídico e de negócios estável e aquecido, o que se torna essencial para geração de renda e criação de novos postos de trabalho para diferentes localidades. “O setor de petróleo e gás tem um compromisso com a recuperação econômica e social brasileira, o que está entre as missões do IBP, e tem demonstrado resiliência na pandemia com diversificação de fontes renováveis e cumprimento do Acordo de Paris”, comenta Cristina.</p>
<p>De acordo com a fala do Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, <strong>José Mauro Ferreira</strong>, houve queda de mais de 55% na produção no pós-sal, ao longo dos últimos seis anos. Em sua avaliação, este dado tem total convergência com a queda de produtividade na Bacia de Campos, que, hoje, produz cerca de 850 mil barris de petróleo diários. José Mauro Ferreira analisou que somente 28 planos de avaliação de descoberta em áreas marítimas, entregues à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), alcançaram declaração de comercialidade, dos 97 planos apresentados à ANP nos últimos 10 anos. O restante foi postergado por não haver condições econômicas para viabilizar as descobertas.</p>
<p>“Devemos ter senso de urgência. Trabalhar com ações práticas para que o governo possa proporcionar vetores e direcionamento ao mercado. Temos capacidade de sair dos atuais 3 milhões de barris / dia para 5.3 milhões de barris diários”, comentou.</p>
<p>A mesma preocupação foi apresentada por <strong>Rodolfo Saboia</strong>, Diretor Geral da ANP, ao mencionar que o pós-sal foi responsável por 16 bilhões de barris de óleo equivalente, ou seja, 63% de todo produção nacional de petróleo e gás até agora. Hoje, representa apenas 23% da produção brasileira offshore. “Os debates do Promar ajudarão no aperfeiçoamento de regulação e processos. Para alcançar os objetivos do programa, devemos focar em descobertas subcomerciais de petróleo e gás em mar, consideradas como economicidade marginal”, analisa. Saboia também aponta que nove descobertas – com potencial de 10 bilhões de barris &#8211; postergaram sua declaração de comercialidade.</p>
<p>O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), <strong>Thiago Barral</strong>, reforçou o empenho para avançar em estudos que visem à análise da relação de reserva e produção com perspectivas para ampliação da vida útil do campo e viabilidade de acesso dos insumos para a sociedade. “O Promar promove uma agenda para oportunidade de novos entrantes. Temos uma janela de oportunidades para atrair estes investidores”, avalia.</p>
<p>Leia <a href="https://hub.riooilgas.com.br/articles/98" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a> a cobertura completa do <strong>1º Workshop Promar (Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Maduros) </strong>e acompanhe a transmissão completa no canal <a href="https://hub.riooilgas.com.br/on-demand" target="_blank" rel="noopener"><strong>On Demand </strong></a>do<strong> hub da Rio Oil &amp; Gas. </strong></p>
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		<title>IBP avalia que cada campo maduro de petróleo e gás viabilizado no Brasil pode gerar investimentos</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/ibp-avalia-que-cada-campo-maduro-de-petroleo-e-gas-viabilizado-no-brasil-pode-gerar-investimentos/</link>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 13:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério de Minas e Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Promar]]></category>
		<category><![CDATA[workshop]]></category>

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		<title>MME solicita indicação de representantes do Promar</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/mme-solicita-indicacao-de-representantes-do-promar/</link>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 13:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério de Minas e Energia]]></category>
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		<category><![CDATA[Promar]]></category>

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