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	<title>Ciclo de Debates &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>IBP reúne especialistas para debater os impactos da transição energética sobre o mix de energia no Brasil e no mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Sep 2019 11:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Em parceria com a EPE, o evento contou com especialistas do setor, que debateram a necessidade de diversificar as fontes energéticas &#160; O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), promoveu na última quinta-feira (19/09) a terceira edição do Ciclo de Debates para a Transição [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Em parceria com a EPE, o evento contou com especialistas do setor, que debateram a necessidade de diversificar as fontes energéticas</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), promoveu na última quinta-feira (19/09) a terceira edição do Ciclo de Debates para a Transição Energética. Com foco nas perspectivas para a matriz energética brasileira e mundial, o evento reuniu especialistas do setor que abordaram os impactos da transição energética sobre as matrizes dos principais países do globo.</p>
<p>Durante a abertura, Milton Costa Filho, secretário geral do IBP, reforçou a importância do debate acerca do tema e ressaltou a necessidade de promover troca de conhecimento. “É fundamental criarmos uma janela de oportunidades para a indústria e trazer à tona uma carga de informações sobre o setor de renováveis, gerando assim soluções melhores para o Brasil”, disse.</p>
<p>O avanço da discussão sobre transição energética está no centro das decisões da indústria global de energia. Segundo o professor adjunto do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Edmar Almeida, o caminho mais viável para minimizar os impactos do aumento da temperatura global é a redução das emissões. “Para alcançar os objetivos do desenvolvimento sustentável, é necessário reverter a história da relação entre crescimento econômico, demanda de energia e emissão de CO<sub>2</sub>. Para isso, precisamos consumir menos energia fóssil, reduzir o consumo de emissão e diminuir a intensidade de energia na economia”, explicou.</p>
<p>Ainda de acordo com o professor, o Estado e as empresas do setor têm um papel importante na transição energética. “A palavra de ordem é mudança, e mudança é inovação. Portanto, é preciso pensar e investir em P&amp;D nos setores de energia. As empresas têm que se comprometer em adaptar-se ao contexto de transição, investir em inovação, aumentar a coordenação e ter um alinhamento com os <em>stakeholders</em> na construção de uma visão de futuro na elaboração de políticas setoriais. Por outro lado, o papel do Estado é reduzir os riscos em P&amp;D, estar alinhado a essa visão de futuro e fortalecer os sistemas nacionais de inovação”, completou.</p>
<p>De acordo com Giovani Machado, diretor de estudos econômico-energéticos e ambientais da EPE, a transição energética é um processo lento e de longa duração, mas o Brasil tem a vantagem de um processo acelerado de novas tecnologias de produção, além de contar com uma matriz energética renovável que será predominante nos próximos anos. “O Brasil está muito bem posicionado quando o assunto gira em torno de alternativas e soluções para a transição”, afirmou. “É importante notar que a transição é um processo que tem foco na relação entre fonte e conversor energético. As novas fontes renováveis, como energia eólica e solar, têm um papel fundamental na busca de segurança energética, porém elas são fontes não despacháveis. E como se firma energia das novas fontes renováveis e não despacháveis? As duas grandes apostas dos Estados Unidos e da China, por exemplo, são o gás natural e as baterias, respectivamente”, comentou.</p>
<p>Os especialistas discorreram ainda sobre o cenário energético no Brasil. Segundo Elbia Gannoum, presidente da ABEEólica, as fontes eólica e solar são protagonistas nesse processo de transição. “O futuro energético do Brasil é limpo, renovável, competitivo e livre de subsídios”, frisou.</p>
<p>Já o gerente geral de comercialização de gás natural e GNL da Petrobras, Alvaro Tupiassu, reforçou a importância do gás natural no país, que passa a ser o foco da indústria de energia brasileira. “A Petrobras permanece forte e disponível para o setor de energia, com foco de investimento nos ativos do pré-sal”, enfatizou.</p>
<p>Para o vice-presidente do conselho de administração da ABSOLAR, Marcio Trannin, o Brasil tem a capacidade de unir tecnologias, projetos híbridos e está engajado em manter uma matriz energética equilibrada. “Precisamos nos apoiar no equilíbrio entre os insumos de gás, óleo e solar, especialmente nesse momento em que o segmento solar ainda se consolida no país. Já tivemos provas de que o setor privado tem apetite para investir no Brasil”, finalizou.</p>
<p>Por fim, os especialistas debateram sobre a necessidade das matrizes energéticas combinarem diferentes fontes renováveis, sem o protagonismo de um único insumo energético. A palavra de ordem é diversificação, que leva ao atendimento da demanda e a segurança energética. O Brasil tem uma janela para se beneficiar nesse sentido, já que há um crescimento previsto para os próximos anos e uma perspectiva de aumento da produção de gás, que poderá assumir um papel de relevância nesse processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A próxima edição do <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates-2019/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ciclo de Debates para a Transição Energética</strong></a> está marcada para novembro e abordará o futuro da energia.</p>
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		<title>Matriz energética é tema do 3º Ciclo de Debates</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/matriz-energetica-e-tema-do-3o-ciclo-de-debates-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Sep 2019 11:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A terceira edição do Ciclo de Debates sobre Transição Energética 2019, promovido pelo IBP, em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), acontece dia 19 de setembro, no Prodigy Hotel, no Rio de Janeiro. O encontro reunirá grandes nomes do setor de energia para debater as transformações da matriz energética do Brasil, fazendo um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira edição do <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates-2019/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ciclo de Debates sobre Transição Energética 2019</strong></a>, promovido pelo <a href="https://www.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>IBP</strong></a>, em parceria com a <a href="http://www.epe.gov.br/pt" target="_blank" rel="noopener"><strong>Empresa de Pesquisa Energética (EPE)</strong></a>, acontece dia 19 de setembro, no Prodigy Hotel, no Rio de Janeiro. O encontro reunirá grandes nomes do setor de energia para debater as transformações da matriz energética do Brasil, fazendo um paralelo com a matriz energética mundial.</p>
<p>Com moderação de <a href="http://www.ie.ufrj.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Edmar Almeida</strong></a>, professor do Instituto de Economia da UFRJ, o debate também conta com a presença de <a href="http://abeeolica.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Elbia Gannoum</strong></a>, presidente da ABEEólica; <a href="http://www.absolar.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rodrigo Sauaia</strong></a>, presidente da ABSOLAR; <a href="https://www.bp.com/pt_br/brazil/home.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>Adriano Bastos</strong></a>, presidente da BP Brasil; <a href="http://www.petrobras.com.br/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Alvaro Tupiassu</strong></a>, gerente geral da Petrobras e <a href="http://www.epe.gov.br/pt" target="_blank" rel="noopener"><strong>Giovani Machado</strong></a>, diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais da EPE.</p>
<p>As inscrições estão abertas e podem ser feitas <a href="https://stt.ibp.org.br/rsvp/index.php?evento=500" target="_blank" rel="noopener"><strong>clicando aqui</strong></a>. A participação está sujeita à confirmação.</p>
<p>Confira a <strong><a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates-2019/">programação</a></strong> da terceira edição do <strong>Ciclo de Debates sobre Transição Energética 2019</strong> na página do evento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre o Ciclo de Debates</strong></p>
<p>O <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates-2019/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ciclo de Debates</strong></a> é uma iniciativa da área de <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor" target="_blank" rel="noopener"><strong>Análise Econômica do IBP</strong></a>, lançado em 2016, com o objetivo de ampliar o debate e aproximar os agentes do setor à sociedade.</p>
<p>Confira como foi a segunda edição do Ciclo de Debates:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-Nv6-fz4b4w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>IBP reúne especialistas para debater as mudanças climáticas e a eficiência energética</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-reune-especialistas-para-debater-as-mudancas-climaticas-e-a-eficiencia-energetica/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Jul 2019 11:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Em parceria com a EPE, o evento contou com grandes nomes do setor, que reforçaram o que vem sendo feito para reduzir as emissões com foco na economia de baixo carbono O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), promoveu nesta terça-feira (2/07) a segunda [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Em parceria com a EPE, o evento contou com grandes nomes do setor, que reforçaram o que vem sendo feito para reduzir as emissões com foco na economia de baixo carbono</em></p>
<p style="text-align: justify;">O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), promoveu nesta terça-feira (2/07) a segunda edição do <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo de Debates para a Transição Energética</a>. Com foco nos impactos das mudanças climáticas sobre a oferta e demanda de energia e na eficiência energética, o evento reuniu grandes nomes do setor para debater o duplo desafio global de garantir a qualidade de vida da população e, ao mesmo tempo, reduzir as emissões de poluentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Jorge Camargo, conselheiro emérito do IBP, discussões desse tipo precisam ser feitas em âmbito global a fim de promover troca de conhecimento e criar oportunidades para o setor. “Estamos constantemente fazendo transições energéticas, mas, sem dúvida nenhuma, a que vivemos atualmente é a mais especial, uma vez que o foco é o clima e a demanda por energia”, afirmou. “Enquanto o setor de energia aponta um crescimento de produtividade fantástico, temos 80% da população mundial vivendo e usando energia abaixo do que é considerado razoável para a sobrevivência, vivendo na pré-história, na miséria energética. Precisamos achar uma solução para isso”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">O avanço da discussão sobre transição energética está no centro das decisões dos gestores de negócio. Segundo a presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Marina Grossi, o caminho mais viável para minimizar os impactos do aumento da temperatura global é a redução das emissões. Para isso, porém, é preciso um diálogo constante com as empresas sobre transição energética com foco na economia de baixo carbono. “Podemos promover um avanço mais significativo se continuarmos trabalhando em conjunto com o setor privado, pensando na proposta da precificação de carbono e contribuindo efetivamente para barrar os avanços das mudanças climáticas”, enfatizou Marina.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a executiva, as empresas de óleo e gás precisam exigir dos governos medidas eficientes de combate às mudanças climáticas. “A ciência vem dando o tom da discussão sobre os riscos climáticos e financeiros da questão climática. É preciso destinar os recursos necessários para contribuir com o avanço de soluções tecnológicas, estabelecendo uma maior transparência e compreensão de sociedade. Pensando nisso, de 2015 a 2017, as empresas brasileiras ligadas ao CEBDS executaram 1.340 projetos, totalizando um investimento de U$ 85,8 bilhões para redução de emissão de poluentes”, completou a presidente do CEBDS.</p>
<p style="text-align: justify;">André Clark, presidente da Siemens, afirma que o Brasil tem uma matriz energética com grande potencial, o que pode levar o país a um cenário de vantagem competitiva em relação a outros mercados. “O Brasil precisa direcionar a sua atenção para as políticas públicas, apostar na mobilidade elétrica como geração de novos modelos de negócios e investir no mercado de gás”, falou. Hoje, o Brasil é um dos países com a maior parcela de energias renováveis em sua matriz energética.</p>
<p style="text-align: justify;">Leonam Guimarães, presidente da Eletronuclear, também abordou a relevância do Brasil na indústria global de energia. De acordo com ele, o país é o nono maior gerador de energia elétrica no mundo e o primeiro em renovabilidade da matriz energética, o que coloca o Brasil em um lugar privilegiado e de destaque.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda de acordo com Clark, o setor tem o papel de incluir no mercado novos talentos capazes de promover uma visão ampla sobre eficiência energética, com foco no desenvolvimento de inovações e no fomento aos investimentos. “A capacidade brasileira de adotar e criar tecnologias trará novos cenários para o país. Dito isso, é necessário focar na capacitação e formação de talentos nacionais para atuar nessa nova realidade”, pontuou.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas do setor de petróleo e gás já vêm investindo na procura por outras fontes além do petróleo e se preparando para a transição energética. Segundo Luís Henrique Guimarães, presidente da Raízen, o grande desafio é pensar no futuro a partir das mudanças que estão acontecendo. “Para o Brasil se tornar efetivamente competitivo, o desafio é saber onde há maior retorno, precisamos investir na infraestrutura e no desenvolvimento de políticas com foco em energias renováveis e na economia de baixo carbono”, finalizou.</p>
<p>Confira a segunda edição do <strong><a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo de Debates 2019</a></strong>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-Nv6-fz4b4w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A segunda edição do <strong><a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo de Debates 2019</a></strong> teve patrocínio master da Petrobras e patrocínio ouro da Enauta. A próxima edição do Ciclo será sobre matriz energética  e está marcada para 19 de setembro, no Prodigy Hotel Santos Dumont, no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Segunda edição do Ciclo de Debates acontece na semana que vem</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/segunda-edicao-do-ciclo-de-debates-acontece-na-semana-que-vem/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 12:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Promovida pelo IBP, em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a segunda edição do Ciclo de Debates sobre Transição Energética 2019 acontece na próxima terça-feira, dia 02 de julho, no Prodigy Hotel, no Rio de Janeiro. Desta vez, o encontro reunirá grandes nomes do setor de energia para debater mudanças climáticas e eficiência [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Promovida pelo<a href="https://www.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"> <strong>IBP</strong></a>, em parceria com a <a href="http://www.epe.gov.br/pt" target="_blank" rel="noopener"><strong>Empresa de Pesquisa Energética (EPE)</strong></a>, a segunda edição do <strong>C<a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates/" target="_blank" rel="noopener">iclo de Debates sobre Transição Energética 2019</a></strong> acontece na próxima terça-feira, dia 02 de julho, no Prodigy Hotel, no Rio de Janeiro. Desta vez, o encontro reunirá grandes nomes do setor de energia para debater mudanças climáticas e eficiência energética. As vagas são limitadas, e as inscrições podem ser feitas <strong><a href="https://stt.ibp.org.br/rsvp/index.php?evento=471&amp;utm_campaign=ciclo_de_debates__mudancas_climaticas_e_eficiencia_energetica_patrocinio_petrobras_-_130619&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento ocorre em um momento em que a sociedade enfrenta um desafio pela frente: garantir a qualidade de vida da população, que prescinde de um nível adequado de energia, e, ao mesmo tempo, reduzir as emissões.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, as discussões se propõem a abordar tópicos como a forma pelas quais as iniciativas voltadas ao uso mais eficiente da energia podem garantir a segurança energética e atenuar os impactos sobre o clima; como os diferentes segmentos da indústria de O&amp;G têm contribuído para avanços em eficiência energética; além de como esses avanços estão moldando novos formatos de ofertar e consumir energia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Programação</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">A abertura do evento contará com a presença do IBP e do diretor de estudos do petróleo, gás e biocombustíveis da <a href="http://www.epe.gov.br/pt" target="_blank" rel="noopener"><strong>EPE</strong></a>, José Mauro Coelho. Em seguida, Marina Grossi, presidente do <a href="https://cebds.org/" target="_blank" rel="noopener"><strong>CEBDS</strong></a>, e André Clark, presidente da<a href="https://new.siemens.com/br/pt.html" target="_blank" rel="noopener"> <strong>Siemens</strong></a>, farão apresentações sobre Mudanças Climáticas e Eficiência Energética, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Moderado por Jorge Camargo, conselheiro emérito do IBP, o painel de debates contará também com a participação de Leonam Guimarães, presidente da <a href="http://www.eletronuclear.gov.br/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noopener"><strong>Eletronuclear</strong></a>, e Luis Henrique Guimarães, presidente da <a href="https://vagas.raizen.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Raízen</strong></a>.</p>
<h4><strong>Ciclo de Debates</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Ao longo do ano, o <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ciclo de Debates</strong></a>, que tem o patrocínio master da Petrobras e ouro da Enauta, contará com mais três edições: Matriz Energética Brasileira, em setembro; Mobilidade e Cidades Inteligentes, em outubro; e Comunicação e Imagem da Indústria, em dezembro.</p>
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		<item>
		<title>Próxima edição do Ciclo de Debates para Transição Energética será sobre mudanças climáticas</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 19:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A data da 2ª edição do Ciclo de Debates para Transição Energética foi confirmada e, o evento será realizado dia 02 de julho, no Rio de Janeiro. Sob o tema Mudanças Climáticas e Eficiência Energética, o painel vai promover o encontro de especialistas do setor para o debate sobre o desenvolvimento de novas tecnologias que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A data da 2ª edição do Ciclo de Debates para Transição Energética foi confirmada e, o evento será realizado dia 02 de julho, no Rio de Janeiro. Sob o tema <strong>Mudanças Climáticas e Eficiência Energética</strong>, o painel vai promover o encontro de especialistas do setor para o debate sobre o desenvolvimento de novas tecnologias que viabilizem maior eficiência energética, e que contribuam para o suprimento de energia de forma segura, acessível e ambientalmente responsável.</p>
<p>Com moderação de Jorge Camargo, conselheiro do IBP, o debate também conta com a presença de Leonam Guimarães, presidente da <a href="http://www.eletronuclear.gov.br/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noopener"><strong>Eletronuclear</strong></a>; Luis Henrique Guimarães, presidente da <a href="https://www.raizen.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Raizen</strong></a>, e, também, Marina Grossi, presidente da <a href="https://cebds.org/" target="_blank" rel="noopener"><strong>CEBDS</strong></a> e André Clark, presidente da <a href="https://new.siemens.com/br/pt.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>Siemens</strong></a>, que farão as apresentações de abertura sobre mudanças climáticas e eficiência energética, respectivamente.</p>
<p>O <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates-2019/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ciclo de Debates</strong></a> é bimestral, e é organizado em parceria com a <a href="http://www.epe.gov.br/pt" target="_blank" rel="noopener"><strong>Empresa de Pesquisa Energética</strong></a> (EPE). A edição 2019 terá palestras com temas relacionados à Transição Energética.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira a <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates/?_pagina=programacao" target="_blank" rel="noopener"><strong>programação</strong></a> completa de 2019:</p>
<p><strong>Abril</strong> | Panorama da transição energética e geopolítica da energia</p>
<p><strong>Julho </strong>| Mudanças Climáticas e Eficiência Energética</p>
<p><strong>Setembro</strong> | Matriz Energética</p>
<p><strong>Outubro</strong> | O Futuro da Energia</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ciclo de Debates</strong></a> é uma iniciativa da área de <strong><a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor" target="_blank" rel="noopener">Análise Econômica do IBP</a></strong>, lançado em 2016, com o objetivo de ampliar o debate e aproximar os agentes do setor à sociedade.</p>
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		<title>IBP reúne especialistas para debater a transição energética</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 20:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[No evento em parceria com a EPE, agentes do setor reforçam os diferenciais competitivos do Brasil em renováveis &#160; O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), promoveu na última quinta-feira (25/04) a primeira edição do Ciclo de Debates para a Transição Energética. Com foco [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>No evento em parceria com a EPE, agentes do setor reforçam os diferenciais competitivos do Brasil em renováveis</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), promoveu na última quinta-feira (25/04) a primeira edição do Ciclo de Debates para a Transição Energética. Com foco na transição para uma economia de baixo carbono, o evento reuniu especialistas para debater dois dos principais desafios globais da atualidade: o panorama da transição energética e a geopolítica da energia. Para José Firmo, presidente do IBP, discussões desse tipo criam oportunidades para o setor.</p>
<p>“Da mesma forma que o Brasil decidiu estrategicamente abrir o mercado de exploração e produção, que trouxe resultados significativos, precisamos, enquanto país, debater a inserção do gás natural na matriz energética. O Brasil ainda não encontrou um modelo eficaz para que o gás também seja usado como combustível”, afirmou Firmo. “Temos uma oportunidade, porém, de aproveitar o gás associado a ser produzido nos próximos cinco anos, por exemplo, para a reindustrialização do Brasil”, complementou.</p>
<p>O contínuo crescimento da produção de petróleo no Brasil reforça essa oportunidade. Segundo o diretor de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis da EPE, José Mauro Coelho, a produção de petróleo brasileira dobrará nos próximos anos, alcançando 5 milhões de barris diários em 2030. “A expectativa é que o Brasil exporte cerca de 3 milhões de barris diários de petróleo no fim da década. Mas por outro lado, também temos um diferencial competitivo em biocombustíveis. A produção de etanol deve crescer, atingindo 49 bilhões de litros por ano em 2030, ante os atuais 34 bilhões de litros. Assim como a produção de biodiesel aumentará, passando de 5,4 bilhões de litros para 11 bilhões de litros”, explicou Coelho.</p>
<p>Ainda que o movimento de transição energética se dê de forma lenta, ao longo de muitos anos, o Brasil tem a vantagem de já contar com uma matriz energética renovável. De acordo com Luiz Augusto Barroso, presidente da consultoria PSR, os pilares de renovabilidade da matriz nacional – hidrelétrica, eólica e solar – se complementam e formam um portfólio diferenciado do restante do mundo. “A base da nossa matriz energética é a meta que muitos países sonham em alcançar em anos. O grande desafio nesse momento é encontrar modelos de negócios, de financiabilidade e de regulação para a transição energética”, disse Barroso.</p>
<p>Já Alexandre Szklo, professor-associado do programa de planejamento energético da COPPE/UFRJ, acredita que o Brasil tem grandes vantagens competitivas em relação a outros mercados, mas que o papel do país nessa transição energética mundial passa pela necessidade de ser ter políticas de Estado para o setor, e não de governo. “Temos uma matriz energética com grande potencial. Só precisamos traçar o caminho para onde precisamos e queremos chegar”, pontuou Szklo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Iniciativas do mercado</strong></p>
<p>As empresas do setor de petróleo e gás já vêm se preparando para a transição energética, investindo em outras fontes além do petróleo e se posicionando como companhias de energia. Segundo Flávio Rodrigues, diretor de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell, o investimento anual da petroleira é de cerca de US$ 25 bilhões, sendo que aproximadamente US$ 2 bilhões são destinados a novas energias.</p>
<p>Para o executivo a principal competência necessária para que as empresas originalmente de petróleo e gás se tornem mais completas é o entendimento da realidade local. “A partir da capacitação de pessoal para um maior entendimento de questões como a regulação e mercado locais é possível tomar decisões mais assertivas”, garantiu Rodrigues.</p>
<p style="text-align: left;">A próxima edição do Ciclo de Debates para a Transição Energética, em junho, abordará a questão das mudanças climáticas. No total, serão cinco encontros ao longo do ano focados nos desafios da transição.</p>
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		<title>Transição energética é tema do Ciclo de Debates de 2019</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 11:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[analise economica]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[As mudanças climáticas representam um desafio global e o Acordo de Paris deu uma sinalização inequívoca na direção da transição para uma economia de baixo carbono, com a redução das emissões de gases de efeito estufa, reforçando uma vontade legítima da sociedade. Nesse sentido, a indústria de petróleo e gás tem um papel relevante na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As mudanças climáticas representam um desafio global e o Acordo de Paris deu uma sinalização inequívoca na direção da transição para uma economia de baixo carbono, com a redução das emissões de gases de efeito estufa, reforçando uma vontade legítima da sociedade. Nesse sentido, a indústria de petróleo e gás tem um papel relevante na matriz energética brasileira, contribuindo para o suprimento de energia de forma segura, acessível e ambientalmente responsável.</p>
<p>Sabendo que a transição energética deve contar com o desenvolvimento de novas tecnologias que confiram maior eficiência energética e de emissões à indústria, o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a <strong><a href="http://www.epe.gov.br/pt">Empresa de Pesquisa Energética</a> (EPE</strong>), realiza a primeira edição do <strong>Ciclo de Debates</strong> de 2019, trazendo para a mesa de discussões o tema <strong>Panorama da Transição Energética e Geopolítica da Energia</strong>.</p>
<p>Na edição de 2019, o evento, bimestral e com a participação de especialistas do setor, foi dividido em palestras com subtemas relacionados ao tema macro da Transição Energética. A primeira edição acontece no dia 25 de abril, e é exclusiva para <strong><a href="https://www.ibp.org.br/associe-se-ao-ibp/">Associados do IBP</a></strong> e convidados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira a programação completa de 2019:</strong></p>
<p><strong>Abril</strong> | Panorama da transição energética e geopolítica da energia</p>
<p><strong>Julho </strong>| Mudanças Climáticas e Eficiência Energética</p>
<p><strong>Setembro</strong> | Matriz Energética</p>
<p><strong>Outubro</strong> | O Futuro da Energia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates-2019/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ciclo de Debates</strong></a> é uma iniciativa da área de <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Análise Econômica do IBP</strong></a>, lançado em 2016, com o objetivo de ampliar o debate e aproximar os agentes do setor à sociedade.</p>
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		<title>Ciclo de Debates sobre Transição Energética</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates-2019/</link>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 22:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[As mudanças climáticas representam um desafio global e o Acordo de Paris deu uma sinalização inequívoca na direção da transição para uma economia de baixo carbono, com a redução das emissões de gases de efeito estufa, reforçando uma vontade legítima da sociedade. Nesse sentido, a indústria de petróleo e gás tem um papel relevante na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As mudanças climáticas representam um desafio global e o Acordo de Paris deu uma sinalização inequívoca na direção da transição para uma economia de baixo carbono, com a redução das emissões de gases de efeito estufa, reforçando uma vontade legítima da sociedade. Nesse sentido, a indústria de petróleo e gás tem um papel relevante na matriz energética brasileira, contribuindo para o suprimento de energia de forma segura, acessível e ambientalmente responsável.</p>
<p>Sabendo que a transição energética deve contar com o desenvolvimento de novas tecnologias que confiram maior eficiência energética e de emissões à indústria, o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a <strong><a href="http://www.epe.gov.br/pt">Empresa de Pesquisa Energética</a> (EPE)</strong>, realiza a nova edição do <strong>Ciclo de Debates</strong> de 2019, trazendo para a mesa de discussões o tema <strong>Panorama da Transição Energética e Geopolítica da Energia</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na edição de 2019, o evento, bimestral e com a participação de especialistas do setor, foi dividido em palestras com subtemas – Mudanças Climáticas, Matriz Energética, Mobilidade e Imagem da Indústria – relacionados ao tema macro da Transição Energética.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://www.ibp.org.br/eventos/ciclo-de-debates/?_pagina=programacao" rel="noopener">Confira a programação</a> </strong>completa de 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Veja também os destaques que fizeram parte do <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/confira-a-agenda-2017-do-ciclo-de-debates-sobre-petroleo-e-economia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ciclo de Debates 2017 &#8211; Petróleo e Economia</strong></a>.</p>
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		<title>Novas tecnologias ampliam possibilidades da indústria</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/novas-tecnologias-ampliam-possibilidades-da-industria-de-petroleo/</link>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2017 12:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[As mudanças vividas pela indústria do petróleo nos últimos anos forçaram a adequação dos agentes do setor para um cenário lower for longer e, possivelmente, lower forever. O baixo preço do barril de petróleo obrigou o setor a buscar alternativas para redução de custos, visando otimizar a produção e aumentar a competitividade. Nesse contexto, a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As mudanças vividas pela indústria do petróleo nos últimos anos forçaram a adequação dos agentes do setor para um cenário <em>lower for longer</em> e, possivelmente, <em>lower forever</em>. O baixo preço do barril de petróleo obrigou o setor a buscar alternativas para redução de custos, visando otimizar a produção e aumentar a competitividade. Nesse contexto, a inovação ganha importância ainda maior como vetor de redução de custos. No caso brasileiro, o adequado emprego dos recursos oriundos da cláusula de PD&amp;I, bem como de outras fontes destinadas a pesquisa e desenvolvimento para o setor de petróleo e gás, constituem uma oportunidade de assegurar a competitividade e garantir a produção futura dos ativos disponíveis no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse foi o principal tema debatido durante o quarto e último <strong>Ciclo de Debates sobre Petróleo e Economia de 2017</strong>, realizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP). “Não é um momento só de transição energética, mas também da entrada de novas tecnologias de forma muito mais rápida do que se imaginava. A robótica, a inteligência artificial e o <em>big data</em> já fazem parte da indústria de petróleo”, disse Helder Queiroz, professor do Instituto de Economia do Grupo de Economia da Energia da UFRJ (GEE/UFRJ).</p>
<p style="text-align: justify;">Para Queiroz, o impacto dessas tecnologias no <em>upstream</em>, por exemplo, vai desde a gestão inteligente de sistemas complexos por meio da análise de dados até a ampliação do espectro das formas de automação, com particular ênfase na nova geração de soluções de robótica, passando também pela crescente sensorização dos equipamentos e introdução de novos materiais e nanomateriais. Já no <em>downstream</em>, a incorporação de novas tecnologias digitais permitiu a racionalização e a redução de custos operacionais na linha da Indústria 4.0.</p>
<p style="text-align: justify;">“A tendência atual é o aperfeiçoamento das rotinas de manutenção preditiva. As oportunidades e desafios que emergem da aplicação de inovações e tecnologias no refino incluem a agilidade operacional, a construção de um modelo de gestão de dados e o planejamento e programação de todas as unidades que integram a refinaria de petróleo”, explicou o professor.</p>
<p style="text-align: justify;">Prova concreta de todo o impacto positivo da introdução das tecnologias digitais na indústria brasileira é o Pré-Sal. Segundo José Carlos Tigre, assessor técnico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o desenvolvimento tecnológico foi e é fundamental para a viabilidade dessa importante região petrolífera do Brasil.</p>
<h6><strong>Desafios à frente</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, Milton Costa Filho, secretário geral do IBP, lembrou que o Brasil está posicionado em 69º lugar no <em>Global Innovation Index</em> – muito atrás de países como Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Suécia e Holanda, que ocupam as cinco primeiras posições do <em>ranking.</em> “Precisamos discutir a eficácia dos recursos de pesquisa e desenvolvimento da indústria de petróleo que não podem ser usados em <em>startups</em>, por exemplo – o que traria um resultado significativo para o setor”, afirmou Costa Filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Eduardo Santos, gerente de relacionamento com a comunidade de C&amp;T do CENPES/Petrobras, compartilha da mesma visão e entende que o acesso às <em>startups</em> é algo que ainda falta ao setor. “O que se quer com a cláusula de P&amp;D não é apenas desenvolver o conhecimento na academia, mas também a nossa indústria através de projetos que alcancem a inovação, gerando um conteúdo local de base tecnológica. Nesse sentido, seria interessante alcançar as <em>startups</em>, que são empresas de base tecnológica, por exemplo”, ressaltou Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos 19 anos, foram gastos R$ 12 bilhões em 10 mil projetos de PD&amp;I na indústria de petróleo. Desse total, mil projetos foram focados em infraestrutura e outros 250 em capacitação de recursos humanos. Para José Carlos Tigre é necessário incentivar atividades de pesquisas com níveis de maturidade mais altos, a fim de ter novos produtos no mercado. “Para isso, a ANP já está trabalhando na revisão da agenda regulatória, incluindo o regulamento de PD&amp;I. O objetivo é melhorar o ambiente de negócios do setor e destravar investimentos no curto prazo”, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os desafios à frente, Telmo Ghiorzi, diretor da ABESPetro, apontou a redução dos custos de extração e o aumento do fator de recuperação, o que geraria uma produção maior de óleo – e mais barato – e aumentaria a participação do Brasil na indústria de petróleo mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Ghiorzi, o Brasil tem bons ingredientes para enfrentar tais desafios e a saída está na formulação e implantação de uma política industrial baseada em inovação. “O Brasil não tem uma política industrial e é essencial que, ao ser criada, seja fundamentada na economia da inovação, visando o longo prazo e focada em perenidade e na robustez do setor”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um vídeo-apresentação, Eduardo Soriano, coordenador-geral de Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Setoriais do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), defendeu ainda a criação de um programa de recursos humanos de alta capacitação com foco em petróleo e gás, bem como parcerias de cooperação internacionais bem organizadas, como já existe com a Noruega e está em construção com o Reino Unido.</p>
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		<title>Última edição do Ciclo de Debates 2017 será sobre inovação</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ultima-edicao-do-ciclo-de-debates-2017-sera-sobre-inovacao/</link>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 19:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Debates]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[O IBP promove, no dia 1º de dezembro, a partir das 15h, a quarta e última edição de 2017 do Ciclo de Debates sobre Petróleo e Economia. Sob o tema “A Importância da Inovação para a Competitividade do Setor Petrolífero Brasileiro”, o evento irá debater os efeitos das políticas públicas e sua relação com o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O IBP promove, no dia 1º de dezembro, a partir das 15h, a quarta e última edição de 2017 do Ciclo de Debates sobre Petróleo e Economia. Sob o tema “A Importância da Inovação para a Competitividade do Setor Petrolífero Brasileiro”, o evento irá debater os efeitos das políticas públicas e sua relação com o desenvolvimento de projetos de PD&amp;I e com os incentivos financeiros e regulatórios, visando ao desenvolvimento tecnológico. Além disso, serão apresentadas as principais alternativas tecnológicas de redução de custos.</p>
<p style="text-align: justify;">Estarão presentes no evento nomes como Eduardo Soriano, Coordenador-geral de Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Setoriais do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC); Boris Asrilhant, Superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da ANP; Eduardo Santos, gerente de Relacionamento com a Comunidade de C&amp;T do CENPES/Petrobras e Helder Queiroz, professor da UFRJ e ex-Diretor da ANP.</p>
<figure id="attachment_59416" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img class="wp-image-59416 size-full" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2017/11/Última-Edicão-Ciclo-de-Debates-Destaque-Grande-2.jpg" width="500" height="200" /><figcaption class="wp-caption-text">Edição 2016 do Ciclo de Debates sobre custos e competitividade de E&amp;P no Brasil</figcaption></figure>
<p><strong>Ciclo de Debates sobre Petróleo e Economia – A Importância da Inovação para a Competitividade do Setor Petrolífero Brasileiro</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 1º de dezembro de 2017</p>
<p><strong>Horário:</strong> 15h às 19h</p>
<p><strong>Local:</strong> Sede do IBP – Avenida Almirante Barroso, 52/26º andar, Centro – Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Inscrições gratuitas pelo <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/a-importancia-da-inovacao-para-a-competitividade-do-setor-petrolifero-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site</a>. </strong></p>
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