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	<title>Clarissa Lins &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Tendências para o setor de energia do Brasil são debatidas em painel promovido pela UnIBP e pela PUC-Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2020 11:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Clarissa Lins]]></category>
		<category><![CDATA[cursos; unibp; energia]]></category>
		<category><![CDATA[unibp]]></category>

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		<description><![CDATA[Executivos de empresas de energia discutiram as mudanças que o setor de energia brasileiro vem passando nos últimos anos, e como a pandemia do novo coronavírus está influenciando novas transformações. As discussões aconteceram na aula aberta do curso de Pós-Graduação em MBE Energia, organizado pela UnIBP, a Universidade do Setor  de Petróleo e Gás, em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Executivos de empresas de energia discutiram as mudanças que o setor de energia brasileiro vem passando nos últimos anos, e como a pandemia do novo coronavírus está influenciando novas transformações.</p>
<p>As discussões aconteceram na aula aberta do <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/mbe-energia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>curso de Pós-Graduação em MBE Energia</strong></a>, organizado pela UnIBP, a Universidade do Setor  de Petróleo e Gás, em parceria com a PUC-Rio.</p>
<p>As <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/mbe-energia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>inscrições</strong></a> para o curso de Pós-Graduação em MBE Energia vão até o dia 16 de setembro.</p>
<p>O vídeo da transmissão da aula está disponível no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=wDdw-EOqb7k" target="_blank" rel="noopener"><strong>canal do IBP no Youtube</strong></a>.</p>
<p>As leis e os fatos que regem o setor de energia estão em constante mudança, de acordo com David Zylbersztajn, professor do curso. “A pandemia acelerou uma série de questões que já eram latentes, que emergiram e transformaram a produção e o consumo de energia”, avaliou o professor.</p>
<p>David Zylbersztajn também destacou a <strong>descarbonização, descentralização e digitalização da economia como fatores que estão influenciando o setor de energia</strong>. “É consenso que o século XXI será o século da eletrificação produtiva, independente de qual seja a fonte, principalmente na questão da mobilidade, a eletricidade vai ser cada vez mais barata, diversificada e descentralizada”, apontou.</p>
<p>As <strong>vantagens do setor energético do Brasil</strong> foram ressaltadas por Luis Henrique Guimarães, Diretor-presidente da Cosan. Para o executivo, o país foi privilegiado pela natureza para liderar a indústria de energia, com 45% de matriz energética renovável contra 15% do resto do mundo.</p>
<p>“O futuro da indústria de energia no Brasil é positivo porque é um business de escala, que exige investimentos massivos e de longo prazo. E a gente tem produtividade, materialidade e escala. É uma oportunidade de ouro para o Brasil e o momento ideal para qualquer jovem ingressar no mercado de energia”, explicou.</p>
<p>O <strong>crescimento da demanda mundial por energia elétrica</strong> foi destacado por Andre Clark, General Manager da Siemens Brasil. Com o aumento de 50% da demanda energia elétrica até 2040, o hidrogênio surge um novo commodity, no centro da estratégia de recuperação verde da comunidade europeia e do Reino Unido.</p>
<p>“Hoje temos 850 milhões de pessoas sem acesso à energia elétrica. O Brasil tem potencial de ser o maior provedor desse commodity, exportando hidrogênio verde em larga escala. A próxima década vai ser singular para o país”, reforçou Andre.</p>
<p>O <strong>progresso do setor de energia</strong> está no novo papel da indústria de óleo e gás de mostrar os benefícios da convivência entre múltiplos atores, fontes energéticas e tecnologias, e atrelado a alguns pilares, como a conexão com a sociedade, na visão de Clarissa Lins, Presidente do IBP. Ciente disso, o IBP atualizou, recentemente, seu plano estratégico de forma que abraçasse novos posicionamentos.</p>
<p>“Na nossa visão, o mundo vai continuar consumindo óleo e gás, mas com exigências de redução de intensidade de carbono e compensação das emissões. Ao exercer o aproveitamento de todas as nossas fontes energéticas, de maneira competitiva, a gente não perde a relevância como player, mas abraça o desafio da descarbonização, transição energética e ESG para transformar em oportunidade”, finalizou.</p>
<p>A <strong>maturidade do mercado de energia brasileiro</strong> mostra sua capacidade durante o momento de pandemia, na opinião de Maurício Bähr, Presidente da ENGIE Brasil Energia. Os esforços dos ministérios, governo, ANEL e ANP em buscar soluções, de maneira integrada, revela o desejo de que o consumidor seja sempre beneficiado e nunca tenha perda de energia.</p>
<p>“A pandemia está ajudando a refletir sobre nossa matriz e o nosso consumo. Ao liberar mercado, não só de energia elétrica, mas o de gás também, vai ser possível oferecer novas opções para os consumidores, que serão os protagonistas e vão nos ajudar a direcionar os investimentos”, indicou Maurício.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/mbe-energia/"><strong>aulas</strong></a> curso de Pós-Graduação em MBE Energia começam dia 22 de setembro e serão transmitidas ao vivo.</p>
<p>Os detalhes sobre o MBE Energia estão disponíveis no <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/mbe-energia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>site da UnIBP</strong></a>.</p>
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		<title>UnIBP e PUC-Rio promovem webinar de abertura do curso MBE Energia</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/unibp-e-puc-rio-promovem-webinar-de-abertura-do-curso-mbe-energia/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 19:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Clarissa Lins]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[unibp]]></category>

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		<description><![CDATA[A pós-graduação em MBE Energia vai começar o ano letivo com a transmissão de um webinar sobre setor de energia no Brasil. A aula inaugural acontece dia 2 de setembro, das 18h às 19h30min. A transmissão será ao vivo pela plataforma Zoom. As inscrições para o Painel MBE Energia &#8211; O Mundo Pós Pandemia e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/mbe-energia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pós-graduação em MBE Energia</strong></a> vai começar o ano letivo com a transmissão de um webinar sobre setor de energia no Brasil.</p>
<p>A aula inaugural acontece dia <a href="http://www.cce.puc-rio.br/sitecce/website/website.dll/folder?nCurso=painel-mbe-energia-(traco)-o-mundo-pos-pandemia-e-os-caminhos-para-o-setor-de-energia-no-brasil&amp;nInst=cce&amp;utm_source=ibp&amp;utm_medium=organico&amp;utm_campaign=painel_mbe_energia" target="_blank" rel="noopener"><strong>2 de setembro, das 18h às 19h30min</strong></a>. A transmissão será ao vivo pela plataforma Zoom.</p>
<p>As <a href="http://www.cce.puc-rio.br/sitecce/website/website.dll/folder?nCurso=painel-mbe-energia-(traco)-o-mundo-pos-pandemia-e-os-caminhos-para-o-setor-de-energia-no-brasil&amp;nInst=cce&amp;utm_source=ibp&amp;utm_medium=organico&amp;utm_campaign=painel_mbe_energia" target="_blank" rel="noopener"><strong>inscrições</strong></a> para o Painel MBE Energia &#8211; O Mundo Pós Pandemia e os caminhos para o setor de energia no Brasil são gratuitas.</p>
<p>Com mediação do coordenador <a href="https://www.linkedin.com/in/eloi-f-y-fern%C3%A1ndez-04b19346/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Eloi F. y Fernández</strong></a> e do professor <a href="https://www.linkedin.com/in/david-zylbersztajn-5a3a5032/" target="_blank" rel="noopener"><strong>David Zylbersztajn</strong></a>, especialistas do setor de energia vão discutir o mundo pós pandemia e os caminhos para o setor de energia no Brasil.</p>
<p>Os palestrantes convidados são:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.linkedin.com/in/andreclarkjuliano/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Andre Clark</strong></a>, General Manager da Siemens Brasil</li>
<li><a href="https://www.linkedin.com/in/clarissa-lins-29508811a/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clarissa Lins</strong></a>, Presidente do IBP</li>
<li><a href="https://www.linkedin.com/in/luis-henrique-guimar%C3%A3es-856502/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Luiz Henrique Guimarães</strong></a>, Diretor-presidente da Cosan</li>
<li><a href="https://www.engie.com.br/en/institutional/corporate-governance/management/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Maurício Bähr</strong></a>, Presidente da ENGIE Brasil Energia</li>
</ul>
<p>As inscrições são limitadas e podem ser realizadas <a href="http://www.cce.puc-rio.br/sitecce/website/website.dll/folder?nCurso=painel-mbe-energia-(traco)-o-mundo-pos-pandemia-e-os-caminhos-para-o-setor-de-energia-no-brasil&amp;nInst=cce&amp;utm_source=ibp&amp;utm_medium=organico&amp;utm_campaign=painel_mbe_energia" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MBE Energia</strong></p>
<p>O curso é elaborado em parceria entre a UnIBP e a PUC-Rio e está em sua segunda edição. Em 2020, será em formato EAD, com transmissão ao vivo das aulas.</p>
<p>A duração do curso é de 15 meses. O primeiro período das aulas vai de 22 de setembro até 17 de outubro.</p>
<p>Com base em conhecimentos gerais e específicos da indústria, os alunos estarão aptos a avaliar a consistência regulatória de projetos, executar planejamentos relacionados a diferentes aspectos do setor de energia e tomar decisões assertivas. Os assuntos englobam estudos preliminares de projetos, aspectos introdutórios à viabilidade técnico-econômico, planejamento e regulação.</p>
<p>Os detalhes sobre o curso estão disponíveis no <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/mbe-energia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>site da UnIBP</strong></a>.</p>
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		<title>Rio Oil &#038; Gas está confirmada para dezembro de 2020 em plataforma online exclusiva</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/rio-oil-gas-esta-confirmada-para-dezembro-de-2020-em-plataforma-online-exclusiva-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2020 18:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Clarissa Lins]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Pinho]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Oil & Gas 2020]]></category>

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		<description><![CDATA[Diante dos desafios impostos pela pandemia da Covid-19, a Rio Oil &#38; Gas 2020 será realizada com base em um novo conceito, de forma totalmente digital, por meio de plataforma online exclusiva entre 1º e 3 de dezembro de 2020. Serão três dias de programação com atividades imersivas e conteúdos virtuais. A agenda original da Conferência será [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Diante dos desafios impostos pela pandemia da Covid-19, a <strong><a href="https://www.riooilgas.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">Rio Oil &amp; Gas</a> 2020</strong> será realizada com base em um novo conceito, de forma totalmente digital, por meio de plataforma online exclusiva entre 1º e 3 de dezembro de 2020.</p>
<p>Serão três dias de programação com atividades imersivas e conteúdos virtuais. A agenda original da Conferência será adaptada para esta nova plataforma, neste que é o maior evento do setor de petróleo e gás da América Latina.</p>
<p>“Optamos por inovar na edição 2020 da Rio Oil &amp; Gas, reafirmando a capacidade de transformação da indústria de óleo e gás. Queremos estar presentes, em especial nesse momento delicado por que todos passam, mostrando o potencial e a relevância deste segmento. Mantemos o foco na geração de conteúdo, troca de expertise e geração de negócios, agora em um ambiente digital”, afirma <a href="https://www.linkedin.com/in/clarissa-lins-29508811a/" target="_blank" rel="noopener">Clarissa Lins</a>, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), entidade responsável pela gestão e organização do evento.</p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/cristinapinhoilps/" target="_blank" rel="noopener">Cristina Pinho</a>, secretária-geral do IBP, será a Chair do Comitê Organizador desta edição em 2020, assumindo a função no lugar de <a href="https://www.linkedin.com/in/hugo-repsold-jr-103809/" target="_blank" rel="noopener">Hugo Repsold</a> que se afastou por razões pessoais. <a href="https://www.linkedin.com/in/carlos-tadeu-da-costa-fraga-ba2161b3/" target="_blank" rel="noopener">Carlos Tadeu Fraga</a>, CEO da Prumo, assumirá esta função em 2021, tendo Cristina Pinho como co-chair. “Estamos já analisando um formato híbrido para a Rio Oil &amp; Gas em 2021, com um mix de evento presencial e virtual, que proporcione ambiência de negócios e amplo alcance, reforçando o status de vanguarda e relevância do Congresso”, comenta Cristina.</p>
<p>A Rio Oil &amp; Gas representa a principal plataforma de encontro da indústria, reunindo as principais companhias nacionais e internacionais do segmento, autoridades, academia, associações e sociedade civil. Em abril, o IBP estreou a série <strong><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL17ddTkfV_fc6oeLmgXGmZC5PRjvfwA-o" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">Diálogos da Rio Oil &amp; Gas</a></strong>, eventos que reúnem lideranças e executivos para aquecer o debate sobre temas setoriais e do evento. A série vai continuar em 2021.</p>
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		<title>Rio Oil &#038; Gas está confirmada para dezembro de 2020 em plataforma online exclusiva</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2020 18:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cristina Pinho]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Diante dos desafios impostos pela pandemia da Covid-19, a <strong><a href="https://www.riooilgas.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">Rio Oil &amp; Gas</a> 2020</strong> será realizada com base em um novo conceito, de forma totalmente digital, por meio de plataforma online exclusiva entre 1º e 3 de dezembro de 2020.</p>
<p>Serão três dias de programação com atividades imersivas e conteúdos virtuais. A agenda original da Conferência será adaptada para esta nova plataforma, neste que é o maior evento do setor de petróleo e gás da América Latina.</p>
<p>“Optamos por inovar na edição 2020 da Rio Oil &amp; Gas, reafirmando a capacidade de transformação da indústria de óleo e gás. Queremos estar presentes, em especial nesse momento delicado por que todos passam, mostrando o potencial e a relevância deste segmento. Mantemos o foco na geração de conteúdo, troca de expertise e geração de negócios, agora em um ambiente digital”, afirma <a href="https://www.linkedin.com/in/clarissa-lins-29508811a/" target="_blank" rel="noopener">Clarissa Lins</a>, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), entidade responsável pela gestão e organização do evento.</p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/cristinapinhoilps/" target="_blank" rel="noopener">Cristina Pinho</a>, secretária-geral do IBP, será a Chair do Comitê Organizador desta edição em 2020, assumindo a função no lugar de <a href="https://www.linkedin.com/in/hugo-repsold-jr-103809/" target="_blank" rel="noopener">Hugo Repsold</a> que se afastou por razões pessoais. <a href="https://www.linkedin.com/in/carlos-tadeu-da-costa-fraga-ba2161b3/" target="_blank" rel="noopener">Carlos Tadeu Fraga</a>, CEO da Prumo, assumirá esta função em 2021, tendo Cristina Pinho como co-chair. “Estamos já analisando um formato híbrido para a Rio Oil &amp; Gas em 2021, com um mix de evento presencial e virtual, que proporcione ambiência de negócios e amplo alcance, reforçando o status de vanguarda e relevância do Congresso”, comenta Cristina.</p>
<p>A Rio Oil &amp; Gas representa a principal plataforma de encontro da indústria, reunindo as principais companhias nacionais e internacionais do segmento, autoridades, academia, associações e sociedade civil. Em abril, o IBP estreou a série <strong><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL17ddTkfV_fc6oeLmgXGmZC5PRjvfwA-o" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">Diálogos da Rio Oil &amp; Gas</a></strong>, eventos que reúnem lideranças e executivos para aquecer o debate sobre temas setoriais e do evento. A série vai continuar em 2021.</p>
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		<item>
		<title>Conselho do IBP aprova novo Plano Estratégico</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/conselho-do-ibp-aprova-novo-plano-estrategico/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 20:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayra Sereno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Clarissa Lins]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[IBP]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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		<description><![CDATA[O plano destaca o compromisso do IBP com uma indústria de O&#038;G mais sustentável e competitiva.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) aprovou, nesta terça-feira (14/07), o novo plano estratégico da entidade, que passará a vigorar, após ser submetido à Assembleia Geral do Instituto, a ser marcada para agosto.</p>
<p>O processo de planejamento estratégico do IBP foi um dos principais projetos solicitados pelo Conselho à gestão da presidente Clarissa Lins, que assumiu o mandato em novembro de 2019.</p>
<p>Com o auxílio da consultoria internacional BCG, o planejamento contou com o envolvimento intenso da alta administração da entidade, mantendo o ritmo de atividades mesmo em tempos de pandemia e trabalho remoto.</p>
<p>Os pilares do novo plano estratégico contemplam a revisão de missão, visão, valores e princípios do Instituto, a definição clara dos segmentos de atuação – tanto para o portfólio de produtos e serviços quanto para as atividades de <em>advocacy</em> &#8211; a revisão completa da governança e de sua estrutura organizacional. O Conselho também propôs a retirada da referência aos biocombustíveis no nome do IBP.</p>
<p>O documento propõe que a missão do IBP seja a de promover o progresso do setor de energia, com ênfase no contínuo desenvolvimento de uma indústria de petróleo e gás competitiva e sustentável, alinhada à geração de amplos benefícios para a sociedade. A nova visão está ancorada em tornar a indústria de petróleo e gás do Brasil uma referência global em competitividade e sustentabilidade.</p>
<p>A nova governança proposta está pautada pela eficiência na tomada de decisões, por meio de uma estrutura mais enxuta, processo decisório eficaz e maior profissionalização da gestão do IBP, levando em conta uma visão integrada da cadeia de petróleo e gás natural. Os valores e princípios, que permeiam toda a atuação do Instituto, defendem a integridade, a transparência e a ética; um ambiente de negócios seguro, aberto e competitivo; os melhores padrões de SMS, aliados à redução contínua dos impactos ambientais e climáticos; e o comprometimento com geração de empregos e renda, tecnologia e atuação socialmente responsável.</p>
<p>“O novo plano estratégico do IBP contou com amplo e irrestrito engajamento dos membros do conselho, da diretoria e dos secretários executivos, aos quais sou muito grata. Tenho convicção que o novo plano reposiciona o Instituto para lidar com os desafios e as oportunidades por que passa a indústria de energia, confirmando seu papel e sua relevância junto à sociedade brasileira” afirma Clarissa Lins.</p>
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		<title>Conselho do IBP aprova novo Plano Estratégico</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 11:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Clarissa Lins]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Administração]]></category>
		<category><![CDATA[IBP]]></category>

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		<description><![CDATA[O plano destaca o compromisso do IBP com uma indústria de O&#38;G mais sustentável e competitiva. &#160; O Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) aprovou, nesta terça-feira (14/07), o novo plano estratégico da entidade, que passará a vigorar, após ser submetido à Assembleia Geral do Instituto, a ser marcada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>O plano destaca o compromisso do IBP com uma indústria de O&amp;G mais sustentável e competitiva.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) aprovou, nesta terça-feira (14/07), o novo plano estratégico da entidade, que passará a vigorar, após ser submetido à Assembleia Geral do Instituto, a ser marcada para agosto.</p>
<p>O processo de planejamento estratégico do IBP foi um dos principais projetos solicitados pelo Conselho à gestão da presidente Clarissa Lins, que assumiu o mandato em novembro de 2019.</p>
<p>Com o auxílio da consultoria internacional BCG, o planejamento contou com o envolvimento intenso da alta administração da entidade, mantendo o ritmo de atividades mesmo em tempos de pandemia e trabalho remoto.</p>
<p>Os pilares do novo plano estratégico contemplam a revisão de missão, visão, valores e princípios do Instituto, a definição clara dos segmentos de atuação – tanto para o portfólio de produtos e serviços quanto para as atividades de <em>advocacy</em> &#8211; a revisão completa da governança e de sua estrutura organizacional. O Conselho também propôs a retirada da referência aos biocombustíveis no nome do IBP. Com isso, passa a se chamar Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás.</p>
<p>O documento propõe que a missão do IBP seja a de promover o progresso do setor de energia, com ênfase no contínuo desenvolvimento de uma indústria de petróleo e gás competitiva e sustentável, alinhada à geração de amplos benefícios para a sociedade. A nova visão está ancorada em tornar a indústria de petróleo e gás do Brasil uma referência global em competitividade e sustentabilidade.</p>
<p>A nova governança proposta está pautada pela eficiência na tomada de decisões, por meio de uma estrutura mais enxuta, processo decisório eficaz e maior profissionalização da gestão do IBP, levando em conta uma visão integrada da cadeia de petróleo e gás natural. Os valores e princípios, que permeiam toda a atuação do Instituto, defendem a integridade, a transparência e a ética; um ambiente de negócios seguro, aberto e competitivo; os melhores padrões de SMS, aliados à redução contínua dos impactos ambientais e climáticos; e o comprometimento com geração de empregos e renda, tecnologia e atuação socialmente responsável.</p>
<p>“O novo plano estratégico do IBP contou com amplo e irrestrito engajamento dos membros do conselho, da diretoria e dos secretários executivos, aos quais sou muito grata. Tenho convicção que o novo plano reposiciona o Instituto para lidar com os desafios e as oportunidades por que passa a indústria de energia, confirmando seu papel e sua relevância junto à sociedade brasileira” afirma Clarissa Lins.</p>
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		<title>[Artigo] Energia para superar</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2020 14:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não podemos renunciar aos avanços regulatórios conquistados nos últimos anos &#8211; Clarissa Lins, Presidente do IBP &#160; Tempos de reflexão. Muitos acreditam que o mundo não voltará a ser o mesmo, a partir de novos hábitos e comportamentos. Nossa resiliência está sendo colocada à prova, à medida que o tempo passa e ainda não se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Não podemos renunciar aos avanços regulatórios conquistados nos últimos anos &#8211; Clarissa Lins, Presidente do IBP</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_128556" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-128556" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2018/09/Palestrante_Clarissa_Lins.jpg" alt="Clarissa Lins" width="300" height="300" /><figcaption class="wp-caption-text">Clarissa Lins &#8211; Presidente do IBP</figcaption></figure>
<p>Tempos de reflexão. Muitos acreditam que o mundo não voltará a ser o mesmo, a partir de novos hábitos e comportamentos. Nossa resiliência está sendo colocada à prova, à medida que o tempo passa e ainda não se pode prever a data nem o padrão da retomada, pois ainda estamos em plena pandemia no Brasil.</p>
<p>Em meio às incertezas, temos apenas o reforço de algumas convicções, dentre elas a de que o essencial não pode faltar. A saúde da família, o bem-estar de quem nos rodeia, a volta da confiança, a solidariedade, a proteção dos mais frágeis e vulneráveis.</p>
<p>Cabe a cada um fazer a sua parte, da melhor forma possível.</p>
<p>Neste contexto, a indústria de óleo e gás, responsável por prover cerca de metade da energia primária consumida no país, está fazendo a sua parte. De forma discreta e responsável, esta indústria prima por prover continuamente serviços essenciais à sociedade brasileira, ainda que esteja vivendo a pior crise das últimas décadas.</p>
<p>Abastece os caminhões que cruzam o país, os carros que ainda precisam circular, assim como os ônibus urbanos e interurbanos, leva o <span id="CHAVE_1087" title="1087/11 | 63538">gás natural</span> para indústrias, usinas termelétricas, residências e hospitais. E garante o gás de cozinha usado na imensa maioria dos lares brasileiros. Se ainda não bastasse, a nossa indústria de óleo e gás consegue também trazer divisas para o Brasil, sendo hoje o principal item de nossa pauta de exportação e tendo como maior mercado a China.</p>
<p>Esta indústria responde sozinha por cerca de 10% do PIB industrial. Foi capaz de atrair mais do que um quinto dos investimentos diretos estrangeiros para o Brasil em 2019, superando 10 bilhões de dólares. Se considerarmos os investimentos realizados apenas em exploração e produção, chegamos à cifra de 100 bilhões de dólares vertidos no país nos últimos 5 anos, ou quase 250 bilhões de dólares ao contemplarmos os últimos 10 anos. Com isso, gerou milhares de empregos, propiciou o desenvolvimento de centenas de empresas na cadeia de valor e dinamizou regiões inteiras, contribuindo para o seu progresso social e econômico.</p>
<p>Ainda, promoveu investimentos de 3,4 bilhões de reais em inovação nos últimos dois anos, impulsionando a pesquisa em nosso país, em parceria com centros acadêmicos de referência espalhados pelo Brasil, destinando parte destes recursos à descarbonização da produção de óleo e gás.</p>
<p>Some-se a isso expressivos 1,5 trilhão de reais arrecadados junto aos cofres públicos entre 2008 e 2018 a título de pagamentos de tributos e de participações governamentais. Estes são alguns dados que dão a dimensão e a força dessa indústria no país.</p>
<p>Desde o início da crise, não poupamos esforços e demonstramos nossa solidariedade junto aos mais necessitados. Foram inúmeras ações e inciativas doação de álcool gel, equipamentos de proteção individual, combustível para abastecer ambulâncias, cestas básicas para populações carentes, recursos para construção de hospital de campanha, apoio para a produção de testes para a Covid-19, parceria com instituições científicas e de pesquisa clínica, desenvolvimento de respiradores. Esse é mais um de nossos compromissos com o Brasil e com a saúde dos brasileiros.</p>
<p>Somos hoje o décimo maior produtor de óleo e gás do mundo, com a marca de 3,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia produzidos em 2019, sendo 2,8 milhões de barris por dia apenas de <span id="CHAVE_3345" title="3345/8 | 63534">petróleo</span>. Desses montantes, mais de 95% são produzidos em alto mar, em campos offshore, sendo mais de 60% na província do <span id="CHAVE_3467" title="3467/7 | 63534">pré-sal</span>, a mais produtiva que temos.</p>
<p>Graças aos avanços tecnológicos, às características geológicas e às melhorias obtidas desde 2016 em nosso ambiente de negócios, o <span id="CHAVE_3638" title="3638/8 | 63534">petróleo</span> do <span id="CHAVE_3650" title="3650/7 | 63534">pré-sal</span> brasileiro está dentre os mais competitivos do mundo. Com isso, conseguimos produzir ainda com rentabilidade a um preço do barril de <span id="CHAVE_3791" title="3791/8 | 63534">petróleo</span> abaixo de 30 dólares e podemos deslocar produção de províncias mais caras, como o shale americano ou o óleo betuminoso canadense.</p>
<p>Mas, no momento em que a Agência Internacional de Energia prevê forte retração da demanda global por energia como sendo a mais severa desde a Segunda Guerra Mundial, com redução da demanda por <span id="CHAVE_4124" title="4124/8 | 63534">petróleo</span> podendo chegar a 10% em 2020, nossa indústria está sob forte pressão, no mundo e no Brasil. Por isso, é absolutamente vital garantir a sua competitividade e preservar este ambiente de tentações intervencionistas que busquem mudar as regras no meio do jogo.</p>
<p>Toda tentativa, neste momento, de piorar o ambiente de negócios, por meio de práticas protecionistas que prejudicam a livre competição, configura um risco adicional àquele já enfrentado bravamente pela indústria. Não podemos renunciar aos avanços regulatórios conquistados nos últimos anos. Pelo contrário, devemos avançar ainda mais, tanto na busca do regime único de concessão, quanto na implementação do Novo Mercado de Gás e na abertura saudável do mercado de refino.</p>
<p>Quando buscamos um porto seguro para atracar em meio a tantas turbulências, esta indústria deveria ser tratada como âncora competindo de forma saudável e justa com outras formas de energia, com regras claras e previsíveis que possam manter o nível de investimentos tão necessários ao crescimento do país.</p>
<p>Sabemos que, assim que as condições de saúde o permitirem, estaremos a postos para a retomada do Brasil. Precisamos garantir a energia para superar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Jornal O Globo</p>
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		<title>[Artigo] Energia para superar</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2020 14:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Não podemos renunciar aos avanços regulatórios conquistados nos últimos anos &#8211; Clarissa Lins, Presidente do IBP</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_128556" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-128556" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2018/09/Palestrante_Clarissa_Lins.jpg" alt="Clarissa Lins" width="300" height="300" /><figcaption class="wp-caption-text">Clarissa Lins &#8211; Presidente do IBP</figcaption></figure>
<p>Tempos de reflexão. Muitos acreditam que o mundo não voltará a ser o mesmo, a partir de novos hábitos e comportamentos. Nossa resiliência está sendo colocada à prova, à medida que o tempo passa e ainda não se pode prever a data nem o padrão da retomada, pois ainda estamos em plena pandemia no Brasil.</p>
<p>Em meio às incertezas, temos apenas o reforço de algumas convicções, dentre elas a de que o essencial não pode faltar. A saúde da família, o bem-estar de quem nos rodeia, a volta da confiança, a solidariedade, a proteção dos mais frágeis e vulneráveis.</p>
<p>Cabe a cada um fazer a sua parte, da melhor forma possível.</p>
<p>Neste contexto, a indústria de óleo e gás, responsável por prover cerca de metade da energia primária consumida no país, está fazendo a sua parte. De forma discreta e responsável, esta indústria prima por prover continuamente serviços essenciais à sociedade brasileira, ainda que esteja vivendo a pior crise das últimas décadas.</p>
<p>Abastece os caminhões que cruzam o país, os carros que ainda precisam circular, assim como os ônibus urbanos e interurbanos, leva o <span id="CHAVE_1087" title="1087/11 | 63538">gás natural</span> para indústrias, usinas termelétricas, residências e hospitais. E garante o gás de cozinha usado na imensa maioria dos lares brasileiros. Se ainda não bastasse, a nossa indústria de óleo e gás consegue também trazer divisas para o Brasil, sendo hoje o principal item de nossa pauta de exportação e tendo como maior mercado a China.</p>
<p>Esta indústria responde sozinha por cerca de 10% do PIB industrial. Foi capaz de atrair mais do que um quinto dos investimentos diretos estrangeiros para o Brasil em 2019, superando 10 bilhões de dólares. Se considerarmos os investimentos realizados apenas em exploração e produção, chegamos à cifra de 100 bilhões de dólares vertidos no país nos últimos 5 anos, ou quase 250 bilhões de dólares ao contemplarmos os últimos 10 anos. Com isso, gerou milhares de empregos, propiciou o desenvolvimento de centenas de empresas na cadeia de valor e dinamizou regiões inteiras, contribuindo para o seu progresso social e econômico.</p>
<p>Ainda, promoveu investimentos de 3,4 bilhões de reais em inovação nos últimos dois anos, impulsionando a pesquisa em nosso país, em parceria com centros acadêmicos de referência espalhados pelo Brasil, destinando parte destes recursos à descarbonização da produção de óleo e gás.</p>
<p>Some-se a isso expressivos 1,5 trilhão de reais arrecadados junto aos cofres públicos entre 2008 e 2018 a título de pagamentos de tributos e de participações governamentais. Estes são alguns dados que dão a dimensão e a força dessa indústria no país.</p>
<p>Desde o início da crise, não poupamos esforços e demonstramos nossa solidariedade junto aos mais necessitados. Foram inúmeras ações e inciativas doação de álcool gel, equipamentos de proteção individual, combustível para abastecer ambulâncias, cestas básicas para populações carentes, recursos para construção de hospital de campanha, apoio para a produção de testes para a Covid-19, parceria com instituições científicas e de pesquisa clínica, desenvolvimento de respiradores. Esse é mais um de nossos compromissos com o Brasil e com a saúde dos brasileiros.</p>
<p>Somos hoje o décimo maior produtor de óleo e gás do mundo, com a marca de 3,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia produzidos em 2019, sendo 2,8 milhões de barris por dia apenas de <span id="CHAVE_3345" title="3345/8 | 63534">petróleo</span>. Desses montantes, mais de 95% são produzidos em alto mar, em campos offshore, sendo mais de 60% na província do <span id="CHAVE_3467" title="3467/7 | 63534">pré-sal</span>, a mais produtiva que temos.</p>
<p>Graças aos avanços tecnológicos, às características geológicas e às melhorias obtidas desde 2016 em nosso ambiente de negócios, o <span id="CHAVE_3638" title="3638/8 | 63534">petróleo</span> do <span id="CHAVE_3650" title="3650/7 | 63534">pré-sal</span> brasileiro está dentre os mais competitivos do mundo. Com isso, conseguimos produzir ainda com rentabilidade a um preço do barril de <span id="CHAVE_3791" title="3791/8 | 63534">petróleo</span> abaixo de 30 dólares e podemos deslocar produção de províncias mais caras, como o shale americano ou o óleo betuminoso canadense.</p>
<p>Mas, no momento em que a Agência Internacional de Energia prevê forte retração da demanda global por energia como sendo a mais severa desde a Segunda Guerra Mundial, com redução da demanda por <span id="CHAVE_4124" title="4124/8 | 63534">petróleo</span> podendo chegar a 10% em 2020, nossa indústria está sob forte pressão, no mundo e no Brasil. Por isso, é absolutamente vital garantir a sua competitividade e preservar este ambiente de tentações intervencionistas que busquem mudar as regras no meio do jogo.</p>
<p>Toda tentativa, neste momento, de piorar o ambiente de negócios, por meio de práticas protecionistas que prejudicam a livre competição, configura um risco adicional àquele já enfrentado bravamente pela indústria. Não podemos renunciar aos avanços regulatórios conquistados nos últimos anos. Pelo contrário, devemos avançar ainda mais, tanto na busca do regime único de concessão, quanto na implementação do Novo Mercado de Gás e na abertura saudável do mercado de refino.</p>
<p>Quando buscamos um porto seguro para atracar em meio a tantas turbulências, esta indústria deveria ser tratada como âncora competindo de forma saudável e justa com outras formas de energia, com regras claras e previsíveis que possam manter o nível de investimentos tão necessários ao crescimento do país.</p>
<p>Sabemos que, assim que as condições de saúde o permitirem, estaremos a postos para a retomada do Brasil. Precisamos garantir a energia para superar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Jornal O Globo.</p>
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		<title>IBP define nova composição do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-define-nova-composicao-do-conselho-de-administracao-e-da-diretoria-executiva/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2019 17:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Institucional]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) elegeu nesta sexta-feira, 29/11, durante a 18ª Assembleia Geral Extraordinária, os novos integrantes do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva. Na abertura da Assembleia, a nova secretária-geral do IBP, Cristina Pinho, disse que está contente em integrar a equipe do Instituto e poder contribuir com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) elegeu nesta sexta-feira, 29/11, durante a 18ª Assembleia Geral Extraordinária, os novos integrantes do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva.</p>
<p>Na abertura da Assembleia, a nova secretária-geral do IBP, Cristina Pinho, disse que está contente em integrar a equipe do Instituto e poder contribuir com a sua experiência na área de exploração e produção. “Quero contribuir com minha experiência, e com isso trabalhar com a Clarissa nessa nova estratégia, em um novo IBP que já vem melhorando muito seus indicadores. Queremos, a partir de agora, dar uma visão mais atual e moderna para a instituição”, afirmou.</p>
<p>Com a saída de José Firmo, ex-presidente do IBP, da Diretoria Executiva, Wong Loon, presidente da Nova Transportadora do Sudeste (NTS), passa a ocupar a posição aberta. Já Maurício Bähr, Presidente do Grupo ENGIE no Brasil, foi eleito para o conselho de administração do Instituto, substituindo Carlos Tadeu Fraga, CEO da Prumo Logística.</p>
<p>Além da nova composição, foram apresentadas na Assembleia 50 alterações no estatuto social. As modificações tem como objetivo atender ao processo de profissionalização do IBP e dar liberdade para o Conselho de Administração, tornando a Diretoria Executiva um órgão não estatutário e delegando as suas competências para o presidente do Conselho.</p>
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		<title>IBP convoca Associados para 18ª Assembleia Geral Extraordinária</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-convoca-associados-para-18a-assembleia-geral-extraordinaria/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-convoca-associados-para-18a-assembleia-geral-extraordinaria/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 22:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaise Temoteo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[18ª AGE]]></category>
		<category><![CDATA[AGE]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Lins]]></category>

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		<description><![CDATA[Novos membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva serão escolhidos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O IBP realizará, no dia 29 de novembro, a 18ª Assembleia Geral Extraordinária (AGE), na sede do Instituto (Av. Almirante Barroso, 52 &#8211; 26º andar). A primeira convocação será às 10h30, com segunda convocação às 11h. A AGE será conduzida pela diretora-presidente do IBP, Clarissa Lins.</p>
<p>A ordem do dia prevê as eleições de membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva; deliberação sobre as propostas de alteração do Estatuto Social; e demais assuntos de interesse do Instituto. Confira a convocação para a <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2019/11/edital-de-convocacao-pt.pdf">18ª AGE</a>.</p>
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