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	<title>Diversidade e Inclusão &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Comitê Jovem do IBP promove evento sobre mulheres offshore</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2025 18:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comitê Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[jovens profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de promover a reflexão sobre a presença e a importância das mulheres no setor offshore, o Comitê Jovem do IBP organiza, no dia 15 de maio, às 18h, em sua sede, um evento voltado para a discussão dos desafios, conquistas e perspectivas futuras para as profissionais nessa área tradicionalmente dominada por homens. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de promover a reflexão sobre a presença e a importância das mulheres no setor offshore, o Comitê Jovem do IBP organiza, no <strong>dia 15 de maio</strong>, às <strong>18h</strong>, em sua sede, um evento voltado para a discussão dos desafios, conquistas e perspectivas futuras para as profissionais nessa área tradicionalmente dominada por homens. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/ComiteJovemMulheresOffshore" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>A programação contará com a participação de <span data-olk-copy-source="MessageBody"><strong>Andressa Santiago</strong> (SAAM Towage), <strong>Jane Raimundo Batista</strong> (Trident) e <strong>Yasmin Gavioli</strong> (Repsol Sinopec), que abordarão </span>temas como a superação de barreiras no mercado de trabalho, as trajetórias inspiradoras de mulheres que atuam no offshore, além de propostas para tornar o setor mais inclusivo e acessível.</p>
<p>A proposta é oferecer um espaço de troca de experiências, aprendizado e fortalecimento da rede de apoio entre mulheres que atuam no setor, além de inspirar as futuras gerações a seguirem carreiras nesse segmento.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Mulheres Offshore</p>
<p><strong>Data:</strong> 15/05/2025</p>
<p><strong>Horário:</strong> Das 18h às 19h</p>
<p><strong>Local:</strong> iUP</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Avenida Almirante Barroso, 52, 21º andar, Centro, Rio de Janeiro.</p>
<p>Inscrições gratuitas <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/ComiteJovemMulheresOffshore" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>IBP amplia iniciativas para qualificar mulheres no setor offshore</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 13:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[O Mar Também É Delas]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) tem intensificado seus esforços para promover a equidade de gênero na indústria de óleo e gás, especialmente no ambiente offshore. Por meio de programas de mentoria e capacitação técnica desenvolvidos em parceria com a Universidade Corporativa do IBP (UnIBP) e apoiados pelas empresas da Comissão Técnica de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) tem intensificado seus esforços para promover a equidade de gênero na indústria de óleo e gás, especialmente no ambiente offshore. Por meio de programas de mentoria e capacitação técnica desenvolvidos em parceria com a <a href="https://www.unibp.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Universidade Corporativa do IBP (UnIBP)</strong></a> e apoiados pelas empresas da <strong>Comissão Técnica de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&amp;I)</strong> e do <strong>GT sobre Gênero</strong>, o instituto busca ampliar a participação feminina em um setor historicamente ocupado por homens.</p>
<h4><strong>Programas de mentoria fortalecem lideranças femininas</strong></h4>
<p>Em maio, a UnIBP lança o programa de mentoria &#8220;<strong>Elas Movem a Energia</strong>&#8220;. A iniciativa é voltada para mulheres em início de carreira ou que desejam avançar profissionalmente no setor de energia, conectando essas profissionais com lideranças experientes para o desenvolvimento de competências técnicas, visão estratégica e habilidades interpessoais.</p>
<p>O novo programa complementa o <strong>Programa de Mentoria de Liderança Feminina na Indústria de O&amp;G</strong>, já em seu oitavo ciclo, que ao longo dos anos mentoreou centenas de mulheres com mais tempo de experiência em gestão. Ambas as iniciativas fortalecem a construção de redes de apoio e representam ferramentas importantes para ampliar a presença feminina em espaços estratégicos na indústria.</p>
<h4><strong>Capacitação técnica com foco nas operações offshore</strong></h4>
<p>Além dos programas de mentoria, a UnIBP também promove cursos e ações voltadas à qualificação técnica de profissionais para funções marítimas. Um exemplo é o programa “Offshore do Futuro”, desenvolvido em parceria com a <strong>Equinor</strong> e a<strong> SBM Offshore</strong>, que oferece uma trilha de aprendizado composta por módulos teóricos e práticos. A iniciativa visa preparar profissionais para os desafios específicos do setor offshore, contribuindo para a formação de mão de obra qualificada e diversa.</p>
<h4><strong>Projeto &#8220;O Mar Também é Delas&#8221;: um movimento coletivo por mais diversidade </strong></h4>
<p>O projeto &#8220;<strong>O Mar Também é Delas</strong>&#8221; reforça o compromisso institucional do IBP com a equidade de gênero no setor de óleo e gás, com foco nas operações offshore. A iniciativa reúne empresas do setor em torno de um movimento coletivo, estruturado em pilares como capacitação, visibilidade e inspiração. O projeto contempla o intercâmbio de experiências, a difusão de conhecimentos, a curadoria e a divulgação de boas práticas promovidas pelas empresas do setor voltadas às mulheres que desejam ingressar ou se desenvolver no ambiente offshore.</p>
<p>Apoiado por <strong>Petrobras</strong>, <strong>Shell</strong>, <strong>TotalEnergies</strong>, <strong>Equinor</strong>, <strong>Ocyan</strong>, <strong>Subsea7</strong>, <strong>Slb</strong> e <strong>Capco</strong>, o projeto contará com um <strong>Pacto pela Equidade de Gênero no Trabalho Offshore</strong>, assinado pelas empresas signatárias, como forma de compromisso, além da criação de  de uma premiação que irá reconhecer mulheres que se destacam em suas funções embarcadas, valorizando trajetórias inspiradoras e contribuindo para ampliar referências femininas no setor. Essas iniciativas refletem o compromisso do IBP e das empresas parceiras com a promoção da diversidade e com a construção de um ambiente offshore mais justo, seguro e inclusivo para todas as profissionais.</p>
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		<title>O impacto da diversidade de gênero no setor de óleo e gás</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/o-impacto-da-diversidade-de-genero-no-setor-de-oleo-e-gas/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 11:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[O Mar Também É Delas]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>

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		<description><![CDATA[A diversidade de gênero vai além de uma pauta social – ela é um diferencial estratégico para a inovação e competitividade no setor de óleo e gás. Historicamente, o mercado offshore é predominantemente masculino, mas essa realidade vem mudando à medida que iniciativas de equidade de gênero ganham força e ampliam oportunidades para mulheres na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A diversidade de gênero vai além de uma pauta social – ela é um diferencial estratégico para a inovação e competitividade no setor de óleo e gás. Historicamente, o mercado offshore é predominantemente masculino, mas essa realidade vem mudando à medida que iniciativas de equidade de gênero ganham força e ampliam oportunidades para mulheres na indústria.</p>
<p>Contudo, o setor ainda enfrenta desafios significativos. A representatividade feminina em cargos de liderança segue baixa – <strong>apenas 1% dos cargos de CEO no setor de petróleo e gás são ocupados por mulheres</strong> (IOGP, 2023). Além disso, <strong>a presença feminina nas empresas do setor no Brasil ainda é limitada, com apenas 16% dos cargos em companhias nacionais de óleo e gás ocupados por mulheres</strong> (Dieese/FUP, 2022). Esses números evidenciam o longo caminho a ser percorrido para garantir mais inclusão e equidade na indústria.</p>
<h4><strong>Diversidade impulsiona resultados no setor de energia</strong></h4>
<p>No setor de energia, a diversidade tem se mostrado um fator estratégico, gerando bons indicadores de desempenho. Empresas que promovem a equidade de gênero registram <strong>um aumento de 19% na eficiência operacional</strong> e <strong>uma redução de 15% na rotatividade de funcionários</strong>, resultando em um ambiente de trabalho mais estável e produtivo (<em>Boston Consulting Group, 2021</em>).</p>
<p>Além disso, companhias de petróleo e gás com mais de 30% de mulheres em posições estratégicas apresentam melhores índices de ESG (Meio Ambiente, Social e Governança), tornando-se mais competitivas e atraentes para investidores.</p>
<p>Ambientes inclusivos fortalecem a cultura organizacional, estimulam a inovação e aumentam a capacidade das empresas de se adaptarem às mudanças do mercado, garantindo maior resiliência e crescimento sustentável.</p>
<h4><strong>Iniciativas e metas </strong></h4>
<p>Nos últimos anos, diversas empresas do setor de óleo e gás passaram a adotar programas estruturados para atrair, desenvolver e reter talentos femininos. Essas iniciativas incluem:</p>
<p>-Mentorias e desenvolvimento de carreira: programas voltados ao crescimento de mulheres na indústria, desde estágios até cargos de liderança;</p>
<p>-Recrutamento direcionado: estratégias para ampliar a contratação feminina em áreas operacionais e offshore;</p>
<p>-Capacitação técnica: parcerias com universidades e instituições para oferecer treinamentos e qualificação para mulheres interessadas no setor; e</p>
<p>-Metas de diversidade: algumas empresas já estabelecem objetivos concretos, como alcançar percentuais mínimos de mulheres em cargos de liderança.</p>
<h4><strong>Desafios e oportunidades para o futuro</strong></h4>
<p>Embora avanços significativos tenham sido alcançados, ainda existem barreiras para a ampliação da presença feminina no setor de óleo e gás. Entre os principais desafios estão:</p>
<p>-Um ambiente historicamente masculino, onde a representatividade feminina ainda é reduzida;</p>
<p>-A dificuldade de conciliar escalas embarcadas, que exigem longos períodos afastados, com a vida pessoal e familiar;</p>
<p>-A necessidade de investimentos em infraestrutura adequada para mulheres em plataformas e sondas; e</p>
<p>-Barreiras culturais que dificultam a ascensão feminina a cargos de liderança.</p>
<p>No entanto, pesquisas demonstram que medidas como políticas de inclusão, mentorias, recrutamento direcionado e investimento em capacitação podem acelerar essa transformação. Criar ambientes mais inclusivos e ampliar oportunidades para mulheres no setor offshore não só promove equidade, mas também fortalece a inovação e a competitividade da indústria.</p>
<p>A diversidade de gênero não é apenas uma tendência – é uma necessidade para garantir o futuro sustentável e inovador do setor de óleo e gás. Com o apoio de empresas e profissionais comprometidos, um mercado mais igualitário e acolhedor para todos está cada vez mais próximo.</p>
<p>Saiba mais sobre essa transformação <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/o-mar-tambem-e-delas-uma-iniciativa-pela-equidade-de-genero-no-setor-offshore/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p><em>Boston Consulting Group – The Future of Women at Work in Energy (2021)</em></p>
<p><em>S&amp;P Global – Gender Diversity in Energy: What’s Next? (2022)</em></p>
<p><em>World Economic Forum – Global Gender Gap Report (2022)</em></p>
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		<title>IBP celebra Mês Internacional das Mulheres com qualificação profissional</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 19:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[O Mar Também É Delas]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>
		<category><![CDATA[unibp]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) comemora o Mês Internacional das Mulheres com uma série de iniciativas voltadas à promoção da igualdade de gênero e ao fortalecimento da presença feminina na indústria de petróleo, gás e energia. Entre as ações, destacam-se programas de qualificação que impulsionam o desenvolvimento de mulheres em cargos de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) comemora o <strong>Mês Internacional das Mulheres</strong> com uma série de iniciativas voltadas à promoção da igualdade de gênero e ao fortalecimento da presença feminina na indústria de petróleo, gás e energia. Entre as ações, destacam-se programas de qualificação que impulsionam o desenvolvimento de mulheres em cargos de liderança e em ambientes offshore, áreas historicamente dominadas por homens.</p>
<p>Pensando nisso, o programa “<strong>Elas Movem a Energia</strong>”, promovido pela Universidade Corporativa do IBP (UnIBP), tem o objetivo principal de impulsionar o protagonismo feminino na carreira, capacitando e empoderando mulheres em fase inicial ou intermediária de suas trajetórias profissionais e preparando-as para ocupar posições de liderança. A iniciativa, que<strong> está na primeira edição e é aberta a empresas não associadas e público geral</strong>, sem experiência no setor, promove uma agenda de diversidade e inclusão, com <strong>inscrições abertas até</strong> <strong>22 de abril</strong> pelo <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/programa-de-mentoria-elas-movem-a-energia/" target="_blank" rel="noopener">neste link.</a></p>
<p>Também realizado pela UnIBP, o programa de <strong>Mentoria de Liderança Feminina</strong> objetiva potencializar as competências de mulheres que já atuam em posição de liderança na indústria de óleo, gás e energia – com, no mínimo, três anos de gestão -, proporcionando também a troca de expertise, além da formação de altas lideranças femininas do futuro. O projeto, que fechará seu 8º ciclo em 2025, já teve <strong>mais de 240 profissionais mentoradas e mais de 50 empresas participantes</strong>.</p>
<p>“Em mais de 20 anos de atuação nessa indústria, vivenciei um aumento significativo da participação feminina no setor, mas ainda temos uma longa estrada a percorrer. <strong>Temos no IBP 63% do time composto por mulheres</strong>, e na diretoria também somos maioria. Queremos extrapolar este modelo para toda a indústria”, explica <strong>Claudia Rabello</strong>, diretora executiva corporativa do IBP.</p>
<h4><strong>O Mar Também É Delas</strong></h4>
<p>Entre os programas de equidade de gênero, o IBP também promove a campanha “<strong>O Mar Também É Delas</strong>”. É uma iniciativa para fortalecer a presença feminina em ambientes como plataformas e embarcações, tornando esse ambiente mais acolhedor e acessível. O projeto é patrocinado pela <strong>Petrobras</strong>, <strong>Shell</strong>, <strong>TotalEnergies</strong>, <strong>Equinor</strong>, <strong>Ocyan</strong>, <strong>Subsea7</strong>, <strong>Slb</strong> e <strong>Capco</strong></p>
<p>Neste momento, o IBP encomendou uma pesquisa, com o apoio das empresas patrocinadoras, visando entender a realidade, o dia a dia e a percepção das mulheres que trabalham embarcadas em plataformas. Os resultados serão apresentados ao Grupo de Trabalho criado com o objetivo de propor ações orientadas à melhoria nas condições de trabalho e na igualdade de oportunidades. A partir das ações propostas pelo grupo, as empresas signatárias assinarão um <strong>Pacto pela Equidade de Gênero no Trabalho Offshore</strong> como forma de compromisso. O projeto está aberto à participação de outras empresas q queiram contribuir para transformar nossa indústria.</p>
<h4><strong>Qualificação das novas gerações</strong></h4>
<p>O programa “<strong>Offshore do Futuro</strong>” – uma parceria entre a <strong>UnIBP</strong>, a <strong>Equinor</strong> e a <strong>SBM Offshore</strong> -, tem como objetivo <strong>capacitar profissionais para atuar no mercado offshore de petróleo e gás</strong>. Com duração de três meses, o programa acontecerá na cidade do Rio de Janeiro e terá uma turma inicial de até 16 alunos. <strong>A trilha é gratuita e está com inscrições abertas até</strong> <strong>4 de abril</strong> <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/programa-offshore-do-futuro/" target="_blank" rel="noopener">neste link.</a></p>
<p>Para participar, os candidatos precisam ter, no mínimo, 18 anos, ensino técnico concluído em áreas como mecânica, elétrica, eletrônica, química, O&amp;G ou automação, além de registro CFT válido, com comprovação de protocolo em instituição reconhecida e credenciada junto ao MEC.</p>
<p>Durante o programa, os alunos terão acesso a uma trilha de aprendizado composta por três módulos teóricos, realizados na sede do IBP, e um prático, no Centro de Tecnologia em Dutos (CTDUT). Além disso, receberão <strong>uma bolsa-auxílio de R$ 1.400,00 durante o tempo da formação profissional</strong>.</p>
<p>“Embora não seja uma trilha destinada somente ao público feminino, esperamos inscrições de diversas mulheres que visualizam horizontes futuros na indústria offshore de petróleo e gás. É muito positivo que tenhamos um público feminino crescente em plataformas e em cargos de liderança. As mulheres sempre fortalecem os negócios com grande senso de gestão e assertividade”, analisa <strong>Claudia Rabello</strong>.</p>
<h4><strong>Representatividade feminina em O&amp;G</strong></h4>
<p>O Grupo de Trabalho de Gênero do IBP &#8211; formado por representantes de empresas do setor de petróleo, gás e energia &#8211; liderou uma pesquisa de benchmarking sobre Igualdade de Gênero com 22 respostas durante o primeiro semestre de 2024. Nesse estudo foram realizadas 10 perguntas que abordaram temáticas como composição de cargos de lideranças, equidade salarial, iniciativas para promoção de um ambiente mais inclusivo.</p>
<p>O documento aponta que, em 12 empresas que possuem metas formais para aumentar o efetivo de mulheres em cargos de liderança, esse resultado oscila entre 23% e 38%, indicando que ainda é possível avançar em um ambiente corporativo mais igualitário.</p>
<p>Além disso, 59% das respostas afirmam que os salários para homens e mulheres são equiparados diante dos mesmos cargos. O Plano de Cargos e Salários é utilizado por 41% destas corporações, com objetivo de estabelecer critérios claros de remuneração, o que favorece a isonomia de acesso a aumentos e promoções, além de trazer transparência para o processo. Entretanto, mais da metade das empresas que ainda apresentam uma discrepância salarial não realiza monitoramento para reversão desse quadro, apesar de promoverem outras iniciativas de conscientização sobre igualdade de gênero.</p>
<p>Políticas de diversidade, equidade e inclusão e programas de treinamento para líderes e força de trabalho demonstram a relevância do tema para as empresas do setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Durante o encerramento da ROG.e, Petrobras reafirma o compromisso com o crescimento da indústria de óleo e gás e a evolução energética</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/durante-o-encerramento-da-rog-e-petrobras-reafirma-o-compromisso-com-o-crescimento-da-industria-de-oleo-e-gas-e-a-evolucao-energetica/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 14:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[ROG.e]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidente da empresa defende exploração em novas fronteiras e ações para alcançar o net zero em 2050 A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou no encerramento da ROG.e 2024, nesta quinta-feira (26), que a empresa e o Brasil precisam continuar a explorar novas fronteiras e repor reservas para desenvolver o setor trazendo benefícios para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>A presidente da empresa defende exploração em novas fronteiras e ações para alcançar o net zero em 2050</em></p>
<p>A presidente da Petrobras, <strong>Magda Chambriard</strong>, afirmou no encerramento da ROG.e 2024, nesta quinta-feira (26), que a empresa e o Brasil precisam continuar a explorar novas fronteiras e repor reservas para desenvolver o setor trazendo benefícios para o mercado e a sociedade. A executiva lembrou ainda que o país está na vanguarda da transição por ter uma matriz energética altamente renovável. “Entendemos a importância dessa energia (petróleo) para a economia, o país. Precisamos e não há contradição em explorar novas áreas. Esse ritmo que buscamos não é conflitante com a transição energética. É também mais uma fonte para garantir emprego e renda para o Brasil”.</p>
<p><strong>Chambriard</strong> reforçou o compromisso da empresa com o <em>net zero</em>, que, segundo a executiva, pode ser antecipado. “Nosso petróleo tem a menor pegada de carbono do mundo. Ninguém do mundo tem etanol, gasolina e bunker de navegação tão renovável. Reafirmamos nosso compromisso do net zero em 2050, que, acredito, será antecipado”.</p>
<p>O presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, encerrou a edição da ROG.e ressaltando a troca de conhecimento, os encontros entres grandes empresas, fornecedores que ajudam a fortalecer ainda mais a indústria de óleo, gás e energia. “Esses quatro dias foram uma jornada de sucesso, de resposta e conhecimento”.</p>
<p>A edição deste ano da ROG.e bateu recordes e contou com <strong>76 mil participantes</strong>, <strong>6 mil congressistas</strong>, <strong>mais de 600 horas de conteúdo</strong>, <strong>630 empresas</strong> e <strong>778 trabalhos técnicos</strong> apresentados. A ROG.e 2024 também foi um grande exemplo de acessibilidade com o Kit livre, Libras em 100% do conteúdo, sala de apoio à amamentação, assentos adaptados e elevadores exclusivos.</p>
<p>Na cerimônia de encerramento foi entregue o Prêmio Leopoldo Aurélio Miguez de Mello para <strong>Carlos Mastrangelo</strong>, diretor de operações offshore da Brava Energia, em reconhecimento ao seu trabalho de excelência realizado ao longo de seus 40 anos de carreira no setor de óleo e gás.</p>
<p><strong>Os trabalhos técnicos de destaque em cada um dos sete eixos também foram premiados: </strong></p>
<p><strong>Eixo 1-</strong> Upstream: “Modelagem de permeabilidade relativa de rochas carbonáticas heterogêneas do laboratório ao campo: um caso do pré-sal” para José Cavalcante, da Petrobras; <strong>Eixo 2 &#8211;</strong> Midstream/Downstream: “Ajuste contínuo da condição de queima de gases em tochas industriais apoiado por inteligência artificial”, para Marcelo Cardoso (Petrobras); <strong>Eixo 3</strong> &#8211; Gás natural: “Solução de conflitos no setor de gás”, para Marcello Lobo (Pinheiro Neto Advogados); <strong>Eixo 4</strong> &#8211; Soluções de baixo carbono: “A jornada do projeto H2R para navios de perfuração mais sustentáveis com produção embarcada de hidrogênio”, para Cristiano Henrique Brito (Ocyan); <strong>Eixo 5</strong> &#8211; Pessoas, cultura e sociedade: “Tecnologias sociais para mediação de conflitos e construção colaborativa para o desenvolvimento territorial”, para Karen Joyce Aragão (Transpetro); <strong>Eixo 6</strong> &#8211; Financiabilidade da transição: “Mercado de carbono: teoria econômica, prática internacional e expectativas para o Brasil”, para Lucas Antoun (Eneva) e <strong>Eixo 7</strong> &#8211; Transformação Digital e Inovação: Process Safety Management in oil and gas operating units through digital twin plataform: a digital approach for safety control and process intervention”, para Janaina Albino (Vidyatec)</p>
<h3><strong>Recuperação de campos maduros é alternativa para aumentar a produção de petróleo no Brasil</strong></h3>
<p>A produção de petróleo no Brasil pode crescer nos próximos anos por meio do investimento na recuperação de campos maduros e exploração de áreas adjacentes offshore. Essa é a visão do CEO da Brava Energia, <strong>Décio Oddone</strong>. O executivo participou do Strategic Talks. &#8220;Eu costumo dizer que o petróleo mais barato é o já descoberto. O Brasil tem um espaço gigantesco para aumento da produção em campos maduros, em terra. A fração de recuperação no país é muito abaixo da média global, e isso é uma oportunidade&#8221;, disse.</p>
<p>Na visão do executivo, a exploração de áreas adjacentes também seria uma alternativa para aumentar a produção de petróleo no país, considerando um cenário de declínio no pré-sal no fim da próxima década. &#8220;Quando se tem ativos em produção, é mais fácil [explorar as áreas do entorno]. Mas, aqui, temos que avançar em questões regulatórias que permitam, por exemplo, o acesso de terceiros às instalações, entre outras medidas&#8221;, completou.</p>
<h3><strong>Desenvolvimento de biocombustíveis</strong></h3>
<p>O desenvolvimento de biocombustíveis no processo de evolução energética da indústria ganhou evidência em painel desta quinta-feira. O programa BioRefino, da Petrobras, foi apresentado pela gerente executiva do Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação (Cenpes), <strong>Maíza Pimenta Goulart</strong>, como uma iniciativa bem-sucedida, com investimento de US$ 1,5 bilhão na produção de combustíveis mais sustentáveis voltados para setores com alto índice de emissões de CO₂, como o rodoviário para veículos pesados, aéreo e marítimo.</p>
<p>“O desenvolvimento de novas tecnologias e biocombustíveis no Cenpes, maior centro de pesquisas da América Latina, se deve principalmente à capacidade de mais de 9 mil pesquisadores a serviço de produtos de baixo carbono”, afirmou a executiva. De acordo com ela, em 2023, a Petrobras investiu R$ 145 milhões em parcerias com universidades e centros de pesquisa e empresas e outros R$ 522 milhões em atividades de PD&amp;I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) em produtos de baixo carbono.</p>
<p>Destaque para o Eteno Verde, cujos testes em escala industrial para produzir uma corrente de Hidrocarbonetos Leves de Refinaria (HLR), rica em eteno, com conteúdo renovável, foram concluídos este ano. Realizado em parceria com a Braskem, o projeto desenvolveu uma potencial matéria-prima renovável para a indústria química.</p>
<p>Outro destaque foi a primeira operação de FCC com carga 100% renovável da Biorrefinaria Riograndense, com tecnologia do Cenpes/Petrobras. “Nosso projeto materializa o conceito da transição energética. Na primeira fase (até 2025), na produção de químicos sustentáveis (bio-GLP, óleo leve, óleo clarificado, bio-BTX); na segunda fase (até 2028), com biocombustíveis avançados (SAF – combustível sustentável de aviação; diesel renovável e nafta verde); e na terceira fase (potencial para futuro), com biocombustíveis sintéticos (e-SAF e e-methanol)”, detalhou Felipe Jorge, diretor superintendente da Riograndense.</p>
<p>“O petróleo nos trouxe a capacidade científica e tecnológica para chegar neste estágio de evolução”, afirmou o professor titular da Unicamp, Gonçalo Pereira, que fez a moderação do painel. <strong>Luiz Mendonça</strong>, CEO da Acelen, destacou os projetos de biorrefinaria na Bahia e em Minas Gerais, com produção de biocombustíveis a partir da macaúba, planta nativa e de alto valor energético (96%). “Não basta ser renovável. É preciso ser competitivo”, disse o executivo.</p>
<p>O projeto de biorrefino da Acelen tem investimento de mais R$ 12 bilhões, com previsão de plantar macaúba em 180 mil hectares e produção de 1 bilhão de litros de diesel renovável e querosene de aviação sustentável por ano.</p>
<h3><strong>Diversidade e inclusão na Petrobras</strong></h3>
<p><strong> </strong>A Petrobras projeta ter, até 2030, 25% dos seus cargos de liderança ocupados por mulheres e negros. A afirmação foi feita por <strong>Thais Pessanha</strong>, Gerente de Diversidade, Equidade e Inclusão da empresa, durante o painel “Transformando o ambiente de trabalho – o impacto das lideranças inclusivas”, realizado no Fórum DE&amp;I.</p>
<p>Thaís compartilhou sua trajetória como pessoa com deficiência e listou três pontos essenciais para exercer uma liderança de maneira inclusiva: estudar, para que a escuta ativa seja uma ferramenta de mudança; agir, considerando que o exemplo transforma realidades; e expandir, para ampliar o alcance do seu trabalho para outras localidades ou áreas.</p>
<p>A Petrobras realiza também, conforme explicou a gerente, sensibilizações em escolas de ensino fundamental e médio e em universidades, informando sobre as oportunidades da empresa. Atualmente, os programas de estágio e jovens aprendizes contam, também, com reservas de vagas.</p>
<h3><strong>Formação profissional na indústria de energia</strong></h3>
<p><strong> </strong>De que forma as novas tecnologias, como a inteligência artificial, por exemplo, podem ser exploradas para a formação profissional? “Enfrentamos mudanças muito rápidas. Na área de capacitação precisamos fazer com que elas venham ao encontro do plano estratégico. É importante entender e avaliar como a tecnologia pode potencializar os negócios”, respondeu o gerente geral da Universidade Petrobras, <strong>Robson Leite</strong>, no painel “Formação de Recursos Humanos na área de Energia”.</p>
<p><strong>Breno Medeiros</strong>, vice-presidente executivo da ABESpetro (Associação Brasileira das Empresas de Bens e Serviços de Petróleo), mostrou como o segmento de fornecedores vem trabalhando para aprimorar a formação de capital humano e formar novos talentos para as diferentes demandas do mercado. “Elaboramos uma pesquisa para diagnosticar as necessidades da indústria. Falamos com o IBP, a ANP e vamos finalizar a análise de dados”.</p>
<p><strong>Raphael Neves Moura</strong>, superintendente de Tecnologia e Meio Ambiente da ANP, lembrou que a ANP tem como parte de sua atribuição ajudar a gerir os investimentos da cláusula de P&amp;D, que atualmente é cerca de R$ 4 bilhões por ano para inovação e desenvolvimento e estimular a capacitação. “Temos nosso programa de recursos humanos para alimentar a academia com pesquisadores e também olhar para o empreendedorismo. Fazemos um trabalho colaborativo, de ouvir as empresas para auxiliar no desenho de tendências, modelos de programas de recursos humanos para lidar com os desafios do emprego no futuro”.</p>
<h3><strong>Sobre a ROG.e</strong></h3>
<p class="x_MsoNormal">A ROG.e 2024 conta com patrocínio da <strong>Petrobras, Shell, TotalEnergies, Equinor, Galp, Origem, Brava Energia, Petronas, Prio, BP, Chevron, ExxonMobil, Modec, Repsol Sinopec Brasil, SBM Offshore, Acelen, Eletrobras, Excelerate Energy, Ipiranga/Ultra, Pan American Energy, Vibra, Dell/Nvidia, Naturgy, TechnipFMC, TBG, Trident Energy, ABB, Construtora Elevação, Compass, Foresea, Huawei, Karoon Energy, OceanPact, Perbras, Subsea7, TAG, Transpetro, Vallourec</strong> e <strong>Renave</strong>, com as parcerias oficiais da <strong>Ambipar</strong>, <strong>S&amp;P Global</strong>, <strong>B&amp;T Câmbio</strong>, <strong>Fairmont</strong>, <strong>United Airlines</strong>, <strong>BDO</strong>, <strong>G20</strong>, <strong>Goal Prime</strong>, <strong>Seenemar</strong>, <strong>Orguel</strong> e <strong>Carvalhão</strong>, com os apoios de mídia da <strong>Agência (eixos)</strong>, <strong>Brasil Energia</strong>, <strong>Kallas</strong>, <strong>MegaWhat</strong>, <strong>Petro&amp;Química</strong> e <strong>TN Petróleo</strong>, além da participação do <strong>Governo Federal</strong>.</p>
<p class="x_MsoNormal">Os eventos paralelos da ROG.e contam com o patrocínio da <strong>Petrobras, Shell, TotalEnergies, Equinor, Origem, PRIO, Petronas, Acelen, Eletrobras, Ipiranga, Lubrax, Dell/Nvidia, Subsea7, United Airlines, 2Solve, Sodexo, Corio, White Martins, Illian, Alvarez &amp; Marsal, TMX, Halliburton, AEA, Castrol, Iconic, Infineum, Instituto Combustível Legal, Instituto Jogue Limpo, Lubes em Foco, Lubrizol, Lwart, Mobil, Raízen, Accenture, Cesar, Karpowership, Bosch, EY, FIEMG LAB</strong> e <strong>Finep</strong>.</p>
<p class="x_MsoNormal">O evento conta também com a participação das seguintes <em>startups</em>: <strong>Aevo, Pix Force, Atomum, Vidya, Checklist, Geowellex, Agile Spray Response, Tidewise, Evcomx, Hipermation, Intcom, Manejebem, Melvin, RFID Brasil, Smarthis, Kriativar, Industriall, Ajnatech, Recicli, Mindsim, ESG Scan, Bchem, Dtlabs, Incentiv, Unisoma, Vertesis, Econam, Cognittiv, Voltpile, SVA, 2Solve, Academia do universitário, Katalisar, Ezvolt brasil, Mundi game experiences, Murabei, Neo vision, Mandatech – eyeson, Docket, R1 Asset Integrity, Infinite Foundry, ESGreen, TCS, Lab 245</strong> e <strong>AS3 Engenharia</strong>.</p>
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		<title>Petrobras e IBP firmam parceria por maior representatividade feminina em funções offshore</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 19:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[O Mar Também É Delas]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto “O Mar Também É Delas” quer atrair mais operadoras do setor para reforçar o movimento por equidade de gênero Buscando ampliar a participação feminina em postos de trabalho do setor de óleo e gás offshore, a Petrobras e o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) celebraram, nesta segunda-feira (29), no Rio de Janeiro, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Projeto “O Mar Também É Delas” quer atrair mais operadoras do setor para reforçar o movimento por equidade de gênero</em></p>
<p>Buscando ampliar a participação feminina em postos de trabalho do setor de óleo e gás offshore, a <strong>Petrobras</strong> e o <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> celebraram, nesta segunda-feira (29), no Rio de Janeiro, um convênio para o projeto <strong>“O Mar Também É Delas”</strong>, que visa fomentar a equidade de gênero na área. O evento contou com a presença da <strong>Diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação</strong>, <strong>Renata Baruzzi</strong>, da <strong>Gerente Executiva de Gestão de Parcerias e Processos (GPP) do E&#038;P e líder do projeto na Petrobras</strong>, <strong>Ana Zettel</strong>, e do <strong>Presidente do IBP</strong>, <strong>Roberto Ardenghy</strong>.</p>
<p>A iniciativa de “O Mar Também É Delas”, coordenada pelo IBP em parceria com a área de E&#038;P da Petrobras, se baseará em uma pesquisa de opinião com mulheres que já trabalham embarcadas para ouvir suas experiências e conhecer os desafios que enfrentam para desempenhar suas atividades offshore. A partir dessa oitiva, um plano de ação será elaborado para mitigar as dificuldades das que já atuam no setor e reduzir barreiras para a entrada de novas profissionais.</p>
<p>“Nosso propósito é aumentar as oportunidades para mulheres trabalharem no ambiente offshore, e, ao mesmo tempo, dar mais voz ao público feminino, ampliando as ações de inclusão nas atividades de E&#038;P – transformando essas ações num compromisso da indústria de petróleo e gás como um todo. Para se ter ideia apenas 8% das mulheres da área de E&#038;P trabalham no ambiente offshore. Há um potencial de crescimento, mas há necessidade de criar ações afirmativas efetivas e contundentes”, disse a <strong>Gerente Executiva de Gestão de Parcerias e Processos (GPP) do E&#038;P</strong>, <strong>Ana Zettel</strong>.</p>
<p>“Queremos que cada vez mais mulheres desbravem as águas da nossa indústria de óleo e gás. Todo ambiente é mais saudável, produtivo e inclusivo quando há diversidade na equipe. A maior presença feminina será fundamental para ampliar a riqueza de olhares e para construir melhores resultados para todo o setor de energia. A equidade de gênero é um compromisso da Petrobras, e convidamos as demais empresas para se juntarem a nós nessa onda de transformação social e laboral”, declarou a <strong>Diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras</strong>, <strong>Renata Baruzzi</strong>.</p>
<p>“Como representante da indústria de petróleo e gás, o IBP tem um compromisso com a promoção da diversidade e igualdade de oportunidades no setor. Em colaboração com as empresas, vamos somar forças para fomentar um ambiente diverso, seguro, inclusivo e de igual oportunidade para todos. Esse movimento conjunto impulsionará uma maior participação feminina em um dos segmentos fundamentais para a nossa indústria”, afirmou o <strong>Presidente do IBP</strong>, <strong>Roberto Ardenghy</strong>.</p>
<p>A partir desse convênio, Petrobras e IBP esperam atrair outras empresas e operadoras do setor de energia, historicamente com maior presença masculina, para a consolidação das estratégias do <strong>“O Mar Também É Delas”</strong>. O programa será lançado oficialmente em setembro deste ano, durante a <a href="https://www.roge.energy/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ROG.e</strong></a> (Rio Oil &amp; Gas), um dos maiores eventos globais de energia.</p>
<h4><strong>Estrutura do projeto</strong></h4>
<p>Para fundamentar todas suas estratégias, o <strong>“O Mar Também É Delas”</strong> terá início com uma pesquisa entre trabalhadoras do mercado offshore para entender sua realidade e percepções. Os dados obtidos nortearão um grupo de trabalho a propor soluções de melhoria das condições de trabalho e igualdade de oportunidades, que serão repercutidas junto ao setor e aos tomadores de decisão, ampliando ainda o debate à sociedade.</p>
<p>O objetivo será promover um ambiente seguro e condições propícias ao desempenho profissional em alto nível das mulheres, planejar caminhos de evolução de carreira, combater a cultura do machismo e sexismo, garantir o bem-estar e a qualidade na rotina feminina nas plataformas e sondas.</p>
<p>Outra iniciativa, o <strong>prêmio “O Mar Também É Delas”</strong> dará visibilidade às mulheres que se destacam em suas funções e resultados, indicadas pelas empresas participantes do projeto, entendendo o reconhecimento profissional como pilar motivador para ser uma trabalhadora offshore.</p>
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		<title>IBP apoia lançamento de livro sobre mulheres na indústria de óleo, gás e energia</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 20:53:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira, dia 20 de junho, o IBP foi palco do lançamento do livro “Mulheres na indústria de óleo, gás e energia” (ed. Nelpa). A obra teve apoio institucional do Instituto e do seu Grupo de Trabalho de Gênero, ligado à Comissão de Diversidade. O material traz relatos de 15 mulheres – de diferentes áreas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira, dia 20 de junho, o IBP foi palco do lançamento do livro <strong>“Mulheres na indústria de óleo, gás e energia”</strong> (ed. Nelpa). A obra teve apoio institucional do Instituto e do seu <strong>Grupo de Trabalho de Gênero</strong>, ligado à <strong>Comissão de Diversidade</strong>.</p>
<p>O material traz relatos de 15 mulheres – de diferentes áreas de atuação, cargos e formações – com trajetórias na indústria de petróleo, gás e energia, abordando reflexões sobre temas como machismo, maternidade, racismo e síndrome da impostora no mercado de trabalho, entre outros. Participam da obra <strong>Ana Serrano</strong>, <strong>Anália Coutinho</strong>, <strong>Camila Braz</strong>, <strong>Dédima Cruzeiro</strong>, <strong>Edinéia Alves</strong>, <strong>Emanuele Mota</strong>, <strong>Hadassa Gripp</strong>, <strong>Kloê Cardoso Siqueira</strong>, <strong>Marcela Botteri</strong>, <strong>Michelle Neves</strong>, <strong>Naysa Ribas</strong>, <strong>Rita Aragão</strong>, <strong>Suzane Barcelos</strong> e <strong>Taisa Veiga</strong>.</p>
<p>Segundo <strong>Amanda Santos</strong>, HSEQ Manager da Altera e organizadora do livro, o objetivo da publicação não é falar sobre o que a indústria precisa fazer para incluir as mulheres, mas mostrar o que elas já estão tendo que passar e como estão conseguindo vender as barreiras do dia a dia.</p>
<p>“Ele (o livro) tenta, de forma muito clara, inspirar outras mulheres que já estão na indústria e que, muitas vezes, pensam, inclusive, em desistir das suas carreiras &#8211; seja por conta de como são até assediadas dentro das suas profissões -, mas também olhar para as gerações novas”, afirmou no encontro, que contou com algumas das coautoras.</p>
<p>A obra “<strong>Mulheres na indústria de óleo, gás e energia”</strong> está disponível para aluguel exclusivamente para Associados IBP na Biblioteca do Instituto e para venda no <a href="https://loja.nelpa.com.br/p-14129585-MULHERES-NA-INDUSTRIA-DE-OLEO,-GAS-E-ENERGIA---Pre-Venda" target="_blank" rel="noopener"><strong>site da editora</strong></a>.</p>
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		<title>IBP e Amspec promovem debate exclusivo para associados sobre presença das mulheres na indústria de energia</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 21:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Associados IBP]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>

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		<description><![CDATA[O evento vai debater as especificidades e os desafios enfrentados pelas mulheres na parte de operação das empresas de energia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em celebração pelo <strong>Dia Internacional da Mulher</strong>, o IBP vai promover, em parceria com a <a href="https://www.amspecgroup.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Amspec</strong></a>, a 2ª edição do evento <strong>“Inspirar para Transformar &#8211; Presença de Mulheres na Indústria de Energia”,</strong> no próximo dia 20, quarta-feira, a partir das 9h, em sua sede. O encontro é gratuito e <strong>exclusivo para associados</strong>. As inscrições podem ser feitas <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/InspirarparaTransformar2edicao" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>A programação terá a moderação de <strong>Cláudia Rabello</strong>, Diretora Executiva Corporativa do IBP, e a participação de <strong>Marcia Cristina Nunes</strong>, Gerente de Trading da Ipiranga, de <strong>Isabella Heckert</strong>, Especialista de Operações Portuárias da Raízen, de <strong>Johana Iglesia</strong>, Diretora de RH da Amspec, e de <strong>Hélcio Colodete</strong>, Diretor Industrial da Braskem.</p>
<p>As palestrantes vão compartilhar as especificidades e os desafios enfrentados pelas mulheres na parte de operação das empresas de energia, bem como as boas práticas que contribuem para a retenção dessas profissionais e para a redução de desigualdades no ambiente corporativo.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Inspirar para Transformar &#8211; Presença de Mulheres na Indústria de Energia</p>
<p><strong>Data:</strong> 20/03/2024</p>
<p><strong>Horário:</strong> das 9h às 12h</p>
<p><strong>Local:</strong> Sede do IBP – 26º andar</p>
<p>As inscrições são <strong>exclusivas para associados</strong> e podem ser feitas <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/InspirarparaTransformar2edicao" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>GT de Gênero</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/comunidades/comissao/comissao-de-diversidade/gt-de-genero/</link>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 18:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafaela Carvalho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança Feminina]]></category>
		<category><![CDATA[mentoria feminina]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[O GT de Gênero do IBP debate as questões relacionadas a gênero na indústria de Óleo e Gás. O GT é um espaço de discussões, compartilhamento de boas práticas e desenvolvimento de iniciativas e produtos voltados para o debate sobre os impactos do gênero na construção de carreiras e na indústria de O&#038;G como um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O GT de Gênero do IBP debate as questões relacionadas a gênero na indústria de Óleo e Gás. O GT é um espaço de discussões, compartilhamento de boas práticas e desenvolvimento de iniciativas e produtos voltados para o debate sobre os impactos do gênero na construção de carreiras e na indústria de O&#038;G como um todo.</p>
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		<title>IBP, Universidade Zumbi dos Palmares e a Iniciativa Empresarial pela Equidade Racial se unem para concretizar ações de Diversidade e Inclusão no setor de óleo e gás</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-universidade-zumbi-dos-palmares-e-a-iniciativa-empresarial-pela-equidade-racial-se-unem-para-concretizar-acoes-de-diversidade-e-inclusao-no-setor-de-oleo-e-gas/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 09:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade Racial]]></category>

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		<description><![CDATA[Em conjunto, entidades estabeleceram iniciativas, estudos, eventos, cursos e ações para potencializar a representatividade nos setores público e privado da indústria de energia O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), a Universidade Zumbi dos Palmares e a Iniciativa Empresarial pela Equidade Racial celebraram, nesta quarta-feira, 28/6, dois acordos que visam promover ações de Diversidade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Em conjunto, entidades estabeleceram iniciativas, estudos, eventos, cursos e ações para potencializar a representatividade nos setores público e privado da indústria de energia</em></p>
<p>O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>, a <strong>Universidade Zumbi dos Palmares</strong> e a <strong>Iniciativa Empresarial pela Equidade Racial</strong> celebraram, nesta quarta-feira, 28/6, dois acordos que visam promover ações de <strong>Diversidade e Inclusão (D&amp;I)</strong> no ambiente corporativo da indústria de óleo e gás do país. Foram assinados um acordo de cooperação e um termo de adesão que preveem a utilização do intercâmbio de conhecimento, eventos, bolsas de estudos, cursos e demais meios para que, de fato, atraiam, capacitem e retenham jovens negros e negras no mercado de trabalho do setor de energia brasileiro.</p>
<p>A parceria do IBP com a Universidade Zumbi dos Palmares foi selada com a assinatura de um acordo de cooperação que tem como objetivo dar visibilidade a profissionais negros e negras no setor público e privado de óleo e gás.</p>
<p>“Agradecemos à Universidade Zumbi dos Palmares pela oportunidade dada ao IBP com essa parceria, que nos permite construir pontes de representatividade. Com 56% da população do Brasil negra e parda, cabe a nós, do IBP, mostrar que está faltando representatividade negra, principalmente nos cargos de liderança”, declarou <strong>Fernanda Delgado</strong>, diretora-executiva Corporativa do IBP.</p>
<p>O reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, o <strong>Professor Doutor José Vicente</strong>, destacou que o acordo concretiza um desejo antigo da comunidade negra. “Sempre achamos que a indústria petrolífera pode e deve ser um agente de transformação em prol da igualdade racial. Como que este setor pode fazer isso? Contratando os jovens negros e negras recém-formados nas universidades, absorvendo essa mão de obra qualificada e dando oportunidades para que eles ocupem os cargos de gestão e de alta liderança”, ressaltou o reitor.</p>
<p>O IBP ainda firmou, junto à Iniciativa Empresarial pela Equidade Racial, uma carta de adesão à agenda de trabalho expressa em dez compromissos que as empresas têm que ter com a promoção da igualdade racial. Para <strong>Tatiana Pio</strong>, coordenadora geral da Iniciativa Empresarial, é importante quebrar barreiras e buscar diversidade no topo. “Sabemos que a base das empresas é diversa. Porém, nosso trabalho tem que efetivamente concretizar a diversidade racial com pretos e pretas tomando decisões nas companhias. É essa quebra de barreiras que muda toda a sociedade para melhor”, afirmou Tatiana.</p>
<p>O evento também discutiu onde é possível avançar. Para <strong>Fernanda Delgado</strong>, do IBP, é preciso representatividade de pensamentos e, para isso, tem de haver mapeamento e capacitação. Neste sentido, ela defende o protagonismo de mulheres, negros, PcD, LGBTQIAPN+ e de todas as novas formas de pensamento necessárias para o mercado de trabalho evoluir.</p>
<p>“Para progredir, vamos lançar, em breve, um formulário de preenchimento voluntário de autoidentificação de profissionais negros no setor de óleo e gás. Além disso, visamos preparar jovens negros e negras por meio de trilhas de aprendizagem para qualificação no setor de energia, com base em quatro eixos fundamentais da nossa indústria: tecnologia, gestão financeira, gestão e jurídico&#8221;, anunciou a diretora-executiva Corporativa do IBP.</p>
<p><strong>Assista à cerimônia de assinatura do termo de cooperação e da carta de adesão clicando <a href="https://youtu.be/bpBlZDG2Ft0" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</strong></p>
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