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	<title>diversidade &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Claudia Rabello, Diretora Executiva do IBP, participará do I Fórum de Diversidade da Ocyan</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 20:57:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[diversidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 03 de abril, a partir das 08h30, será realizado o I Fórum de Diversidade da Ocyan, no Museu de Arte do Rio. O evento reunirá empresas para discutir a temática da interseccionalidade, empregabilidade e bem-estar, sendo o primeiro evento externo dedicado ao debate sobre diversidade e inclusão idealizado pela Ocyan. Claudia Rabello, Diretora [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 03 de abril, a partir das 08h30, será realizado o I Fórum de Diversidade da Ocyan, no Museu de Arte do Rio. O evento reunirá empresas para discutir a temática da interseccionalidade, empregabilidade e bem-estar, sendo o primeiro evento externo dedicado ao debate sobre diversidade e inclusão idealizado pela Ocyan. Claudia Rabello, Diretora Executiva do IBP, participará de uma das rodas de conversa do encontro. </p>
<p>Com o tema “O valor da diversidade e inclusão: bem-estar nas empresas”, a roda de conversa terá início às 14h focará no impacto positivo que práticas inclusivas têm no bem-estar nas empresas. Será explorado como a diversidade contribui para ambientes de trabalho saudáveis e quais as estratégias para cultivar uma cultura organizacional que valorize a diversidade, proporcionando benefícios significativos para o bem-estar e o sucesso coletivo. </p>
<p>Além de Claudia Rabello, o bate-papo contará com a presença da fundadora de “Transcendemos” e primeira pessoa trans na Forbes Under30, Gabriela Augusto, o VP de Pessoas e Gestão Ocyan, Nir Lander e a mediação de Guilherme Bastos. </p>
<p>O fórum representa um espaço crucial para compartilhar conquistas, aprender com experiências diversas e inspirar ações práticas, principalmente dentro do setor desafiador como o de petróleo e gás, onde é crucial focar não apenas em superar obstáculos técnicos, mas também em promover um ambiente inclusivo e diversificado.</p>
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		<title>iUP promove encontro exclusivo sobre estímulo à inovação por meio da diversidade</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 14:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[iUP]]></category>

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		<description><![CDATA[O iUP – hub de inovação do setor de energia – está com inscrições abertas para o iUP Talks, que vai discutir como estimular a inovação através da diversidade. O encontro, que é exclusivo para membros das empresas patrocinadoras, será realizado no dia 26 de março, às 17h, no formato híbrido &#8211; presencialmente no cospace [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O iUP – hub de inovação do setor de energia – está com inscrições abertas para o <strong>iUP Talks</strong>, que vai discutir como estimular a inovação através da diversidade<em>. </em>O encontro, que é <strong>exclusivo para membros das empresas patrocinadoras</strong>, será realizado no <strong>dia 26 de março</strong>, às <strong>17h</strong>, no formato híbrido &#8211; <a href="http://cloud.crm.ibp.org.br/IupTalksPresencial" target="_blank" rel="noopener"><strong>presencialmente no <em>cospace</em> do iUP</strong></a><strong>, </strong>no Centro do Rio, e com <a href="http://cloud.crm.ibp.org.br/IupTalksOnline" target="_blank" rel="noopener"><strong>transmissão online</strong></a><em>. </em></p>
<p>A edição terá a participação especial de <strong>Julia Zardo</strong>, Gerente de Ambientes de Inovação da FIRJAN e professora da PUC-Rio, que vai trazer perspectiva sobre como a inovação pode ser estimulada e impulsionada, abordando a importância da diversidade para o processo inovador.</p>
<h4><strong>O iUP</strong></h4>
<p>O hub conta com a parceria da BIP e patrocínio de empresas provenientes de diversos segmentos da indústria, tais como Infotec, Ipiranga, MODEC, Ocyan, Radix, Repsol Sinopec, SBM Offshore, Shell, Sinergás, Subsea7, TotalEnergies e Vibra co lab. Ele ainda tem como parceiras a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e a Associação Brasileira do Biogás (Abiogás).</p>
<p><strong>Serviço:</strong> iUP Talks</p>
<p><strong>Data: </strong>26/03/24</p>
<p><strong>Horário:</strong> 17h</p>
<p><strong>Formato:</strong> Híbrido</p>
<p>– Presencialmente no <em>cospace</em> do iUP: Avenida Almirante Barroso, 52, 21º andar, Centro, Rio de Janeiro.</p>
<p>&#8211; Online</p>
<p><strong>Inscrições exclusivas para mantenedores:</strong></p>
<p>&#8211; Clique <a href="cloud.crm.ibp.org.br/IupTalksPresencial" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>  para participar no formato presencial</p>
<p>&#8211; Clique <a href="http://cloud.crm.ibp.org.br/IupTalksOnline" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong> </a>para participar no formato online</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desafios e aliados da equidade de gênero no setor de óleo, gás e energia</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 13:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comissão de Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 08 de março, celebra-se o Dia Internacional da Mulher. Com origem em diversos movimentos do início do século XX, a data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU) na década de 70 e, hoje, faz parte do calendário de diversos países, tendo como objetivo lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 08 de março, celebra-se o <strong>Dia Internacional da Mulher</strong>. Com origem em diversos movimentos do início do século XX, <a href="https://www.un.org/en/observances/womens-day/background" target="_blank" rel="noopener"><strong>a data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU) na década de 70</strong></a> e, hoje, faz parte do calendário de diversos países, tendo como objetivo lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, econômicas ou políticas.</p>
<p>E a data mostra que ainda há um longo caminho a ser percorrido. De acordo com o relatório o relatório <a href="https://openknowledge.worldbank.org/server/api/core/bitstreams/d891abb1-ca9c-42cd-989f-32d3885189a2/content" target="_blank" rel="noopener"><strong>Women, Business, and the Law</strong></a>, divulgado pelo Banco Mundial, as mulheres desfrutam de menos de dois terços dos direitos dos homens<a href="#_ftn1" target="_blank" rel="noopener" name="_ftnref1">[1]</a>.</p>
<p>No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022, o nível de ocupação dos homens alcançou 66,3%, contra 46,3% para as mulheres<a href="#_ftn2" target="_blank" rel="noopener" name="_ftnref2">[2]</a>. A população ocupada de cor ou raça branca ganhava, em média, 64,2% mais do que a de cor ou raça preta ou parda, e os homens, 27,0% mais que as mulheres<a href="#_ftn3" target="_blank" rel="noopener" name="_ftnref3">[3]</a>.</p>
<h4><strong>E no mercado de petróleo, gás e energia?</strong></h4>
<p>De acordo com dados de 2019, as mulheres estão sub-representadas no setor de energia. <strong>Apesar de representarem 39% do emprego global, elas correspondem apenas a 16% dos setores de energia tradicionais</strong> capturados em classificações de trabalho dedicadas<a href="#_ftn4" target="_blank" rel="noopener" name="_ftnref4">[4]</a>. <strong>Confira outros indicadores do cenário:</strong></p>
<p>&#8211; Assim como no emprego em geral, <strong>as mulheres representam uma parcela muito pequena da alta administração no setor de energia, cerca de 14% em média</strong>. No entanto, há uma variação substancial entre os setores de energia, com as porcentagens mais baixas encontradas na energia nuclear e carvão, com 8% e 9%, respectivamente, enquanto as empresas de serviços públicos elétricos estão entre as mais altas, com quase 20%. Isso se compara a 16% de mulheres na alta administração em toda a economia<a href="#_ftn5" target="_blank" rel="noopener" name="_ftnref5">[5]</a>.</p>
<p>&#8211; Numerosos estudos mostram que uma melhor diversidade melhora o desempenho das empresas, a competitividade a longo prazo e a maior inovação, todos contribuindo para os avanços necessários no setor de energia para atingir as metas globais de mudança<a href="#_ftn6" target="_blank" rel="noopener" name="_ftnref6">[6]</a>.</p>
<p>&#8211; <strong>A presença de mulheres empregadas na indústria mundial de petróleo e gás tem se mantido estagnada em 22% nos últimos cinco anos</strong>, o que, em comparação com outras indústrias, é um dos níveis mais baixos de emprego feminino (IOGP, 2023).</p>
<p>&#8211; Num contexto mundial, <strong>as posições de nível básico são compostas por 27% de mulheres</strong>; cargos <strong>de alto escalão e executivos por 17%</strong>; e <strong>apenas 1% dos CEOs de empresas de petróleo e gás são mulheres</strong> (IOGP, 2023).</p>
<p>&#8211; No setor de O&amp;G em nível global, <strong>homens ocupam mais de quatro quintos dos cargos de tomada de decisão de alto escalão e executivos</strong>, aumentando o risco de que a falta de compreensão em relação às barreiras reais enfrentadas possa prejudicar negativamente as perspectivas de avanço das mulheres (IOGP, 2023).</p>
<h4><strong>Agenda ESG como aliada</strong></h4>
<p>Nos últimos anos, o fortalecimento da agenda ESG (sigla em inglês para Meio Ambiente, Social e Governança) impulsionou as pautas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&amp;I) como aliadas do combate às desigualdades.</p>
<p>Sendo representante institucional do setor de petróleo e gás, o IBP – que, hoje, tem cerca de 60% do seu quadro de colaboradores composto por mulheres e 51% de lideranças femininas – criou, em 2018, sua <strong>Comissão de Diversidade</strong>, com o objetivo inicial de estimular a participação da alta gestão na inclusão de ações e de políticas voltadas para DE&amp;I na indústria.</p>
<p>No âmbito do grupo, foi desenvolvido, em 2019, o <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/programa-de-mentoria-de-lideranca-feminina-na-industria-de-og/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa de Mentoria de Liderança Feminina</strong></a>, que, atualmente, é gerenciado pela <a href="https://www.unibp.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP)</strong></a>. A iniciativa, <strong>exclusiva para empresas associadas ao Instituto</strong>, visa potencializar as competências de mulheres em posição de liderança da indústria de óleo e gás para que alcancem postos de gestão ainda mais elevados.</p>
<p>Além de ter uma temática focada em questões de gênero, o programa – que está <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/programa-de-mentoria-de-lideranca-feminina-na-industria-de-og/" target="_blank" rel="noopener"><strong>com inscrições abertas</strong></a> para a 7ª turma &#8211; contempla uma ampla abordagem sobre ESG e já teve a participação de cerca de 308 executivas de 43 empresas.  Em 2023, ele foi indicado na categoria “Gênero e Inclusão” do <strong>Prêmio de Excelência</strong> do <strong>24º Congresso Mundial de Petróleo (24th WPC)</strong>, concedido pela organização WPC Energy.</p>
<p>Desde o ano passado, a <strong>Comissão de Diversidade</strong> abarca também um <strong>Grupo de Trabalho de Gênero</strong>, espaço de discussões, de compartilhamento de boas práticas e de desenvolvimento de iniciativas e de produtos voltados para o debate sobre os impactos do gênero na construção de carreiras e na indústria de O&amp;G como um todo.</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Gap de gênero no mercado de trabalho é maior do que se estimava, diz Banco Mundial. Disponível em: <a href="https://epbr.com.br/gap-de-genero-no-mercado-de-trabalho-e-maior-do-que-se-estimava-diz-banco-mundial/" target="_blank" rel="noopener">https://epbr.com.br/gap-de-genero-no-mercado-de-trabalho-e-maior-do-que-se-estimava-diz-banco-mundial/</a></p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> <strong>Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira: 2023 / IBGE, Coordenação de População e Indicadores Sociais</strong>. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv102052.pdf</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> Idem</p>
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4">[4]</a> AIE (2023). World Energy Employment. <a href="https://www.iea.org/reports/world-energy-employment" target="_blank" rel="noopener">https://www.iea.org/reports/world-energy-employment</a>.</p>
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5">[5]</a> Idem</p>
<p><a href="#_ftnref6" name="_ftn6">[6]</a> Idem</p>
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		<title>GT de Gênero</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/comunidades/comissao/comissao-de-diversidade/gt-de-genero/</link>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 18:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafaela Carvalho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança Feminina]]></category>
		<category><![CDATA[mentoria feminina]]></category>
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		<description><![CDATA[O GT de Gênero do IBP debate as questões relacionadas a gênero na indústria de Óleo e Gás. O GT é um espaço de discussões, compartilhamento de boas práticas e desenvolvimento de iniciativas e produtos voltados para o debate sobre os impactos do gênero na construção de carreiras e na indústria de O&#038;G como um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O GT de Gênero do IBP debate as questões relacionadas a gênero na indústria de Óleo e Gás. O GT é um espaço de discussões, compartilhamento de boas práticas e desenvolvimento de iniciativas e produtos voltados para o debate sobre os impactos do gênero na construção de carreiras e na indústria de O&#038;G como um todo.</p>
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		<title>As conquistas, os desafios e as oportunidades para a Diversidade Racial na indústria de óleo e gás</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/as-conquistas-os-desafios-e-as-oportunidades-para-a-diversidade-racial-na-industria-de-oleo-e-gas/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 11:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento promoveu troca de experiências entre empresas e instituições com o objetivo de aprofundar a busca por soluções que ampliem a Diversidade, Equidade e Inclusão nas companhias O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) e o Pacto de Promoção da Equidade Racial realizaram nesta terça-feira, 22 de agosto, na sede do IBP, um encontro [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p style="text-align: center;"><em>Evento promoveu troca de experiências entre empresas e instituições com o objetivo de aprofundar a busca por soluções que ampliem a Diversidade, Equidade e Inclusão nas companhias</em></p>
<p>O<strong> Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás</strong> (IBP) e o <a href="http://pactopelaequidaderacial.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pacto de Promoção da Equidade Racial</strong></a> realizaram nesta terça-feira, 22 de agosto, na sede do IBP, um e<strong>ncontro para aprofundar as discussões sobre a Diversidade Racial na Indústria de Óleo e Gás (O&amp;G)</strong>. O tema é muito caro para o setor, que sabe que precisa buscar e implementar as melhores práticas de gestão de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&amp;I). Neste sentido, avançam ações afirmativas e iniciativas como o Índice ESG de Equidade Racial (IEER), alianças no ambiente jurídico, grupos de afinidades e planos de trabalho estratégico que visam mudar uma realidade que ainda impõe números preocupantes no que diz respeito a DE&amp;I.</p>
<p><strong>Ednalva Moura</strong>, gerente de Relações Institucionais da Associação Pacto de Promoção da Equidade Racial, lembrou que, dos 10% mais pobres no Brasil, 70% são negros (pretos e pardos). Enquanto em<strong> posições de liderança nas empresas, as mulheres negras representam apenas 0,04% do total</strong>. “Vamos melhorar esses números com estratégia e tecnologia. Por isso, criamos o Índice ESG de Equidade Racial (IEER), uma métrica que usa um algoritmo que calcula e avalia o grau de divergência da distribuição das ocupações por raça em uma determinada unidade, em relação à distribuição racial de uma população de referência”, explicou Ednalva.</p>
<p>A atriz Isabel Fillardis, embaixadora da Associação Pacto de Promoção da Equidade Racial, destacou que a representatividade e a diversidade impactam diretamente as organizações. “Firmamos parcerias com instituições de referência, como o IBP, para levar às suas <strong>empresas associadas tecnologia, dados e uma metodologia que norteia as empresas no desenvolvimento das melhorias estratégias</strong>. O Pacto de Promoção de Equidade Racial, por meio do seu IEER, <strong>dispõe gratuitamente para as empresas a possibilidade de serem assertivas</strong> nessa campanha tão importante e se colocarem na vanguarda da promoção da equidade racial”, explicou Isabel.</p>
<p>Lisandro Gaertner, gerente de Comissões e Gestão do Conhecimento do IBP, apontou a <strong>relevância das comissões e dos grupos de trabalho, que servem para realizar pontes entre parceiros, empresas e associações para que avanços sejam concretizados.</strong> No IBP, o <a href="https://www.ibp.org.br/comunidades/comissao/comissao-de-diversidade/" target="_blank" rel="noopener">Grupo de Trabalho de Raça e Etnia</a>, criado em 2021, é um espaço de troca de conhecimento, de boas práticas, com representantes de grupos de afinidade, de responsabilidade social, unindo pretos, pardos e aliados.</p>
<p>Carolina Souza, Analista de Assessoria de Imprensa do IBP, membro do GT de Raça e Etnia e moderadora do evento, disse que a<strong> atração e a retenção de profissionais negros e negras da indústria de óleo e gás são o principal objetivo da iniciativa</strong>. “Começamos a fazer isso com discussões, troca de boas práticas, leitura de relatórios, pensando em ações que também desenvolvam esses profissionais dentro do setor.”, explicou Carolina, que também apresentou as realizações já concretizadas do grupo.</p>
<p>Em março deste ano, o IBP aderiu ao Pacto de Promoção da Equidade Racial e, em junho, aderiu à<strong> Iniciativa Empresarial pela Equidade Racial</strong> e assinou um termo de cooperação com a Universidade Zumbi dos Palmares.  Já no mês seguinte, julho, o Instituto lançou o <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/programa-diversidade-ziga" target="_blank" rel="noopener">formulário de autoidentificação de profissionais negros e negras da indústria de óleo e gás</a>, com o objetivo de construir um grande mapeamento destes profissionais para que eles sejam valorizados e vistos dentro da indústria de energia.</p>
<p><strong>Renê Medrado</strong>, sócio do Pinheiro Neto Advogados, acrescentou ao debate uma reação que muitas empresas têm quando o assunto é Diversidade Racial. “Quando fomos assinar com Associação Pacto de Promoção da Equidade Racial, nós paralisamos. Porque ia ser feita uma “foto”, um diagnóstico, e nós sabíamos que não ia ser uma “foto” boa. Mas descobrirmos que era necessário e que foi bom. As medições mostraram a trajetória que estávamos tendo e isso nos encorajou”, disse Renê. No contexto da Diversidade no meio jurídico, ele apontou ainda a criação, em 2017, da <strong>Aliança Jurídica pela Equidade Racial, um grupo formado por 13 escritórios de advocacia que busca uma contínua sensibilização dos funcionários por meio de palestras constantes sobre racismo estrutural e equidade racial no setor.</strong></p>
<p><strong>Rafael Araújo</strong>, chair da Black in Equinor (BE), compartilhou a experiência do grupo de afinidade racial da companhia. Ele destacou, dentre os desafios e oportunidades, a inclusão de Raça nos KPIs. “<strong>Mapear e medir Raça como um KPI é um desafio e uma oportunidade</strong>. Hoje, a Equinor já monitora e tem esses KPIs no sentido de estar consciente sobre o gap racial que existe. É com esse conhecimento que sabemos onde estamos e para onde queremos ir. Também é importante ter recursos dedicados e engajar a média e alta gestão nas ações dos grupos de trabalho”, defendeu Rafael.</p>
<p>Para o futuro próximo, uma das prioridades que a Comissão de Diversidade do IBP elencou para o GT de Raça e Etnia foi trabalhar em trilhas de aprendizagem específicas para profissionais negros do setor, um projeto que será liderado pela <a href="https://www.unibp.com.br/">Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP)</a>. A primeira trilha a ser lançada terá foco na área de Tecnologia. Além disso, é previsto o lançamento de um glossário focado na temática racial para a indústria de O&amp;G, além de um artigo com as principais ações de diversidade e inclusão realizadas pelo IBP até o momento.</p>
</div>
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		<title>Indústria de óleo e gás se diversifica e investe para mitigar emissões</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/industria-de-oleo-e-gas-se-diversifica-e-investe-para-mitigar-emissoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 13:27:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda ESG]]></category>
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		<category><![CDATA[Diversidade Racial]]></category>
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		<category><![CDATA[NBS]]></category>

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		<description><![CDATA[Mercado de crédito de carbono gera negócios florestais; no campo da diversidade, IBP firma parceria com Universidade Zumbi dos Palmares O desenvolvimento de projetos para a geração de créditos de carbono e ações para reduzir emissões de gases do efeito estufa foram destaques no primeiro dia do ESG Energy Forum, evento realizado pelo Instituto Brasileiro [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p style="text-align: center;"><em>Mercado de crédito de carbono gera negócios florestais; no campo da diversidade, IBP firma parceria com Universidade Zumbi dos Palmares</em></p>
<p>O desenvolvimento de projetos para a geração de créditos de carbono e ações para reduzir emissões de gases do efeito estufa foram destaques no primeiro dia do <strong>ESG Energy Forum</strong>, evento realizado pelo<strong> Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás Natural (IBP)</strong> pela primeira vez. As atividades começaram nesta terça-feira, dia 20/6, no Rio de Janeiro.</p>
<p>No painel “NBS &#8211; Potencial dos Ativos Ambientais no Mercado de Carbono”, <strong>David Canassa</strong>, <strong>CEO da Reservas Votorantim</strong>, apresentou soluções de crédito de carbono por meio de tecnologias de projetos florestais. “Temos não apenas que manter as nossas florestas, mas também plantar florestas de mata nativa. O Brasil tem potencial enorme para geração de crédito de carbono a partir desta atividade”.</p>
<p><strong>Bruno Brazil de Souza, da Verra,</strong> consultoria em desenvolvimento sustentável, destacou o potencial do mercado de carbono. “Hoje, o mercado de carbono neutraliza apenas 1% da emissão global”.</p>
<p><strong>Viviana Coelho</strong>, <strong>gerente executiva de mudanças climáticas da Petrobras</strong>, enfatizou ações da companhia para mitigar emissões por meio do aumento da eficiência operacional. Como exemplo, ela citou que o refino da companhia operava intensidade de gases do efeito estufa de 43kg por CO2 e atualmente está em 37kg. A meta é chegar em 30Kg por CO2, em 2030.</p>
<p>O <strong>Subsecretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação da Prefeitura do Rio de Janeiro,</strong> <strong>Marcel Grillo Balassiano</strong>, ressaltou que a expectativa nos próximos dois anos é movimentar U$S 100 milhões em crédito de carbono. “Recentemente aprovamos a Lei do ISS neutro e criamos um fundo para empresas abaterem o ISS, reduzido de 5% para 2%”.</p>
<h3><strong>LÍDERES</strong></h3>
<p>As lideranças do setor de energia se reuniram para discutir a importância das agendas ESG para o desenvolvimento estratégico e sustentável de suas companhias durante o painel “As lideranças ESG no setor de O&amp;G”. “Quando pensamos em sustentabilidade estamos falando de clima, bem estar das pessoas e criação de valor com a sociedade”, disse <strong>Charles Fernandes</strong>,<strong> Country Chair &amp; Diretor Geral da TotalEnergies EP Brasil.</strong></p>
<p>Atualmente, a TotalEnergies possui um índice de energia com 90% de óleo e gás e 10% de renováveis e novas moléculas. Para 2050, a estimativa é que sejam 75% de energias renováveis e novas moléculas e 25% para óleo e gás. Para atingir esta meta, a empresa tem direcionado os seus investimentos para cada vez mais para energias renováveis.  Em 2022, foram destinados US$ 16 bilhões, dos quais US$ 4 bilhões foram para renováveis e novas moléculas. Em 2023, a estimativa é atingir US$ 5 bilhões.</p>
<p><strong>Daniel Elias, CEO &amp; Country Chair da Petrogal Brasil</strong>, disse que a empresa possui ainda uma meta de descarbonização até 2050. Nesse contexto, o Brasil possui uma geografia muita competitiva a nível global, tendo em vista que a produção brasileira é metade da intensidade de carbono mundial.</p>
<h3><strong>DIVERSIDADE E INCLUSÃO</strong></h3>
<p>As ações da indústria de óleo e gás no campo da Diversidade e Inclusão (D&amp;I) também foram um dos temas mais importantes do primeiro dia do evento, quando o IBP e a <strong>Universidade Zumbi dos Palmares</strong> anunciaram a<strong> assinatura de um acordo de cooperação</strong> entre as duas instituições com o objetivo de fortalecer a D&amp;I na formação de pessoas pretas para o setor.</p>
<p>“Estou otimista. Não imaginava que essas discussões chegariam aqui, nesta indústria, por meio da assinatura de um acordo de cooperação. Agora, este é um assunto de branco no que diz respeito a vocês cumprirem com o papel de ajudar a alavancar os processos internos das empresas”, salientou o professor <strong>José Vicente</strong>, <strong>Reitor e Diretor Geral e Acadêmico da Universidade Zumbi dos Palmares</strong>.</p>
<p>Durante o painel “O mar é delas e a maré está para todes &#8211; conheças as iniciativas de diversidade e inclusão para o setor de energia”, foram compartilhadas iniciativas da agenda ESG. “Precisamos estimular a ascensão de mulheres pretas na nossa indústria. Podemos nos basear no nosso modelo de mentoria feminina, criando grupos de afinidade com os temas pertinentes de Diversidade e Inclusão, como o nosso de mentoria feminina”, afirmou <strong>Karen Cubas,</strong> <strong>Gerente da UnIBP.</strong></p>
<p>Outro destaque foi a necessidade de criar vagas para grupos minorizados e, ao mesmo tempo, manter um ambiente acolhedor, por exemplo, para profissionais LGBTQIAPN+, em especial, as pessoas trans. “As companhias têm que criar um ambiente de confiança para que essas pessoas se sintam à vontade para falar”, explicou <strong>Fernanda Barbosa Diniz</strong>, <strong>procuradora do Trabalho do Ministério Público do Trabalho</strong>.</p>
<p>O ESG Energy Forum é um evento do IBP com patrocínio da Petrobras, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), SBM Offshore, Shell, TotalEnergies, BlueShift Brasil, ExxonMobil, Ipiranga, PetroRecôncavo, Repsol Sinopec Brasil, Trident Energy, Naturgy, SLB, Mattos Filho Vibra, Constellation, OceanPact, Aker Solutions e Porto do Açu. Além do apoio do Governo Federal, o evento conta com a parceria de mídia da epbr, apoio de mídia da Brasil Energia, TN Petróleo e da Petro&amp;Química, e apoio institucional da Proactiva.</p>
<p>O evento acontece até esta quinta-feira, dia 22 de junho, no Rio de Janeiro. Mais informações no <a href="https://lets.4.events/esg-energy-forum-C21522E2">link</a>.</p>
</div>
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		<title>GT sobre PcD</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/comunidades/comissao/comissao-de-diversidade/gt-sobre-pcd/</link>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 18:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaise Temoteo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas com Deficiência]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo do Grupo de Trabalho sobre Pessoas com Deficiência (PcD) é promover a troca de experiência de práticas realizadas nas empresas da Indústria de O&#038;G que são voltadas para inclusão de pessoas com deficiência, assim como compartilhar visões externas ao setor, de forma a contribuir com a discussões entre as pessoas que participam do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo do Grupo de Trabalho sobre Pessoas com Deficiência (PcD) é promover a troca de experiência de práticas realizadas nas empresas da Indústria de O&#038;G que são voltadas para inclusão de pessoas com deficiência, assim como compartilhar visões externas ao setor, de forma a contribuir com a discussões entre as pessoas que participam do grupo.</p>
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		<item>
		<title>IBP reúne indústria de óleo, gás e energia em evento sobre ESG</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-lanca-esg-energy-forum/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-lanca-esg-energy-forum/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda ESG]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[governança]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O IBP, atento às tendências do mercado e ao crescimento da importância do tema ESG nos últimos anos, impulsionado experiência bem-sucedida da Arena ESG na Rio Oil and Gas 2022, lança o evento ESG Energy Forum IBP, para debater o tema em todas as suas dimensões no setor de energia e tratar dos temas ambiental, social e de governança.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;"><em>A primeira edição do ESG Energy Forum acontecerá em junho e será inserido no calendário de grandes congressos do setor</em></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>De olho no cenário global de transição para uma economia de baixo carbono, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) incluiu em sua agenda de eventos, pela primeira vez, o <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/esg-energy-forum/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ESG Energy Forum IBP</strong></a>. Assim como já acontece com a Rio Oil &amp; Gas, também organizada pela entidade, o evento ocorrerá de forma bianual, neste caso em anos ímpares, como uma nova oportunidade de encontro de toda indústria, dessa vez para tratar dos <strong>temas</strong> <strong>ambiental, social e de governança</strong>, com foco nas relações com investidores.</p>
<p>A primeira edição do ESG Energy Forum IBP acontecerá de <strong>20 a 22 de junho</strong> deste ano, presencialmente, no Hotel Fairmont Rio de Janeiro. A abertura das inscrições para participação no evento está prevista para o dia 18 de abril.</p>
<p>Temas que vão da transição e segurança energética, passando pelos impactos das mudanças climáticas, na diversidade, no meio ambiente, na segurança e saúde das pessoas, os processos de sustentabilidade e impacto social das empresas, até a atração de investimentos para novas fontes de energia, lideranças em ESG e proteção dos recursos naturais para futuras gerações vão figurar nos debates.</p>
<p>Como <strong>representante das grandes empresas de óleo, gás e energia</strong> presentes no Brasil, o IBP é também o mais importante promotor de eventos do setor no país. Neste ano, além do ESG Energy Forum IBP, são destaques no calendário 2023 da entidade a <a href="https://otcbrasil.org/"><strong>OTC Brasil</strong></a>, a edição nacional da maior feira da indústria do mundo que acontece em outubro; maior encontro do segmento de dutos na América Latina, a <a href="https://www.riopipeline.com.br/"><strong>Rio Pipeline</strong></a>, em agosto, e, a 20ª edição do <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/seminario-de-gas-natural/"><strong>Seminário de Gás Natural</strong></a>, em maio, um dos mais relevantes fóruns sobre os temas prioritários na agenda do setor de gás natural no Brasil.</p>
<p>Faça a sua <strong>pré-inscrição</strong> e fique por dentro das novidades do evento em primeira mão.</p>
<p style="text-align: center;"><a class="wpcmsdev-button color-blue" href="https://cloud.crm.ibp.org.br/esg-energy-forum"><span><strong>QUERO ME INSCREVER</strong></span></a></p>
<p><strong><br />
SERVIÇO</strong></p>
<p><strong><br />
<span style="color: #003366;"><a href="https://www.ibp.org.br/eventos/esg-energy-forum/" target="_blank" rel="noopener">ESG ENERGY FORUM IBP</a><br />
</span></strong><strong>Data:</strong> 20 a 22 de junho de 2023<br />
<strong>Local:</strong> Hotel Fairmont Rio de Janeiro &#8211; Av. Atlântica, 4240 – Copacabana, Rio de Janeiro</p>
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		<title>Desigualdades: Gênero e Clima</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/publicacoes/desigualdades-genero-e-clima/</link>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2023 23:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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		<title>Combate à violência contra a mulher no setor de petróleo e gás é destaque em webinar híbrido do IBP</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/combate-a-violencia-contra-a-mulher-no-setor-de-petroleo-e-gas-e-destaque-em-webinar-hibrido-do-ibp/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2022 20:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>

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		<description><![CDATA[O impacto econômico da violência contra a mulher no setor de óleo e gás será tema de um webinar híbrido promovido pelo IBP na próxima terça-feira, dia 25 de outubro, das 14h30 às 16h30. O evento será realizado na sede do Instituto, no Centro do Rio de Janeiro, e contará com transmissão online pelo YouTube. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O impacto econômico da violência contra a mulher no setor de óleo e gás</strong> será tema de um webinar híbrido promovido pelo IBP na <strong>próxima terça-feira</strong>, <strong>dia 25 de outubro</strong>, <strong>das 14h30 às 16h30</strong>. O evento será realizado na sede do Instituto, no Centro do Rio de Janeiro, e contará com transmissão online pelo YouTube. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/Impacto-Economico-Violencia-Mulher" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>Voltado para o ODS 5, que trata da <strong>igualdade de gênero</strong>, o encontro busca fomentar o <strong>engajamento cidadão dos profissionais da indústria no combate ao preconceito em todas as suas formas, principalmente da violência contra mulher</strong> e seus impactos econômicos, institucionais e reputacionais.</p>
<p>Estudos apontam que <strong>o fim da violência contra a mulher garantiria, em 10 anos, um incremento de R$ 214,4 bilhões no PIB brasileiro</strong>. Ao mesmo tempo, possibilitaria <strong>a criação de mais 2 milhões de empregos no país e acréscimo superior a R$ 97 bilhões na massa salarial e R$ 16,4 bilhões na arrecadação do governo</strong>.</p>
<p>A programação terá a moderação de <strong>Fernanda Delgado</strong>, Diretora Executiva Corporativa do IBP, e a participação de <strong>Julia Kerr</strong>, Presidente da Comissão da Mulher da Associação Brasileira de Advogados do Rio de Janeiro; de <strong>Ilana Trombka</strong>, Diretora-Geral do Senado Federal; de <strong>Ana Serrano Oñate</strong>, Vice-Presidente da Equinor; e de <strong>Natalie Andrade</strong>, Coordenadora do tratamento de denúncias de violência no trabalho da Ouvidoria-Geral da Petrobras.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Impacto Econômico da Violência Contra Mulher no Setor de Óleo e Gás</p>
<p><strong>Data:</strong> 25 de outubro de 2022</p>
<p><strong>Horário:</strong> 14h30 às 16h30</p>
<p><strong>Formato:</strong> Presencial, na sede do IBP, com transmissão pelo YouTube</p>
<p>Inscrições <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/Impacto-Economico-Violencia-Mulher" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a></p>
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