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	<title>energias renováveis &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>A necessária aprovação da regulação de Eólicas Offshore</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 19:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A consolidação de uma economia de baixo carbono demanda a diversificação de fontes de energia renovável de maneira gradual, além de viável técnica e economicamente. No processo de transição energética, em que o setor de óleo e gás tem papel estratégico no desenvolvimento de novas soluções e tecnologias, a geração de energia via eólicas offshore [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A consolidação de uma economia de baixo carbono demanda a diversificação de fontes de energia renovável de maneira gradual, além de viável técnica e economicamente. No processo de transição energética, em que o setor de óleo e gás tem papel estratégico no desenvolvimento de novas soluções e tecnologias, a geração de energia via eólicas offshore é fundamental para a segurança energética e a redução de emissões.</p>
<p>Nesse contexto, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal representante do setor de petróleo, gás e energia, ressalta a urgência  de se aprovar, ainda este ano, o <strong>Projeto de Lei 576/21</strong>, que regula as atividades de eólicas offshore e está em tramitação no Senado.</p>
<p>A expectativa é que, com a aprovação do PL, em 2024, seja possível realizar o primeiro leilão de área de eólicas offshore no Brasil já em 2025, ocasião em que Brasil irá sediar a COP 30, com um potencial de gerar R$ 25 bilhões de investimentos nos próximos quatro anos, além de milhares de novos empregos. A criação do arcabouço regulatório é vista como marco-chave para alavancar o mercado de eólicas offshore e trazer esses investimentos para o Brasil e gerar novos empregos na nova economia de baixo carbono.</p>
<p>Dados do IBAMA mostram que o país tem 243 GW em projetos de eólica offshore com licenciamento ambiental em andamento. Isso mostra que empresas e investidores apostam no potencial brasileiro, mas para construir um mercado sustentável e com segurança jurídica é preciso criar um marco regulatório.</p>
<p>Caso o PL não seja aprovado em 2024, o Brasil corre o risco de atrasar a organização do leilão, adiando o início de quase 100 projetos em fase de estudos e licenciamento no IBAMA, a atração de capital e, até mesmo, perdendo esses investimentos para mercados que estão em um estágio regulatório mais avançado.</p>
<p>As eólicas offshore representam uma nova indústria com grande potencial no país e oportunidade para consolidar o Brasil como protagonista no cenário global de energias renováveis. Além das vantagens climáticas da energia gerada pelas eólicas offshore, essa nova indústria é um importante vetor para geração de emprego e renda.</p>
<p>De acordo com relatório do Banco Mundial, o Brasil tem potencial para criar mais de 516 mil empregos equivalentes em tempo integral até 2050, com um valor agregado bruto de US$ 168 bilhões com o desenvolvimento da energia eólica offshore. Estima-se que, para cada 1 GW de geração eólica <em>offshore</em>, são criados 14.600 postos de trabalho ao longo de toda cadeia produtiva, que vai desde a fabricação das turbinas até o descomissionamento de áreas anos depois.</p>
<p>É importante destacar que o Brasil possui condições ideais para explorar o potencial dessa fonte energética, pois possui uma extensa região costeira de 7.491 km e 3,6 milhões de km² de espaço marítimo.</p>
<p>Vale ressaltar também as vantagens das eólicas offshore sob a ótica de segurança energética em um cenário de crescimento acelerado da economia e reindustrialização verde. Nesse contexto, o setor de óleo e gás tem grande sinergia com o segmento eólico, especialmente pela sua expertise e todo o conhecimento acumulado nas suas operações offshore. Desta forma, está preparado para atuar no desenvolvimento desta nova fonte de energia.</p>
<p>O IBP ressalta seu compromisso com o desenvolvimento com a transição energética, apoiando o PL 576/21, especialmente pelas medidas de estímulo ao aumento da geração de energia por fontes renováveis, consolidando o Brasil como um dos líderes do desenvolvimento de uma economia global de baixo carbono.</p>
<p>Por fim, o Instituto reforça que a demora na estruturação de um arcabouço regulatório consistente pode levar os investidores internacionais, pressionados por prazos cada vez mais curtos para a descarbonização, priorizarem investimentos em outros países, levando a um subaproveitamento da fonte no Brasil.</p>
<p>As eólicas offshore serão um marco importante a ser apresentado pelo Brasil na COP 30, mostrando o compromisso do País com a descarbonização, definido na COP 28 em Dubai.</p>
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		<title>Conheça melhor a especialização em gestão de petróleo, gás e energias renováveis, fruto da parceria entre o IBP e a Fundação Dom Cabral</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[unibp]]></category>

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		<description><![CDATA[Os desafios energéticos atuais e as estratégias necessárias para que a indústria de petróleo, gás e energia, siga relevante mesmo diante das mudanças em curso na sociedade são alguns dos temas abordados na Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Petróleo, Gás e Energias Renováveis realizada pela Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP), em parceria [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os desafios energéticos atuais e as estratégias necessárias para que a indústria de petróleo, gás e energia, siga relevante mesmo diante das mudanças em curso na sociedade são alguns dos temas abordados na <strong>Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Petróleo, Gás e Energias Renováveis</strong> realizada pela <strong>Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP)</strong>, em parceria com <strong>Fundação Dom Cabral</strong>. Com inscrições abertas até o dia <strong>22 de setembro</strong>, o curso se enquadra na categoria <em>latu sensu</em> com modelo de aulas no programa híbrido.</p>
<p>Durante o curso os alunos serão desenvolvidos para entender o contexto histórico, geopolítico, econômico e regulatório dos setores de óleo, gás e energias renováveis; conhecer as principais fontes de energia, os processos de exploração, produção, refino, transporte e distribuição, e os desafios tecnológicos e ambientais envolvidos; aprender sobre os modelos de negócio, as estratégias competitivas e as oportunidades de inovação nessas áreas; desenvolver as competências de liderança, comunicação, negociação, gestão de conflitos, equipes, mudanças, gestão financeira, gestão de riscos e como melhorar o desempenho da sua organização ou do seu setor com metodologias práticas, tudo isso com a chancela de duas instituições de referência.</p>
<p>O curso promove ainda uma abordagem abrangente com prática de aprendizado desenvolvida por meio de projetos reais, oportunidade única de expansão qualificada da rede de contatos dos alunos, além de excelência acadêmica e do diploma reconhecido pelo alto nível de reputação e credibilidade na indústria de energia, petróleo e gás.</p>
<p><strong>Serviço: </strong>Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Petróleo, Gás e Energias Renováveis</p>
<p><strong>Data:</strong> de 06/10/2023 a 14/02/2025</p>
<p>Mais informações <strong><a href="https://www.unibp.com.br/cursos/especializacao-em-gestao-estrategica-de-petroleo-gas-e-energias-renovaveis/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></strong></p>
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		<title>Variação da demanda mundial de energia primária por tipo de combustível</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/variacao-da-demanda-mundial-de-energia-primaria-por-tipo-de-combustivel/</link>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 12:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Machado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[carvão]]></category>
		<category><![CDATA[demanda]]></category>
		<category><![CDATA[energia primária]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[O World Oil Outlook 2022 – documento publicado pela OPEP – prevê que a demanda global por todos os combustíveis aumente, com exceção do carvão. De acordo com a OPEP, a demanda global de carvão irá reduzir cerca de 16,5 mboe/d de 2021 a 2045. Por outro lado, o relatório afirma que as outras energias [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/11/eco-pt-082.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-165385" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/11/eco-pt-082.png" alt="" width="1058" height="635" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/11/eco-pt-082.png 1058w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/11/eco-pt-082-300x180.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/11/eco-pt-082-90x54.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/11/eco-pt-082-60x36.png 60w" sizes="(max-width: 1058px) 100vw, 1058px" /></a></p>
<p>O World Oil Outlook 2022 – documento publicado pela OPEP – prevê que a demanda global por todos os combustíveis aumente, com exceção do carvão. De acordo com a OPEP, a demanda global de carvão irá reduzir cerca de 16,5 mboe/d de 2021 a 2045. Por outro lado, o relatório afirma que as outras energias renováveis &#8211; como solar, eólica e geotérmica – devem crescer em 30,9 mboe/d nesse período, sendo o maior crescimento comparado com as outras fontes de energia.</p>
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		<title>ESG além das renováveis é tema de debate com apoio do IBP</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 14:54:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda ESG]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>

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		<description><![CDATA[A sigla ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) para além das energias renováveis é o tema do terceiro evento da série WCD SPOTLIGHT 2022, que será realizado presencialmente na sede do IBP, na próxima sexta-feira, dia 24, às 8h30. O encontro, que tem o apoio institucional do Instituto, está com inscrições abertas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A sigla ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) para além das energias renováveis é o tema do terceiro evento da série <strong>WCD SPOTLIGHT 2022</strong>, que será realizado presencialmente na sede do IBP, na próxima sexta-feira, <strong>dia 24</strong>, às <strong>8h30</strong>. O encontro, que tem o apoio institucional do Instituto, está com inscrições abertas e gratuitas <a href="https://www.sympla.com.br/evento/spotlight-esg-alem-das-renovaveis/1607567" target="_blank" rel="noopener"><strong>neste link</strong></a>.</p>
<p>A programação contará com a participação de <a href="https://www.linkedin.com/in/andre-lopes-araujo-1706b29/" target="_blank" rel="noopener"><strong>André Araujo</strong></a>, presidente da Shell Brasil; de <a href="https://www.linkedin.com/in/clarissa-lins-29508811a/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clarissa Lins</strong></a>, sócia-fundadora da Catavento Consultoria e conselheira de administração da Votorantim Cimentos, da Vibra Energia e da ArcelorMittal; e de <a href="https://www.linkedin.com/in/afernandadelgado/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fernanda Delgado</strong></a>, diretora executiva corporativa do IBP.</p>
<p>A moderação do painel ficará por conta da co-chair da WCD Rio, <a href="https://www.linkedin.com/in/cristinapinhoilps/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Cristina Pinho</strong></a>, presidente do Instituto Luísa Pinho Sartori, conselheira de administração do IBGC e da Ocyan e ex-diretora executiva corporativa do IBP.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Spotlight &#8211; ESG Além das Renováveis</p>
<p><strong>Data:</strong> 24/06/2022</p>
<p><strong>Horário:</strong> Das 8h30 às 10h30</p>
<p><strong>Loca:</strong> Sede do IBP</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Avenida Almirante Barroso, 52, 26º Andar, Centro, Rio de Janeiro</p>
<p>Inscrições gratuitas <a href="https://www.sympla.com.br/evento/spotlight-esg-alem-das-renovaveis/1607567" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<item>
		<title>IBP colabora no lançamento da pauta prioritária da FREPER</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-colabora-no-lancamento-da-pauta-prioritaria-da-freper/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2022 18:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[Frente Parlamentar da Câmara dos Deputados definiu agenda para atuação em 2022 O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) participou, nesta quarta-feira (25/5), do lançamento da pauta prioritária 2022 da Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis (FREPER) na Câmara dos Deputados. Desde 2019, o grupo de parlamentares busca aprimorar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Frente Parlamentar da Câmara dos Deputados definiu agenda para atuação em 2022</em></p>
<p>O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> participou, nesta quarta-feira (25/5), do lançamento da pauta prioritária 2022 da <strong>Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis (FREPER)</strong> na Câmara dos Deputados. Desde 2019, o grupo de parlamentares busca aprimorar leis e fomentar políticas públicas no setor de energia para o fortalecimento da indústria no Brasil.</p>
<p>O <strong>deputado Christino Áureo, presidente da FREPER</strong>, ressaltou a importância do setor para a economia e sociedade, e a necessidade de o parlamento debater <strong>pautas tributárias, o devedor contumaz, Renovabio, além dos modelos de concessão e partilha</strong>, que também impactam o segmento dos combustíveis.</p>
<p>O <strong>presidente do IBP, Eberaldo de Almeida Neto</strong>, representou o setor de óleo e gás no lançamento e destacou a cadeia de valor da indústria, a importância do Brasil como relevante produtor de petróleo e portador de um grande mercado consumidor. <strong>Almeida Neto ressaltou ainda o papel da indústria do petróleo como geradora de empregos, tecnologia e arrecadação</strong>, destacando o lançamento da Agenda da Indústria do IBP e a contribuição do instituto na promoção do setor de energia.</p>
<p>“Precisamos ter uma agenda robusta visando à melhoria no ambiente de negócios, dado que são investimentos de longo prazo de maturação que necessitam de segurança jurídica, da atuação técnica das agências reguladoras, de licenciamento ambiental tempestivo, pois os investimentos comparam as oportunidades e ameaças de cada país antes de escolher o destino. Uso de boas práticas internacionais, simplificar a questão tributária e o combate ao mercado irregular são itens necessários para aumentar a atratividade do nosso país”, disse.</p>
<p>Ao encerrar o evento, o <strong>deputado Laércio Oliveira</strong> lembrou a importância do novo marco regulatório do mercado de gás, ressaltando que o Brasil tem um caminho a percorrer para tornar o setor de combustíveis ainda mais competitivo, com o objetivo de garantir o abastecimento nacional.</p>
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		<item>
		<title>5 motivos para investir em uma pós-graduação em gestão de O&#038;G e energias renováveis</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/5-motivos-para-investir-em-uma-pos-graduacao-em-gestao-de-og-e-energias-renovaveis/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2022 15:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[unibp]]></category>

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		<description><![CDATA[A transição energética já é uma realidade e conta com o setor de óleo e gás como um dos seus aliados. Projeções indicam que, mesmo com a difusão de tecnologias renováveis na geração de energia, o petróleo e gás responderão por quase 60% do atendimento à demanda energética em 20401. E o conhecimento é uma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A transição energética já é uma realidade e conta com o setor de óleo e gás como um dos seus aliados. Projeções indicam que, <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/agenda-da-industria-ano-2022-2024" target="_blank" rel="noopener"><strong>mesmo com a difusão de tecnologias renováveis na geração de energia, o petróleo e gás responderão por quase 60% do atendimento à demanda energética em 2040</strong></a><sup>1</sup>.</p>
<p>E o conhecimento é uma das chaves para os profissionais tirarem o melhor proveito das oportunidades que esse cenário impõe. Nesse contexto, a <strong>Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP)</strong>, em parceria com a <strong>Fundação Dom Cabral (FDC)</strong> e a <strong>SISEN Educação Empresarial</strong>, está com inscrições abertas até o <strong>dia 24 de maio</strong> para a <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/especializacao-em-gestao-estrategica-de-petroleo-gas-e-energias-renovaveis/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pós-graduação em Gestão Estratégica de Petróleo, Gás e Energias Renováveis</strong></a>.</p>
<h2><strong>Confira, a seguir, cinco motivos para investir nesse tipo de capacitação:</strong></h2>
<h3><strong>1- O aquecimento do mercado de O&amp;G e energia</strong></h3>
<p>Não existe transição energética sem petróleo e gás. E isso vale também para o mercado brasileiro, que conta com uma matriz energética composta por 48% do suprimento vindos de fontes renováveis. Os combustíveis fósseis serão essenciais para garantir a segurança energética em meio ao processo de transição para uma economia de baixo carbono.</p>
<p>Projeções do IBP apontam que o setor será responsável por <strong>mais de US$ 175 bi de investimentos</strong> e, em média, por <strong>mais de 570 mil postos de trabalho diretos e indiretos por ano, entre 2023 e 2030</strong>.</p>
<h3><strong>2- Uma visão pratica, efetiva e criativa para o setor de energia</strong></h3>
<p>O curso é <strong><em>lato sensu</em></strong> e tem como objetivo desenvolver competências e habilidades que contribuam para a evolução da carreira e dos negócios na indústria. As lições têm a capacidade de ampliar competências para a tomada de decisão e atuação em contextos de crise, bem como o pensamento crítico sobre o setor de energia.</p>
<h3></h3>
<h3><strong>3- Único curso do mercado que alia teoria e prática de gestão à realidade do setor</strong></h3>
<p>A pós-graduação é a única do mercado focada no conhecimento técnico e aplicado à gestão. O participante aprende na prática como utilizar as melhores ferramentas da gestão contemporânea e recebe uma atualização sobre tendências do setor de energia.</p>
<p>Dessa forma, para muito além da engenharia, as aulas são voltadas a todos os profissionais com atuação na cadeia produtiva dos setores de O&amp;G e de energias renováveis – incluindo prestadores de serviço – que desejam aprimorar o conhecimento em gestão.</p>
<h3><strong>4- Modelo híbrido</strong></h3>
<p>Com a carga horária de <strong>362,5h</strong>, as aulas seguem o <strong>formato híbrido</strong>, juntando a experiência do Ensino a Distância (EaD) com o networking presencial.</p>
<p>As aulas serão realizadas por meio de <strong>transmissão ao vivo</strong>, que podem ser acompanhadas de qualquer lugar, e <strong>quatro encontros presenciais</strong>, respeitando as <strong>medidas sanitárias de prevenção e combate à Covid-19</strong>.</p>
<h3><strong>5- Título de especialista </strong></h3>
<p>Ao finalizar o curso, o(a) aluno(a) recebe título de especialista reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo mercado, alavancando sua carreira e empregabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Petróleo, Gás e Energias Renováveis</p>
<p><strong>Data limite para inscrições:</strong> 24/05/2022</p>
<p><strong>Horário:</strong> Sexta-feira, das 19h às 22h30 | Sábado, das 08h às 13h30</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 362,5h</p>
<p>Mais informações sobre programa técnico estão disponíveis <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/especializacao-em-gestao-estrategica-de-petroleo-gas-e-energias-renovaveis/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>Associados IBP têm direito a condições especiais de pagamento.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>1 SMIL, 2010 – Energy Transition: History, Requirement, Prospects</em></p>
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		<item>
		<title>Segurança energética no âmbito da transição ganha relevância durante o conflito na Ucrânia</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/seguranca-energetica-conflito-ucrania-russia/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2022 10:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[geopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório do Setor]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
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		<description><![CDATA[O conflito na Ucrânia levou a um novo capítulo na geopolítica mundial e no setor de petróleo e gás. O impacto nos preços, que já vinham sendo pressionados desde a pandemia, o papel dos combustíveis fósseis na segurança energética e a importância da Rússia no mercado energético são os destaques no infográfico produzido pela área [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O conflito na Ucrânia levou a um novo capítulo na geopolítica mundial e no setor de petróleo e gás. O impacto nos preços, que já vinham sendo pressionados desde a pandemia, o papel dos combustíveis fósseis na <strong>segurança energética</strong> e a importância da Rússia no mercado energético são os destaques no infográfico produzido pela área de Análise Econômica do IBP e disponibilizado no <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/"><strong>Observatório do Setor</strong></a>, seção no site do Instituto que reúne materiais, análises, mapas e snapshots sobre o setor.</p>
<p>O material apresenta dados e aborda possíveis <strong>desdobramento</strong>s para o <strong>mercado de petróleo e gás</strong> considerando que a Rússia é, atualmente, o segundo maior produtor de gás natural do mundo com 74% das exportações deste energético destinadas à Europa. O infográfico aborda ainda os <strong>principais desdobramentos</strong> e desafios que se colocam para o setor brasileiro de O&amp;G com ênfase no <strong>aumento da participação das fontes renovávei</strong>s e na questão da garantia do suprimento de energia para a sociedade em geral.</p>
<p>Confira <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/04/20220420-mapa-mental-conflito-russia-vs-ucrania.pdf"><strong>aqu</strong>i</a> o material completo.</p>
<h2>Sobre o Observatório do Setor</h2>
<p>O <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/" target="_blank" rel="noopener">Observatório do Setor</a> tem o objetivo de reunir, em um só lugar, análise e inteligência de dados da indústria de óleo e gás, de forma gráfica, objetiva e didática. O <strong>Snapshots</strong> são painéis gráficos sobre diferentes temas do setor, priorizando a didática e a acessibilidade para facilitar a interpretação. Já as <strong>Análises</strong> reúnem materiais mais aprofundados como artigos e publicações diversas. Enquanto o <strong>Monitor</strong>, atualizado periodicamente com informações do mercado, reúne por categoria dados como quantidade mensal de produção de barris, capacidade de refino, variação do preço dos barris Brent e WTI, entre outros.</p>
<p>O Observatório também oferece aos usuários recursos como projeções, mapas mentais e infográficos, indicadores, além de mapas interativos sobre a tributação no mercado de combustíveis e gás natural, e compilação de dados do setor.</p>
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		<title>Últimos dias para se inscrever na pós-graduação em Gestão Estratégica de Petróleo, Gás e Energias Renováveis</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2022 14:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[unibp]]></category>

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		<description><![CDATA[Único curso do mercado que alia teoria e prática de gestão à realidade do setor, a pós-graduação em Gestão Estratégica de Petróleo, Gás e Energias Renováveis segue com inscrições abertas. Desenvolvida em uma parceria entre a Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP), a Fundação Dom Cabral (FDC) e a SISEN Educação Empresarial, o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Único curso do mercado que alia teoria e prática de gestão à realidade do setor, a <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/especializacao-em-gestao-estrategica-de-petroleo-gas-e-energias-renovaveis/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pós-graduação em Gestão Estratégica de Petróleo, Gás e Energias Renováveis</strong></a> segue com inscrições abertas.</p>
<p>Desenvolvida em uma parceria entre a <a href="https://www.unibp.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP)</strong></a>, a <a href="https://www.fdc.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fundação Dom Cabral (FDC)</strong></a> e a <a href="https://sisen.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>SISEN Educação Empresarial</strong></a>, o programa de especialização é o único do mercado a desenvolver uma visão prática, efetiva e criativa para o setor de energia. <a href="https://www.ibp.org.br/quem-somos/empresas-associadas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Associados IBP</strong></a> têm condições especiais.</p>
<h2><strong>Formato híbrido</strong></h2>
<p>Com uma carga horária de <strong>362,5h</strong>, o programa tem início no dia <strong>13 de maio</strong>. As aulas seguem o <strong>formato híbrido</strong>, às sextas-feiras e aos sábados, com <strong>transmissão </strong>online ao vivo e <strong>quatro encontros presenciais</strong>, respeitando os protocolos sanitários de combate à Covid-19.</p>
<p><strong>Conteúdo programático</strong></p>
<p>O programa é dividido em três módulos, além do <strong>Projeto Aplicativo (Trabalho de Conclusão de Curso)</strong>:</p>
<p>&#8211; A primeira dimensão aborda a <strong>visão estratégica do setor de petróleo, gás e energias renováveis</strong>, seus desafios e tendências nacionais e internacionais;</p>
<p>&#8211; O segundo módulo focará em <strong>indivíduos e pessoas</strong>, discutindo autoconhecimento e desenvolvimento de competências de liderança, gestão de equipes para a alta performance e desenvolvimento de habilidades para inovar;</p>
<p>&#8211; O último pilar será o de <strong>desafios da gestão</strong>, por meio de disciplinas específicas das áreas de Estratégia, Finanças, Projetos, Processos e Marketing.</p>
<p>Ao final do programa, além de receber <strong>título de especialista reconhecido pelo MEC e pelo mercado</strong>, o participante amplia competências para tomada de decisão e atuação em contextos de crise, expande seu pensamento crítico sobre o setor, alavanca sua carreira e potencializa o networking.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Pós-graduação em Gestão Estratégica de Petróleo, Gás e Energias Renováveis</p>
<p><strong>Início das aulas:</strong> 13/05/2022</p>
<p><strong>Horário:</strong> Sexta-feira, das 19h às 22h30 | Sábado, das 08h às 13h30</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 362,5h</p>
<p>Mais informações sobre programa técnico estão disponíveis <a href="https://www.unibp.com.br/cursos/especializacao-em-gestao-estrategica-de-petroleo-gas-e-energias-renovaveis/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Petróleo e gás complementam as fontes renováveis na transição energética, ressaltam especialistas, em evento do IBP</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 00:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O petróleo e os seus derivados não competem com as fontes renováveis de geração de energia, no atual cenário de redução da emissão de carbono da matriz energética mundial. Esses recursos, na verdade, são complementares e fundamentais para a segurança do abastecimento, segundo quatro especialistas de ponta do setor de Energia que participaram, ontem (19/4), [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O petróleo e os seus derivados não competem com as fontes renováveis de geração de energia, no atual cenário de redução da emissão de carbono da matriz energética mundial. Esses recursos, na verdade, são complementares e fundamentais para a segurança do abastecimento, segundo quatro especialistas de ponta do setor de Energia que participaram, ontem (19/4), do webinar <strong>‘Tudo o que você sempre quis saber sobre energia e sustentabilidade&#8230; Mas tinha medo de perguntar’</strong>. O evento virtual foi promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP).</p>
<p>“<strong>Não são os fósseis versus os renováveis.</strong> Não existe essa competição. O que existe é uma complementariedade”, afirmou a diretora executiva corporativa do IBP, <strong>Fernanda Delgado</strong>, durante o seminário.</p>
<p>Para a gerente executiva de Mudança Climática da Petrobras, <strong>Viviana Coelho</strong>, a polarização entre as diferentes fontes de energia é uma criação narrativa, sem respaldo prático. Ela destacou que a Petrobras, uma empresa do segmento de petróleo, investe intensivamente na redução da emissão de carbono das suas operações e produtos e tem obtido um resultado relevante nessa área. “A redução da emissão que pode ser feita agora é a mais importante. Temos que agir rapidamente”, disse <strong>Coelho</strong>.</p>
<p>De acordo com as especialistas, o acesso a diferentes fontes de geração de energia ajuda os países a evitar crises de falta de suprimento. <strong>Clarissa Lins</strong>, sócia-fundadora da Catavento Consultoria e conselheira do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), explica que, com as interferências no ecossistema do planeta, ficou mais difícil prever o comportamento do clima por meio de antigos modelos. Isso obriga os países a estarem mais preparados para eventualidades e, quanto mais recursos tiverem para isso, mais fácil será enfrentar as crises.</p>
<p>“Enquanto não aprendermos a consumir menos energia para manter o bem estar, vamos precisar da diversidade de fontes e, ao mesmo tempo, caminhar no sentido da descarbonização, também no segmento fóssil”, destacou <strong>Clarissa</strong>.</p>
<p><strong>Élbia Gannoum</strong>, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), ressaltou a impossibilidade de uma indústria operar sem impactos ambientais. Mesmo no segmento eólico, que conta com uma das fontes mais limpas da matriz, há emissão de gases pela cadeia fornecedora. “Toda atividade humana traz impacto. A questão é o quanto. Não é uma questão de categoria, mas de intensidade. Cabe à indústria, diante dos impactos, buscar os efeitos mitigatórios”, afirmou.</p>
<p><strong>Gannoum</strong> contou que tem mantido contato frequente com o Ministério de Minas e Energia (MME) para colaborar na construção das regras de funcionamento da <strong>atividade eólica offshore</strong> – um novo modelo de negócio de interesse compartilhado por geradoras de eletricidade e empresas petrolíferas. Segundo a presidente da Abeeólica, um workshop sobre o tema será realizado no próximo mês e, em seguida, o mercado poderá se posicionar durante a consulta pública que será aberta.</p>
<p>“O Brasil não pode querer nada menos do que ser um <em>player</em> global”, acrescentou <strong>Lins</strong>, ressaltando ainda que a indústria de energia é inovadora, está na base do bem estar da sociedade e cada vez mais se abre para perfis profissionais complementares, necessários para encontrar as respostas para a transição energética.</p>
<p>“Temos um problema bom. Nossa questão, no Brasil, é a administração de abundância de recursos naturais. E a indústria de óleo e gás tem um papel importante nessa administração”, afirmou <strong>Delgado</strong>.</p>
<p><strong>Assista ao bate-papo na íntegra:</strong></p>
<p><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='360' src='https://www.youtube.com/embed/VD6RRR-HNeE?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;autohide=2&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' allowfullscreen='true' style='border:0;'></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Segurança de suprimento dos combustíveis fósseis ganha relevância com a guerra da Ucrânia</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2022 23:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[geopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A guerra na Ucrânia trouxe à tona a relevância do tema da segurança de suprimento de energia. Com o conflito internacional, a consequente retração da oferta de petróleo e gás e a alta das cotações das commodities, ficou evidente que a transição energética não pode renunciar à segurança energética em um mundo onde petróleo e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-143062 aligncenter" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2020/09/forum-de-co2-tem-data-definida-1500x785-300x157.png" alt="" width="300" height="157" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2020/09/forum-de-co2-tem-data-definida-1500x785-300x157.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2020/09/forum-de-co2-tem-data-definida-1500x785-90x47.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2020/09/forum-de-co2-tem-data-definida-1500x785-60x31.png 60w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2020/09/forum-de-co2-tem-data-definida-1500x785.png 1500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>A <strong>guerra na Ucrânia</strong> trouxe à tona a relevância do tema da segurança de suprimento de energia. Com o conflito internacional, a consequente retração da oferta de petróleo e gás e a <strong>alta das cotações das commodities</strong>, ficou evidente que a transição energética não pode renunciar à segurança energética em um mundo onde <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/monitor/numero-4-ano-iv/">petróleo e gás</a> respondem por mais da metade da demanda energética mundial.</p>
<h2>Impactos da guerra na Ucrânia junto ao setor de óleo e gás no Brasil</h2>
<p>A<strong> transição energética</strong> deve-se orientar pelo lado da demanda. Investimentos massivos em renováveis são necessários para que sua participação na matriz energética mundial se distancie dos patamares atuais inferiores a 3%. Essa é a opinião do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), <strong>Eberaldo de Almeida Neto</strong>. Nesta quinta-feira, 14, ele participou da palestra virtual ‘Impactos da guerra na Ucrânia junto ao setor de óleo e gás no Brasil’, promovida pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), com participação de <strong>Décio Oddone</strong>, CEO da Enauta e ex-diretor-geral da ANP e moderação de <strong>Cristina Pinho</strong>, Presidente do Conselho do Instituto Luisa Pinho Sartori e Conselheira da Ocyan.</p>
<p>“A indústria de petróleo e gás atende a 56% da demanda mundial por fontes de energia, atualmente. Não dá para mudar isso da noite para o dia. Quando há uma inflação de energia, são as camadas mais pobres da população que mais sofrem. Não podemos perder de vista que cerca de 1 bilhão de pessoas, no mundo, não têm sequer acesso à energia”, afirmou Almeida Neto, durante o evento.</p>
<h2>A energia no Brasil</h2>
<p>A visão do presidente do IBP é de que o Brasil possui uma posição privilegiada na geopolítica mundial e na transição para uma economia de baixo carbono, por contar com uma matriz energética muito mais limpa do que a da média dos países. Enquanto, no mundo, o setor de Energia responde por 76% das emissões de gases de efeito estufa, essa participação, no Brasil, é de 18% e, deste total,<strong> 15% dizem respeito à indústria de óleo e gás</strong>.</p>
<p>Almeida Neto destacou a forte presença dos <strong>biocombustíveis</strong> no mercado interno, um fator de vantagem para o Brasil em comparação com os demais países. A expectativa do presidente do IBP é de que, com essa característica, o País caminhe para uma transição diferente da conduzida nos países da OCDE, aliando os recursos naturais disponíveis com outras soluções adotadas no exterior.</p>
<p>“Entramos de cabeça na <strong>transição energética</strong>, que é muito cara à indústria de petróleo e gás. Mas fazemos isso com bases científicas. O jogo é aberto, franco, com os dados sobre a mesa. O IBP acredita que o Brasil pode ser um paradigma para o mundo”, disse Almeida Neto.</p>
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