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	<title>eólicas offshore &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Posicionamento IBP &#8211; Aprovação do PL de Eólicas Offshore</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 12:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) avalia que a aprovação do Projeto de Lei 576/2021, que define diretrizes para o aproveitamento do potencial de energia offshore no Brasil, representa um importante avanço na política pública nacional pela transição energética justa e pelo combate ao aquecimento global. No papel de principal porta-voz das empresas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) avalia que a aprovação do <strong>Projeto de Lei 576/2021</strong>, que define diretrizes para o aproveitamento do potencial de energia offshore no Brasil, representa um importante avanço na política pública nacional pela transição energética justa e pelo combate ao aquecimento global. No papel de principal porta-voz das empresas do setor de energia, o IBP entende que a iniciativa fortalece o Brasil como ator relevante para a COP30, que será realizada no país em 2025.</p>
<p>Este é um marco que ratifica o compromisso do país com a agenda da descarbonização da economia e abre uma oportunidade gigantesca para a atração de novos investimentos. As eólicas offshore representam uma nova indústria com grande potencial e oportunidade para consolidar o Brasil como protagonista no cenário global de energias renováveis, com grande potencial de geração de emprego e renda. Para cada <strong>1 GW de geração eólica offshore</strong>, projeta-se a criação de <strong>14.600 postos de trabalho</strong> ao longo de toda cadeia produtiva, que vai desde a fabricação das turbinas até o descomissionamento de áreas anos depois.</p>
<p>Vale ressaltar também as vantagens das eólicas offshore sob a ótica de segurança energética em um cenário de crescimento acelerado da economia e reindustrialização verde. Nesse contexto, o setor de óleo e gás tem grande sinergia com o segmento eólico, especialmente pela sua expertise e conhecimento acumulado nas suas operações offshore.</p>
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		<title>A necessária aprovação da regulação de Eólicas Offshore</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 19:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A consolidação de uma economia de baixo carbono demanda a diversificação de fontes de energia renovável de maneira gradual, além de viável técnica e economicamente. No processo de transição energética, em que o setor de óleo e gás tem papel estratégico no desenvolvimento de novas soluções e tecnologias, a geração de energia via eólicas offshore [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A consolidação de uma economia de baixo carbono demanda a diversificação de fontes de energia renovável de maneira gradual, além de viável técnica e economicamente. No processo de transição energética, em que o setor de óleo e gás tem papel estratégico no desenvolvimento de novas soluções e tecnologias, a geração de energia via eólicas offshore é fundamental para a segurança energética e a redução de emissões.</p>
<p>Nesse contexto, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal representante do setor de petróleo, gás e energia, ressalta a urgência  de se aprovar, ainda este ano, o <strong>Projeto de Lei 576/21</strong>, que regula as atividades de eólicas offshore e está em tramitação no Senado.</p>
<p>A expectativa é que, com a aprovação do PL, em 2024, seja possível realizar o primeiro leilão de área de eólicas offshore no Brasil já em 2025, ocasião em que Brasil irá sediar a COP 30, com um potencial de gerar R$ 25 bilhões de investimentos nos próximos quatro anos, além de milhares de novos empregos. A criação do arcabouço regulatório é vista como marco-chave para alavancar o mercado de eólicas offshore e trazer esses investimentos para o Brasil e gerar novos empregos na nova economia de baixo carbono.</p>
<p>Dados do IBAMA mostram que o país tem 243 GW em projetos de eólica offshore com licenciamento ambiental em andamento. Isso mostra que empresas e investidores apostam no potencial brasileiro, mas para construir um mercado sustentável e com segurança jurídica é preciso criar um marco regulatório.</p>
<p>Caso o PL não seja aprovado em 2024, o Brasil corre o risco de atrasar a organização do leilão, adiando o início de quase 100 projetos em fase de estudos e licenciamento no IBAMA, a atração de capital e, até mesmo, perdendo esses investimentos para mercados que estão em um estágio regulatório mais avançado.</p>
<p>As eólicas offshore representam uma nova indústria com grande potencial no país e oportunidade para consolidar o Brasil como protagonista no cenário global de energias renováveis. Além das vantagens climáticas da energia gerada pelas eólicas offshore, essa nova indústria é um importante vetor para geração de emprego e renda.</p>
<p>De acordo com relatório do Banco Mundial, o Brasil tem potencial para criar mais de 516 mil empregos equivalentes em tempo integral até 2050, com um valor agregado bruto de US$ 168 bilhões com o desenvolvimento da energia eólica offshore. Estima-se que, para cada 1 GW de geração eólica <em>offshore</em>, são criados 14.600 postos de trabalho ao longo de toda cadeia produtiva, que vai desde a fabricação das turbinas até o descomissionamento de áreas anos depois.</p>
<p>É importante destacar que o Brasil possui condições ideais para explorar o potencial dessa fonte energética, pois possui uma extensa região costeira de 7.491 km e 3,6 milhões de km² de espaço marítimo.</p>
<p>Vale ressaltar também as vantagens das eólicas offshore sob a ótica de segurança energética em um cenário de crescimento acelerado da economia e reindustrialização verde. Nesse contexto, o setor de óleo e gás tem grande sinergia com o segmento eólico, especialmente pela sua expertise e todo o conhecimento acumulado nas suas operações offshore. Desta forma, está preparado para atuar no desenvolvimento desta nova fonte de energia.</p>
<p>O IBP ressalta seu compromisso com o desenvolvimento com a transição energética, apoiando o PL 576/21, especialmente pelas medidas de estímulo ao aumento da geração de energia por fontes renováveis, consolidando o Brasil como um dos líderes do desenvolvimento de uma economia global de baixo carbono.</p>
<p>Por fim, o Instituto reforça que a demora na estruturação de um arcabouço regulatório consistente pode levar os investidores internacionais, pressionados por prazos cada vez mais curtos para a descarbonização, priorizarem investimentos em outros países, levando a um subaproveitamento da fonte no Brasil.</p>
<p>As eólicas offshore serão um marco importante a ser apresentado pelo Brasil na COP 30, mostrando o compromisso do País com a descarbonização, definido na COP 28 em Dubai.</p>
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		<title>Posicionamento IBP &#8211; PL Eólicas Offshore</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/posicionamento-ibp-pl-eolicas-offshore/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 14:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O Projeto de Lei 576/21 será votado no dia 28 de novembro, a partir das 16 horas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal representante das empresas do setor, apoia a construção do arcabouço regulatório das atividades de eólicas offshore, em discussão no Projeto de Lei 576/21, sob relatoria do Deputado Federal, Zé Vitor (PL/MG), e enxerga como essencial a celeridade na discussão e aprovação do PL para o país criar um ambiente de negócios atrativo e aproveitar a janela de oportunidades que se abre com a difusão dessa fonte pelo mundo.</p>
<p>Desta forma, a demora na estruturação de um arcabouço regulatório consistente pode levar os investidores internacionais, pressionados por prazos cada vez mais curtos para a descarbonização, priorizarem investimentos em outros países, levando a um subaproveitamento da fonte no Brasil que, além das vantagens climáticas, pode ser um importante vetor para geração de empregos e rendas para os estados.</p>
<p>As eólicas offshore são uma nova indústria com grande potencial no país e uma oportunidade para consolidar o Brasil como grande ator no cenário global de energias renováveis em uma economia de baixo carbono. O setor de óleo e gás tem grande sinergia com o segmento eólico, especialmente pela sua expertise e todo o conhecimento acumulado nas suas operações offshore e está preparado para atuar no desenvolvimento desta nova fonte de energia.</p>
<p>A possibilidade do desenvolvimento de projetos utilizando infraestruturas existentes, como plataformas, é apenas um exemplo das vantagens competitivas que a indústria de óleo e gás pode oferecer para a implantação das atividades de eólicas offshore.</p>
<p>Importante destacar que, além das vantagens das eólicas offshore sob a ótica climática e de segurança energética em cenários de crescimento acelerado da economia e reindustrialização verde, há ainda as vantagens socioeconômicas. Para cada 1 GW de geração eólica offshore, são proporcionados 14.600 postos de trabalho, ao longo de toda cadeia produtiva, que vai desde a fabricação das turbinas até o descomissionamento de áreas anos depois.</p>
<p>Por fim, o IBP reforça seu apoio a aprovação imediata do PL 576/21, criando um ambiente regulatório que traz segurança jurídica aos investidores e possibilita destravar investimentos para a difusão das eólicas offshore no país, gerando emprego e renda e contribuindo com a industrialização do Brasil.</p>
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		<title>Inovação e mudanças regulatórias são necessárias para desenvolver hubs de CCUS e eólicas offshore</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/inovacao-e-mudancas-regulatorias-sao-necessarias-para-desenvolver-hubs-de-ccus-e-eolicas-offshore/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 21:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CCUS]]></category>
		<category><![CDATA[economia circular]]></category>
		<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[ESG Energy Forum IBP]]></category>

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		<description><![CDATA[Inovação e mudanças regulatórias são necessárias para desenvolver hubs de CCUS e eólicas offshore Dois temas, as mudanças regulatórias e o emprego da inovação, dominaram os debates para a criação de um hub de CCUS (captura e armazenamento de CO2) no Brasil, país visto com grande potencial de descarbonização pelo mercado internacional, no segundo dia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Inovação e mudanças regulatórias são necessárias para desenvolver hubs de CCUS e eólicas offshore</em></p>
<p>Dois temas, <strong>as mudanças regulatórias e o emprego da inovação</strong>, dominaram os debates para a criação de um <strong>hub de CCUS (captura e armazenamento de CO2) no Brasil,</strong> país visto com grande potencial de descarbonização pelo mercado internacional, no segundo dia do ESG Energy Forum, promovido pelo IBP.</p>
<p><strong>Mariana França, superintendente Adjunta de Tecnologia e Meio Ambiente da ANP</strong>, disse que a agência está trabalhando para facilitar a implementação de hubs CCUS no país, por meio dos recursos obrigatórios recolhidos pelo setor de óleo e gás e destinados à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. “Podemos ajudar a diminuir os custos dos hubs de grande escala, como é feito em outros países.”</p>
<p>No campo da inovação, <strong>Cassiane Nunes, gerente de Suporte e Portfólio de Pesquisa da Repsol Sinopec Brasil</strong>, explicou que a companhia dedica 50% dos recursos de pesquisas em processos de descarbonização e energia renovável, com ações inéditas no Brasil – como a primeira unidade de captura de CO2 a operar em um ambiente subtropical. “Todas as unidades deste tipo operam hoje no hemisfério norte.”</p>
<p>Já na área regulatória, a <strong>Isabela Morbach, CEO da CCS Brasil,</strong> afirmou que o projeto de lei que pretende regular o mercado de carbono no Brasil foi “muito feliz” ao prever a necessidade de uso comum da infraestrutura de transporte e armazenamento, o que facilita investimentos.</p>
<p>Em outra frente de inovação do setor, o debate sobre eólicas offshore também ganhou atenção no evento. A ausência de um marco legal para essas instalações tem postergado projetos no Brasil. De acordo com <strong>Fernanda Scoponi, gerente sênior da TotalEnergies</strong>, o país conta com uma costa de 8 mil km de extensão e água rasas, profundidade ideal para implantação de empreendimentos a menores custos e com viabilidade técnica.</p>
<p><strong>Alex Gasparetto, gerente setorial de Diversificação de Negócios e Parcerias da Petrobras</strong>, disse que a companhia vai “direcionar os esforços em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) e intensificar ações” em eólicas offshore. “Estamos olhando para esse setor com a intenção de fazer parte desse novo modelo de energia no país.”</p>
<p><strong>BNDES</strong></p>
<p>O papel do financiamento a projetos de descarbonização também teve espaço nas discussões. <strong>Carla Gaspar Primavera, Superintendente da Área de Energia do BNDES</strong>, ressaltou que <strong>o Brasil já é uma “potência verde”, mas ainda há oportunidades para avançar e liderar a “revolução” rumo a economia de baixo carbono</strong>. “Nossos recursos mais competitivos serão direcionados para a economia verde e a transição justa.”</p>
<p>Primavera também destacou iniciativas do BNDES como o inventário de emissões e produtos financeiros para o desenvolvimento de projetos sustentáveis. “<strong>Conseguimos captar em moeda forte e aplicar em projetos de empresas nacionais, com foco em clima e biodiversidade</strong>”, complementou a executiva, durante o painel “A visão ESG do BNDES para futuro verde, digital, inclusivo e tecnológico.”</p>
<p>A <strong>diretora-executiva de Downstream do IBP, Valéria Lima</strong>, destacou o papel do BNDES, aliado do setor produtivo, “deixa clara a importância da integração das agendas econômica, social e ambiental para alcançar os objetivos de sustentabilidade da ONU.”</p>
<p>Para <strong>Elisa Salomão Lage, chefe de departamento de Gás, Petróleo e Navegação do BNDES</strong>, a segurança energética é “muito importante” e o banco seguirá financiando setores como o de óleo e gás, mas com metas estabelecidas de redução de emissões para os empreendimentos e a busca por cooperação com o reflorestamento e as soluções baseadas na natureza.</p>
<p><strong>Esther Unzueta, Líder de Financiamento Sustentável do Santander</strong>, afirmou que o banco tem foco em energias alternativas, mas segue com financiamentos a outros setores, como o de óleo e gás. “O que mudou é que passamos a analisar [na concessão de crédito] a eficiência e a redução das emissões das companhias.”</p>
<p><strong>Cesar Sanches, superintendente de Sustentabilidade da B3</strong>, considera que há uma grande disponibilidade de recursos no mundo para investimentos em energias renováveis e soluções para transição energética. O Brasil, diz, tem “enorme potencial” para atrair esses recursos que consideram padrões ESG – que somam cerca de US$ 40 bilhões, um terço do total.</p>
<p><strong>ECONOMIA CIRCULAR</strong></p>
<p>A contribuição do setor de downstream para a agenda ESG também foi destaque no seminário. No painel “Economia circular – o caso de sucesso da indústria brasileira de lubrificantes em ESG”, <strong>Alexandre Bassaneze, CEO da ICONIC,</strong> enfatizou que o segmento tem tecnologia que permite a troca de óleo de um veículo a cada 15 mil km, ante 3 mil km no passado. “Ampliamos em cinco vezes o intervalo de troca”.</p>
<p>Para Valéria Lima, diretora-executiva de Downstream do IBP, “a economia circular tem o propósito de desvincular o crescimento de consumo de novos recursos, que envolve toda uma transformação em cada um dos elementos do sistema tirar-fabricar-dispensar”.</p>
<p>O ESG Energy Forum conta com o patrocínio master da Petrobras; o patrocínio platinum da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), SBM Offshore, Shell e da TotalEnergies; o patrocínio ouro da BlueShift Brasil, ExxonMobil, Ipiranga, PetroRecôncavo, Repsol Sinopec Brasil e da Trident Energy; patrocínio prata da Naturgy, SLB e do Mattos Filho; e o patrocínio bronze da Vibra, Constellation, OceanPact, Aker Solutions, e do Porto do Açu. Além do apoio do Governo Federal, o evento contará com a parceira de mídia da epbr, apoio de mídia da Brasil Energia, TN Petróleo e da Petro&amp;Química, e apoio institucional da Proactiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Eólica offshore brasileira em destaque durante a OTC Houston</title>
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		<pubDate>Thu, 04 May 2023 20:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[OTC]]></category>
		<category><![CDATA[OTC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o painel “Eólica offshore brasileira na matriz de energia” na Offshore Technology Conference (OTC 2023), maior feira do setor de óleo e gás do mundo que ocorre em Houston (EUA), especialistas e lideranças de empresas brasileiras reforçaram a necessidade de aumentar a geração de energia pelo vento em alto mar — a eólica offshore. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o painel “<strong>Eólica offshore brasileira na matriz de energia</strong>” na Offshore Technology Conference (OTC 2023), maior feira do setor de óleo e gás do mundo que ocorre em Houston (EUA), especialistas e lideranças de empresas brasileiras reforçaram a necessidade de <strong>aumentar a geração de energia pelo vento em alto mar</strong> — a eólica offshore. Um mercado que deve <strong>atrair US$ 1 trilhão em investimentos globais</strong> na próxima década, segundo a consultoria Wood Mackenzie.</p>
<p>O Brasil tem um <strong>potencial de geração de 700 GW em eólicas offshore</strong>, em produção com profundidade de até 50 metros, o equivalente a <strong>50 usinas hidrelétricas como a de Itaipu</strong>. Atualmente há cerca de 177 GW em projetos de eólica offshore com processo de licenciamento ambiental no país, o que mostra o interesse do mercado em desenvolver a energia aqui. <strong>Cada 1 GW de geração de energia eólica offshore pode criar até 14.600 postos de trabalho na cadeia produtiva do segmento</strong>, de acordo com um estudo dinamarquês.</p>
<p>“Esse é um novo segmento global que encontra no Brasil <strong>perspectivas favoráveis do ponto de vista de infraestrutura, capacidade técnica e estabilidade jurídico-regulatória</strong>. O ambiente no Brasil para o avanço das eólicas offshore é um dos mais atrativos do mundo”, disse Fernanda Delgado, diretora-executiva corporativa do Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás (IBP), na OTC.</p>
<p>Para <strong>Fernanda Scoponi</strong>, gerente de desenvolvimento de negócios em eólica offshore da TotalEnergies no Brasil, o país precisa construir um arcabouço regulatório. “Um dos desafios é o aspecto regulatório, com a constituição dos primeiros leilões, com critérios técnicos e econômicos. Do ponto de vista empresarial, a estabilidade das regras incentiva o investimento, com competitividade entre os players”.</p>
<p>O Brasil discute a criação de um arcabouço regulatório para o segmento. Atualmente, o <strong>Projeto de Lei 576/2021</strong> que trata do tema, está em tramitação na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Acesse aqui nossas <a href="https://www.linkedin.com/company/ibpbr/about/">redes sociais</a> e acompanhe a cobertura que o IBP realizou.</p>
<p><strong><a href="https://otcbrasil.org/">OTC Brasil 2023</a></strong></p>
<p>Organizado pelo <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> e pela <strong>Offshore Technology Conference (OTC)</strong>, o evento será realizado entre <strong>24 e 26 de outubro de 2023</strong>, na <strong>Expomag</strong>, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Posicionamento IBP – Arcabouço regulatório para energia eólica offshore</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 16:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[nota técnica]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) atua em conjunto com seus associados no desenvolvimento de um mercado de óleo e gás que garanta a segurança energética, o acesso à energia a custos razoáveis e em direção a uma economia de baixo carbono, gerando benefícios amplamente reconhecidos pela sociedade. Nesse contexto, o IBP reforça [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) atua em conjunto com seus associados no desenvolvimento de um mercado de óleo e gás que garanta a <strong>segurança energética, o acesso à energia a custos razoáveis e em direção a uma economia de baixo carbono</strong>, gerando benefícios amplamente reconhecidos pela sociedade.</p>
<p>Nesse contexto, o IBP reforça a necessidade da criação de um <strong>arcabouço regulatório no segmento de eólicas <em>offshore</em></strong> que possibilite o país avançar nesta área. No Congresso existem discussões para a construção de uma regulamentação da atividade, como o Projeto de Lei 576 de 2021, em tramitação na Câmara dos Deputados.</p>
<p>É importante ressaltar que <strong>o PL não configura nenhuma reserva de mercado</strong>. É preciso que o debate sobre o arcabouço regulatório seja levado adiante para que o país não perca as janelas de oportunidades para ampliar o desenvolvimento e a diversidade de fontes de energias renováveis mais limpas.</p>
<p>Uma <strong>nova fronteira energética é eólica <em>offshore</em></strong> que terá importante papel no processo da <strong>transição energética</strong> em curso, além de trazer benefícios socioeconômicos como atração de mais investimentos, geração de receitas e de novos postos de trabalho.</p>
<p>Para que o Brasil se consolide como um dos líderes globais em geração de energia com base nas eólicas <em>offshore</em> é fundamental que tenhamos um ambiente de negócios atrativo, com regras claras, segurança jurídica e regulatória, que proporcione competitividade entre os agentes.</p>
<p>Confira <a href="https://www.ibp.org.br/publicacoes/nota-tecnica_eolicas-offshore/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a> a <a href="https://www.ibp.org.br/publicacoes/nota-tecnica_eolicas-offshore/" target="_blank" rel="noopener">Nota Técnica</a> produzida pelo IBP.</p>
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		<title>Nota Técnica &#8211; Eólicas offshore</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/publicacoes/nota-tecnica_eolicas-offshore/</link>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 15:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[nota técnica]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>

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		<title>GT Offshore Wind</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/comunidades/comissao/comissao-de-mudancas-climaticas/gt-eolicas-offshore/</link>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 20:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaise Temoteo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo desse GT é contribuir para a transição energética e atender os interesses específicos das empresas associadas, com foco na defesa dos aspectos técnicos, regulatórios, de sustentabilidade e de P&#038;D que criem condições para atração de investimentos através de um processo que ofereça segurança jurídica aos desenvolvedores para a cessão de uso da área [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo desse GT é contribuir para a transição energética e atender os interesses específicos das empresas associadas, com foco na defesa dos aspectos técnicos, regulatórios, de sustentabilidade e de P&#038;D que criem condições para atração de investimentos através de um processo que ofereça segurança jurídica aos desenvolvedores para a cessão de uso da área marítima que considere capacidade técnica, econômica e financeira para qualificação dos interessados e adote o critério de julgamento limitado ao maior valor oferecido para pagamento pela ocupação/retenção da área.</p>
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		<title>IBP recebe primeira reunião de 2023 do GT Offshore Wind</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-recebe-primeira-reuniao-de-2023-do-gt-offshore-wind/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 13:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Associados IBP]]></category>
		<category><![CDATA[Comissões IBP]]></category>
		<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) realizou, na última terça-feira (14), a primeira reunião presencial de 2023 do GT Offshore Wind. A abertura do encontro foi realizada pela diretora-executiva corporativa do Instituto, Fernanda Delgado, que reforçou a atuação do IBP, em parceria com a ABEEeólica, na agenda de trabalho do setor. A reunião [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> realizou, na última terça-feira (14), a primeira reunião presencial de 2023 do <strong>GT <em>Offshore Wind</em></strong>.</p>
<p>A abertura do encontro foi realizada pela diretora-executiva corporativa do Instituto, <strong>Fernanda Delgado</strong>, que reforçou a atuação do IBP, em parceria com a <strong>ABEEeólica</strong>, na agenda de trabalho do setor.</p>
<p>A reunião também contou com a participação do <strong>Alfredo Renault</strong>, superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que falou sobre a utilização da cláusula de PD&amp;I em projetos de <em>offshore wind</em>.</p>
<p>Os coordenadores dos subgrupos de trabalho do GT ainda relataram um panorama geral sobre suas perspectivas de atuação para o ano de 2023.</p>
<p>O <strong>GT <em>Offshore Wind</em> do IBP</strong> foi criado em 2022, com o objetivo de <strong>contribuir para a transição energética, focando na defesa de aspectos técnicos, regulatórios, de sustentabilidade e de P&amp;D no âmbito da energia eólica <em>offshore</em></strong>.</p>
<p>Se você tem interesse em participar do grupo de trabalho de <em>Offshore Wind</em> do IBP, entre em contato com a <strong>área de Relacionamento com Associados</strong> pelo e-mail <a href="mailto:relacionamento@ibp.org.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>relacionamento@ibp.org.br</strong></a> e saiba mais sobre esse e outros benefícios de ser um Associado.</p>
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		<title>Eólicas Offshore e o Setor de Óleo e Gás</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/publicacoes/eolicas-offshore-e-o-setor-de-oleo-e-gas/</link>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2023 18:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>
		<category><![CDATA[óleo e gás]]></category>

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