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	<title>ESG Energia e Negócios &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>ESG Energia e Negócios: IBP lança e-book com as principais discussões do evento</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 21:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está disponível para o público geral o “Cenários ESG”, um e-book que traz um compilado detalhado das dinâmicas atuais e futuras que moldam o setor de petróleo, gás e energia a partir dos debates da 2ª edição do “ESG Energia e Negócios”, realizado nos dias 27 e 28 de maio, no Rio de Janeiro. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível para o público geral o <strong>“Cenários ESG”</strong>, um e-book que traz um compilado detalhado das dinâmicas atuais e futuras que moldam o setor de petróleo, gás e energia a partir dos debates da 2ª edição do <strong>“ESG Energia e Negócios”</strong>, realizado nos dias 27 e 28 de maio, no Rio de Janeiro. O material está disponível <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2024/07/cenarios-esg-ebook-110724-compactado.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong> </a>para download exclusivo de participantes e associados.</p>
<p>Fruto de uma extensa revisão das discussões e tendências emergentes, bem como das demandas do mercado financeiro e de fundos de investimentos que impactam diretamente a indústria de energia no Brasil, o documento tem um foco particular nas estratégias e práticas sustentáveis e na governança ambiental, social e corporativa (ESG).</p>
<p>A publicação resgata destaques dos principais painéis e falas de palestrantes, além de trazer gráficos, projeções, dados e contextualização de conceitos. O seu intuito é que os leitores, assim como os agentes econômicos que estiveram ou não presentes no evento, tenham uma visão do papel da indústria de energia no Brasil sobre esse tema tão importante para o futuro da humanidade.</p>
<p>Acesse <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2024/07/cenarios-esg-ebook-110724-compactado.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong> </a>o e-book <strong>“Cenários ESG”</strong>.</p>
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		<title>ESG Energia e Negócios: IBP lança e-book com as principais discussões do evento</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 17:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[O material está disponível aqui para download exclusivo de participantes e associados IBP]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O IBP lançou, nesta quinta-feira, dia 11, o <strong>“Cenários ESG”</strong>, um e-book que traz um compilado detalhado das dinâmicas atuais e futuras que moldam o setor de petróleo, gás e energia a partir dos debates da 2ª edição do “ESG Energia e Negócios”, realizado nos dias 27 e 28 de maio, no Rio de Janeiro. O material está disponível <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2024/07/cenarios-esg-ebook-110724-compactado.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong> </a>para download exclusivo de participantes e associados.</p>
<p>Fruto de uma extensa revisão das discussões e tendências emergentes, bem como das demandas do mercado financeiro e de fundos de investimentos que impactam diretamente a indústria de energia no Brasil, o documento tem um foco particular nas estratégias e práticas sustentáveis e na governança ambiental, social e corporativa (ESG).</p>
<p>A publicação resgata destaques dos principais painéis e falas de palestrantes, além de trazer gráficos, projeções, dados e contextualização de conceitos. O seu intuito é que os leitores, assim como os agentes econômicos que estiveram ou não presentes no evento, tenham uma visão do papel da indústria de energia no Brasil sobre esse tema tão importante para o futuro da humanidade.</p>
<p>Acesse <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2024/07/cenarios-esg-ebook-110724-compactado.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui </a>o e-book “Cenários ESG”.</p>
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		<title>Brasil precisa regulamentar mercado de carbono para avançar na competição internacional</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/brasil-precisa-regulamentar-mercado-de-carbono-para-avancar-na-competicao-internacional/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2024 18:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto de lei sobre o tema tramita no Senado; mercados regulados de carbono já geram receitas de US$ 75 bilhões ao ano globalmente, segundo a consultoria Catavento Um importante estímulo para a promoção de iniciativas de descarbonização de empresas e para o atingimento de metas de redução de emissões do país é o mercado de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto de lei sobre o tema tramita no Senado; mercados regulados de carbono já geram receitas de US$ 75 bilhões ao ano globalmente, segundo a consultoria Catavento</em></p>
<p>Um importante estímulo para a promoção de iniciativas de descarbonização de empresas e para o atingimento de metas de redução de emissões do país é o mercado de carbono, que, no Brasil, ainda não está regulado.</p>
<p>Para Maria Izabel Ramos, gerente de Mercados de Carbono da Petrobras, é essencial acelerar a regulamentação do mercado de carbono pelo poder legislativo, com projeto que está em tramitação no Senado. “Há uma janela parlamentar pequena, em virtude da eleição municipal de 2024, para votação do projeto de lei no Senado”, ressaltou a executivo no painel “Riscos e Oportunidades do Mercado Regulado de Carbono no Brasil”, nesta terça (28) no ESG Energia &amp; Negócios, organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP).</p>
<p>Tamara Fain, sócia da Catavento Consultoria, destaca que países com legislação clara e definida já geram cerca de US$ 75 bilhões anualmente com seus sistemas de comércio de emissões com gerenciamento de órgão regulador e transações entre empresas. É ainda mais premente para o Brasil regulamentar esse mercado, segundo Fain, diante do fato de a União Europeia querer taxar produtos de países a partir do parâmetro do seu próprio mercado de carbono, o que afetará o custo de bens e serviços brasileiros.</p>
<p>Marina Westrupp Alacon Rayis, coordenadora de Sustentabilidade do Grupo Ultra, e Jeronimo Roveda, diretor da Aliança Brasil NBS, concordam que a ausência de regulamentação gera insegurança jurídica. Eles defendem que repasses de custos do carbono ao consumidor final, com método similar ao Uruguai, não devem ser implementados no Brasil.<br />
<strong><br />
Seguros e mudanças climáticas</strong><br />
O mercado de seguros está em transformação para atender novas demandas e necessidades da agenda ESG. Esse cenário foi mostrado em painel da manhã do segundo dia do ESG Energia e Negócios.</p>
<p>O Subsecretário de Planejamento de Longo Prazo do Ministério do Planejamento e Orçamento, André Luiz Campos de Andrade, mostrou como eventos climáticos vêm impactando a forma de proteção dos ativos. “Conhecer o cenário que estamos pisando, como estaremos reparando o país, estados e empresas é fundamental e precisa ser feito de maneira conjunta”.</p>
<p>Fernando Prado, CCO da Galcorr Seguros, enfatizou que a precificação dos seguros e a necessidade da atenção a agenda ESG está mudando devido às ocorrências climáticas. Prado destacou que muitas seguradoras recusam atender empresas que não adotam práticas ESG. “Hoje na operação do mercado o ESG deixou de ser um adicional. Se não tiver pauta ESG não segura”.</p>
<p><strong>Campos maduros e o ESG</strong><br />
A produção de campos maduros continua estratégica para o setor de óleo e gás brasileiro e cumpre importante papel para o desenvolvimento regional. Para Telmo Ghiorzi, presidente-executivo da Abespetro, um dos grandes desafios da indústria é tornar esses ativos produtivos. “Temos 600 mil empregos diretos e indiretos na cadeia produtiva como um todo. Estes últimos são fortemente afetados pelos campos maduros e estratégicos para os fornecedores”, ressaltou no painel sobre a revitalização de campos maduros.</p>
<p>A Petrobras mostrou que a Bacia de Campos é um ativo ainda muito valioso em seu portfólio e que conta com a previsão de investimentos de US$ 22 bilhões e 135 novos poços, segundo seu Plano Estratégico. O Gerente Geral de Concepção de Projetos de Águas Profundas da companhia, Denis Krambeck Dinelli, confirmou a estratégia. “Nos últimos 3,5 anos colocamos 47 novos poços em operação na Bacia de Campos. Produzimos cerca de 200 mil barris/dia em 2023.”</p>
<p>O presidente do IBP, Roberto Ardenghy, ressaltou, no encerramento do evento, a geração de conhecimento durantes os debates e os desafios e responsabilidades que o setor tem pela frente na jornada ESG &#8211; em temas como mercados de carbono, mitigação de emissões e uma transação energética justa e inclusiva.</p>
<p>A 2ª Edição do ESG Energia e Negócios consolidou o sucesso da última edição, com mais de 900 participantes de 14 estados brasileiros durante os dois dias de debates. O evento reuniu um público majoritariamente feminino, com 61% do total, e participantes em grande parte na faixa etária de 31 a 50 anos, sendo cerca de 60% destes profissionais ocupantes de cargos de gestão na indústria. Ao todo foram mais de 30 horas de conteúdo, com salas cheias e engajamento do público nos debates.</p>
<p><strong>Organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o ESG Energia e Negócios é patrocinado pela Petrobras, Equinor, ExxonMobil, Ipiranga, RepsolSinopec, Shell, Transpetro, Karoon Energy, Naturgy, OceanPact, Ocyan, SLB One Subsea, Shape e Subsea7.</strong></p>
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		<title>Projeto Combustível do Futuro é alavanca para novas rotas de produção de biocombustíveis</title>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 19:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[No ESG Energia e Negócios, setor de óleo e gás reforça a necessidade da aprovação do Projeto de Lei, assim como do marco regulatório do mercado de carbono, do hidrogênio verde e das eólicas offshore para avançar em descarbonização A diretora executiva de downstream do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Valéria Lima, defendeu [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>No ESG Energia e Negócios, setor de óleo e gás reforça a necessidade da aprovação do Projeto de Lei, assim como do marco regulatório do mercado de carbono, do hidrogênio verde e das eólicas offshore para avançar em descarbonização</em></p>
<p>A diretora executiva de downstream do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Valéria Lima, defendeu a aprovação em curto prazo do projeto de lei do Combustível do Futuro no Senado, que tem potencial para abrir espaço para novas rotas tecnológicas na produção de biocombustíveis e acelerar a descarbonização da matriz de transporte do país. </p>
<p>“Consideramos que deve ser analisado e aprovado antes do recesso parlamentar, porque é um marco muito importante para promover a redução da intensidade de carbono nos veículos e combustíveis”, destacou Lima. </p>
<p>Para ela, a transição energética ocorrerá em condições diferentes em cada região. Investimentos robustos, cadeias logísticas organizadas e rotas alinhadas às tecnologias verdes são fatores que devem ser levados em consideração para este processo, segundo a executiva. “O setor de transportes, especialmente no segmento de veículos pesados, não tem uma tecnologia [de descarbonização] vencedora neste momento. Este segmento responde por 19% da geração de emissões e 31% do consumo de combustíveis fósseis na cadeia de energia.”<br />
<strong><br />
Novas rotas tecnológicas </strong><br />
Rodrigo Herve Quaranta, coordenador de Assuntos Regulatórios em Biocombustíveis da Petrobras, considera importante ter um arcabouço regulatório abrangente para diferentes rotas tecnológicas, considerando produtos coprocessados em refinarias de petróleo para descarbonização. “Precisamos ter incentivos para combustíveis avançados, como vemos, por exemplo, nos Estados Unidos, Alemanha, Indonésia”, analisa. </p>
<p>A Petrobras desenvolve um programa de biorefino de US$ 1,5 bilhão para a construção de plantas de HVO (biocombustível coprocessado em refinarias de petróleo) e SAF (sigla em inglês para Sustainable Aviation Fuel) – usado na aviação.<br />
Já Luciano Correa, Gerente de Relações Externas e Mercado de Combustíveis e Energia da Raízen, afirma que a empresa está investindo em R$ 24 bilhões em etanol de segunda geração para ser exportado e direcionado para produção de SAF. “Precisamos de um mosaico de soluções para a transição energética”, avalia. </p>
<p>Rafael Luchini Alves Costa, Gerente Executivo de Relações Institucionais e Governamentais do Grupo Ultra, concorda que não há uma solução única para substituir o consumo de combustíveis fósseis. “Isso não ocorrerá no curto prazo. Não há como descartar a produção de petróleo de forma imediata. Além disso, defendemos novas rotas para a produção de biocombustíveis”.<br />
<strong><br />
Novas tecnologias e regulação</strong><br />
Assim como nas novas rotas de biocombustível, Daniel Maia, diretor da ANP, destacou a necessidade de avançar no Congresso os marcos legais de hidrogênio verde, geração eólica offshore e do mercado de carbono para o país ter competitividade no cenário global, durante o painel “O papel do órgão regulador em prol da sustentabilidade, competividade e atração de investimentos no Brasil”. </p>
<p>Tabita Loureiro, diretora técnica e presidente interina da PPSA, reforçou, por sua vez, que não existe competitividade sem previsibilidade jurídica por parte do órgão regulador. “O investidor precisa ter normas claras para realizar aportes no país. O Brasil está competindo globalmente neste segmento de soluções de baixo carbono. Não há como competir com os 80% de subsídios da Noruega e mais de US$ 300 bilhões de incentivos dos Estados Unidos. Por isso, precisamos ter regras fortes e órgão regulador eficiente”, analisa.</p>
<p>Claudia Rabello, Diretora Executiva Corporativa do IBP, destacou a importância do setor de petróleo durante a atual fase de transição energética, que deve ser justa e inclusiva e de logo prazo.<br />
<strong><br />
Setor de óleo e gás e seus compromissos com redução de emissões</strong><br />
No encerramento do primeiro dia do ESG Energia e Negócios, nesta segunda-feira (27), o debate girou em torno dos desafios do cumprimento das metas dos acordos climáticos, no contexto da COP 28 e do Acordo de Paris e papel do setor de óleo e gás nesse processo.</p>
<p>Thad Segal, Diretor Sênior Global de Transição Energética da ExxonMobil, destacou que as empresas de óleo e gás buscam cada vez mais projetos renováveis e de redução de emissões, como CCUS e hidrogênio. </p>
<p>Viviana Coelho, Gerente Executiva de Mudança do Clima da Petrobras, disse que a empresa busca novos negócios para se posicionar em renováveis e já reduziu 40% a sua emissão absoluta.</p>
<p>Felipe Salgado, Diretor de Descarbonização da KPMG, chamou a atenção para a importância da redução também das emissões de metano, gás de efeito das mudanças climáticas. Já Roberto Schaeffer, professor do CENERGIA/COPPE/UFRJ, disse que o setor de óleo e gás precisa pensar oportunidades de negócios de energia para gerar a emissão negativa. </p>
<p><strong>Diversidade</strong><br />
Na abertura do segundo dia do evento, Clarice Coppetti, Diretora Executiva de Assuntos Corporativos da Petrobras, destacou outros aspectos da agenda ESG: os esforços da empresa na implementação de políticas de diversidade e igualdade.  A executiva apresentou metas da companhia de aumentar participação de mulheres e de pessoas negras e pardas para 25% da força de trabalho. “É importante destacar que é uma jornada. Nessa agenda não podemos pegar atalhos, todos que trabalham com ESG nas empresas sabem disso”, enfatizou a diretora da Petrobras.</p>
<p>Organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o ESG Energia e Negócios é patrocinado pela Petrobras, Equinor, ExxonMobil, Ipiranga, RepsolSinopec, Shell, Transpetro, Karoon Energy, Naturgy, OceanPact, Ocyan, SLB One Subsea, Shape e Subsea7.</p>
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		<title>ESG Energia e Negócios: Confira os destaques do segundo dia</title>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 13:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Petrobras reforça compromisso com a agenda ESG O desenvolvimento de ações da agenda ESG na Petrobras foi destaque na abertura do segundo dia do ESG Energia e Negócios. Clarice Coppetti, Diretora Executiva de Assuntos Corporativos da Petrobras, destacou os esforços da empresa na implementação de políticas de diversidade e igualdade. A executiva apresentou as metas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Petrobras reforça compromisso com a agenda ESG</strong><br />
O desenvolvimento de ações da agenda ESG na Petrobras foi destaque na abertura do segundo dia do ESG Energia e Negócios. Clarice Coppetti, Diretora Executiva de Assuntos Corporativos da Petrobras, destacou os esforços da empresa na implementação de políticas de diversidade e igualdade.</p>
<p>A executiva apresentou as metas da companhia de aumentar a participação de mulheres e pessoas negras e pardas para 25% da força de trabalho. “É importante destacar que é uma jornada. Nessa agenda, não podemos pegar atalhos, todos que trabalham com ESG nas empresas sabem disso”, enfatizou a diretora da Petrobras.</p>
<p>Coppetti ainda ressaltou as ações da empresa voltadas especialmente ao cuidado com as pessoas, como a criação de uma gerência de direitos humanos e a intensificação das políticas de diversidade. “Além disso, criamos uma estrutura de acolhimento para vítimas de assédio e reforçamos nosso compromisso com a vida”, concluiu.</p>
<p><strong>Desafios do setor de seguros na agenda ESG</strong><br />
O mercado de seguros está em transformação para atender novas demandas e necessidades da agenda ESG. Esse cenário foi mostrado no painel “Integrando ESG no setor de seguro: Desafios e oportunidades para a sustentabilidade, resiliência e responsabilidade civil dos administradores”.</p>
<p>O Subsecretário de Planejamento de Longo Prazo do Ministério do Planejamento e Orçamento, André Luiz Campos de Andrade, mostrou como eventos climáticos vêm impactando a forma de proteção dos ativos. “Conhecer o cenário que estamos atuando e como estaremos reparando o país, estados e empresas é fundamental e precisa ser feita de maneira conjunta”.</p>
<p>Fernando Prado, CCO da Galcorr Seguros, enfatizou que a precificação dos seguros e a necessidade da atenção à agenda ESG estão mudando devido às ocorrências climáticas. Ele destacou que muitas seguradoras se recusam a atender empresas que não adotam práticas ESG. “Hoje, na operação do mercado, o ESG deixou de ser um adicional. Se não tiver pauta ESG, não há seguro”.</p>
<p>Alessandro Gratão Marques, Sócio Líder de FIDS no Brasil da Grant Thornton, explicou que o mercado de seguros no Brasil está evoluindo na adoção de medidas relacionadas à agenda ESG. “Estamos nos reinventando a partir dos eventos ocorridos. Temos visto empresários se movimentando na parte preventiva”.</p>
<p>Para Yves Lima, Head de Linhas Financeira da Howden Brasil, o mercado está avançando na construção de uma cultura de proteção no setor público. “Hoje, no Brasil, não temos a cultura da proteção ao gestor público. O orçamento público no país não está protegido por seguro, como ocorre em outros países”.</p>
<p><strong>IBP espera aprovação do Combustível do Futuro antes do recesso parlamentar</strong><br />
A Diretora Executiva de Downstream do IBP, Valéria Lima, defendeu a aprovação, em curto prazo, do projeto de lei do Combustível do Futuro no Senado, a fim de abrir espaço para novas rotas da produção de biocombustíves. “Consideramos que deve ser analisado e aprovado antes do recesso parlamentar”, comentou a executiva durante o painel “A descarbonização no setor de transportes: os caminhos para ampliar a oferta de renováveis”.</p>
<p>Rafael Luchini Alves Costa, Gerente Executivo de Relações Institucionais e Governamentais do Grupo Ultra, indicou não haver uma solução única para substituir o consumo de combustíveis fósseis e isso não ocorrerá no curto prazo.</p>
<p>Luciano Correa, Gerente de Relações Externas e Mercado de Combustíveis e Energia da Raízen, afirmou que a empresa está investindo R$ 24 bilhões em etanol de segunda geração para exportação e produção de SAF. Ele acredita em um mosaico de soluções para a transição energética.</p>
<p>Segundo Rodrigo Herve Quaranta, Coordenador de Assuntos Regulatórios em Biocombustíveis da Petrobras, a empresa está desenvolvendo um programa de biorrefino de US$ 1,5 bilhão para construção de plantas de HVO e SAF. Ele ainda destacou que o Brasil é uma potência em biocombustível.</p>
<p>Por fim, Daniel Maia, diretor técnico da ANP, analisou que a certificação verde será essencial para o futuro do mercado de combustíveis, representando um desafio também para o regulador.</p>
<p><strong>ANP reforça parcerias e ações para promover regulamentação de CCUS e hidrogênio </strong><br />
Daniel Maia, diretor da ANP, indicou que o Brasil precisa avançar na aprovação dos marcos regulatórios do hidrogênio verde, das eólicas offshore e do mercado de crédito de carbono para ter competitividade no cenário global. Contudo, a agência já lançou um relatório de CCUS antecipando o marco legal para apoiar a regulamentação de iniciativas nesse campo. O diretor apresentou as ações durante o painel “O papel do órgão regulador em prol da sustentabilidade, competividade e atração de investimentos no Brasil”.</p>
<p>Tabita Loureiro, Diretora Técnica e presidente interina da PPSA, reforçou que não existe competitividade sem previsibilidade jurídica por parte do órgão regulador. “O investidor precisa ter normas claras para realizar aportes no país. O Brasil está competindo globalmente neste segmento de soluções de baixo carbono. Não há como competir com os 80% de subsídios da Noruega e mais de US$ 300 bilhões de incentivos dos Estados Unidos. Por isso, precisamos ter regras fortes e um órgão regulador eficiente”, analisou.</p>
<p>Na moderação, Claudia Rabello, Diretora Executiva Corporativa do IBP, defendeu a produção com sustentabilidade e direcionamento de investimentos mais robustos em uma transição energética justa de longo prazo. “Este timing ainda não está definido, mas a produção de petróleo e gás ainda fará parte deste cenário, mesmo com transição energética”, comentou.</p>
<p>Daniela Russio, Gerente de Assuntos Regulatórios de Upstream da Shell, concordou que é necessário ter políticas claras para um plano de investimento a longo prazo. Meg Montana, Gerente de Relações Externas da Karoon Energy, indicou que a empresa está atuando em três programas de pesquisa e desenvolvimento, desde 2023, reforçando a inserção de startups para um progresso mais rápido de inovações de baixo carbono. Meg defendeu a aprovação do marco do carbono ainda em 2024.</p>
<p><strong>Revitalização de campos maduros: estratégia crucial para a sustentabilidade e o crescimento do setor de óleo e gás no Brasil</strong><br />
A produção de campos maduros continua estratégica para o setor de óleo e gás brasileiro. Telmo Ghiorzi, Presidente Executivo da ABESPETRO, destacou que um dos grandes desafios da indústria é tornar esses ativos produtivos. “Temos 600 mil empregos diretos e indiretos na cadeia produtiva como um todo. Esses empregos são fortemente impactados pelos campos maduros, que são estratégicos para os fornecedores”, ressaltou durante o painel sobre a revitalização de campos maduros.</p>
<p>A Petrobras enfatizou a importância da Bacia de Campos, que ainda é um ativo valioso em seu portfólio. De acordo com seu plano estratégico, a empresa prevê investimentos de US$ 22 bilhões e a perfuração de 135 novos poços. O Gerente Geral de Concepção de Projetos de Águas Profundas da companhia, Denis Krambeck Dinelli, confirmou a estratégia de investimentos robustos. “Nos últimos 3,5 anos colocamos 47 novos poços em operação na Bacia de Campos. Produzimos cerca de 200 mil barris/dia em 2023”.</p>
<p>Ricardo Mucci, Country Manager da BW Energy, disse que a empresa vê o Brasil como parte relevante do seu portfólio. “Queremos expandir nossas ações no Brasil e estamos procurando novos ativos no país”. Atualmente, a empresa possui ativos nas Bacias de Campos e do Espírito Santo.</p>
<p>Felipe Wigg de Araújo, Chief Human Resources Officer da PetroReconcavo, ressaltou a importância do capital humano para o setor. “Estamos criando uma universidade corporativa para reforçar a tradição da companhia em formar profissionais”.</p>
<p>Alexandra Garchet, Diretora Jurídica e de ESG da Origem Energia, mostrou que a empresa está investindo em novos modelos de negócios, como a estocagem de gás natural. “É importante para equilibrar a oferta e a demanda e é uma alternativa bastante segura. Além disso, o CCUS está no nosso radar”, disse.</p>
<p><strong>O evento contou com patrocínios de grandes empresas do setor, incluindo Petrobras, Equinor, ExxonMobil, Ipiranga, RepsolSinopec, Shell, Transpetro, Karoon Energy, Naturgy, OceanPact, Ocyan, SLB One Subsea, Shape e Subsea7, além da participação do Governo Federal. </strong></p>
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		<title>ESG Energia e Negócios: Confira os destaques do primeiro dia</title>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2024 20:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[IBP President Roberto Ardenghy says that the transition must be balanced so as not to create a scenario of energy poverty; the event takes place this Monday (27) and Tuesday (28) in Rio de Janeiro]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do IBP, Roberto Ardenghy, ressaltou, na abertura do ESG Energia e Negócios, que a “transição energética tem de ser equilibrada de modo a não gerar um cenário de pobreza energética”, considerando a realidade e o estágio de desenvolvimento do país. “É um processo que tem de ser justo e equilibrado para não excluirmos milhares de pessoas, não só no Brasil, mas em diversos países. Não basta importar soluções que servem para outros países.”</p>
<p>O executivo ressaltou ainda as ações do setor no campo de novas tecnologias para a descarbonização de seus processos e que a agenda ESG está incorporada nas empresas do setor.</p>
<p>Durante a sessão a abertura, também foram abordados temas como a necessidade de avançar na regulação ambiental e o destaque que a agenda ESG (de combate às mudanças climáticas e à pobreza) terá nas discussões do G-20.</p>
<p><strong><em>&#8220;A transição justa precisa tem de fornecer meios para a sociedade acessar a energia”</em></strong><br />
Uma transição energética justa para toda a sociedade foi tema central do painel na manhã do primeiro dia do evento. Raquel Coutinho, Gerente de Descarbonização do Portfólio, Cadeia de Valor e Produtos da Petrobras, destacou que “a transição justa precisa fornecer meios para a sociedade acessar a energia”.</p>
<p>Alexandre Szklo, professor da COPPE/UFRJ, mostrou que o setor produtivo tem potencial para descarbonizar ainda mais suas operações e “se transformar em um grande absorvedor de gases de efeito estufa”, disse.</p>
<p>Ana Cupelo, líder de sustentabilidade da Equinor, lembrou que a transição energética precisa ser planejada e equilibrar investimentos entre projetos de óleo e gás e em energias renováveis.</p>
<p>Yuri Orse, Diretor da Cadeia de Renováveis da Acelen Renováveis, destacou a liderança do Brasil na descarbonização por meio dos biocombustíveis. “Acreditamos em soluções como diesel verde e SAF. Temos ainda projetos com recuperação de terras degradadas, que, além de energia, geram desenvolvimento econômico”.</p>
<p>Para Fernanda Britto, Partner de ESG &amp; Climate Change, da consultoria ERM, a “transição justa é colocar as pessoas no centro das decisões. Além disso, é preciso atuar pensando nos novos negócios e nos riscos embutidos neles”.</p>
<p><strong><em>&#8220;ANP avalia que existe gap nos projetos de lei de CCUS no Brasil”</em></strong><br />
O desenvolvimento de um ecossistema de conhecimento entre os setores público e privado para empreendimentos de captura e armazenamento de carbono (CCUS), e a aprovação de um marco regulatório com regras claras e objetivas para o licenciamento dos projetos de crédito de carbono, são essenciais para fomentar investimentos no mercado de CCUS no Brasil. Esse foi o ponto de vista do diretor de Tecnologia e Meio Ambiente da ANP, Raphael Moura, durante o painel “Modelo Regulatório e o desenvolvimento de negócios de CCS no Brasil”.</p>
<p>Para Isabela Morbach (Fundadora e Diretora da CCS Brasil), “o Brasil tem potencial para ser a Arábia Saudita dos créditos de carbono” diante da geração de energia renovável do país. No entanto, ela também reforça a necessidade uma legislação que, em sua avaliação, ainda é muito focada em SBN (Soluções Baseadas da Natureza).</p>
<p>Já Claudio Ziglio, gerente de CCUS da Petrobras, afirmou que as atividades de CCUS são promissoras, mas ponderou se o custo da atividade de exploração e produção, via extração do óleo, compensa o investimento em empreendimento de armazenamento e estocagem de carbono.</p>
<p><strong><em>“Exploração da Margem Equatorial: Impactos e Perspectivas”</em></strong><br />
Os benefícios da exploração de óleo e gás na margem equatorial brasileira para a sociedade foram destaque no primeiro dia de evento.</p>
<p>Daniele Lomba, Gerente Geral de Licenciamento e Meio Ambiente da Petrobras, apresentou dados da CNI que mostram o potencial da Margem Equatorial brasileira como geradora de 2 milhões a 3 milhões de empregos no país, R$ 400 a 800 bilhões injetados no PIB, R$ 25 bilhões a 46 bilhões em tributos, além de R$ 20 bilhões a 30 bilhões de participações especiais e royalties anualmente.</p>
<p>Allan Kardec, professor da Universidade Federal do Maranhão, criticou a forma como é conduzido o debate sobre a exploração dos recursos da Margem Equatorial no país. “O Brasil precisa mostrar que as energias do setor de óleo e gás são essenciais para o desenvolvimento da sociedade.”</p>
<p>Marcelo Thomé da Silva de Almeida, Diretor do Instituto Amazônia+21, defendeu o uso das receitas da exploração de óleo e gás na Margem Equatorial no desenvolvimento sustentável da Amazônia. “Temos 30 milhões de brasileiros nas regiões que precisam de desenvolvimento sustentável.”</p>
<p><strong><em>“Investimentos em Energia Verde são essenciais para atrair indústrias de alta tecnologia ao Brasil”, defende especialista</em></strong><br />
Durante o painel “Riscos e Oportunidades frente aos investimentos em ESG”, o sócio da Dahlia Capital, Felipe Leal, destacou a necessidade de ampliar o investimento em energia limpa e barata para aumentar a atratividade do Brasil para novos negócios que usam grandes datacenters (armazenamento na nuvem) ou, por exemplo, a produção do aço verde.</p>
<p>Adriana Frenkiel, Head de HSSE da Petronas, mencionou que a empresa está investindo 20% do CAPEX em soluções de baixo carbono, especialmente em iniciativas de descarbonização, eletrificação e captura e estocagem de carbono em projetos já existentes. “Estamos investindo R$ 300 milhões de reais em universidades brasileiras. Desse total, 60% são direcionados em P&amp;D e iniciativas com menor pegada de carbono”, avaliou.</p>
<p>Gabriela Schrank, Gerente Geral de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Transpetro, comentou que a empresa aplica uma “carteira de sustentabilidade” para cuidar das pessoas e comunidades, tratamento de resíduos e redução da pegada de emissões.</p>
<p><strong>O evento contou com patrocínios de grandes empresas do setor, incluindo Petrobras, Equinor, ExxonMobil, Ipiranga, RepsolSinopec, Shell, Transpetro, Karoon Energy, Naturgy, OceanPact, Ocyan, SLB One Subsea, Shape e Subsea7, além da participação do Governo Federal. </strong></p>
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		<title>Transição energética justa e descarbonização são temas da abertura do ESG Energia e Negócios</title>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2024 19:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Presidente do IBP, Roberto Ardenghy diz que transição tem de ser equilibrada de modo a não gerar um cenário de pobreza energética; evento acontece nesta segunda (27) e terça (28), no Rio Na abertura do evento ESG Energia e Negócios, promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), os participantes ressaltaram que, para avançar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Presidente do IBP, Roberto Ardenghy diz que transição tem de ser equilibrada de modo a não gerar um cenário de pobreza energética; evento acontece nesta segunda (27) e terça (28), no Rio</em></p>
<p>Na abertura do evento ESG Energia e Negócios, promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), os participantes ressaltaram que, para avançar na agenda ESG, o Brasil precisa avançar na regulação ambiental, mirar uma transição energética justa e inclusiva considerando a realidade e o estágio de desenvolvimento do país e investir em tecnologias de descarbonização. Estas últimas já são iniciativas em curso pelo setor de óleo e gás.</p>
<p>O presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, destacou que a “transição energética tem de ser equilibrada de modo a não gerar um cenário de pobreza energética”. “É um processo que tem de ser justo e equilibrado para não excluirmos milhares de pessoas, não só no Brasil, mas em diversos países. Não basta importar soluções que servem para outros países.” O executivo ressaltou ainda as ações do setor no campo de novas tecnologias em descarbonização de seus processos e que a agenda ESG está incorporada nas empresas do setor.</p>
<p><strong>Floriano Pessaro</strong>, diretor de Gestão Corporativa da Apex Brasil, ressaltou que a política de promoção comercial e de atração de investimentos do Brasil considera a “diversidade de fontes de energia” e estimula iniciativa de descarbonização por meio do emprego de inovação e tecnologia, com as do setor de óleo e gás – que desenvolve projetos de armazenamento e captura de carbono, por exemplo.</p>
<p>“Outro importante vetor é o de promover oportunidades nas regiões Norte e Nordeste em linha com a necessidade de desenvolvimento regional e as alternativas energéticas dessas localidades”. Uma das alternativas dessas regiões é a exploração das reservas de óleo e gás na Margem Equatorial.</p>
<p>Já a secretária de Estado de <em>Meio Ambiente</em> e Desenvolvimento Sustentável de Goiás, <strong>Andréa Vulcanis</strong>, considera que a transição energética justa também depende de avanços na regulação ambiental a fim obter licenças mais céleres para evoluir ao desenvolvimento sustentável. “Nos últimos cinco anos, trabalhamos em conjunto com os setores produtivos e a sociedade para evoluir nas normas e, com isso, o prazo de algumas licenças caiu de 7 anos para 50 dias.”</p>
<h4><em><strong>G20 e o ESG</strong></em></h4>
<p><em>O subsecretário</em>-adjunto de Relações Internacionais do Estado do Rio de Janeiro, <strong>Bruno de Queiroz Costa</strong>, frisou que a cúpula do G-20 e as reuniões preparatórias para o evento dos líderes das 20 principais economia são uma oportunidade para dar destaque à agenda ESG. O Brasil, como anfitrião, escolheu temas como o combate às mudanças climáticas e à pobreza, além da reforma da governança global, como assuntos prioritários dos debates. “Assim, abre-se espaço para debater a transição energética e a necessidade de redução de emissões, aliado à inclusão social.”</p>
<h4><strong>Transição energética justa e redução de emissões</strong></h4>
<p>Ainda na questão da pobreza energética, <strong>Raquel Coutinho</strong>, Gerente de Descarbonização do Portfólio, Cadeia de Valor e Produtos da Petrobras, disse, no painel “Futuro da produção e refino de petróleo no Brasil e o conceito de equidade da transição energética justa”, que a mudança deve “trazer, além da energia, a capacidade da sociedade acessar essa energia.”</p>
<p><strong>Alexandre Szklo</strong>, professor da COPPE/UFRJ, apresentou estudo sobre o tema que mostra caminhos para redução de emissões. “O setor produtivo tem possibilidade de descarbonizar ainda mais e se transformar em um grande absorvedor de gases de efeito estufa. No estudo mostramos o potencial do Brasil em produzir bioenergia em áreas degradadas”, disse Szklo.</p>
<p><strong>Ana Cupelo</strong>, líder de sustentabilidade da Equinor, destacou que a transição energética precisa ser planejada, com a necessidade de investimento em projetos de óleo e gás, focando em eficiência e na ampliação de projetos em energias renováveis. &#8220;Atuamos em pilares importantes, como redução absoluta de emissões, projetos em renováveis, além do trabalho com educação e conservação de florestas”, ressaltou.</p>
<p>Já <strong>Yuri Orse</strong>, diretor da Cadeia de Renováveis da Acelen Renováveis, destacou as oportunidades de descarbonização em biocombustíveis, que podem gerar empregos. “Acreditamos em soluções como diesel verde, SAF (combustível sustentável de aviação).  Temos projetos com recuperação de terras degradadas com produtores familiares, que, além de gerarem energia, trazem desenvolvimento econômico e emprego. Temos 90 mil empregos diretos e indiretos gerados nesses projetos”, ressaltou o executivo.</p>
<p>A transição justa deve ter como ator central as pessoas, na visão de <strong>Fernanda Britto</strong>, Partner de ESG &amp; Climate Change, da consultoria ERM. “Transição justa é colocar as pessoas no centro das decisões. O modelo que trabalhamos também atua pensando nos novos negócios e nos riscos embutidos neles. Mensurar como os riscos se materializam para a sociedade”.</p>
<p>O ESG Energia e Negócios segue até amanhã, terça-feira, e é patrocinado pela <strong>Petrobras</strong>, <strong>Equinor</strong>, <strong>ExxonMobil</strong>, <strong>Ipiranga</strong>, <strong>RepsolSinopec</strong>, <strong>Shell</strong>, <strong>Transpetro</strong>, <strong>Karoon</strong> <strong>Energy</strong>, <strong>Naturgy</strong>, <strong>Ocean</strong> <strong>Pact</strong>, <strong>Ocyan</strong>, <strong>SLB</strong> <strong>One</strong> <strong>Subsea</strong>, <strong>Shape</strong> e <strong>Subsea7, além de ter a participação do Governo Federal</strong>.</p>
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		<title>Está com dúvidas sobre o ESG Energia e Negócios? Saiba mais aqui!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2024 13:23:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Faltam poucos dias para a 2ª edição do ESG Energia e Negócios, um evento focado em sustentabilidade ambiental, responsabilidade social, governança corporativa e a atração de investimentos para o setor de óleo e gás (O&#038;G). As inscrições para participar do evento ainda estão abertas e podem ser realizadas clicando aqui. Lembre-se de que as vagas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Faltam poucos dias para a 2ª edição do ESG Energia e Negócios, um evento focado em sustentabilidade ambiental, responsabilidade social, governança corporativa e a atração de investimentos para o setor de óleo e gás (O&#038;G). As inscrições para participar do evento ainda estão abertas e podem ser realizadas clicando <a href="https://inscricoes.ibpesgenergiaenegocios.com.br/visitantes/inicio.php">aqui</a>. Lembre-se de que as vagas são limitadas e os ingressos estão se esgotando. </p>
<p>Para que você possa aproveitar ao máximo o evento e não fique com nenhuma dúvida, reunimos algumas informações importantes para os dias do evento. </p>
<p><strong>Quando, onde e qual horário? </strong><br />
Nos dias 27 e 28 de maio, a partir das 08h30 no dia 27/05 e das 09h no dia 28/05. O evento será realizado no <a href="https://fairmontrio.com/">Hotel Fairmont Rio</a>, localizado na Avenida Atlântica, 4240, no Posto 6 de Copacabana.  </p>
<p><strong>Como chegar? Tem estacionamento?</strong><br />
Para chegar, você terá algumas opções como transporte de aplicativo, ônibus ou metrô. Vale ressaltar que para chegada via metrô será necessário desembarcar na estação General Osório, que fica situada a 15 minutos (1km) do hotel. Para chegar utilizando outros transportes públicos, baixe o aplicativo Moovit e calcule sua rota utilizando seu endereço, o mesmo pode ser feito pelo Google Maps. Caso prefira usar carro, o hotel disponibiliza estacionamento rotativo com manobrista, no valor de R$50,00 por 12 horas (não incluso no valor do ingresso).  </p>
<p><strong>Onde pegar minha credencial? </strong><br />
As credenciais poderão ser emitidas tanto no balcão de credenciamento, na entrada do evento, quanto nos guichês de autoatendimento. O credenciamento começa a partir das 8h. </p>
<p><strong>O que está incluído no valor do ingresso? </strong><br />
Ao comprar a inscrição você terá direito aos dois dias de programação do evento, coffee breaks, coquetel de relacionamento e certificado de participação. O almoço, estacionamento e outros gastos referentes à participação no evento não estão inclusos no valor da inscrição. </p>
<p><strong>Como será a acessibilidade no evento? </strong><br />
O evento foi projetado pensando na acessibilidade de todos os participantes. O local foi cuidadosamente selecionado para garantir que não haja barreiras arquitetônicas, os acessos serão sem escadas. Além disso, teremos intérpretes de Libras disponíveis durante todo o evento para garantir que os participantes surdos ou com deficiência auditiva possam desfrutas plenamente de todas as atividades e palestras.  </p>
<p>Também contaremos com uma sala de lactação pensando no conforto das participantes. Disponibilizamos este espaço para mulheres em período de amamentação e garantimos um ambiente adequado para atender às necessidades específicas. A sala estará localizada no mezanino do evento, com acesso através de elevador no 4º andar. </p>
<p><strong>Onde posso encontrar a programação completa e realizar a minha inscrição? </strong><br />
Toda a programação está disponível no site, que você pode acessar <a href="https://ibpesgenergiaenegocios.com.br/">clicando aqui</a>, assim como o local para realizar a sua inscrição. Não haverá venda de ingressos no local. Vale ressaltar que durante o evento teremos a programação do dia disponível em totens.</p>
<p><strong>Posso acompanhar o evento virtualmente?</strong><br />
O evento não terá transmissão online, mas você poderá acompanhar os destaques especiais no <a href="https://www.instagram.com/ibpbr/">Instagram do IBP</a> e, também, na cobertura dos nossos parceiros de mídia: epbr, Brasil Energia, Plurale, Petro&#038;Química e TN Petróleo.   </p>
<p><strong>O evento contará com tradução de/para inglês?</strong><br />
Não, todos os painéis serão em português, sem tradução. </p>
<p><strong>Haverá guarda-volumes no local? </strong><br />
Sim, o evento contará com guarda-volumes gratuito. </p>
<p><strong>Sugestões para o almoço? </strong><br />
Nas proximidades do hotel existem diversas opções de restaurantes, além do restaurante do próprio hotel (consumo pago à parte). Os restaurantes mais próximos são: Manabu (60m), Suna Cozinha Asiática Artesanal (60m), Marinho Atlântica (100m), Emporio do Galeto (150m), Famiglia Marinho (160m). Para você, participante do ESG Energia e Negócios, teremos 10% de desconto nos restaurantes Marine e Tropik do Hotel Fairmont Rio, Gino Ristorante (Av. Atlântica, 4240) e Marinho Atlântica (Av. Atlântica, 4206), mediante apresentação da credencial do evento. </p>
<p><strong>Após o evento, como faço para ter o meu certificado? </strong><br />
Todos os participantes que estiveram presentes terão acesso ao certificado em até 15 dias após o evento, através da área logada do cliente no <a href="https://ibpesgenergiaenegocios.com.br/">site do evento</a>.</p>
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		<title>2ª Edição do ESG Energia e Negócios: foco em um futuro energético mais sustentável no setor de O&#038;G</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2024 20:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de colaborar para que a sociedade avance em direção a um futuro energético de baixo carbono, o IBP realizará a 2ª edição do &#8220;ESG Energia e Negócios&#8221;. O evento reunirá líderes do setor, especialistas em sustentabilidade, agentes reguladores e o mercado financeiro para discutir estratégias e melhores práticas para uma indústria competitiva [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de colaborar para que a sociedade avance em direção a um futuro energético de baixo carbono, o IBP realizará a 2ª edição do <strong>&#8220;ESG Energia e Negócios&#8221;</strong>. O evento reunirá líderes do setor, especialistas em sustentabilidade, agentes reguladores e o mercado financeiro para discutir estratégias e melhores práticas para uma indústria competitiva e sustentável, reforçando os compromissos do setor com a descarbonização, a transição energética justa e as metas do Acordo de Paris. </p>
<p>O evento que será realizado nos dias 27 e 28 de maio, terá uma programação que engloba temas sobre sustentabilidade ambiental, responsabilidade social, governança corporativa e a atração de investimentos para o setor. Ao abordar esses princípios fundamentais do ESG (Ambiental, Social e Governança), o IBP busca criar um espaço de diálogo e colaboração onde as empresas possam não apenas se adaptar às demandas atuais, mas também se desenvolver em um ambiente de constante evolução. </p>
<p>O primeiro dia abordará temas como o conceito da transição energética justa, desenvolvimento socioeconômico da margem equatorial, competitividade da indústria brasileira e a sinalização da COP 28 para o setor global de óleo e gás, entre outros temas. Já o segundo dia trará um enfoque maior em governança com uma visão sobre responsabilidade civil dos administradores, valor de ativos fósseis, nova geração de combustíveis renováveis, precificação de carbono e a Missão 1.5 do governo brasileiro no caminho para Belém.  </p>
<p>Autoridades, líderes e especialistas do setor estarão presentes na programação do evento, entre eles: Roberto Ardenghy (Presidente do IBP), Jorge Viana (Presidente da Apex Brasil), Lucas Padilha (Coordenador de Relações Internacionais e Cooperação da Prefeitura do Rio de Janeiro e Presidente do Comitê Rio G20), Maria Helena Guarezi (Secretária Executiva do Ministério das Mulheres), Marcelo Thomé da Silva de Almeida (Diretor do Instituto Amazônia+21) e Raphael Moura (Superintendente de Tecnologia e Meio Ambiente da ANP). </p>
<p>Aproveite os últimos dias para realizar a sua inscrição no evento. Associados do IBP têm um desconto exclusivo. Para mais informações e conferir a programação completa, clique <a href="https://ibpesgenergiaenegocios.com.br/">aqui</a>. </p>
<p><strong>2ª Edição ESG Energia e Negócios</strong><br />
<strong>Data:</strong> 27 e 28 de maio de 2024<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 09h<br />
<strong>Local: </strong>Hotel Fairmont, em Copacabana, no Rio de Janeiro<br />
As inscrições podem ser realizadas clicando <a href="https://inscricoes.ibpesgenergiaenegocios.com.br/visitantes/inicio.php"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>ESG Energia e Negócios: estudo inédito da UFRJ indica que Brasil poderá ser responsável por 10% da demanda global de petróleo em 2050</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/esg-estudo-inedito-da-ufrj/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/esg-estudo-inedito-da-ufrj/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 14:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[A 2ª edição do ESG Energia e Negócios, organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), contará com análise inédita da COPPE / UFRJ, que destacará o papel dos combustíveis fósseis, nas próximas três décadas, para a transição e segurança energética globais. O evento ocorrerá no Hotel Fairmont, em Copacabana (RJ), nos dias 27 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 2ª edição do ESG Energia e Negócios, organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), contará com análise inédita da COPPE / UFRJ, que destacará o papel  dos combustíveis fósseis, nas próximas três décadas, para a transição e segurança energética globais. O evento ocorrerá no Hotel Fairmont, em Copacabana (RJ), nos dias 27 e 28 de maio. </p>
<p>O estudo “Transição Energética Justa: O Caso do Setor de Óleo e Gás no Brasil”, coordenado pelos professores Roberto Schaeffer, Alexandre Szklo e Pedro Rochedo, indica o papel significativo da indústria brasileira de petróleo e gás neste período para a matriz energética mundial, respondendo por cerca de 10% da demanda total estimada no planeta.</p>
<p>Em conversa exclusiva com a coluna, o presidente do IBP, Roberto Ardenghy, destacou que o petróleo brasileiro tem um papel estratégico no mercado internacional e será relevante no processo de transição energética. “Devemos lembrar que a intensidade de carbono  do petróleo brasileiro é baixa, além de sua qualidade ser adaptável ao parque de refino internacional”, comenta o executivo. </p>
<p>Ardenghy ainda indica que as lacunas de oferta de energia que o contexto geoeconômico tem deixado por conta de conflitos, como a guerra entre Rússia e a Ucrânia, fizeram com que empresas e países passassem a entender que a diversificação das matrizes é benéfica, especialmente no que tange a segurança energética. </p>
<p>Neste contexto, o modelo do estudo considera um significativo aumento na utilização dos biocombustíveis em 2050, por se tornarem economicamente mais atrativos em um mundo com o barril próximo dos US$ 100. Além disso, a análise da UFRJ considera uma maior produção do diesel de biomassa. </p>
<p>O presidente do IBP conclui sua avaliação ao apontar que a possível existência de emissões negativas nos segmentos de agricultura, florestas e uso do solo em sinergia com a aplicação de tecnologia da biomassa na captura e armazenamento de carbono permitem uma continuidade do uso de fontes fósseis do Brasil, pela sua baixa intensidade de carbono e com base no conceito de equidade global, enquanto caminhamos para garantir a segurança energética, evitar o retrocesso da pobreza energética e expandir os investimentos em fontes renováveis.</p>
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