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	<title>ESG &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>ESG Energia e Negócios: IBP lança e-book com as principais discussões do evento</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 21:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está disponível para o público geral o “Cenários ESG”, um e-book que traz um compilado detalhado das dinâmicas atuais e futuras que moldam o setor de petróleo, gás e energia a partir dos debates da 2ª edição do “ESG Energia e Negócios”, realizado nos dias 27 e 28 de maio, no Rio de Janeiro. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível para o público geral o <strong>“Cenários ESG”</strong>, um e-book que traz um compilado detalhado das dinâmicas atuais e futuras que moldam o setor de petróleo, gás e energia a partir dos debates da 2ª edição do <strong>“ESG Energia e Negócios”</strong>, realizado nos dias 27 e 28 de maio, no Rio de Janeiro. O material está disponível <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2024/07/cenarios-esg-ebook-110724-compactado.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong> </a>para download exclusivo de participantes e associados.</p>
<p>Fruto de uma extensa revisão das discussões e tendências emergentes, bem como das demandas do mercado financeiro e de fundos de investimentos que impactam diretamente a indústria de energia no Brasil, o documento tem um foco particular nas estratégias e práticas sustentáveis e na governança ambiental, social e corporativa (ESG).</p>
<p>A publicação resgata destaques dos principais painéis e falas de palestrantes, além de trazer gráficos, projeções, dados e contextualização de conceitos. O seu intuito é que os leitores, assim como os agentes econômicos que estiveram ou não presentes no evento, tenham uma visão do papel da indústria de energia no Brasil sobre esse tema tão importante para o futuro da humanidade.</p>
<p>Acesse <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2024/07/cenarios-esg-ebook-110724-compactado.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong> </a>o e-book <strong>“Cenários ESG”</strong>.</p>
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		<title>ESG Energia e Negócios: IBP lança e-book com as principais discussões do evento</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 17:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[O material está disponível aqui para download exclusivo de participantes e associados IBP]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O IBP lançou, nesta quinta-feira, dia 11, o <strong>“Cenários ESG”</strong>, um e-book que traz um compilado detalhado das dinâmicas atuais e futuras que moldam o setor de petróleo, gás e energia a partir dos debates da 2ª edição do “ESG Energia e Negócios”, realizado nos dias 27 e 28 de maio, no Rio de Janeiro. O material está disponível <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2024/07/cenarios-esg-ebook-110724-compactado.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong> </a>para download exclusivo de participantes e associados.</p>
<p>Fruto de uma extensa revisão das discussões e tendências emergentes, bem como das demandas do mercado financeiro e de fundos de investimentos que impactam diretamente a indústria de energia no Brasil, o documento tem um foco particular nas estratégias e práticas sustentáveis e na governança ambiental, social e corporativa (ESG).</p>
<p>A publicação resgata destaques dos principais painéis e falas de palestrantes, além de trazer gráficos, projeções, dados e contextualização de conceitos. O seu intuito é que os leitores, assim como os agentes econômicos que estiveram ou não presentes no evento, tenham uma visão do papel da indústria de energia no Brasil sobre esse tema tão importante para o futuro da humanidade.</p>
<p>Acesse <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2024/07/cenarios-esg-ebook-110724-compactado.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui </a>o e-book “Cenários ESG”.</p>
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		<title>2ª Edição do ESG Energia e Negócios: foco em um futuro energético mais sustentável no setor de O&#038;G</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2024 20:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de colaborar para que a sociedade avance em direção a um futuro energético de baixo carbono, o IBP realizará a 2ª edição do &#8220;ESG Energia e Negócios&#8221;. O evento reunirá líderes do setor, especialistas em sustentabilidade, agentes reguladores e o mercado financeiro para discutir estratégias e melhores práticas para uma indústria competitiva [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de colaborar para que a sociedade avance em direção a um futuro energético de baixo carbono, o IBP realizará a 2ª edição do <strong>&#8220;ESG Energia e Negócios&#8221;</strong>. O evento reunirá líderes do setor, especialistas em sustentabilidade, agentes reguladores e o mercado financeiro para discutir estratégias e melhores práticas para uma indústria competitiva e sustentável, reforçando os compromissos do setor com a descarbonização, a transição energética justa e as metas do Acordo de Paris. </p>
<p>O evento que será realizado nos dias 27 e 28 de maio, terá uma programação que engloba temas sobre sustentabilidade ambiental, responsabilidade social, governança corporativa e a atração de investimentos para o setor. Ao abordar esses princípios fundamentais do ESG (Ambiental, Social e Governança), o IBP busca criar um espaço de diálogo e colaboração onde as empresas possam não apenas se adaptar às demandas atuais, mas também se desenvolver em um ambiente de constante evolução. </p>
<p>O primeiro dia abordará temas como o conceito da transição energética justa, desenvolvimento socioeconômico da margem equatorial, competitividade da indústria brasileira e a sinalização da COP 28 para o setor global de óleo e gás, entre outros temas. Já o segundo dia trará um enfoque maior em governança com uma visão sobre responsabilidade civil dos administradores, valor de ativos fósseis, nova geração de combustíveis renováveis, precificação de carbono e a Missão 1.5 do governo brasileiro no caminho para Belém.  </p>
<p>Autoridades, líderes e especialistas do setor estarão presentes na programação do evento, entre eles: Roberto Ardenghy (Presidente do IBP), Jorge Viana (Presidente da Apex Brasil), Lucas Padilha (Coordenador de Relações Internacionais e Cooperação da Prefeitura do Rio de Janeiro e Presidente do Comitê Rio G20), Maria Helena Guarezi (Secretária Executiva do Ministério das Mulheres), Marcelo Thomé da Silva de Almeida (Diretor do Instituto Amazônia+21) e Raphael Moura (Superintendente de Tecnologia e Meio Ambiente da ANP). </p>
<p>Aproveite os últimos dias para realizar a sua inscrição no evento. Associados do IBP têm um desconto exclusivo. Para mais informações e conferir a programação completa, clique <a href="https://ibpesgenergiaenegocios.com.br/">aqui</a>. </p>
<p><strong>2ª Edição ESG Energia e Negócios</strong><br />
<strong>Data:</strong> 27 e 28 de maio de 2024<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 09h<br />
<strong>Local: </strong>Hotel Fairmont, em Copacabana, no Rio de Janeiro<br />
As inscrições podem ser realizadas clicando <a href="https://inscricoes.ibpesgenergiaenegocios.com.br/visitantes/inicio.php"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Os desafios da transição energética e a importância da economia sustentável serão destaques da 2ª edição do ESG Energia e Negócios</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Apr 2024 19:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ESG Energia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o tema “Estratégias de Investimentos e redução de riscos financeiros”, o ESG Energia e Negócios chega a sua segunda edição nos dias 27 e 28 de maio, no Hotel Fairmont, no Rio de Janeiro. Organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o evento apresentará debates que apontam a visão do investidor para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tema “Estratégias de Investimentos e redução de riscos financeiros”, o ESG Energia e Negócios chega a sua segunda edição nos dias 27 e 28 de maio, no Hotel Fairmont, no Rio de Janeiro. Organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o evento apresentará debates que apontam a visão do investidor para capitalizar corporações e projetos no setor de energia comprometidos com a agenda ambiental, social e de governança.</p>
<p>A conferência abordará como o custo de capital pode ser elevado para o setor privado que não implementa boas práticas de ESG em seus negócios, tais como programas de diversidade e inclusão, ética, compliance e metas nas operações relacionadas com as mudanças climáticas e a descarbonização. As inscrições do ESG Energia e Negócios já estão abertas e os interessados podem saber mais sobre o evento <a href="https://ibpesgenergiaenegocios.com.br/"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>Programação</strong><br />
Será organizada uma mesa redonda com as agências de rating que realizam classificações de ativos para o mercado do ponto de vista de ESG. A Taxonomia Sustentável, voltada para apontar atividades econômicas ou ativos financeiros que são sustentáveis, também será discutida em um momento que são desenvolvidas iniciativas para a descarbonização por meio de projetos de captura e armazenamento de carbono (CCUS). No Brasil, o Congresso também debaterá os marcos da geração de eólica offshore e o mercado de redução de emissões de carbono.</p>
<p>Ainda será realizada uma análise da agenda verde com a Missão 1.5 &#8211; uma tentativa da COP 28 de estimular o aumento de ambição para manter a meta do Acordo de Paris e estabilizar o aquecimento da Terra – e dos diferentes cenários proporcionados pela COP 30 – que ocorrerá em Belém (PA), em 2025. Ainda como parte da agenda verde, será apresentado estudo, por acadêmicos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sobre o impacto nas emissões de gases de efeito estufa para a produção de petróleo e gás em escala internacional, bem como a perspectiva para o progresso da exploração de novas fronteiras, como a Margem Equatorial.</p>
<p>O papel do empoderamento feminino na evolução tecnológica e industrial será um dos pontos principais na agenda de diversidade e inclusão. A responsabilidade corporativa também estará presente com diálogos sobre os investimentos privados por meio de fundações e no âmbito institucional de cada empresa.</p>
<p>“Esperamos que esta edição do ESG Energia e Negócios seja novamente uma oportunidade para troca de ideias, networking e negócios, reforçando a importância da sustentabilidade para as operações, a regulação e a gestão do segmento de energia. Queremos debater o futuro do nosso planeta, reafirmar os compromissos do nosso setor com a descarbonização e com a transição energética justa, além de dialogarmos sobre a relevância da diversidade e inclusão”, analisa Roberto Ardenghy, Presidente do IBP.</p>
<p>Em sua primeira edição, realizada em junho do ano passado, o fórum contou com a presença de empresas, do governo e da sociedade civil em debates sobre os novos negócios da área de energia em uma economia de baixo carbono, litigância climática e descarbonização da indústria, antecipando o relatório final da COP 28. As discussões reuniram mais de 900 participantes e contaram com 146 palestrantes, 19 patrocinadores e mais de 24 horas de conteúdo.</p>
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		<title>GT de Evento ESG</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/comunidades/comissao/compliance/gt-de-evento-esg/</link>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 19:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaise Temoteo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda ESG]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo de trabalho voltado para organização de eventos, tendo como objetivo debater os principais tópicos relacionados a ESG na atualidade e sua importância para o setor Oil&#038;Gas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Grupo de trabalho voltado para organização de eventos, tendo como objetivo debater os principais tópicos relacionados a ESG na atualidade e sua importância para o setor Oil&#038;Gas.</p>
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		<title>GT Indicadores ESG</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/comunidades/comissao/esg/gt-indicadores-esg/</link>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 22:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaise Temoteo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo desse GT é definir indicadores ESG para a indústria de óleo e gás no Brasil, considerando as melhores práticas nacionais e internacionais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo desse GT é definir indicadores ESG para a indústria de óleo e gás no Brasil, considerando as melhores práticas nacionais e internacionais.</p>
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		<item>
		<title>ESG</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/comunidades/comissao/esg/</link>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 21:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luciano Figueiredo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda ESG]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão ESG visa ampliar o entendimento das empresas associadas ao IBP sobre o conjunto de práticas empresariais, demandadas pelo mercado financeiro e pela sociedade, traduzidas em indicadores que levam em conta critérios ambientais, sociais e de governança corporativa, com foco na gestão e governança de riscos materiais aos negócios, relacionados a SMS, capital humano, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão ESG visa ampliar o entendimento das empresas associadas ao IBP sobre o conjunto de práticas  empresariais, demandadas pelo mercado financeiro e pela sociedade, traduzidas em indicadores  que levam em conta critérios ambientais, sociais e de governança corporativa, com foco na gestão e governança de riscos materiais aos negócios, relacionados a SMS, capital humano, desenvolvimento sustentável e compliance, por meio da adoção de políticas de condutas administrativas, éticas e transparentes, que garantam a atratividade de investimentos responsáveis.</p>
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		<title>Primeira reunião da Comissão de ESG do IBP reúne importantes players da indústria de óleo e gás para pensar soluções e projetos</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-lanca-comissao-agenda-esg/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 18:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Comissões IBP]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A Agenda ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) aponta que a direção do futuro da indústria deve estar baseada na compreensão das mudanças estruturais que a sociedade mundial tem experimentado e como as organizações se comportam nesse cenário. No setor de óleo e gás não seria diferente. Atento a essa nova realidade, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Agenda ESG</strong> (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) aponta que a direção do futuro da indústria deve estar baseada na compreensão das mudanças estruturais que a sociedade mundial tem experimentado e como as organizações se comportam nesse cenário. No setor de óleo e gás não seria diferente. Atento a essa nova realidade, o IBP lançou no último dia 13 de abril a <strong>Comissão ESG, <a href="https://www.ibp.org.br/quem-somos/empresas-associadas/">exclusiva para Associados</a></strong>.</p>
<p>Desenhada para apoiar o setor de petróleo e gás na preparação em relação aos temas de ESG, mantendo a <strong>indústria competitiva</strong> e preparada para o futuro, permitindo o <strong>acesso a população</strong> à energia acessível, segura e sustentável, a Comissão busca desenvolver uma <strong>agenda positiva</strong> através da promoção de padrões e conformidade em ESG.</p>
<p>“A criação da comissão é determinante para o setor. Sabemos que a indústria de óleo e gás não se furta dessas discussões, mas é preciso ampliar o espectro delas <strong>para além do mundo corporativo.</strong> O gerenciamento da Agenda ESG paralela à<strong> transição energética</strong> tem sido cobrado pela sociedade em geral, e o IBP está aqui para realizar essa ponte orientando, reportando e divulgando as iniciativas e mais, desenvolvendo uma <strong>metodologia</strong> que permita que as empresas associadas identifiquem, meçam, gerenciem esses pilares.”, afirma <strong>Fernanda Delgado</strong>, diretora executiva corporativa do IBP e coordenadora da Comissão.</p>
<p>Integrada a outros <a href="https://www.ibp.org.br/comunidades/">projetos</a> do Instituto &#8211; como a Comissão de Responsabilidade Social, Comissão de Tecnologia e Inovação, Comitê Jovem, Comitê de Sustentabilidade e Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão, a Comissão de ESG desenvolve produtos voltados para o setor como a <strong>matriz de materialidade setorial, cursos, eventos</strong> e <strong>guias</strong> relacionados aos temas levando ao, ainda maior, amadurecimento das empresas em relação a <strong>governança ambiental, social e corporativa</strong>, essenciais para suprir as necessidades presentes e futuras dos nossos associados e da sociedade.</p>
<p>“Nosso plano é trabalhar na elaboração de um material rico sobre ESG, que auxilie as empresas de óleo e gás a estruturar e aprimorar seus  programas, gerando uma agenda positiva e dando maior visibilidade às ações de nossa indústria”. pontuou <strong>Carla Albano</strong>, Gerente Executiva de Relacionamento com Investidores da Petrobras.</p>
<p>Participaram do lançamento as empresas associadas Vibra, Petrobras, Iconic, Enauta, Shell, Repsol Sinopec, Grupo Ultra, Raízen e Infineum.</p>
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		<title>IBP lança Agenda da Indústria 2022 com as prioridades para o avanço do setor de óleo e gás</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-lanca-agenda-da-industria-2022-com-as-prioridades-para-o-avanco-do-setor-de-oleo-e-gas/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 21:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda da Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Setor projeta investimentos de US$ 175 bi de 2023 a 2030; IBP defende reforço de ambiente de negócios e avanços na estruturação do mercado O setor de petróleo e gás natural responde por 46% da oferta interna de energia do país, sendo um importante propulsor da economia nacional. Para o período de 2023 a 2030, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Setor projeta investimentos de US$ 175 bi de 2023 a 2030; IBP defende reforço de ambiente de negócios e avanços na estruturação do mercado</em></p>
<p>O setor de petróleo e gás natural responde por <strong>46% da oferta interna de energia do país</strong>, sendo um importante propulsor da economia nacional. Para o período de 2023 a 2030, o IBP projeta para o<em> upstream</em> (Exploração e Produção) investimento de <strong>US$ 175 bilhões</strong> e a <strong>geração de 570 mil postos de trabalho diretos e indiretos a cada ano</strong>. Em um cenário de transição energética, a indústria continuará a desempenhar papel fundamental no suprimento das demandas de energia da sociedade.</p>
<p>Nesse contexto, o <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> produziu a <strong>Agenda da Indústria</strong> para o período de 2022 a 2024, lançada em evento exclusivo para associados nesta terça-feira, cujos pilares são: <strong>estrutura de mercado</strong>, <strong>ambiente de negócios</strong>, <strong>agenda ESG</strong> e <strong>transição energética</strong>. Nesse material, o IBP descreve as principais frentes de trabalho necessárias para pavimentar, de forma competitiva e sustentável, o futuro energético brasileiro, contribuindo, ainda mais, para o desenvolvimento econômico e social do país.</p>
<p>A agenda destaca que a relevância dos combustíveis fósseis se estenderá por mais algumas décadas, pois são atualmente responsáveis por mais da metade do suprimento energético do planeta.</p>
<p>“Não existe transição energética sem petróleo e gás, inclusive no cenário brasileiro, cuja matriz energética já conta com 48% do suprimento provenientes de fontes renováveis, frente a uma média global que figura na casa dos 14%”, diz <strong>Eberaldo de Almeida Neto</strong>, presidente do IBP.</p>
<p>O executivo defende também o estabelecimento de um mercado de carbono, que abre oportunidades para países como o Brasil. “É fundamental precificar para que as contas sejam feitas e os incentivos e desincentivos sejam dados. Pessoas e empresas se movem por estímulos&#8221;, ressalta<strong> Almeida Neto</strong>.</p>
<p>A manutenção de um ambiente de negócios que respeite os contratos e as regras de mercado, com preços calcados na oferta e demanda, é essencial para garantir o abastecimento nacional e atrair investimentos.</p>
<p>“O Brasil tem que seguir preços de mercado, pluralidade de agentes e liberdade empresarial. São essas boas práticas que garantem o abastecimento dos combustíveis e o crescimento da economia e do setor, gerando empregos e tributos&#8221;, afirma <strong>Rafael Chaves</strong>, presidente do conselho de administração do IBP e diretor executivo de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras.</p>
<p>Vale destacar também que, no Brasil, a indústria petrolífera responde por uma grande arrecadação para a União, estados e municípios. Nos últimos 11 anos, foram <strong>R$ 2,1 trilhões de tributos, ICMS, royalties, participações especiais e bônus de assinatura</strong> pagos pelo setor, segundo cálculo da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>Além disso, a indústria de óleo e gás é muito relevante para a balança comercial brasileira. O petróleo bruto foi o terceiro produto mais exportado pelo país em 2021, gerando uma receita superior a <strong>US$ 30 bilhões</strong>. Com isso, o Brasil se posicionou como o oitavo maior consumidor e o <strong>oitavo maior produtor de petróleo do mundo</strong>, no ano passado.</p>
<p>A atuação de agências reguladoras, que buscam por meio de análises técnicas estimular o setor, é fundamental para o constante aprimoramento do ambiente de negócios. &#8220;A ANP trabalha em parceria com a indústria. Nossa meta é a mesma: o desenvolvimento do setor. Da nossa parte, cuidamos do arcabouço regulatório. A segurança jurídica, interesse compartilhado com o mercado, é muito importante para atrair investimentos e, com isso, gerar emprego e renda&#8221;, afirmou <strong>Rodolfo Saboia</strong>, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ao participar do lançamento da Agenda da Indústria.</p>
<h6>Veja a seguir os principais tópicos do setor na Agenda da Indústria 2022-2024:</h6>
<ul>
<li>O fortalecimento das agências reguladoras e a implementação, de forma célere, da agenda regulatória prevista para o biênio 2022-23;</li>
<li>A continuidade do REPETRO como forma de não punir o investimento produtivo em um setor intensivo de capital, pautando a arrecadação na fase da produção;</li>
<li>Apoiar o aprimoramento dos modelos contratuais de E&amp;P de forma a reduzir os riscos que afugentam investimentos, sobretudo, com a adoção do regime de concessão no polígono do pré-sal e possível extensão dos contratos de partilha de produção;</li>
<li>O estímulo à atratividade da exploração e produção em novas fronteiras, áreas de acumulação marginal e campos maduros;</li>
<li>O aprimoramento do processo de licenciamento ambiental e de planejamento de oferta de blocos;</li>
<li>O aprimoramento regulatório de temas relevantes para a indústria, como a definição de campo com base em critérios técnicos, a resposta à emergência e o descomissionamento de sistemas de produção;</li>
<li>O aprimoramento da tributação dos setores de gás natural e <em>downstream</em>, para adaptá-la à nova estrutura de mercado;</li>
<li>A simplificação tributária no <em>downstream</em> por meio da implantação da monofasia e o combate às práticas de sonegação e de inadimplência;</li>
<li>O apoio a projetos de tipificação de crimes de roubo e de furto de combustíveis e de lubrificantes;</li>
<li>Benchmarking com mercados competitivos e bem-sucedidos em toda a cadeia de óleo e gás;</li>
<li>A defesa da implementação da Lei do Gás, influenciando planejadores e reguladores na definição de regras que garantam a transição para um mercado aberto, dinâmico, competitivo, com multiplicidade de agentes e isonomia de tratamento para produtores/supridores;</li>
<li>O apoio à desverticalização do setor de gás e, consequentemente, à separação entre atividades reguladas e atividades competitivas;</li>
<li>A defesa da continuidade da desconcentração da atividade de refino, que vai garantir um mercado aberto, com multiplicidade de agentes, modelos de negócio, isonomia e preços alinhados ao mercado internacional.</li>
</ul>
<p>Com o lançamento da Agenda da Indústria 2022-2024, o IBP reforça ainda mais seu papel de conectar todos os elos da cadeia da indústria de óleo e gás e sua missão de ser o principal representante e interlocutor do setor com toda a sociedade.</p>
<p>Confira <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/agenda-da-industria-ano-2022-2024" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui </strong></a>a Agenda da Indústria.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>IBP lança Agenda da Indústria 2022 com as prioridades para o avanço do setor de óleo e gás</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 13:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda da Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Setor projeta investimentos de US$ 175 bi de 2023 a 2030; IBP defende reforço de ambiente de negócios e avanços na estruturação do mercado]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de petróleo e gás natural responde por <strong>46% da oferta interna de energia do país</strong>, sendo um importante propulsor da economia nacional. Para o período de 2023 a 2030, o IBP projeta para o<em> upstream</em> (Exploração e Produção) investimento de <strong>US$ 175 bilhões</strong> e a <strong>geração de 570 mil postos de trabalho diretos e indiretos a cada ano</strong>. Em um cenário de transição energética, a indústria continuará a desempenhar papel fundamental no suprimento das demandas de energia da sociedade.</p>
<p>Nesse contexto, o <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> produziu a <strong>Agenda da Indústria</strong> para o período de 2022 a 2024, lançada em evento exclusivo para associados nesta terça-feira, cujos pilares são: <strong>estrutura de mercado</strong>, <strong>ambiente de negócios</strong>, <strong>agenda ESG</strong> e <strong>transição energética</strong>. Nesse material, o IBP descreve as principais frentes de trabalho necessárias para pavimentar, de forma competitiva e sustentável, o futuro energético brasileiro, contribuindo, ainda mais, para o desenvolvimento econômico e social do país.</p>
<p>A agenda destaca que a relevância dos combustíveis fósseis se estenderá por mais algumas décadas, pois são atualmente responsáveis por mais da metade do suprimento energético do planeta.</p>
<p>“Não existe transição energética sem petróleo e gás, inclusive no cenário brasileiro, cuja matriz energética já conta com 48% do suprimento provenientes de fontes renováveis, frente a uma média global que figura na casa dos 14%”, diz <strong>Eberaldo de Almeida Neto</strong>, presidente do IBP.</p>
<p>O executivo defende também o estabelecimento de um mercado de carbono, que abre oportunidades para países como o Brasil. “É fundamental precificar para que as contas sejam feitas e os incentivos e desincentivos sejam dados. Pessoas e empresas se movem por estímulos&#8221;, ressalta<strong> Almeida Neto</strong>.</p>
<p>A manutenção de um ambiente de negócios que respeite os contratos e as regras de mercado, com preços calcados na oferta e demanda, é essencial para garantir o abastecimento nacional e atrair investimentos.</p>
<p>“O Brasil tem que seguir preços de mercado, pluralidade de agentes e liberdade empresarial. São essas boas práticas que garantem o abastecimento dos combustíveis e o crescimento da economia e do setor, gerando empregos e tributos&#8221;, afirma <strong>Rafael Chaves</strong>, presidente do conselho de administração do IBP e diretor executivo de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras.</p>
<p>Vale destacar também que, no Brasil, a indústria petrolífera responde por uma grande arrecadação para a União, estados e municípios. Nos últimos 11 anos, foram <strong>R$ 2,1 trilhões de tributos, ICMS, royalties, participações especiais e bônus de assinatura</strong> pagos pelo setor, segundo cálculo da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>Além disso, a indústria de óleo e gás é muito relevante para a balança comercial brasileira. O petróleo bruto foi o terceiro produto mais exportado pelo país em 2021, gerando uma receita superior a <strong>US$ 30 bilhões</strong>. Com isso, o Brasil se posicionou como o oitavo maior consumidor e o <strong>oitavo maior produtor de petróleo do mundo</strong>, no ano passado.</p>
<p>A atuação de agências reguladoras, que buscam por meio de análises técnicas estimular o setor, é fundamental para o constante aprimoramento do ambiente de negócios. &#8220;A ANP trabalha em parceria com a indústria. Nossa meta é a mesma: o desenvolvimento do setor. Da nossa parte, cuidamos do arcabouço regulatório. A segurança jurídica, interesse compartilhado com o mercado, é muito importante para atrair investimentos e, com isso, gerar emprego e renda&#8221;, afirmou <strong>Rodolfo Saboia</strong>, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ao participar do lançamento da Agenda da Indústria.</p>
<h6>Veja a seguir os principais tópicos do setor na Agenda da Indústria 2022-2024:</h6>
<ul>
<li>O fortalecimento das agências reguladoras e a implementação, de forma célere, da agenda regulatória prevista para o biênio 2022-23;</li>
<li>A continuidade do REPETRO como forma de não punir o investimento produtivo em um setor intensivo de capital, pautando a arrecadação na fase da produção;</li>
<li>Apoiar o aprimoramento dos modelos contratuais de E&amp;P de forma a reduzir os riscos que afugentam investimentos, sobretudo, com a adoção do regime de concessão no polígono do pré-sal e possível extensão dos contratos de partilha de produção;</li>
<li>O estímulo à atratividade da exploração e produção em novas fronteiras, áreas de acumulação marginal e campos maduros;</li>
<li>O aprimoramento do processo de licenciamento ambiental e de planejamento de oferta de blocos;</li>
<li>O aprimoramento regulatório de temas relevantes para a indústria, como a definição de campo com base em critérios técnicos, a resposta à emergência e o descomissionamento de sistemas de produção;</li>
<li>O aprimoramento da tributação dos setores de gás natural e <em>downstream</em>, para adaptá-la à nova estrutura de mercado;</li>
<li>A simplificação tributária no <em>downstream</em> por meio da implantação da monofasia e o combate às práticas de sonegação e de inadimplência;</li>
<li>O apoio a projetos de tipificação de crimes de roubo e de furto de combustíveis e de lubrificantes;</li>
<li>Benchmarking com mercados competitivos e bem-sucedidos em toda a cadeia de óleo e gás;</li>
<li>A defesa da implementação da Lei do Gás, influenciando planejadores e reguladores na definição de regras que garantam a transição para um mercado aberto, dinâmico, competitivo, com multiplicidade de agentes e isonomia de tratamento para produtores/supridores;</li>
<li>O apoio à desverticalização do setor de gás e, consequentemente, à separação entre atividades reguladas e atividades competitivas;</li>
<li>A defesa da continuidade da desconcentração da atividade de refino, que vai garantir um mercado aberto, com multiplicidade de agentes, modelos de negócio, isonomia e preços alinhados ao mercado internacional.</li>
</ul>
<p>Com o lançamento da Agenda da Indústria 2022-2024, o IBP reforça ainda mais seu papel de conectar todos os elos da cadeia da indústria de óleo e gás e sua missão de ser o principal representante e interlocutor do setor com toda a sociedade.</p>
<p>Confira <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/04/agenda-da-industria-ibp-2022.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui </strong></a>a Agenda da Indústria.</p>
<p>&nbsp;</p>
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