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	<title>exploração e produção &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Posicionamento IBP sobre receitas extras com petróleo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 18:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[participação especial]]></category>
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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal porta-voz da indústria de energia no Brasil, acompanha com atenção as discussões sobre a busca por receitas extras para o cenário orçamentário do país, especialmente as medidas que poderiam impactar o setor de óleo e gás. Reconhecemos a importância de um equilíbrio fiscal, mas é fundamental [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal porta-voz da indústria de energia no Brasil, acompanha com atenção as discussões sobre a busca por receitas extras para o cenário orçamentário do país, especialmente as medidas que poderiam impactar o setor de óleo e gás. Reconhecemos a importância de um equilíbrio fiscal, mas é fundamental que quaisquer iniciativas levem em conta a sustentabilidade e a competitividade de uma indústria estratégica para o Brasil. O petróleo é o primeiro item da pauta de exportações, e o setor enfrenta diversos desafios, como a volatilidade dos preços, como a queda de US$ 20 no preço do barril nos últimos 12 meses. Além disso, o setor já é altamente tributado: de cada três barris de petróleo produzidos no país, dois são direcionados ao pagamento de tributos, taxas e impostos específicos.</p>
<p>Nesse contexto, o IBP entende que algumas medidas poderiam ser consideradas para a geração de receitas, desde que amparadas pela legalidade e previsibilidade. A venda antecipada de petróleo ainda não contratado do pré-sal e a realização de novos leilões de áreas de exploração são exemplos de iniciativas que poderiam ser implementadas de forma a atrair investimentos e gerar ganhos para os cofres públicos.</p>
<p>No entanto, o IBP alerta que outras propostas, como a alteração nas alíquotas de participação especial de contratos existentes ou a revisão do preço de referência, sem o devido atendimento dos requisitos legais, comprometem gravemente a segurança jurídica dos contratos e do ambiente de negócios.</p>
<p>É imperativo que o governo atue em estrito cumprimento da legislação vigente, evitando medidas que, no passado, já geraram instabilidade, como a tentativa de imposição de imposto sobre a exportação de petróleo sem base legal, que foi revertida na Justiça.</p>
<p>A previsibilidade regulatória é essencial para a atração e manutenção de investimentos de longo prazo em um setor de capital intensivo. Medidas abruptas, neste momento, poderiam ter um impacto negativo significativo, inclusive sobre o leilão de áreas exploratórias da ANP, que acontece agora em junho, e contratos já assinados, afetando a confiança dos investidores, o risco-país  e o futuro da indústria brasileira.</p>
<p>O setor de óleo e gás está disponível para dialogar com os agentes públicos em busca do crescimento robusto e sustentável da economia alinhado ao desenvolvimento da cadeia produtiva industrial que gera empregos, renda e receitas para União, Estados e Municípios.</p>
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		<title>IBP ressalta importância das atividades exploratórias em evento na FGV</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2025 19:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Roberto Ardenghy, participou da 12ª edição do Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira, realizado pelo Centro de Estudos de Energia da Fundação Getulio Getúlio Vargas (FGV Energia), no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (29/5). Roberto Ardenghy reforçou a necessidade da continuação das atividades exploratórias [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), <strong>Roberto Ardenghy</strong>, participou da <strong>12ª edição do Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira</strong>, realizado pelo Centro de Estudos de Energia da Fundação Getulio Getúlio Vargas (FGV Energia), no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (29/5).</p>
<p><strong>Roberto Ardenghy</strong> reforçou a necessidade da continuação das atividades exploratórias no Brasil para atender ao aumento da demanda por energia nas próximas décadas. “Projeções de agências internacionais apontam para o aumento do consumo de petróleo até 2040. Então, precisamos continuar produzindo e descobrir novas áreas”, disse.</p>
<p>O executivo ressaltou ainda que a indústria de óleo e gás brasileira tem capacidade para oferecer ao mundo um petróleo mais descarbonizado e eficiente em todos os seus processos, tanto na exploração e produção quanto na área de refino.</p>
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		<title>NOTA IBP – Aprovação pelo IBAMA do PPAF da Petrobras na Margem Equatorial</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2025 20:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[~]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) recebe de forma positiva a aprovação pelo IBAMA do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna (PPAF) concedida à Petrobras para a continuidade do processo de licenciamento ambiental para pesquisa exploratória na Margem Equatorial. A aprovação é o reconhecimento por parte do órgão ambiental da capacidade da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) recebe de forma positiva a aprovação pelo IBAMA do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna (PPAF) concedida à Petrobras para a continuidade do processo de licenciamento ambiental para pesquisa exploratória na Margem Equatorial. A aprovação é o reconhecimento por parte do órgão ambiental da capacidade da indústria brasileira de atender os requisitos técnicos nas atividades de segurança operacional e ambiental.</p>
<p>Embora ainda não configure a concessão da licença para o início da perfuração exploratória, a aprovação do PPAF é uma etapa importante para avançar no processo de licenciamento para a verificação em campo da viabilidade operacional do Plano de Emergência Individual. Como parte do processo, o IBP espera que de forma breve o IBAMA defina com a Petrobras um cronograma para a realização de Avaliação Pré-Operacional (APO) que visa verificar, por meio de vistorias e simulações, a efetividade do Plano de Emergência Individual proposto.</p>
<p>O IBP reitera a importância da pesquisa geológica nessa nova fronteira exploratória, que, caso seja confirmada, possibilitará o aumento das reservas nacionais, a garantia da segurança energética do país e a geração de desenvolvimento socioeconômico, com empregos e renda para a população do Amapá e da região Norte. A indústria de óleo e gás conduz suas atividades com segurança e respeito ao meio ambiente, seguindo os rigorosos padrões técnicos exigidos pelos órgãos reguladores e ambientais. A Petrobras, operadora do Bloco FZA-M-59, tem ampla capacidade neste tipo de atividade, com atendimento aos requisitos técnicos exigidos, dentro das melhores práticas internacionais de segurança operacional e de resposta a emergências ambientais.</p>
<p>A Margem Equatorial, segundo estimativas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), pode conter um volume de até 30 bilhões de barris de óleo equivalente e potencial para agregar 1,106 milhão de barris por dia (bpd) na curva de produção nacional a partir de 2029. Esse volume seria o equivalente a 1/3 da produção atual total do país.</p>
<p>O desenvolvimento das atividades de óleo e gás na Margem Equatorial vai beneficiar a União, Estados e Municípios da região com royalties, participações especiais e tributos, gerando empregos, renda e permitindo investimentos em políticas públicas para a melhoria do meio ambiente e da qualidade de vida da população.</p>
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		<title>Durante o encerramento da ROG.e, Petrobras reafirma o compromisso com o crescimento da indústria de óleo e gás e a evolução energética</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 14:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade e Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[ROG.e]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidente da empresa defende exploração em novas fronteiras e ações para alcançar o net zero em 2050 A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou no encerramento da ROG.e 2024, nesta quinta-feira (26), que a empresa e o Brasil precisam continuar a explorar novas fronteiras e repor reservas para desenvolver o setor trazendo benefícios para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>A presidente da empresa defende exploração em novas fronteiras e ações para alcançar o net zero em 2050</em></p>
<p>A presidente da Petrobras, <strong>Magda Chambriard</strong>, afirmou no encerramento da ROG.e 2024, nesta quinta-feira (26), que a empresa e o Brasil precisam continuar a explorar novas fronteiras e repor reservas para desenvolver o setor trazendo benefícios para o mercado e a sociedade. A executiva lembrou ainda que o país está na vanguarda da transição por ter uma matriz energética altamente renovável. “Entendemos a importância dessa energia (petróleo) para a economia, o país. Precisamos e não há contradição em explorar novas áreas. Esse ritmo que buscamos não é conflitante com a transição energética. É também mais uma fonte para garantir emprego e renda para o Brasil”.</p>
<p><strong>Chambriard</strong> reforçou o compromisso da empresa com o <em>net zero</em>, que, segundo a executiva, pode ser antecipado. “Nosso petróleo tem a menor pegada de carbono do mundo. Ninguém do mundo tem etanol, gasolina e bunker de navegação tão renovável. Reafirmamos nosso compromisso do net zero em 2050, que, acredito, será antecipado”.</p>
<p>O presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, encerrou a edição da ROG.e ressaltando a troca de conhecimento, os encontros entres grandes empresas, fornecedores que ajudam a fortalecer ainda mais a indústria de óleo, gás e energia. “Esses quatro dias foram uma jornada de sucesso, de resposta e conhecimento”.</p>
<p>A edição deste ano da ROG.e bateu recordes e contou com <strong>76 mil participantes</strong>, <strong>6 mil congressistas</strong>, <strong>mais de 600 horas de conteúdo</strong>, <strong>630 empresas</strong> e <strong>778 trabalhos técnicos</strong> apresentados. A ROG.e 2024 também foi um grande exemplo de acessibilidade com o Kit livre, Libras em 100% do conteúdo, sala de apoio à amamentação, assentos adaptados e elevadores exclusivos.</p>
<p>Na cerimônia de encerramento foi entregue o Prêmio Leopoldo Aurélio Miguez de Mello para <strong>Carlos Mastrangelo</strong>, diretor de operações offshore da Brava Energia, em reconhecimento ao seu trabalho de excelência realizado ao longo de seus 40 anos de carreira no setor de óleo e gás.</p>
<p><strong>Os trabalhos técnicos de destaque em cada um dos sete eixos também foram premiados: </strong></p>
<p><strong>Eixo 1-</strong> Upstream: “Modelagem de permeabilidade relativa de rochas carbonáticas heterogêneas do laboratório ao campo: um caso do pré-sal” para José Cavalcante, da Petrobras; <strong>Eixo 2 &#8211;</strong> Midstream/Downstream: “Ajuste contínuo da condição de queima de gases em tochas industriais apoiado por inteligência artificial”, para Marcelo Cardoso (Petrobras); <strong>Eixo 3</strong> &#8211; Gás natural: “Solução de conflitos no setor de gás”, para Marcello Lobo (Pinheiro Neto Advogados); <strong>Eixo 4</strong> &#8211; Soluções de baixo carbono: “A jornada do projeto H2R para navios de perfuração mais sustentáveis com produção embarcada de hidrogênio”, para Cristiano Henrique Brito (Ocyan); <strong>Eixo 5</strong> &#8211; Pessoas, cultura e sociedade: “Tecnologias sociais para mediação de conflitos e construção colaborativa para o desenvolvimento territorial”, para Karen Joyce Aragão (Transpetro); <strong>Eixo 6</strong> &#8211; Financiabilidade da transição: “Mercado de carbono: teoria econômica, prática internacional e expectativas para o Brasil”, para Lucas Antoun (Eneva) e <strong>Eixo 7</strong> &#8211; Transformação Digital e Inovação: Process Safety Management in oil and gas operating units through digital twin plataform: a digital approach for safety control and process intervention”, para Janaina Albino (Vidyatec)</p>
<h3><strong>Recuperação de campos maduros é alternativa para aumentar a produção de petróleo no Brasil</strong></h3>
<p>A produção de petróleo no Brasil pode crescer nos próximos anos por meio do investimento na recuperação de campos maduros e exploração de áreas adjacentes offshore. Essa é a visão do CEO da Brava Energia, <strong>Décio Oddone</strong>. O executivo participou do Strategic Talks. &#8220;Eu costumo dizer que o petróleo mais barato é o já descoberto. O Brasil tem um espaço gigantesco para aumento da produção em campos maduros, em terra. A fração de recuperação no país é muito abaixo da média global, e isso é uma oportunidade&#8221;, disse.</p>
<p>Na visão do executivo, a exploração de áreas adjacentes também seria uma alternativa para aumentar a produção de petróleo no país, considerando um cenário de declínio no pré-sal no fim da próxima década. &#8220;Quando se tem ativos em produção, é mais fácil [explorar as áreas do entorno]. Mas, aqui, temos que avançar em questões regulatórias que permitam, por exemplo, o acesso de terceiros às instalações, entre outras medidas&#8221;, completou.</p>
<h3><strong>Desenvolvimento de biocombustíveis</strong></h3>
<p>O desenvolvimento de biocombustíveis no processo de evolução energética da indústria ganhou evidência em painel desta quinta-feira. O programa BioRefino, da Petrobras, foi apresentado pela gerente executiva do Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação (Cenpes), <strong>Maíza Pimenta Goulart</strong>, como uma iniciativa bem-sucedida, com investimento de US$ 1,5 bilhão na produção de combustíveis mais sustentáveis voltados para setores com alto índice de emissões de CO₂, como o rodoviário para veículos pesados, aéreo e marítimo.</p>
<p>“O desenvolvimento de novas tecnologias e biocombustíveis no Cenpes, maior centro de pesquisas da América Latina, se deve principalmente à capacidade de mais de 9 mil pesquisadores a serviço de produtos de baixo carbono”, afirmou a executiva. De acordo com ela, em 2023, a Petrobras investiu R$ 145 milhões em parcerias com universidades e centros de pesquisa e empresas e outros R$ 522 milhões em atividades de PD&amp;I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) em produtos de baixo carbono.</p>
<p>Destaque para o Eteno Verde, cujos testes em escala industrial para produzir uma corrente de Hidrocarbonetos Leves de Refinaria (HLR), rica em eteno, com conteúdo renovável, foram concluídos este ano. Realizado em parceria com a Braskem, o projeto desenvolveu uma potencial matéria-prima renovável para a indústria química.</p>
<p>Outro destaque foi a primeira operação de FCC com carga 100% renovável da Biorrefinaria Riograndense, com tecnologia do Cenpes/Petrobras. “Nosso projeto materializa o conceito da transição energética. Na primeira fase (até 2025), na produção de químicos sustentáveis (bio-GLP, óleo leve, óleo clarificado, bio-BTX); na segunda fase (até 2028), com biocombustíveis avançados (SAF – combustível sustentável de aviação; diesel renovável e nafta verde); e na terceira fase (potencial para futuro), com biocombustíveis sintéticos (e-SAF e e-methanol)”, detalhou Felipe Jorge, diretor superintendente da Riograndense.</p>
<p>“O petróleo nos trouxe a capacidade científica e tecnológica para chegar neste estágio de evolução”, afirmou o professor titular da Unicamp, Gonçalo Pereira, que fez a moderação do painel. <strong>Luiz Mendonça</strong>, CEO da Acelen, destacou os projetos de biorrefinaria na Bahia e em Minas Gerais, com produção de biocombustíveis a partir da macaúba, planta nativa e de alto valor energético (96%). “Não basta ser renovável. É preciso ser competitivo”, disse o executivo.</p>
<p>O projeto de biorrefino da Acelen tem investimento de mais R$ 12 bilhões, com previsão de plantar macaúba em 180 mil hectares e produção de 1 bilhão de litros de diesel renovável e querosene de aviação sustentável por ano.</p>
<h3><strong>Diversidade e inclusão na Petrobras</strong></h3>
<p><strong> </strong>A Petrobras projeta ter, até 2030, 25% dos seus cargos de liderança ocupados por mulheres e negros. A afirmação foi feita por <strong>Thais Pessanha</strong>, Gerente de Diversidade, Equidade e Inclusão da empresa, durante o painel “Transformando o ambiente de trabalho – o impacto das lideranças inclusivas”, realizado no Fórum DE&amp;I.</p>
<p>Thaís compartilhou sua trajetória como pessoa com deficiência e listou três pontos essenciais para exercer uma liderança de maneira inclusiva: estudar, para que a escuta ativa seja uma ferramenta de mudança; agir, considerando que o exemplo transforma realidades; e expandir, para ampliar o alcance do seu trabalho para outras localidades ou áreas.</p>
<p>A Petrobras realiza também, conforme explicou a gerente, sensibilizações em escolas de ensino fundamental e médio e em universidades, informando sobre as oportunidades da empresa. Atualmente, os programas de estágio e jovens aprendizes contam, também, com reservas de vagas.</p>
<h3><strong>Formação profissional na indústria de energia</strong></h3>
<p><strong> </strong>De que forma as novas tecnologias, como a inteligência artificial, por exemplo, podem ser exploradas para a formação profissional? “Enfrentamos mudanças muito rápidas. Na área de capacitação precisamos fazer com que elas venham ao encontro do plano estratégico. É importante entender e avaliar como a tecnologia pode potencializar os negócios”, respondeu o gerente geral da Universidade Petrobras, <strong>Robson Leite</strong>, no painel “Formação de Recursos Humanos na área de Energia”.</p>
<p><strong>Breno Medeiros</strong>, vice-presidente executivo da ABESpetro (Associação Brasileira das Empresas de Bens e Serviços de Petróleo), mostrou como o segmento de fornecedores vem trabalhando para aprimorar a formação de capital humano e formar novos talentos para as diferentes demandas do mercado. “Elaboramos uma pesquisa para diagnosticar as necessidades da indústria. Falamos com o IBP, a ANP e vamos finalizar a análise de dados”.</p>
<p><strong>Raphael Neves Moura</strong>, superintendente de Tecnologia e Meio Ambiente da ANP, lembrou que a ANP tem como parte de sua atribuição ajudar a gerir os investimentos da cláusula de P&amp;D, que atualmente é cerca de R$ 4 bilhões por ano para inovação e desenvolvimento e estimular a capacitação. “Temos nosso programa de recursos humanos para alimentar a academia com pesquisadores e também olhar para o empreendedorismo. Fazemos um trabalho colaborativo, de ouvir as empresas para auxiliar no desenho de tendências, modelos de programas de recursos humanos para lidar com os desafios do emprego no futuro”.</p>
<h3><strong>Sobre a ROG.e</strong></h3>
<p class="x_MsoNormal">A ROG.e 2024 conta com patrocínio da <strong>Petrobras, Shell, TotalEnergies, Equinor, Galp, Origem, Brava Energia, Petronas, Prio, BP, Chevron, ExxonMobil, Modec, Repsol Sinopec Brasil, SBM Offshore, Acelen, Eletrobras, Excelerate Energy, Ipiranga/Ultra, Pan American Energy, Vibra, Dell/Nvidia, Naturgy, TechnipFMC, TBG, Trident Energy, ABB, Construtora Elevação, Compass, Foresea, Huawei, Karoon Energy, OceanPact, Perbras, Subsea7, TAG, Transpetro, Vallourec</strong> e <strong>Renave</strong>, com as parcerias oficiais da <strong>Ambipar</strong>, <strong>S&amp;P Global</strong>, <strong>B&amp;T Câmbio</strong>, <strong>Fairmont</strong>, <strong>United Airlines</strong>, <strong>BDO</strong>, <strong>G20</strong>, <strong>Goal Prime</strong>, <strong>Seenemar</strong>, <strong>Orguel</strong> e <strong>Carvalhão</strong>, com os apoios de mídia da <strong>Agência (eixos)</strong>, <strong>Brasil Energia</strong>, <strong>Kallas</strong>, <strong>MegaWhat</strong>, <strong>Petro&amp;Química</strong> e <strong>TN Petróleo</strong>, além da participação do <strong>Governo Federal</strong>.</p>
<p class="x_MsoNormal">Os eventos paralelos da ROG.e contam com o patrocínio da <strong>Petrobras, Shell, TotalEnergies, Equinor, Origem, PRIO, Petronas, Acelen, Eletrobras, Ipiranga, Lubrax, Dell/Nvidia, Subsea7, United Airlines, 2Solve, Sodexo, Corio, White Martins, Illian, Alvarez &amp; Marsal, TMX, Halliburton, AEA, Castrol, Iconic, Infineum, Instituto Combustível Legal, Instituto Jogue Limpo, Lubes em Foco, Lubrizol, Lwart, Mobil, Raízen, Accenture, Cesar, Karpowership, Bosch, EY, FIEMG LAB</strong> e <strong>Finep</strong>.</p>
<p class="x_MsoNormal">O evento conta também com a participação das seguintes <em>startups</em>: <strong>Aevo, Pix Force, Atomum, Vidya, Checklist, Geowellex, Agile Spray Response, Tidewise, Evcomx, Hipermation, Intcom, Manejebem, Melvin, RFID Brasil, Smarthis, Kriativar, Industriall, Ajnatech, Recicli, Mindsim, ESG Scan, Bchem, Dtlabs, Incentiv, Unisoma, Vertesis, Econam, Cognittiv, Voltpile, SVA, 2Solve, Academia do universitário, Katalisar, Ezvolt brasil, Mundi game experiences, Murabei, Neo vision, Mandatech – eyeson, Docket, R1 Asset Integrity, Infinite Foundry, ESGreen, TCS, Lab 245</strong> e <strong>AS3 Engenharia</strong>.</p>
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		<title>Margem equatorial: o novo pré-sal brasileiro?</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/margem-equatorial-o-novo-pre-sal-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 11:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>

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		<description><![CDATA[Em abril deste ano, a EPE lançou o estudo “O Papel do Setor de Petróleo e Gás Natural na Transição Energética”, no qual expõe como o futuro descarbonizado não é sem hidrocarbonetos e a solução para o problema climático deve incluir a indústria de petróleo e gás. Para a transição energética avançar, portanto, é essencial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em abril deste ano, a EPE lançou o estudo “<strong><u><a href="https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/o-papel-do-setor-de-petroleo-e-gas-natural-na-transicao-energetica" target="_blank" rel="noopener">O Papel do Setor de Petróleo e Gás Natural na Transição Energética</a></u></strong>”, no qual expõe como o futuro descarbonizado não é sem hidrocarbonetos e a solução para o problema climático deve incluir a indústria de petróleo e gás.</p>
<p>Para a transição energética avançar, portanto, é essencial ter a participação ativa do setor de O&amp;G e, consequentemente, de novas reservas, possibilitando seu papel de garantir a segurança energética durante todo o processo.</p>
<p>Nesse sentido, a Margem Equatorial tem ganhado cada vez mais notoriedade, sendo chamada por alguns de “novo pré-sal” pelo seu potencial para novas descobertas, como os casos de sucesso exploratório alcançados nas bacias sedimentares na Guiana e Suriname.</p>
<h3><strong>O que é a Margem Equatorial?</strong></h3>
<p>É uma região que se estende por mais de 2.200 km e está situada entre o extremo norte do Amapá e o litoral do Rio Grande do Norte. Além disso, é composta por 5 bacias sedimentares: Foz do Amazonas, Para-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.</p>
<p>Segundo estimativas da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, o volume de recursos de O&amp;G na área é de cerca de 30 bilhões de barris de óleo equivalente.</p>
<h3><strong>Atividades de E&amp;P na Margem Equatorial</strong></h3>
<p>As primeiras perfurações na Margem Equatorial foram realizadas na década de 1970, sem que grandes descobertas viabilizassem a produção comercial. Até o momento, a maioria das atividades exploratórias ocorreu em águas rasas.</p>
<p>O sucesso das atividades exploratórias com enormes reservas de petróleo na Guiana, no entanto, reforça o seu potencial em virtude de a região ter a mesma formação geológica.</p>
<p>A maior parte dos blocos exploratórios concedidos na região são resultado do leilão da 11ª Rodada de Licitações da ANP.</p>
<h3><strong>A Margem Equatorial e o setor de O&amp;G brasileiro</strong></h3>
<p>A produção de recursos de óleo e gás na Margem Equatorial será estratégica para o mercado brasileiro, pois os potenciais volumes serão fundamentais para sustentar e expandir a produção de O&amp;G no país a partir da década de 2030, quando é esperado um declínio natural na produção do pré-sal, atualmente a principal fronteira produtiva de petróleo e gás no país.</p>
<p>Além disso, para que o processo de transição energética avance no ritmo desejado por todos, é necessário que a produção de petróleo e gás continue se desenvolvendo. A demanda por óleo, gás natural e combustíveis seguirá crescente nos próximos anos, e a indústria de petróleo precisa garantir a segurança energética e a oferta de produtos enquanto a transição avança gradualmente.</p>
<p>De acordo com cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a exploração na região agregaria uma produção de até 1,1 milhão de barris por dia, com pico de produção em 2029. Esse volume seria o equivalente a 1/3 da produção atual total do país.</p>
<h3><strong>Benefícios de desenvolver a atividade de O&amp;G na região</strong></h3>
<p>O desenvolvimento das atividades de sísmica e posterior produção na área trará grandes benefícios sociais e econômicos para o país, em especial para região Norte. A produção de óleo e gás atrairá investimentos para a região, que se traduzirão em novos empregos e aumento da geração de renda, dando um novo dinamismo à economia regional.</p>
<p>Com o desenvolvimento do mercado de óleo e gás na Margem Equatorial, estados e municípios serão beneficiados com o recebimento de <em>royalties</em>, participações especiais e impostos pagos pela cadeia produtiva, permitindo a aplicação desses recursos em políticas públicas para a melhoria da qualidade de vida da população.</p>
<h3><strong>Impactos nas comunidades locais da Foz do Amazonas</strong></h3>
<p>O poço exploratório que deverá ser perfurado nos testes iniciais está localizado em alto-mar, a 500 quilômetros da Foz do rio Amazonas, o equivalente à distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>Além disso, a exploração do primeiro poço será um trabalho temporário, com a duração prevista de apenas cinco meses. Após esse período, serão feitas avaliações para decidir sobre a viabilidade e continuidade das operações.</p>
<p>Por ser um setor altamente regulado e fiscalizado, todos os dias são produzidos no Brasil 3,5 milhões de barris de petróleo em diversas regiões do país seguindo os requisitos técnicos e de segurança exigidos pelos órgãos reguladores, fiscalizadores e ambientais.</p>
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		<title>IBP participa de audiência pública da AGRESE e de outros eventos em Aracajú, Sergipe</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 13:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diretoria Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) esteve presente nesta segunda-feira, dia 22, na audiência pública promovida pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (AGRESE) para obter subsídios visando à revisão do contrato de concessão de distribuição de gás canalizado do estado. O IBP foi representado pela Diretora Executiva de Gás [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> esteve presente nesta segunda-feira, dia 22, na audiência pública promovida pela <strong>Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (AGRESE)</strong> para obter subsídios visando à revisão do contrato de concessão de distribuição de gás canalizado do estado.</p>
<p>O IBP foi representado pela <strong>Diretora Executiva de Gás Natural,</strong> <strong>Sylvie D’Apote</strong>, que participou da mesa de abertura, e por <strong>Tiago Santovito</strong>, <strong>Gerente Executivo de Regulação de Transporte e Distribuição de Gás Natural</strong>.</p>
<p>Entre os tópicos abordados na audiência estava a possibilidade de revisão da taxa interna de retorno, hoje determinada no contrato de concessão em 20%. Além desses pontos, o IBP contribuiu com outras sugestões de ajustes no contrato de concessão, que tem o objetivo de modernizar e de tornar mais eficientes os critérios de cálculo das tarifas de distribuição. Também foram discutidos a presença de múltiplos supridores de gás e outros aspectos regulatórios que têm o potencial de trazer mais competitividade ao setor de gás natural no estado.</p>
<p>A sessão está disponível na íntegra <a href="https://www.youtube.com/live/I--Sw8VLkSE" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>Já na terça-feira, dia 23, o Presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, e <strong>Diretora Executiva de Gás Natural</strong> estiveram presentes na cerimônia de inauguração do gasoduto de conexão da TAG, que liga o do Terminal de GNL de Porto de Sergipe à malha de transporte de gás natural da TAG. Na parte da tarde, o Presidente do Instituto recebeu o título de cidadão sergipano conferido pela Assembleia Legislativa do Estado.</p>
<p>Nesta quarta, dia 24, o Presidente Ardenghy participou ainda da abertura do <strong>“Sergipe Oil &amp; Gas 2024”</strong> e, em seguida, moderou a sessão sobre o “Potencial do E&amp;P em Sergipe”.</p>
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		<title>IBP marca presença no Simpósio SPE Brasil DECOM</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 18:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[descomissionamento]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 25 e 26 de junho, foi realizada a segunda edição do evento SPE Brazil Decommissioning Symposium 2024, no Rio de Janeiro. Focado no descomissionamento sustentável de plataformas de petróleo e gás, o evento teve o apoio institucional do IBP e contou com a presença do Instituto na programação, representado pelo Diretor-Executivo de Exploração [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="x_paragraph"><span class="x_normaltextrun">Nos dias 25 e 26 de junho, foi realizada a segunda edição do evento <strong>SPE Brazil Decommissioning Symposium 2024</strong>, no Rio de Janeiro. Focado no descomissionamento sustentável de plataformas de petróleo e gás, o evento teve o apoio institucional do IBP e contou com a presença do Instituto na programação, representado pelo <strong>Diretor-Executivo de Exploração e Produção</strong>, <strong>Julio Moreira</strong>.</span><span class="x_eop"> </span></p>
<p class="x_paragraph"><span class="x_normaltextrun">O diretor participou da Sessão de Abertura ao lado de <strong>Mariana Cavassin Paes</strong>, Gerente Executiva de Projetos de Desenvolvimento Produtivo da Petrobras.</span><span class="x_eop"> </span></p>
<p class="x_paragraph"><span class="x_normaltextrun">O evento discutiu práticas, tecnologias e regulamentações para descomissionamento seguro e ambientalmente responsável. A edição contou com palestras de especialistas, apresentações de empresas do setor e oportunidades de networking. A próxima edição está prevista para junho de 2025.</span><span class="x_eop"> </span></p>
<p class="x_paragraph"><span class="x_normaltextrun">Para mais detalhes, acesse o </span><strong><a href="https://www.spebrazildecombr.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="0"><span class="x_normaltextrun">site oficial</span></a></strong><span class="x_normaltextrun">. </span><span class="x_eop"><i> </i></span></p>
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		<title>Inscrições abertas para curso de “porta de entrada” no mundo do E&#038;P</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 19:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[InCompany]]></category>
		<category><![CDATA[unibp]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para o curso “Básico em Exploração &#38; Produção de Petróleo e Gás Natural”, que é a “porta de entrada” para quem quer entender o segmento de E&#38;P no país. Promovidas pela Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP), as aulas têm início no dia 02 de abril, na modalidade de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o curso <strong><a href="https://www.unibp.com.br/cursos/basico-em-exploracao-producao-de-petroleo-e-gas-natural/" target="_blank" rel="noopener">“Básico em Exploração &amp; Produção de Petróleo e Gás Natural”</a></strong>, que é a “porta de entrada” para quem quer entender o segmento de E&amp;P no país. Promovidas pela <strong><a href="https://www.unibp.com.br/cursos/basico-em-exploracao-producao-de-petroleo-e-gas-natural/" target="_blank" rel="noopener">Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP)</a></strong>, as aulas têm início no dia <strong>02 de abril</strong>, na modalidade de Ensino a Distância (EaD). <strong>Associados IBP têm condições especiais.</strong></p>
<p>A programação apresenta &#8211; de maneira simples, completa e atualizada &#8211; as principais atividades inerentes ao setor de E&amp;P no Brasil, os pontos críticos na gestão de negócio, bem como as questões regulatórias e ambientais que exigem atenção das equipes atuantes neste contexto.</p>
<p>Como destaques, o curso aborda as últimas atualizações nos processos de licitação de blocos, modelos de contratos e política de conteúdo local, além das modernizações técnicas demandadas pelo desenvolvimento da atividade produtiva na camada do Pré-Sal.</p>
<p><strong>InCompany: capacitação no tempo do negócio</strong></p>
<p>Além de reservarem vagas nos cursos abertos, as empresas que quiserem iniciar seus colaboradores na capacitação sobre o segmento de Exploração &amp; Produção podem contar com o <strong><a href="https://www.unibp.com.br/in-company/" target="_blank" rel="noopener">InCompany da UnIBP</a></strong>, serviço em que podem contratar treinamentos adaptados para as suas necessidades internas.</p>
<p>As companhias têm a possiblidade de fechar exclusivamente para seus funcionários uma turma do curso já existente no portfólio ou solicitar um conteúdo programática inédito, inteiramente customizado.</p>
<p>Confira <strong><a href="https://www.unibp.com.br/in-company/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></strong> os diferenciais do InCompany.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Curso “Básico em Exploração &amp; Produção de Petróleo e Gás Natural”</p>
<p><strong>Data:</strong> De 02 a 29/04/2024</p>
<p><strong>Duração:</strong> 40h</p>
<p><strong>Modalidade:</strong> Ensino a distância (EaD)</p>
<p>Mais informações sobre o programa técnico e inscrições <strong><a href="https://www.unibp.com.br/cursos/basico-em-exploracao-producao-de-petroleo-e-gas-natural/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Posicionamento IBP &#8211; Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização &#8211; Lei nº 10.254/23 ERJ</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 17:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal representante do setor no país, recebe com surpresa e preocupação a sanção da “Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás” (TFPG) pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, que representa grave retrocesso nas políticas direcionadas ao [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>, principal representante do setor no país, recebe com surpresa e preocupação a sanção da <strong>“Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás” (TFPG)</strong> pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, que representa <strong>grave retrocesso nas políticas direcionadas ao setor e trará impactos negativos na atividade de exploração e produção de óleo e gás no estado</strong>.</p>
<p>Ao chancelar a cobrança de mais uma TFPG, <strong>o governo estadual avaliza medida já declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal e que milita contra a competitividade do próprio estado fluminense</strong>, com potencial para reduzir a atratividade do Rio de Janeiro e a priorização de investimentos em projetos de óleo e gás para outros Estados que não possuem essa taxa.</p>
<p>Vale ressaltar que as empresas do setor já são grandes contribuintes para o estado do Rio de Janeiro. Somente em 2022, o estado e municípios do Rio de Janeiro receberam cerca de <strong>R$ 27 bilhões</strong> em <em>royalties</em> da indústria do petróleo, segundo dados da FIRJAN. Além disso, são os investimentos do setor que fazem o estado do Rio de Janeiro o maior produtor de petróleo do país, com 87% da produção nacional e estimativa de chegar a 91% em 2025.</p>
<p>Nesse sentido, o IBP lamenta a decisão do Governador e ressalta que <strong>a instituição da TFPG poderá afetar a atratividade do Rio de Janeiro como destinatário de futuros investimentos</strong>, com reflexos na geração de emprego e renda em diversos municípios com grande prejuízo para o desenvolvimento local.</p>
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		<title>Posicionamento IBP &#8211; Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 13:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[E&P]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>

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		<description><![CDATA[A aprovação na Assembleia Legislativa do Rio de janeiro do Projeto de Lei 1473/22 que institui a cobrança da “Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás” (TFPG) representa um retrocesso e uma sinalização negativa para o mercado. A cobrança da TFPG afeta a segurança jurídica para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação na Assembleia Legislativa do Rio de janeiro do <strong>Projeto de Lei 1473/22</strong> que institui a cobrança da <em>“Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás”</em> (TFPG) representa um retrocesso e uma sinalização negativa para o mercado.</p>
<p>A cobrança da <strong>TFPG </strong>afeta a segurança jurídica para os novos investimentos no setor de óleo e gás no Estado, assim como empreendimentos em curso. Campos maduros, com margens mais estreitas, podem, inclusive, ficarem inviabilizados, com impacto na geração de renda e emprego.</p>
<p>Além disso, a previsão de arrecadação da taxa é superior ao custo da atividade estatal prestada, o que infringe os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade. Há uma sobreposição desse tipo de cobrança, já realizada pelo IBAMA.</p>
<p>Essa não é a primeira tentativa de instituir a taxa. A <strong>TFPG </strong>já foi havia sido inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal e foi vetado pelo Governador do Estado do Rio de Janeiro em 2021. Diante disso, as companhias do setor consideram, inclusive, judicializar a questão.</p>
<p>O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>,  juntamente com demais agentes da indústria, espera e confia no veto pelo Governador, a fim de que a taxa não comprometa a atratividade, competitividade e a viabilidade de projetos de óleo e gás que são essenciais para a economia do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Cabe ressaltar que o setor opera com os mais elevados padrões de segurança e sempre com a premissa de total respeito ao meio ambiente.</p>
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