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	<title>FPSO &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Petrobras, IBP, SINAVAL e ABEEMAR promovem rodada de negócios com mercado offshore</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 21:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[FPSO]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontro reuniu fornecedores nacionais e internacionais com foco em oportunidades para construção de FPSOs Para acelerar as encomendas de FPSOs, especialmente as que já estão com licitações abertas, a Petrobras, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL) e a Associação Brasileira [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="x_MsoNormal" style="text-align: center;"><i data-olk-copy-source="MessageBody">Encontro reuniu fornecedores nacionais e internacionais com foco em oportunidades para construção de FPSOs</i></p>
<p class="x_MsoNormal">Para acelerar as encomendas de FPSOs, especialmente as que já estão com licitações abertas, a Petrobras, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL) e a Associação Brasileira das Empresas de Economia do Mar (ABEEMAR) promoveram um encontro com cerca de cem fornecedores nacionais e internacionais nesta terça-feira (10). O evento <strong><i>FPSO Supply Connections Brazil Offshore &#8211; Roundtable Business Meeting</i> </strong>foi realizado no auditório da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, onde ocorreu uma rodada de negócios entre estaleiros, fornecedores de máquinas e equipamentos e empresas operadoras de FPSOs.</p>
<p class="x_MsoNormal">A presidente da Petrobras, <strong>Magda Chambriard</strong>, que abriu o evento, destacou os investimentos da companhia previstos em seu Plano de Negócios 2025-2029 e as oportunidades para o mercado <i>offshore</i>. “Nos próximos anos, planejamos contratar 11 FPSOs, cerca de 30 novas sondas, além de aproximadamente 90 embarcações submarinas para dar suporte às nossas operações de exploração e produção”, informou.</p>
<p class="x_MsoNormal">Dentre as oportunidades abertas pela Petrobras, destacam-se a licitação para as plataformas dos projetos de Sergipe Águas Profundas (SEAP), que prevê a contratação de uma unidade firme destinada ao SEAP 2, com previsão de operação em 2030, e a opção de compra de um segundo FPSO similar, para o SEAP 1, seguindo o modelo “BOT”, onde a empresa contratada constrói a unidade e a opera por um período curto, transferindo-a posteriormente para operação da Petrobras, e a licitação para contratação de uma nova plataforma própria, a P-86, para o projeto de revitalização dos Campos de Marlim Sul e Marlim Leste. Os dois projetos preveem parcelas relevantes de conteúdo local.</p>
<p class="x_MsoNormal">A expectativa da Petrobras é que 200 mil toneladas de módulos sejam executados em estaleiros brasileiros para as plataformas previstas no PN 25-29 que já estão em fase de implantação.</p>
<p class="x_MsoNormal">Na abertura do evento, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, presidente do IBP, destacou a importância do segmento naval para a indústria de óleo e gás e o papel do setor para o desenvolvimento socioeconômico do país. “O petróleo vai assumir este ano a liderança da balança comercial brasileira. Fecharemos 2024 com US$ 50 bilhões em exportação e 95 milhões de toneladas de petróleo comercializadas para o exterior pelo Brasil, gerando um superavit relevante para a economia nacional. A nossa indústria destinará este ano R$ 250 bilhões em impostos nos níveis federal, estadual e municipal, contribuindo para as contas públicas”, destacou o presidente do IBP. “No Rio de Janeiro, o setor responde por 43% do PIB industrial, o que consolida ainda mais o estado como o grande produtor de petróleo do país”, completou <strong>Ardenghy</strong>.</p>
<p class="x_MsoNormal">Segundo o presidente do SINAVAL, é cada vez mais importante que os fornecimentos à Indústria de Óleo e Gás no Brasil voltem a ser realizados – ou tenham uma relevância maior – por empresas brasileiras capazes de gerar novos empregos de qualidade, somando-se às realizações da Petrobras e das oil companies suas parceiras no desenvolvimento econômico e tecnológico do País. “Um evento como este contribuirá muito para que alcancemos nossos objetivos primordiais de retomada plena de nossas atividades em bases sustentáveis e perenes, alicerçadas em políticas de Estado para que não haja dependência das políticas eventuais de governos específicos”, disse Ariovaldo Rocha.</p>
<p class="x_MsoNormal">Para a ABEEMAR, o evento é um marco e uma grande conquista para o mercado. &#8220;Eventos como o FPSO Connections são fundamentais para fortalecer o setor, promovendo a aproximação entre os principais players e criando um espaço para discutir e superar desafios de forma sustentável ao longo dos anos. Esperamos continuar promovendo iniciativas desse porte em parceria com o SINAVAL, IBP e Petrobras, consolidando uma agenda sólida e estratégica para o futuro da indústria”, ressalta <strong>João Azeredo</strong>, presidente da associação.</p>
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		<title>Ambipar realiza evento com apoio do IBP</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 13:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ambipar]]></category>
		<category><![CDATA[FPSO]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira, 18/12, com o apoio do CREA-ES, CREA-RJ e do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), a Ambipar realizou o FPSO Day. O evento aconteceu na sede do e contou com a presença de renomados especialistas do setor para discutir as perspectivas futuras da área, com enfoque em temas como ESG e Tecnologia, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, 18/12, com o apoio do <strong>CREA-ES</strong>, <strong>CREA-RJ</strong> e do <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>, a <strong>Ambipar </strong>realizou o <strong>FPSO Day</strong>. O evento aconteceu na sede do e contou com a presença de renomados especialistas do setor para discutir as perspectivas futuras da área, com enfoque em temas como ESG e Tecnologia, explorando as inovações que impulsionam o progresso sustentável.</p>
<p>“É um prazer muito grande ter vocês aqui na casa da indústria do setor de óleo e gás. Essa nossa organização que foi criada em 1957, em prol dessa indústria, e, desde então, temos acompanhado o crescimento do setor. Cumprimento também a AMBIPAR pela iniciativa e agradeço por estarem aqui. Esse é o futuro da nossa indústria”, disse Roberto Ardenghy, presidente do IBP, na abertura. </p>
<p>O encontro contou ainda com a participação de Rafael Pariz, Diretor Comercial da Ambipar Industrial; Gustavo Ribeiro, Procurement Manager da SBM; Rogério Calderaro, CEO da Ambipar Industrial; Rafael Tello, Diretor de ESG do Ambipar Group; André Santiago, Coordenador de QSMS da Ambipar Industrial; Denio Dias, Diretor da Ambipar Industrial; Pedro Filho; CEO da BR2W; e Marcelo Belletti, Diretor Executivo da Terra Drone.</p>
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		<title>IBP é um dos apoiadores do SPE Brazil FPSO Symposium, que começa amanhã</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 02:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[apoio institucional]]></category>
		<category><![CDATA[FPSO]]></category>

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		<description><![CDATA[O IBP é um dos apoiadores institucionais do SPE Brazil FPSO Symposium, que começa nesta terça-feira, dia 12 de setembro, no Windsor Florida Hotel, no Flamengo, no Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas aqui. O simpósio, que tem o tema “O ressurgimento da indústria de FPSO na transição energética e na era digital”, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O IBP é um dos apoiadores institucionais do <a href="https://spebrazilfpsosymposium.com.br/"><strong>SPE Brazil FPSO Symposium</strong></a>, que começa nesta terça-feira, <strong>dia 12 de setembro</strong>, no Windsor Florida Hotel, no Flamengo, no Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas <a href="https://spebrazilfpsosymposium.com.br/register/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>O simpósio, que tem o tema <strong>“O ressurgimento da indústria de FPSO na transição energética e na era digital”, </strong>contará com sessões que abordarão o futuro da Operação e Manutenção, os desafios regulatórios de segurança; o FPSO do futuro em uma era de emissões líquidas zero de GEE, entre outros tópicos. Confira <a href="https://spebrazilfpsosymposium.com.br/schedule/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
<p>Com o inglês como idioma oficial, a programação contará com nomes como <strong>Marcel Melo</strong>, Gerente Sênior de Inovação – P&amp;D em Tecnologias Topside da Petrobras; <strong>Bjørn Øystein Holst</strong>, Vice-Presidente de Operações da Equinor; <strong>Cíntia S. Silveira</strong>, Diretora Geral da ONIP; <strong>Rodrigo Rocha</strong>, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Modec; e <strong>Luiz Henrique de Oliveira Bispo</strong>, Superintendente de Segurança Operacional da ANP.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> SPE Brazil FPSO Symposium</p>
<p><strong>Data:</strong> 12 e 13/09/2023</p>
<p><strong>Local:</strong> Windsor Florida Hotel – Flamengo, Rio De Janeiro</p>
<p>Mais informações estão disponíveis <a href="https://spebrazilfpsosymposium.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Contratos globais de unidades FPSO</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/contratos-globais-de-unidades-fpso/</link>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 17:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Luz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[E&P]]></category>
		<category><![CDATA[FPSO]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com novo relatório da Rystad Energy, em 2021, o mercado de FPSOs (unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás natural) afastou-se dos efeitos causados pela pandemia do Covid-19 e a expectativa é que continue em alta em 2022, com 10 novos projetos esperados. De acordo com a consultoria, a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/01/pet-pt-049.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-158165" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/01/pet-pt-049.png" alt="" width="1058" height="635" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/01/pet-pt-049.png 1058w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/01/pet-pt-049-300x180.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/01/pet-pt-049-90x54.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/01/pet-pt-049-60x36.png 60w" sizes="(max-width: 1058px) 100vw, 1058px" /></a></p>
<p>De acordo com novo relatório da Rystad Energy, em 2021, o mercado de FPSOs (unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás natural) afastou-se dos efeitos causados pela pandemia do Covid-19 e a expectativa é que continue em alta em 2022, com 10 novos projetos esperados. De acordo com a consultoria, a demanda brasileira por unidades FPSO foi um elemento que contribuiu significativamente para o crescimento observado em 2021, correspondendo a sete das dez concessões de contratos. A análise consultoria destaca ainda que o Brasil possui os maiores projetos no que tange a capacidade de produção — alcançando uma capacidade de processamento de petróleo e gás de, respectivamente, 225 mil barris por dia (b/d) e 12 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d). Para 2022, espera-se mais três FPSOs do Brasil e dois do Reino Unido, além da contribuição com um projeto de países como Guiana, Angola, Austrália, China e Malásia.</p>
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		<item>
		<title>Comitê Jovem do IBP debateu mercado de FPSO e a crise na industria de petróleo e gás</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/comite-jovem-do-ibpp-debateu-mercado-de-fpso-e-a-crise-na-industria-de-petroleo-e-gas/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2020 18:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comitê Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[FPSO]]></category>
		<category><![CDATA[Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Jovem Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[óleo e gás]]></category>

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		<description><![CDATA[Webinar gratuito promovido pelo comitê aponta uma redução de consumo global de petróleo em torno de 27 milhões de barris diários em abril]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Comitê Jovem do IBP debateu, no último dia 29, as tendências de um dos momentos mais críticos para a indústria de petróleo e gás em escala global. No <a href="https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=N8_PXtOiaE6l3gHb3SqhEWRlHwE1vdFHlzqrgA7YEnlUOVVBRVpIME9UQklYR0tKS0RQWkxPRThXTy4u" target="_blank" rel="noopener">Fora de Hora</a>, série de palestras virtuais mensais feitas por jovens profissionais de empresas associadas, João Gonçalo, Analista de Marketing e Vendas da SBM Offshore, confirmou que os efeitos da crise do COVID-19 e o <em>lockdown</em> dos grandes centros urbanos têm provocado reflexos na demanda e no preço do Petróleo, que tende a gerar paradas de produção, atraso na entrega de novas embarcações e redução dos preços de afretamento em alguns setores. A apresentação está disponível <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2020/05/fora-de-hora-29abr-2020.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua palestra, intitulada “Mercado de FPSOs no Brasil e os impactos da crise de oferta e demanda”, Gonçalo analisou que abril de 2020 pode ser um dos piores períodos para toda cadeia de O&amp;G, especialmente quando se avalia o fluxo de caixa das empresas de E&amp;P. “Deixaram de ser consumidos cerce de 27 milhões de barris diários em abril e podemos ter uma segunda onda de coronavirus nas principais capitais”, comentou. Ele reforçou que, diante do contexto de isolamento social, se deixa de consumir derivados de petróleo, com redução expressiva nas vendas de querosene para aviação, além de gasolina e diesel para transporte rodoviário.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Gonçalo, a expectativa é que também ocorrerá forte impacto para o mercado de FPSOs, de perfuração e embarcações de apoio em virtude do cancelamento ou revisão de novos projetos, bem como redução de preços e potencial reavaliação de contratos de afretamento em setores de contratos mais curtos, como perfuração e embarcações de apoio. Estaleiros, muitos instalados na China, podem atrasar ou rever algumas entregas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Neste momento, há incerteza com o potencial de baixa na receita de corporações e um maior foco na manutenção do fluxo de caixa. Investimentos podem demorar a ser retomados. É importante ter um controle de custos nesta conjuntura, que aumentaram amplamente com o capital humano para as empresas com operação <em>offshore</em>. Muitas companhias realizam, por exemplo, quarentena pré-embarque e as que conseguem, testes para coronavirus em seus colaboradores”, analisa. Gonçalo lembrou que as previsões de que o Brasil receberia 1/3 dos FPSOs a serem contratados no mundo nos próximos anos, antes do avanço mundial do coronavírus e constatação de uma pandemia, eram totalmente factíveis e devem continuar sendo na retomada da indústria. O horizonte temporal é que tende a ser maior. Ele ainda observou que o segmente de E&amp;P em águas profundas deve ser o menos afetado e sair fortalecido dessa crise.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir dos próximos meses, com a flexibilização de regras e protocolos do atual regime cotidiano social para determinadas regiões, como a China Continental, deve-se observar uma retomada gradativa das atividades produtivas, acompanhada de uma retomada do preço do Brent, que pode voltar ao patamar de $30-$40 dólares no ultimo trimestre de 2020, segundo constatação de João Gonçalo.</p>
<p style="text-align: justify;">A próxima palestra do <a href="https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=N8_PXtOiaE6l3gHb3SqhEWRlHwE1vdFHlzqrgA7YEnlUOVVBRVpIME9UQklYR0tKS0RQWkxPRThXTy4u" target="_blank" rel="noopener">Fora de Hora</a>, também gratuita, terá a <strong>Diversidade</strong> como temática e está programada para <strong>27 de maio</strong>. Os detalhes serão anunciados nas redes do IBP. O ciclo de <em>webinars</em> ainda abordará, neste ano, transição energética, descomissionamento, treinamento em fundamentos do SCRUM e sustentabilidade, entre outros temas.</p>
<p>Você encontra o debate na íntegra no canal do IBP no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=k5E_I2PCIGc" target="_blank" rel="noopener">Youtube</a>. A apresentação do <em>webinar</em> está disponível <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2020/05/fora-de-hora-29abr-2020.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Arena Offshore da OTC Brasil 2019 surpreende e atrai público para discussões sobre o setor</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/arena-offshore-da-otc-brasil-2019-surpreende-e-atrai-publico-para-discussoes-sobre-o-setor/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/arena-offshore-da-otc-brasil-2019-surpreende-e-atrai-publico-para-discussoes-sobre-o-setor/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2019 20:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[FPSO]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>
		<category><![CDATA[OTC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[OTC Brasil 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Subsea]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Subsea aposta em nanotecnologia e engajamento de profissionais para acelerar produção; Desenvolvimento de FPSOs podem contribuir para redução de emissão de CO2 Jornada da transformação digital nas empresas de O&#38;G começa com a mudança da cultura organizacional Novidade da 5ª edição da OTC Brasil 2019, a Arena Offshore reuniu executivos de operadoras e prestadoras de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="sumario-noticias">
<ul>
<li>Subsea aposta em nanotecnologia e engajamento de profissionais para acelerar produção;</li>
<li>Desenvolvimento de FPSOs podem contribuir para redução de emissão de CO2</li>
<li>Jornada da transformação digital nas empresas de O&amp;G começa com a mudança da cultura organizacional</li>
</ul>
</div>
<p>Novidade da 5ª edição da OTC Brasil 2019, a <a href="http://www.otcbrasil.org/why-attend/parallel-events" target="_blank" rel="noopener"><strong>Arena Offshore reuniu executivos de operadoras e prestadoras de serviço</strong></a> para debaterem alguns temas de interesse para o segmento offshore. As sessões da arena reuniram dezenas de participantes durante os três dias de evento, mostrando o interesse e o engajamento dos profissionais da indústria de óleo e gás.</p>
<p>Já comum em eventos do IBP, como a <a href="http://www.riooilgas.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Oil &amp; Gas</strong></a>, o formato de arena proporciona o debate dos temas discutidos no congresso de forma mais abrangente e com a participação de todos os públicos, já que a participação é gratuita e realizada no ambiente da exposição. “As pessoas podem participar de forma mais ativa, sendo estimuladas a discutir junto os temas propostos”, explicou Melissa Fernandez, gerente de tecnologia do IBP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Desafios Subsea</strong></h3>
<figure id="attachment_128556" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-128556" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2019/11/arena-offshore-subsea-otc-brasil-2019.jpeg" alt="Subsea Arena" width="300" height="300" /><figcaption class="wp-caption-text">Subsea Arena</figcaption></figure>
<p>O primeiro dia da Arena foi dedicado às <strong>discussões sobre as demandas e soluções para a produção em águas profundas e ultraprofundas</strong>.</p>
<p>Gustavo Freitas, da Petrobras, afirmou que o engajamento entre fornecedores e operadoras é a chave para o sucesso de projetos Offshore. “Engajamento é uma ferramenta poderosa para aumentar a atratividade dos negócios offshore. É possível acelerar o processo sem perder a qualidade”, explicou.</p>
<p>Nanotecnologia é uma das apostas da Total na área subsea de águas ultraprofundas. Além dessa inovação, Adriano Mota, líder de Deep Water e R&amp;D, também citou o uso de bombeamento e processamento em águas ultraprofundas no Brasil. “Ha espaço para trazer esses sistemas e maximizar a produção”, disse.</p>
<p>Os desafios não são apenas técnicos. Muitos estão relacionados aos aspectos financeiros, especificamente os modelos de contrato, que impactam diretamente os negócios. Além disso, as opções de padronização e customização das linhas de produtos também são fatores que causam muitas discussões entre os prestadores de serviço.</p>
<p>De acordo com Paulo Veronesi, da Mcdermott, a padronização tem uma série de benefícios como redução de custos e tempo e aumento da produtividade. “A chave é um desenho de um projeto bem definido, que traz esses benefícios e minimiza riscos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>FPSOs e as emissões de CO2</h3>
<figure id="attachment_128556" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-128556" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2019/11/arena-offshore-fpso-otc-brasil-2019.jpeg" alt="FPSO Arena" width="300" height="300" /><figcaption class="wp-caption-text">FPSO Arena</figcaption></figure>
<p>Representantes de empresas operadoras de campos brasileiros estiveram reunidas na arena offshore, no segundo dia da OTC Brasil 2019, onde discutiriam as <strong>tendências para investimentos, competitividade, modelo de contrato e financiamento</strong>.</p>
<p>Cláudio Makarovsky, da Siemens, destacou a tendência da transformação das empresas de óleo e gás em empresas de energia. Nesse sentido, disse, “os FPSOs podem contribuir para a redução de emissões de CO2, por meio da utilização do ciclo combinado dentro dos FPSOs, trazendo uma economia de até 30% no consumo de gás na plataforma&#8221;, explicou.</p>
<p>A construção de FPSOs – unidade flutuante de produção, estocagem e transferência &#8211; requer altos investimentos. Modelos de contrato e de financiamento e política de conteúdo local, são fatores que influenciam a decisão das operadoras e impactam diretamente os negócios do segmento de E&amp;P.</p>
<p>Nesse contexto, a palavra de ordem é redução de custo, na visão de operadoras como Equinor, Petrobras e Total.</p>
<p>De acordo com André Leite, da Equinor, a estratégia da empresa é contratar prestadores de serviço com experiência para fazer a operação dos campos. “Todo ano nós fazemos uma revisão dos projetos e estamos constantemente revisitando nosso portfólio”.</p>
<p>A Petrobras segue uma política parecida em relação a redução de custos no processo de desenvolvimento de FPSOs. “Cada projeto tem seu próprio modelo de FPSO. Fazemos uma análise individual de cada projeto, além de uma análise de risco de mercado para calibrar nossa decisão sobre o modelo mais adequado de FPSO”, disse.</p>
<p>Pioneira no uso de FPSOs, a Total acredita que o sucesso do desenvolvimento dessas embarcações é a responsabilidade. “Acreditamos que a responsabilidade é fundamental alcançar a redução de custos, juntamente com a colaboração com prestadores de serviço”, conforme explicou Artur Gomes da Silva, da Total.</p>
<p><strong>Tecnologia e Digitalização</strong></p>
<p>Soichi Ide, da Modec, falou sobre o desafio em digitalizar as operações de FPSOs. O executivo explicou o processo focado em automação, onde uma nova infraestrutura foi construída para viabilizar análises rápidas e escaláveis. Ao mesmo tempo, disse, &#8220;mudamos nosso jeito de trabalhar para um modelo ágil, onde o produto é útil desde o primeiro estágio de desenvolvimento&#8221;. Alinhado a isso, a empresa desenvolveu um modelo preditivo para manter um ciclo contínuo das operações. &#8220;Nosso foco é coletar dados para que possamos prever os riscos.&#8221;</p>
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<h3><strong>Transformação digital começa pela cultura</strong></h3>
<figure id="attachment_128556" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-128556" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2019/11/arena-offshore-otc-brasil-2019.jpg" alt="Digital Transformation Arena" width="300" height="300" /><figcaption class="wp-caption-text">Digital Transformation Arena</figcaption></figure>
<p>O último dia foi dedicado às discussões sobre o impacto da transformação digital nas empresas de O&amp;G. Operadoras e empresas de tecnologia apresentaram suas visões e aplicações de tecnologia em projetos de exploração.</p>
<p>Tamara Garcia, da Repsol, mostrou como a empresa usa a cláusula de PD&amp;I em seus projetos, focando os investimentos em áreas de inteligência artificial, <em>big data</em>, <em>cloud computing</em>, automação e internet das coisas (IOT). Com isso, de acordo com a executiva, “nosso objetivo é conectar todos nossos ativos subsea para a tomada de decisão mais rápida e segura”.</p>
<p>Para que o conceito de digitalização seja, de fato, implementado, Gabriel Rampo, da Shell, apresentou a visão da empresa de que as “pessoas são a chave para a incorporação da cultura digital”. Dessa forma, a empresa tem investido em parcerias com <em>startups</em> para aumentar a produtividade e agilizar os processos, estimulando a inovação dentro de casa.</p>
<p>Arno Van deer Hack, da Amazon, disse que a gigante da tecnologia e líder em <em>cloud computing</em>, acredita que a indústria de petróleo e gás deve ter acesso às mesmas tecnologias que as demais indústrias. “Nós queremos ajudar o setor de óleo e gás a acelerar o desenvolvimento dos seus negócios”, explicou.</p>
<p>O executivo apresentou como algumas operadoras usam as soluções da empresa para a otimização do desenvolvimento de campos. Uma delas, foi o desenvolvimento de um projeto de banco de dados com <em>machine learning</em> para coleta e armazenamento de dados de um poço de exploração.</p>
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<p>A OTC Brasil conta com o patrocínio da Petrobras, Equinor, ExxonMobil, Shell, BP, Chevron, Petrogal, Total, Repsol Sinopec, TechnipFMC, Vallourec, PetroRio, Aker Solutions, Frank’s International, Maha Energy Brasil, Shawcor, Solvay, Halliburton, Enauta e MOL.</p>
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		<title>Sinopec estima que demanda chinesa por gás natural cresça 82% até 2030, chegando a 510 bm³</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Oct 2019 21:06:07 +0000</pubDate>
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