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	<title>gás &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Fórum Brasil de Energia reúne cadeia de fornecedores de óleo e gás para debater o crescimento do mercado nacional</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 20:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[refino]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento apresentou as oportunidades para a indústria de máquinas e fornecedores de serviços do setor de petróleo a partir do Plano de Negócios da Petrobras A aproximação entre a cadeia de fornecedores, a indústria de equipamentos e os projetos de óleo e gás da Petrobras, previstos para o horizonte 2025/2029, foi celebrada durante o Fórum [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Evento apresentou as oportunidades para a indústria de máquinas e fornecedores de serviços do setor de petróleo a partir do Plano de Negócios da Petrobras</em></p>
<p>A aproximação entre a cadeia de fornecedores, a indústria de equipamentos e os projetos de óleo e gás da Petrobras, previstos para o horizonte 2025/2029, foi celebrada durante o Fórum Brasil de Energia, organizado pelo <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>, a <strong>Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI)</strong>, a <strong>Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ)</strong> e <strong>Petrobras</strong>, nesta terça-feira (04), no Rio de Janeiro, na sede da <strong>Firjan</strong>. O evento contou a presença de <strong>450 participantes</strong> e teve <strong>107 reuniões na rodada de negócios</strong>.</p>
<p>A presidente da Petrobras, <strong>Magda Chambriard</strong>, destacou os investimentos em refino, logística, fertilizantes, gás e energias renováveis programados pela companhia. A executiva reforçou a importância do evento com os provedores da indústria por ser um setor essencial para o desenvolvimento do país e explicou sobre as principais atividades previstas no Plano de Negócios 2025-2029 da empresa. Ainda durante o encontro, a Petrobras anunciou a criação de 12 mil vagas para o programa de capacitação Autonomia e Renda.  Destas, 8 mil estão previstas para Itaboraí e São Gonçalo, no Rio de Janeiro, e quase 4 mil vagas para de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.</p>
<p>“O planejamento da Petrobras até 2050 prevê um crescimento 60%, acompanhando o crescimento do Brasil. E isso só é possível tendo uma Petrobras ágil e atenta ao desenvolvimento nacional. Estamos pisando no acelerador e vamos empurrar o PIB brasileiro. Estamos voltando a investir em refino e fertilizantes, e vamos continuar investindo em petroquímica, de olho na transição energética. Vamos mostrar que o que temos programado é bom para o país, é bom para a indústria e vai ser revertido em progresso para o povo brasileiro”, disse a presidente da Petrobras, <strong>Magda Chambriard</strong>.</p>
<p>Já o presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, destacou a importância do fórum para aproximar ainda mais a cadeia de fornecedores e a indústria de equipamentos do maior portfólio de óleo e gás do país. “Este é um evento de conexão com a indústria. Cumprimento a diretoria da Petrobras pela transparência. As empresas fornecedoras têm que saber os direcionamentos estratégicos da companhia para poderem ajudar na missão de manter a segurança energética e desenvolver ainda mais a indústria brasileira de óleo e gás. Nesse sentido, é importante discutir com todos os agentes, os fornecedores. O sucesso desse movimento presenciamos hoje com a participação de inúmeras empresas, além de uma delegação da Itália”, enfatizou Ardenghy.</p>
<p>&#8220;Estamos animados em saber que a Petrobras tem um plano consistente para os próximos anos, que prevê investimentos de US$ 111 bilhões até 2029. Nesse pipeline, estão projetos estratégico para exploração e produção e para o onshore. Em nome da ABEMI, eu agradeço à Petrobras e à sua nova diretoria a aproximação com o mercado de forma saudável e transparente. Essa postura proativa e aberta é imprescindível para o sucesso de toda a cadeia produtiva de energia e para a sociedade. Nosso esforço coletivo e trabalho conjunto são fundamentais para o êxito e desenvolvimento do setor de energia, tão relevante para a competitividade dos mais diversos setores e, por que não dizer, para a competitividade do país&#8221;, afirma <strong>Joaquim Maia</strong>, presidente da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI).</p>
<p>&#8220;O Plano de Negócios da Petrobras &#8211; 2024/2025 apresenta importante aumento nos investimentos de refino, comercialização, logística e fertilizantes, inclusive com previsão de paradas para manutenção em algumas unidades. Dessa forma, para as associadas da ABIMAQ, as demandas decorrentes das previsões e investimentos representam uma ótima perspectiva de participação. O investidor em bens e serviços necessita de informação, motivação e oportunidade, trinômio que deve estar sempre presente e que se torna possível com rodadas de negócio, como essa e detalhamento de planos e informações&#8221;, afirmou <strong>José Velloso</strong>, presidente executivo da ABIMAQ, durante o evento.</p>
<p>O vice-presidente da Firjan, <strong>Raul Sanson</strong>, também exaltou a aproximação da Petrobras com a cadeia produtiva nacional. Ele destacou as ações que a federação promove com a companhia, como as edições do programa Rede de Oportunidades: o primeiro desse ano foi com a própria Petrobras, e o próximo será com a Transpetro, reunindo fornecedores de bens e serviços com as grandes empresas. “Nosso obrigado a Petrobras, por essa oportunidade de a empresa se aproximar mais de seus de fornecedores, mais atenta às devolutivas de mercado. Foi assim que no passado construímos a indústria e temos a oportunidade de fazer novamente”, afirmou Sanson.</p>
<h4><strong>Carteira de investimentos</strong></h4>
<p>O Fórum Brasil de Energia contou ainda com uma apresentação dos diretores da Petrobras de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Renata Baruzzi; de Logística, Comercialização e Mercados, Cláudio Schlosser; de Governança e Conformidade, Mario Spinelli; e de Processos Industriais e Produtos, William França, sobre o PN 25-29. Renata Baruzzi, detalhou a carteira de projetos em implementação e avaliação da companhia que estão previstas no horizonte dos próximos cinco anos. A executiva tratou das principais escolhas da empresa, observando que o planejamento da Petrobras incorpora a ambição de que a empresa deve manter sua relevância atual no fornecimento de energia e no desenvolvimento econômico do Brasil, mantendo a representatividade da Petrobras em 31% da oferta primária de energia do Brasil, o que está em linha com a perenidade dos investimentos nos projetos onshore.</p>
<p>“Essa carteira representa uma enorme oportunidade para nossos fornecedores, com os processos de contratação em andamento, em especial os 3 Megaprojetos da empresa: Complexo de Energias Boaventura (RJ), Ampliação da Refinaria Abreu e Lima (PE) e Unidade de Fertilizantes Nitrogenados em Três Lagoas (MS), além de todas as demais oportunidades previstas nesta carteira de projetos”, explicou a diretora <strong>Renata Baruzzi</strong>.</p>
<h4><strong>Ampliação do Programa Autonomia e Renda</strong></h4>
<p>Em linha com os projetos a serem contratados no período, especialmente no entorno das obras do Complexo de Energias Boaventura, em Itaboraí (RJ) e da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados &#8211; UFNIII, em Três Lagoas (MS), foi anunciada a ampliação do Programa Autonomia e Renda Petrobras, que visa a qualificação de pessoas em situação de vulnerabilidade social e moradoras da área de abrangência das operações da companhia, com foco na ampliação das oportunidades de empregabilidade no segmento de Óleo e Gás. O Programa é uma parceria entre a Petrobras, o SESI &#8211; SENAI e os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Em adição às atuais 20.000 vagas já previstas para o programa, estão sendo previstas nesta ampliação cerca de 8 mil vagas em cursos em Itaboraí e São Gonçalo e outras quase 4 mil vagas para moradores de Três Lagoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>IBP promove debate sobre oportunidades para a indústria nacional</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 17:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[Novos projetos em investimento e desafios para fornecedores locais foram discutidos por agentes do setor.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) debateu as perspectivas da cadeia de fornecedores no <strong>“Seminário: oportunidades para a indústria nacional”</strong>, realizado nesta quinta-feira, 01/06, em sua sede, com a presença dos presidentes da <strong>Petrobras</strong>, da <strong>Shell</strong>, da <strong>Transpetro</strong>, do <strong>Sinaval</strong> e da <strong>Abespetro</strong>.</p>
<p>O presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, destacou as oportunidades de crescimento da indústria de óleo e gás para os próximos anos com <strong>investimentos previstos nas atividades de exploração e produção de US$ 180 bilhões dólares e a geração de 445 mil empregos</strong>. “Nosso objetivo é buscar como auxiliar a indústria nacional, dentro do contexto da competitividade, onde precisaremos de prazos definidos e a entrega de produtos com a qualidade histórica da nossa indústria. É um mercado de muitos desafios para o futuro, de muita segmentação, de grande competição internacional, que demandará um produto cada vez mais competitivo e descarbonizado”, concluiu.</p>
<p>Já o presidente da Petrobras, <strong>Jean Paul Prates</strong>, ressaltou a importância da indústria naval e offshore brasileira e a necessidade de desenvolvimento da cadeia produtiva. “Gerar emprego, tecnologia é obrigação de cada país. Nós todos queremos desenvolver o Brasil, retomar a indústria. Não faremos isso sozinhos, mas em parceria, em uma política de estado”.</p>
<p>O Secretário de Estado de energia e economia do mar do Rio de Janeiro, <strong>Hugo Leal (PSD-RJ)</strong>, ressaltou a importância da discussão de políticas essenciais para a indústria nacional e a necessidade de ampliar o mercado de gás natural. “Essa visão de diálogo cria um ambiente favorável. Precisamos atuar para garantir previsibilidade e segurança jurídica para o setor. Nosso papel enquanto formulador, agente público é ser um mediador e discutir temas importantes. O gás natural, por exemplo, é uma realidade e que precisa ser utilizado, é uma excelente oportunidade para as indústrias”.</p>
<p><strong>Carlos Travassos</strong>, diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, apresentou as oportunidades para a indústria de fornecedores nas atividades de descomissionamento e novos escopos na construção de FPSOs. “Estamos construindo módulos maiores por conta do aumento da complexidade das unidades de produção de óleo e gás. Isso exigirá uma estratégia de construção diferente, por isso temos de atuar em parceria com a cadeia de fornecedores”.</p>
<p>O CEO da Shell Brasil, <strong>Cristiano Pinto da Costa</strong>, também ressaltou o potencial do segmento de descomissionamento, destacando o projeto para descomissionar o FPSO Fluminense, o primeiro realizado por uma companhia internacional no Brasil. “O Brasil será um player relevante no segmento de descomissionamento no mundo. Mas temos desafios, como a necessidade de simplificar o marco regulatório e ter previsibilidade com o aprimoramento de pontos sobre requerimentos ambientais e prazos”.</p>
<p><strong>Maurício Almeida</strong>, vice-presidente do Sinaval, sindicato que representa estaleiros de diferentes portes, ressaltou a importância de um ambiente de negócios saudável para gerar demanda e competitividade e a parceria com os agentes públicos. “Precisamos entender que a indústria naval precisa de uma política de estado, não de governo, para que os investimentos sejam perenes e movimentem a cadeia produtiva e a economia”.</p>
<p><strong>Telmo Ghiorzi</strong>, secretário executivo da Abespetro, enfatizou a necessidade de investimentos contínuos no setor industrial para que o país seja capaz de atrair multinacionais e se tornar referência na cadeia produtiva. “A nossa industrialização precisa de continuidade, de política de estado e de estabilidade. Acreditamos que a exportação é um diferencial. O que nos tornará competitivos é sermos exportadores de equipamentos e materiais”, avaliou.</p>
<p><strong>Elisa Salomão</strong>, chefe do departamento de gás, petróleo e navegação do BNDES, destacou o papel do banco para o desenvolvimento nacional e novas possibilidades de instrumentos financeiros para o setor naval. “O banco continuará apoiando a indústria e estamos trabalhando em condições financeiras que podem ser melhoradas dentro do fundo de marinha mercante. Em relação ao descomissionamento, com a BR do Mar foi incluída a possibilidade de outros investimentos para a indústria naval”.</p>
<p>O <strong>Deputado Federal Alexandre Lindenmeyer (PT-RS)</strong> elogiou a iniciativa do IBP em reunir os agentes do segmento para discutir melhorias e novas formas de alavancar o desenvolvimento da indústria nacional e apontou alguns temas essenciais para o setor. “A questão do Repetro no descomissionamento precisa ser analisada, além da importância da qualificação da mão de obra. Penso que o Brasil tem que ser muito mais que exportador de commodities e aproveitar o petróleo para ser um vetor de desenvolvimento da nação”.</p>
<p><strong>Karine Fragoso</strong>, gerente de óleo e gás da Firjan e diretora geral da ONIP, disse que o país não teve uma política, mas sim uma cláusula de conteúdo local. “Hoje precisamos de uma série de ferramentas que viabilizem o operador produzir mais no Brasil. Queremos ampliar mercado para viabilizar maior participação da indústria nacional, com número maior de atores, trabalhadores nesse mercado”.</p>
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		<item>
		<title>IBP confirma presença no XVII Fórum IBEF Oil, Gas &#038; Energy 2023</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-confirma-presenca-no-xvii-forum-ibef-oil-gas-energy-2023/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 May 2023 11:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[apoio institucional]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento está com inscrições abertas e tem desconto para associados do Instituto.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) é um dos apoiadores e participantes do <strong>XVII Fórum IBEF Oil, Gas &amp; Energy 2023</strong>, que será realizado no próximo dia <strong>02 de junho</strong>, no <strong>Centro de Convenções Hotel PRODIGY Santos Dumont</strong>. <strong>Associados IBP têm direito a desconto nas inscrições, que estão abertas</strong> <a href="https://agenda.ibefrio.org.br/curso/xvii-forum-ibef-oil-gas-energy-2023/?parceiros=ibefrio" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>O Instituto será representado pelo presidente <strong>Roberto Ardenghy</strong> no painel <strong>“Riscos e Desafios na Transição: Construindo o Futuro Atual”</strong>, das 10h15 às 11h. Com a moderação de <strong>Vinicius Cavalcanti</strong>, Tax Advisor da ExxonMobil, a sessão contará ainda com <strong>Guilherme Syrkis</strong>, Diretor Executivo do Centro Brasil no Clima; e <strong>Márcio Felix</strong>, CEO da EnPEnergy.</p>
<p>Com o tema <strong>“Os dilemas do setor de Oil &amp; Gas”</strong>, a edição busca refletir sobre os impasses do setor de petróleo, gás e energia, questionar as variáveis e integrar o futuro nas decisões do presente, garantindo segurança energética. Consulte a programação completa <a href="https://agenda.ibefrio.org.br/curso/xvii-forum-ibef-oil-gas-energy-2023/?parceiros=ibefrio" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> XVII Fórum IBEF Oil, Gas &amp; Energy 2023</p>
<p><strong>Tema:</strong> Os dilemas do setor de Oil &amp; Gas</p>
<p><strong>Data:</strong> 02/06/2023</p>
<p><strong>Horário:</strong> Das 8h30 às 14h</p>
<p><strong>Local:</strong> Centro de Convenções Hotel PRODIGY Santos Dumont</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Av. Alm. Silvio de Noronha, 365 &#8211; Centro, Rio de Janeiro</p>
<p>Inscrições para Associados IBP <a href="https://agenda.ibefrio.org.br/curso/xvii-forum-ibef-oil-gas-energy-2023/?parceiros=ibefrio" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<item>
		<title>Investimentos no setor offshore de petróleo e gás por região em 2023</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/investimentos-no-setor-offshore-de-petroleo-e-gas-por-regiao-em-2023/</link>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 18:12:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Machado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[O setor offshore de petróleo e gás vem se destacando à medida que a demanda por combustíveis fósseis continua forte ao mesmo tempo que os países buscam por fontes com menor intensidade de carbono. De acordo com a Rystad, novos investimentos neste setor devem alcançar cerca de US$ 214 bilhões nos próximos dois anos. O [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2023/03/eco-pt-093.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-167071" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2023/03/eco-pt-093.png" alt="" width="1058" height="635" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2023/03/eco-pt-093.png 1058w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2023/03/eco-pt-093-300x180.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2023/03/eco-pt-093-90x54.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2023/03/eco-pt-093-60x36.png 60w" sizes="(max-width: 1058px) 100vw, 1058px" /></a></p>
<p>O setor offshore de petróleo e gás vem se destacando à medida que a demanda por combustíveis fósseis continua forte ao mesmo tempo que os países buscam por fontes com menor intensidade de carbono. De acordo com a Rystad, novos investimentos neste setor devem alcançar cerca de US$ 214 bilhões nos próximos dois anos. O principal motor desse crescimento será o Oriente Médio, que pela primeira vez irá liderar os gastos em exploração e produção offshore, sendo impulsionados por projetos grandiosos no Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. O Brasil também será um dos destaques em investimentos em 2023, atraindo cerca de US$ 23 bilhões.</p>
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		<title>Volume de exportações de GNL dos Estados Unidos por país</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/volume-de-exportacoes-de-gnl-dos-estados-unidos-por-pais/</link>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 17:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Luz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[GNL]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Estados Unidos é o maior produtor de gás natural do mundo, exportando um total de 6.652.609 milhões de m³ (MMm³) no ano de 2021. Nesse ano, a Coréia do Sul foi o principal destino das exportações norte-americanas de gás natural liquefeito (GNL), enquanto a China alcançou a segunda posição desse ranking. Os dois países [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/gas-pt-025.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-163357" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/gas-pt-025.png" alt="" width="1058" height="635" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/gas-pt-025.png 1058w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/gas-pt-025-300x180.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/gas-pt-025-90x54.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/gas-pt-025-60x36.png 60w" sizes="(max-width: 1058px) 100vw, 1058px" /></a></p>
<p>Os Estados Unidos é o maior produtor de gás natural do mundo, exportando um total de 6.652.609 milhões de m³ (MMm³) no ano de 2021. Nesse ano, a Coréia do Sul foi o principal destino das exportações norte-americanas de gás natural liquefeito (GNL), enquanto a China alcançou a segunda posição desse ranking. Os dois países importaram, respectivamente, 12.847 MMm³ e 12.738 MMm³ dos Estados Unidos em 2021. Para a Europa, os EUA exportaram cerca de 34% do seu GNL na média de 2021. Até o fim de 2022, Joe Biden pretende ainda ampliar as exportações para o continente. O Brasil também representou uma parcela significativa das exportações norte-americanas, alcançando 8.717 MMm³ — cerca de 5% do total.</p>
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		<item>
		<title>IBP lança Agenda da Indústria 2022 com as prioridades para o avanço do setor de óleo e gás</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-lanca-agenda-da-industria-2022-com-as-prioridades-para-o-avanco-do-setor-de-oleo-e-gas/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 21:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda da Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Setor projeta investimentos de US$ 175 bi de 2023 a 2030; IBP defende reforço de ambiente de negócios e avanços na estruturação do mercado O setor de petróleo e gás natural responde por 46% da oferta interna de energia do país, sendo um importante propulsor da economia nacional. Para o período de 2023 a 2030, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Setor projeta investimentos de US$ 175 bi de 2023 a 2030; IBP defende reforço de ambiente de negócios e avanços na estruturação do mercado</em></p>
<p>O setor de petróleo e gás natural responde por <strong>46% da oferta interna de energia do país</strong>, sendo um importante propulsor da economia nacional. Para o período de 2023 a 2030, o IBP projeta para o<em> upstream</em> (Exploração e Produção) investimento de <strong>US$ 175 bilhões</strong> e a <strong>geração de 570 mil postos de trabalho diretos e indiretos a cada ano</strong>. Em um cenário de transição energética, a indústria continuará a desempenhar papel fundamental no suprimento das demandas de energia da sociedade.</p>
<p>Nesse contexto, o <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> produziu a <strong>Agenda da Indústria</strong> para o período de 2022 a 2024, lançada em evento exclusivo para associados nesta terça-feira, cujos pilares são: <strong>estrutura de mercado</strong>, <strong>ambiente de negócios</strong>, <strong>agenda ESG</strong> e <strong>transição energética</strong>. Nesse material, o IBP descreve as principais frentes de trabalho necessárias para pavimentar, de forma competitiva e sustentável, o futuro energético brasileiro, contribuindo, ainda mais, para o desenvolvimento econômico e social do país.</p>
<p>A agenda destaca que a relevância dos combustíveis fósseis se estenderá por mais algumas décadas, pois são atualmente responsáveis por mais da metade do suprimento energético do planeta.</p>
<p>“Não existe transição energética sem petróleo e gás, inclusive no cenário brasileiro, cuja matriz energética já conta com 48% do suprimento provenientes de fontes renováveis, frente a uma média global que figura na casa dos 14%”, diz <strong>Eberaldo de Almeida Neto</strong>, presidente do IBP.</p>
<p>O executivo defende também o estabelecimento de um mercado de carbono, que abre oportunidades para países como o Brasil. “É fundamental precificar para que as contas sejam feitas e os incentivos e desincentivos sejam dados. Pessoas e empresas se movem por estímulos&#8221;, ressalta<strong> Almeida Neto</strong>.</p>
<p>A manutenção de um ambiente de negócios que respeite os contratos e as regras de mercado, com preços calcados na oferta e demanda, é essencial para garantir o abastecimento nacional e atrair investimentos.</p>
<p>“O Brasil tem que seguir preços de mercado, pluralidade de agentes e liberdade empresarial. São essas boas práticas que garantem o abastecimento dos combustíveis e o crescimento da economia e do setor, gerando empregos e tributos&#8221;, afirma <strong>Rafael Chaves</strong>, presidente do conselho de administração do IBP e diretor executivo de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras.</p>
<p>Vale destacar também que, no Brasil, a indústria petrolífera responde por uma grande arrecadação para a União, estados e municípios. Nos últimos 11 anos, foram <strong>R$ 2,1 trilhões de tributos, ICMS, royalties, participações especiais e bônus de assinatura</strong> pagos pelo setor, segundo cálculo da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>Além disso, a indústria de óleo e gás é muito relevante para a balança comercial brasileira. O petróleo bruto foi o terceiro produto mais exportado pelo país em 2021, gerando uma receita superior a <strong>US$ 30 bilhões</strong>. Com isso, o Brasil se posicionou como o oitavo maior consumidor e o <strong>oitavo maior produtor de petróleo do mundo</strong>, no ano passado.</p>
<p>A atuação de agências reguladoras, que buscam por meio de análises técnicas estimular o setor, é fundamental para o constante aprimoramento do ambiente de negócios. &#8220;A ANP trabalha em parceria com a indústria. Nossa meta é a mesma: o desenvolvimento do setor. Da nossa parte, cuidamos do arcabouço regulatório. A segurança jurídica, interesse compartilhado com o mercado, é muito importante para atrair investimentos e, com isso, gerar emprego e renda&#8221;, afirmou <strong>Rodolfo Saboia</strong>, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ao participar do lançamento da Agenda da Indústria.</p>
<h6>Veja a seguir os principais tópicos do setor na Agenda da Indústria 2022-2024:</h6>
<ul>
<li>O fortalecimento das agências reguladoras e a implementação, de forma célere, da agenda regulatória prevista para o biênio 2022-23;</li>
<li>A continuidade do REPETRO como forma de não punir o investimento produtivo em um setor intensivo de capital, pautando a arrecadação na fase da produção;</li>
<li>Apoiar o aprimoramento dos modelos contratuais de E&amp;P de forma a reduzir os riscos que afugentam investimentos, sobretudo, com a adoção do regime de concessão no polígono do pré-sal e possível extensão dos contratos de partilha de produção;</li>
<li>O estímulo à atratividade da exploração e produção em novas fronteiras, áreas de acumulação marginal e campos maduros;</li>
<li>O aprimoramento do processo de licenciamento ambiental e de planejamento de oferta de blocos;</li>
<li>O aprimoramento regulatório de temas relevantes para a indústria, como a definição de campo com base em critérios técnicos, a resposta à emergência e o descomissionamento de sistemas de produção;</li>
<li>O aprimoramento da tributação dos setores de gás natural e <em>downstream</em>, para adaptá-la à nova estrutura de mercado;</li>
<li>A simplificação tributária no <em>downstream</em> por meio da implantação da monofasia e o combate às práticas de sonegação e de inadimplência;</li>
<li>O apoio a projetos de tipificação de crimes de roubo e de furto de combustíveis e de lubrificantes;</li>
<li>Benchmarking com mercados competitivos e bem-sucedidos em toda a cadeia de óleo e gás;</li>
<li>A defesa da implementação da Lei do Gás, influenciando planejadores e reguladores na definição de regras que garantam a transição para um mercado aberto, dinâmico, competitivo, com multiplicidade de agentes e isonomia de tratamento para produtores/supridores;</li>
<li>O apoio à desverticalização do setor de gás e, consequentemente, à separação entre atividades reguladas e atividades competitivas;</li>
<li>A defesa da continuidade da desconcentração da atividade de refino, que vai garantir um mercado aberto, com multiplicidade de agentes, modelos de negócio, isonomia e preços alinhados ao mercado internacional.</li>
</ul>
<p>Com o lançamento da Agenda da Indústria 2022-2024, o IBP reforça ainda mais seu papel de conectar todos os elos da cadeia da indústria de óleo e gás e sua missão de ser o principal representante e interlocutor do setor com toda a sociedade.</p>
<p>Confira <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/agenda-da-industria-ano-2022-2024" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui </strong></a>a Agenda da Indústria.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>IBP lança Agenda da Indústria 2022 com as prioridades para o avanço do setor de óleo e gás</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 13:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda da Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Setor projeta investimentos de US$ 175 bi de 2023 a 2030; IBP defende reforço de ambiente de negócios e avanços na estruturação do mercado]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de petróleo e gás natural responde por <strong>46% da oferta interna de energia do país</strong>, sendo um importante propulsor da economia nacional. Para o período de 2023 a 2030, o IBP projeta para o<em> upstream</em> (Exploração e Produção) investimento de <strong>US$ 175 bilhões</strong> e a <strong>geração de 570 mil postos de trabalho diretos e indiretos a cada ano</strong>. Em um cenário de transição energética, a indústria continuará a desempenhar papel fundamental no suprimento das demandas de energia da sociedade.</p>
<p>Nesse contexto, o <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> produziu a <strong>Agenda da Indústria</strong> para o período de 2022 a 2024, lançada em evento exclusivo para associados nesta terça-feira, cujos pilares são: <strong>estrutura de mercado</strong>, <strong>ambiente de negócios</strong>, <strong>agenda ESG</strong> e <strong>transição energética</strong>. Nesse material, o IBP descreve as principais frentes de trabalho necessárias para pavimentar, de forma competitiva e sustentável, o futuro energético brasileiro, contribuindo, ainda mais, para o desenvolvimento econômico e social do país.</p>
<p>A agenda destaca que a relevância dos combustíveis fósseis se estenderá por mais algumas décadas, pois são atualmente responsáveis por mais da metade do suprimento energético do planeta.</p>
<p>“Não existe transição energética sem petróleo e gás, inclusive no cenário brasileiro, cuja matriz energética já conta com 48% do suprimento provenientes de fontes renováveis, frente a uma média global que figura na casa dos 14%”, diz <strong>Eberaldo de Almeida Neto</strong>, presidente do IBP.</p>
<p>O executivo defende também o estabelecimento de um mercado de carbono, que abre oportunidades para países como o Brasil. “É fundamental precificar para que as contas sejam feitas e os incentivos e desincentivos sejam dados. Pessoas e empresas se movem por estímulos&#8221;, ressalta<strong> Almeida Neto</strong>.</p>
<p>A manutenção de um ambiente de negócios que respeite os contratos e as regras de mercado, com preços calcados na oferta e demanda, é essencial para garantir o abastecimento nacional e atrair investimentos.</p>
<p>“O Brasil tem que seguir preços de mercado, pluralidade de agentes e liberdade empresarial. São essas boas práticas que garantem o abastecimento dos combustíveis e o crescimento da economia e do setor, gerando empregos e tributos&#8221;, afirma <strong>Rafael Chaves</strong>, presidente do conselho de administração do IBP e diretor executivo de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras.</p>
<p>Vale destacar também que, no Brasil, a indústria petrolífera responde por uma grande arrecadação para a União, estados e municípios. Nos últimos 11 anos, foram <strong>R$ 2,1 trilhões de tributos, ICMS, royalties, participações especiais e bônus de assinatura</strong> pagos pelo setor, segundo cálculo da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>Além disso, a indústria de óleo e gás é muito relevante para a balança comercial brasileira. O petróleo bruto foi o terceiro produto mais exportado pelo país em 2021, gerando uma receita superior a <strong>US$ 30 bilhões</strong>. Com isso, o Brasil se posicionou como o oitavo maior consumidor e o <strong>oitavo maior produtor de petróleo do mundo</strong>, no ano passado.</p>
<p>A atuação de agências reguladoras, que buscam por meio de análises técnicas estimular o setor, é fundamental para o constante aprimoramento do ambiente de negócios. &#8220;A ANP trabalha em parceria com a indústria. Nossa meta é a mesma: o desenvolvimento do setor. Da nossa parte, cuidamos do arcabouço regulatório. A segurança jurídica, interesse compartilhado com o mercado, é muito importante para atrair investimentos e, com isso, gerar emprego e renda&#8221;, afirmou <strong>Rodolfo Saboia</strong>, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ao participar do lançamento da Agenda da Indústria.</p>
<h6>Veja a seguir os principais tópicos do setor na Agenda da Indústria 2022-2024:</h6>
<ul>
<li>O fortalecimento das agências reguladoras e a implementação, de forma célere, da agenda regulatória prevista para o biênio 2022-23;</li>
<li>A continuidade do REPETRO como forma de não punir o investimento produtivo em um setor intensivo de capital, pautando a arrecadação na fase da produção;</li>
<li>Apoiar o aprimoramento dos modelos contratuais de E&amp;P de forma a reduzir os riscos que afugentam investimentos, sobretudo, com a adoção do regime de concessão no polígono do pré-sal e possível extensão dos contratos de partilha de produção;</li>
<li>O estímulo à atratividade da exploração e produção em novas fronteiras, áreas de acumulação marginal e campos maduros;</li>
<li>O aprimoramento do processo de licenciamento ambiental e de planejamento de oferta de blocos;</li>
<li>O aprimoramento regulatório de temas relevantes para a indústria, como a definição de campo com base em critérios técnicos, a resposta à emergência e o descomissionamento de sistemas de produção;</li>
<li>O aprimoramento da tributação dos setores de gás natural e <em>downstream</em>, para adaptá-la à nova estrutura de mercado;</li>
<li>A simplificação tributária no <em>downstream</em> por meio da implantação da monofasia e o combate às práticas de sonegação e de inadimplência;</li>
<li>O apoio a projetos de tipificação de crimes de roubo e de furto de combustíveis e de lubrificantes;</li>
<li>Benchmarking com mercados competitivos e bem-sucedidos em toda a cadeia de óleo e gás;</li>
<li>A defesa da implementação da Lei do Gás, influenciando planejadores e reguladores na definição de regras que garantam a transição para um mercado aberto, dinâmico, competitivo, com multiplicidade de agentes e isonomia de tratamento para produtores/supridores;</li>
<li>O apoio à desverticalização do setor de gás e, consequentemente, à separação entre atividades reguladas e atividades competitivas;</li>
<li>A defesa da continuidade da desconcentração da atividade de refino, que vai garantir um mercado aberto, com multiplicidade de agentes, modelos de negócio, isonomia e preços alinhados ao mercado internacional.</li>
</ul>
<p>Com o lançamento da Agenda da Indústria 2022-2024, o IBP reforça ainda mais seu papel de conectar todos os elos da cadeia da indústria de óleo e gás e sua missão de ser o principal representante e interlocutor do setor com toda a sociedade.</p>
<p>Confira <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/04/agenda-da-industria-ibp-2022.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui </strong></a>a Agenda da Indústria.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desafios do setor de O&#038;G na próxima década</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/analises/desafios-do-setor-de-og-na-proxima-decada/</link>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 14:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Luz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[O E-book destaca os impactos de curto prazo à medida que o setor energético global se recupera da crise da Covid-19, além dos desafios da indústria na próxima década tendo em vista a Agenda ESG. Por fim, há o recorte Brasil, que analisa a competitividade do país no contexto mundial.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O E-book destaca os impactos de curto prazo à medida que o setor energético global se recupera da crise da Covid-19, além dos desafios da indústria na próxima década tendo em vista a Agenda ESG.</p>
<p>Por fim, há o recorte Brasil, que analisa a competitividade do país no contexto mundial.</p>
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		<title>Pesquisa inédita sobre maturidade digital na indústria de O&#038;G no Brasil está no ar</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/pesquisa-inedita-sobre-maturidade-digital-na-industria-de-og-no-brasil-esta-no-ar/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2022 21:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[óleo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está disponível na página de Publicações a pesquisa “Maturidade digital na Indústria de Óleo e Gás do Brasil – Ações, avanços e desafios da transformação digital do setor no país”. O material foi lançado no último dia 15 de fevereiro pelo IBP, pela Deloitte e pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível na <a href="https://www.ibp.org.br/publicacoes/" target="_blank" rel="noopener"><strong>página de Publicações</strong></a> a pesquisa <strong>“Maturidade digital na Indústria de Óleo e Gás do Brasil – Ações, avanços e desafios da transformação digital do setor no país”</strong>. O material foi lançado no último dia <strong>15 de fevereiro</strong> pelo IBP, pela <strong>Deloitte</strong> e pela <strong>Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (ABESPetro)</strong>, com apoio institucional da <strong>Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</strong>.</p>
<p>Acesse o material <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/02/maturidade-digital-oil-gas-2022.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>O relatório apresenta uma série de percepções de, aproximadamente, 50 organizações que participaram da pesquisa ao longo de duas fases: questionário eletrônico e entrevistas em profundidade.</p>
<p>Resumidamente, o estudo aponta que a transformação digital já está em curso nas organizações do setor, é compreendida como relevante e está avançada em determinadas ferramentas e tecnologias. Ainda assim, existem desafios e barreiras significativas a serem superadas.</p>
<p>Os resultados indicam também que os maiores avanços em transformação digital são em áreas não operacionais. No entanto, no futuro, espera-se que os investimentos sejam direcionados para a área operacional da exploração e produção de O&amp;G ou de produtos, por exemplo, contribuindo para tornar a produção mais segura e eficiente, uma vez descoberto o óleo. O foco dos investimentos futuros em tecnologia está em baixo carbono, energia renovável e automação do sistema de produção.</p>
<p>Acesse <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/02/maturidade-digital-oil-gas-2022.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a> a pesquisa <strong>“Maturidade digital na Indústria de Óleo e Gás do Brasil – Ações, avanços e desafios da transformação digital do setor no país”</strong>.</p>
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		<item>
		<title>União com empresas viabilizará programa de GLP para baixa renda, diz Petrobras</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/uniao-com-empresas-viabilizara-programa-de-glp-para-baixa-renda-diz-petrobras/</link>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 15:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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