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	<title>IBP &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Priorização de investimentos em infraestrutura logística</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/analises/priorizacao-de-investimentos-em-infraestrutura-logistica-2/</link>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 13:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Daudt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[abastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[IBP]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Leggio]]></category>

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		<description><![CDATA[O segmento de downstream é estratégico para o crescimento econômico do país e para o bem-estar da sociedade. Nos últimos anos, este mercado vem passando por uma transformação histórica, a partir do plano de desinvestimento da Petrobras no refino e da ampliação do número de agentes nos diferentes elos da cadeia produtiva. Neste sentido, visando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O segmento de <em>downstream</em> é estratégico para o crescimento econômico do país e para o bem-estar da sociedade. Nos últimos anos, este mercado vem passando por uma transformação histórica, a partir do plano de desinvestimento da Petrobras no refino e da ampliação do número de agentes nos diferentes elos da cadeia produtiva.</p>
<p>Neste sentido, visando contribuir com a implementação de medidas estruturantes, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) aponta no presente estudo as prioridades de investimento no setor de combustíveis, utilizando diferentes cenários para definir as infraestruturas logísticas e de produção necessárias para atender a demanda do país até 2035. Apesar do maior foco nos produtos do Ciclo Diesel (Diesel e Biodiesel) e no Ciclo Otto (Gasolina e Etanol), outros derivados (GLP, Nafta, Querosene de Aviação e Óleo Combustível) foram incluídos na análise, devido ao seu impacto na movimentação das infraestruturas.</p>
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		<title>IBP terá mudança no Conselho de Administração</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/ibp-tera-mudanca-no-conselho-de-administracao/</link>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 14:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Administração]]></category>
		<category><![CDATA[IBP]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Fernanda Delgado vai assumir diretoria-executiva Corporativa do IBP em 2022</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/fernanda-delgado-vai-assumir-diretoria-executiva-corporativa-do-ibp-em-2022-2/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/fernanda-delgado-vai-assumir-diretoria-executiva-corporativa-do-ibp-em-2022-2/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 18:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Vieira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diretoria Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[IBP]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>

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		<description><![CDATA[Fernanda Delgado irá se incorporar ao IBP em janeiro para uma fase de transição até a saída de Cristina Pinho no início de fevereiro]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) informa que <a href="https://www.linkedin.com/in/fernanda-delgado-d-sc-629a6a31/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fernanda Delgado</strong></a> assumirá o cargo de diretora-executiva Corporativa do instituto a partir de fevereiro de 2022.</p>
<p><img class="wp-image-157409 alignleft" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/12/fernanda-delgado-2-300x300.png" alt="" width="239" height="239" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/12/fernanda-delgado-2-300x300.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/12/fernanda-delgado-2-90x90.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/12/fernanda-delgado-2-60x60.png 60w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/12/fernanda-delgado-2.png 800w" sizes="(max-width: 239px) 100vw, 239px" />A executiva conta com uma vasta experiência no setor de energia tanto na área acadêmica como na iniciativa privada. É desde 2017 professora e assessora estratégica na FGV Energia, instituição na qual também coordena o MBA em Gestão no Setor de Óleo e Gás.</p>
<p>Fernanda Delgado também é professora do Programa de Pós-Graduação da Escola de Comando e Estado Maior do Exército, por meio de convênio com a FGV.</p>
<p>Na iniciativa privada, a executiva teve passagens por companhias como Vale e Deloitte.</p>
<p>A executiva irá suceder <strong>Cristina Pinho</strong> na diretoria-executiva Corporativa do IBP, cargo que ela ocupa desde novembro de 2019. Com vasta experiência no setor de óleo e gás e em funções de alta gerência, Cristina trabalhou antes do IBP por 31 anos na Petrobras, onde exerceu atividades de liderança nas áreas de Exploração e Produção e Logística.</p>
<p>Fernanda Delgado irá se incorporar ao IBP em janeiro para uma fase de transição até a saída de Cristina Pinho no início de fevereiro.</p>
<h6><strong>Formação</strong></h6>
<p>Fernanda Delgado possui uma sólida formação acadêmica. É Doutora em Planejamento Energético pela Coppe/UFRJ. Possui, ainda, mestrado em Tecnologia da Informação e dois livros publicados sobre a geopolítica do petróleo, um de seus temas de interesse. Na FGV Energia, ela também foi responsável por linhas de pesquisa em petróleo, gás, biocombustíveis e transição energética, descomissionamento, downstream, entre outros.</p>
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		<title>Fernanda Delgado vai assumir diretoria-executiva Corporativa do IBP em 2022</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 15:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diretoria Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[IBP]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) informa que <a href="https://www.linkedin.com/in/fernanda-delgado-d-sc-629a6a31/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fernanda Delgado</strong></a> assumirá o cargo de diretora-executiva Corporativa do instituto a partir de fevereiro de 2022.</p>
<p><img class="wp-image-157409 alignleft" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/12/fernanda-delgado-2-300x300.png" alt="" width="239" height="239" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/12/fernanda-delgado-2-300x300.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/12/fernanda-delgado-2-90x90.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/12/fernanda-delgado-2-60x60.png 60w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/12/fernanda-delgado-2.png 800w" sizes="(max-width: 239px) 100vw, 239px" />A executiva conta com uma vasta experiência no setor de energia tanto na área acadêmica como na iniciativa privada. É desde 2017 professora e assessora estratégica na FGV Energia, instituição na qual também coordena o MBA em Gestão no Setor de Óleo e Gás.</p>
<p>Fernanda Delgado também é professora do Programa de Pós-Graduação da Escola de Comando e Estado Maior do Exército, por meio de convênio com a FGV.</p>
<p>Na iniciativa privada, a executiva teve passagens por companhias como Vale e Deloitte.</p>
<p>A executiva irá suceder <strong>Cristina Pinho</strong> na diretoria-executiva Corporativa do IBP, cargo que ela ocupa desde novembro de 2019. Com vasta experiência no setor de óleo e gás e em funções de alta gerência, Cristina trabalhou antes do IBP por 31 anos na Petrobras, onde exerceu atividades de liderança nas áreas de Exploração e Produção e Logística.</p>
<p>Fernanda Delgado irá se incorporar ao IBP em janeiro para uma fase de transição até a saída de Cristina Pinho no início de fevereiro.</p>
<h6><strong>Formação</strong></h6>
<p>Fernanda Delgado possui uma sólida formação acadêmica. É Doutora em Planejamento Energético pela Coppe/UFRJ. Possui, ainda, mestrado em Tecnologia da Informação e dois livros publicados sobre a geopolítica do petróleo, um de seus temas de interesse. Na FGV Energia, ela também foi responsável por linhas de pesquisa em petróleo, gás, biocombustíveis e transição energética, descomissionamento, downstream, entre outros.</p>
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		<item>
		<title>Perspectivas para o futuro da indústria: uma entrevista com Eberaldo de Almeida Neto, presidente do IBP</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/perspectivas-para-o-futuro-da-industria-uma-entrevista-com-eberaldo-de-almeida-neto-presidente-do-ibp-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2021 13:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Vieira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda da Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
		<category><![CDATA[IBP]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a entrevista exclusiva de Eberaldo Neto sobre <strong>prioridades</strong> da indústria e as <strong>perspectivas</strong> do Instituto para o futuro
<ul>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O engenheiro <strong>Eberaldo de Almeida Neto, </strong>que por mais de30 anos se dedicou à indústria de óleo e gás, principalmente em cargos de liderança na Petrobras, assumiu o cargo de presidente do IBP em maio deste ano. Com o desafio de <strong>fortalecer o papel do instituto em meio a abertura dos mercados de refino e gás natural e do cenário global provocado pela pandemia</strong>, o executivo detalha o trabalho que vem sendo realizado para fortalecimento da agenda do IBP, que comemorou <strong>64 anos</strong> no dia 21 de novembro, e do ambiente de negócios do setor.</p>
<p>Com o avanço da vacinação e perspectiva de retomada da economia, a indústria segue investindo em temas como transformação digital e transição energética, este último, assunto que tem sido destaque no setor.</p>
<p>Na semana do aniversário do IBP, confira, a seguir, a entrevista exclusiva de Eberaldo Neto sobre <strong>prioridades</strong> da indústria e as <strong>perspectivas</strong> do Instituto para o futuro:</p>
<ul>
<li><strong>Com o avanço da vacinação, o setor de O&amp;G vem aos poucos retomando sua rotina. Quais são as perspectivas da indústria para esse momento pós-covid?</strong></li>
</ul>
<p>A indústria de O&amp;G manteve sua produção mesmo com todas as dificuldades impostas pela pandemia, cumprindo as regras sanitárias e priorizando a saúde de seus colaboradores para que a sociedade não sofresse com a restrição de produtos como o gás, os combustíveis líquidos e produtos petroquímicos, por exemplo.</p>
<p>O suprimento regular dos produtos citados é básico para o funcionamento da cadeia logística, ou seja, a vida poderia ser ainda mais complicada se o setor de O&amp;G não adotasse a posição solidária e responsável que adotou. Ciente da sua importância na regularidade do suprimento dos produtos derivados do setor de O&amp;G, a indústria não poupou esforços para garantir o funcionamento da cadeia logística, como por exemplo o transporte de alimentos, e o fornecimento de energia.</p>
<p>Com a vacinação atingindo patamares mais elevados e a adoção de uma nova cultura sanitária, já é chegada a hora de retomarmos de forma organizada a volta aos escritórios, colocando no centro a preocupação com a saúde física e mental dos colaboradores, conforme temos feito no IBP. Infelizmente, ainda não dá para falarmos em momento pós-covid 19, pois ainda conviveremos com ela por mais algum tempo.</p>
<ul>
<li><strong>O setor de O&amp;G tem expertise reconhecida em tecnologia e segue investindo em inovação para a transição energética. Qual a importância da tecnologia para o futuro da indústria no Brasil?</strong></li>
</ul>
<p>A tecnologia e a inovação são a base da sociedade mais evoluída e com maior bem-estar. As empresas de O&amp;G têm elevado os investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&amp;I), seja internamente em seus centros de pesquisa ou externamente por meio de parcerias com empresas fornecedoras, com a academia e com incentivos à <em>startups</em>.</p>
<p>Mais da metade das tecnologias necessárias para emissão líquida zero em 2050 ainda não foi produzida. Isto dá a dimensão da importância do P,D&amp;I no estabelecimento de uma transição energética rápida e efetiva. Neste contexto, o arcabouço tecnológico do setor é um ativo crítico não só para a descarbonização da cadeia produtiva do O&amp;G, mas na gestação de outras rotas tecnológicas que contribuam para o resultado almejado. Apesar do Brasil ainda perder muitos talentos para países mais desenvolvidos, as pesquisas geradas pelo setor de O&amp;G local conseguem gerar um quadro menos pessimista no que diz respeito à retenção de profissionais de alto nível.</p>
<ul>
<li><strong>Ao longo dos 64 anos de existência o IBP sempre buscou inovar, propor e debater soluções para o desenvolvimento da indústria brasileira de óleo e gás. Quais são as expectativas do IBP para o curto e médio prazo?</strong></li>
</ul>
<p>O IBP segue comprometido com a transição energética para uma economia de baixo carbono e ciente da importância do setor de O&amp;G brasileiro nesse processo. Não há transição energética justa sem a presença dos combustíveis fósseis, pois uma possível escassez desses ativos de alta densidade energética e capilaridade teria como resultado o aumento vertiginoso dos preços, prejudicando a velocidade da transição energética, os países em desenvolvimento, e sobretudo as pessoas mais pobres. Ressalto ainda que a energia está longe de ser acessível a todos e que atividades vitais como saúde, educação, transporte, conforto do lar, dentre outras, necessitam da sua democratização.</p>
<p>De outro modo, o Brasil possui um alto percentual de renováveis na sua oferta interna de energia (OIE). São 48% contra 14% da média mundial, o que nos coloca em posição de destaque e abre possibilidades para utilização de múltiplas fontes, como os fósseis. Adicionalmente, o petróleo produzido aqui, com menor “pegada de carbono” e maior eficiência, pode desarticular a produção de fontes mais poluentes como o carvão ou óleos produzidos com menor eficiência. Esse cenário contribui para a redução na emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) e aumenta nossas expectativas, que são as melhores possíveis, desde seja mantido um ambiente de negócios amigável aos investimentos em O&amp;G no país, algo que está na agenda de <em>advocacy</em> do IBP.</p>
<p>É natural que no resto do mundo, onde os fósseis são 75% das emissões de GEE, o setor seja tema polêmico das agendas, inclusive de instituições financeiras que estão deixando de financiá-lo, porém as emissões de fósseis no Brasil correspondem a 19% do total (44% das emissões vêm do uso da terra – desmatamentos e queimadas e 28% da Agropecuária) e muitas tecnologias e novos processos têm sido implementados pelo indústria  no sentido de reduzirmos as emissões, sem descartar a adoção de soluções baseadas na natureza (como projetos de reflorestamento) como medida complementar às que estão e serão implementadas na cadeia produtiva. Não quero dizer que não seja tema importante, mas que deve ser encarado como parte crucial da solução.</p>
<ul>
<li><strong>Qual mensagem você gostaria de deixar para os colaboradores e associados do IBP?</strong></li>
</ul>
<p>Nós, como colaboradores do IBP, temos a enorme responsabilidade e a honra de podermos contribuir para ampliar os investimentos na produção eficiente e tempestiva de nossas províncias petrolíferas, contribuindo para a monetização desses recursos em benefício da sociedade brasileira e auxiliando na longa jornada da transição energética eficiente e justa. É um período único na história e fazemos parte dele!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perspectivas para o futuro da indústria: uma entrevista com Eberaldo de Almeida Neto, presidente do IBP</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2021 09:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O engenheiro <strong>Eberaldo de Almeida Neto, </strong>que por mais de30 anos se dedicou à indústria de óleo e gás, principalmente em cargos de liderança na Petrobras, assumiu o cargo de presidente do IBP em maio deste ano. Com o desafio de <strong>fortalecer o papel do instituto em meio a abertura dos mercados de refino e gás natural e do cenário global provocado pela pandemia</strong>, o executivo detalha o trabalho que vem sendo realizado para fortalecimento da agenda do IBP, que comemorou <strong>64 anos</strong> no dia 21 de novembro, e do ambiente de negócios do setor.</p>
<p>Com o avanço da vacinação e perspectiva de retomada da economia, a indústria segue investindo em temas como transformação digital e transição energética, este último, assunto que tem sido destaque no setor.</p>
<p>Na semana do aniversário do IBP, confira, a seguir, a entrevista exclusiva de Eberaldo Neto sobre <strong>prioridades</strong> da indústria e as <strong>perspectivas</strong> do Instituto para o futuro:</p>
<ul>
<li><strong>Com o avanço da vacinação, o setor de O&amp;G vem aos poucos retomando sua rotina. Quais são as perspectivas da indústria para esse momento pós-covid?</strong></li>
</ul>
<p>A indústria de O&amp;G manteve sua produção mesmo com todas as dificuldades impostas pela pandemia, cumprindo as regras sanitárias e priorizando a saúde de seus colaboradores para que a sociedade não sofresse com a restrição de produtos como o gás, os combustíveis líquidos e produtos petroquímicos, por exemplo.</p>
<p>O suprimento regular dos produtos citados é básico para o funcionamento da cadeia logística, ou seja, a vida poderia ser ainda mais complicada se o setor de O&amp;G não adotasse a posição solidária e responsável que adotou. Ciente da sua importância na regularidade do suprimento dos produtos derivados do setor de O&amp;G, a indústria não poupou esforços para garantir o funcionamento da cadeia logística, como por exemplo o transporte de alimentos, e o fornecimento de energia.</p>
<p>Com a vacinação atingindo patamares mais elevados e a adoção de uma nova cultura sanitária, já é chegada a hora de retomarmos de forma organizada a volta aos escritórios, colocando no centro a preocupação com a saúde física e mental dos colaboradores, conforme temos feito no IBP. Infelizmente, ainda não dá para falarmos em momento pós-covid 19, pois ainda conviveremos com ela por mais algum tempo.</p>
<ul>
<li><strong>O setor de O&amp;G tem expertise reconhecida em tecnologia e segue investindo em inovação para a transição energética. Qual a importância da tecnologia para o futuro da indústria no Brasil?</strong></li>
</ul>
<p>A tecnologia e a inovação são a base da sociedade mais evoluída e com maior bem-estar. As empresas de O&amp;G têm elevado os investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&amp;I), seja internamente em seus centros de pesquisa ou externamente por meio de parcerias com empresas fornecedoras, com a academia e com incentivos à <em>startups</em>.</p>
<p>Mais da metade das tecnologias necessárias para emissão líquida zero em 2050 ainda não foi produzida. Isto dá a dimensão da importância do P,D&amp;I no estabelecimento de uma transição energética rápida e efetiva. Neste contexto, o arcabouço tecnológico do setor é um ativo crítico não só para a descarbonização da cadeia produtiva do O&amp;G, mas na gestação de outras rotas tecnológicas que contribuam para o resultado almejado. Apesar do Brasil ainda perder muitos talentos para países mais desenvolvidos, as pesquisas geradas pelo setor de O&amp;G local conseguem gerar um quadro menos pessimista no que diz respeito à retenção de profissionais de alto nível.</p>
<ul>
<li><strong>Ao longo dos 64 anos de existência o IBP sempre buscou inovar, propor e debater soluções para o desenvolvimento da indústria brasileira de óleo e gás. Quais são as expectativas do IBP para o curto e médio prazo?</strong></li>
</ul>
<p>O IBP segue comprometido com a transição energética para uma economia de baixo carbono e ciente da importância do setor de O&amp;G brasileiro nesse processo. Não há transição energética justa sem a presença dos combustíveis fósseis, pois uma possível escassez desses ativos de alta densidade energética e capilaridade teria como resultado o aumento vertiginoso dos preços, prejudicando a velocidade da transição energética, os países em desenvolvimento, e sobretudo as pessoas mais pobres. Ressalto ainda que a energia está longe de ser acessível a todos e que atividades vitais como saúde, educação, transporte, conforto do lar, dentre outras, necessitam da sua democratização.</p>
<p>De outro modo, o Brasil possui um alto percentual de renováveis na sua oferta interna de energia (OIE). São 48% contra 14% da média mundial, o que nos coloca em posição de destaque e abre possibilidades para utilização de múltiplas fontes, como os fósseis. Adicionalmente, o petróleo produzido aqui, com menor “pegada de carbono” e maior eficiência, pode desarticular a produção de fontes mais poluentes como o carvão ou óleos produzidos com menor eficiência. Esse cenário contribui para a redução na emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) e aumenta nossas expectativas, que são as melhores possíveis, desde seja mantido um ambiente de negócios amigável aos investimentos em O&amp;G no país, algo que está na agenda de <em>advocacy</em> do IBP.</p>
<p>É natural que no resto do mundo, onde os fósseis são 75% das emissões de GEE, o setor seja tema polêmico das agendas, inclusive de instituições financeiras que estão deixando de financiá-lo, porém as emissões de fósseis no Brasil correspondem a 19% do total (44% das emissões vêm do uso da terra – desmatamentos e queimadas e 28% da Agropecuária) e muitas tecnologias e novos processos têm sido implementados pelo indústria  no sentido de reduzirmos as emissões, sem descartar a adoção de soluções baseadas na natureza (como projetos de reflorestamento) como medida complementar às que estão e serão implementadas na cadeia produtiva. Não quero dizer que não seja tema importante, mas que deve ser encarado como parte crucial da solução.</p>
<ul>
<li><strong>Qual mensagem você gostaria de deixar para os colaboradores e associados do IBP?</strong></li>
</ul>
<p>Nós, como colaboradores do IBP, temos a enorme responsabilidade e a honra de podermos contribuir para ampliar os investimentos na produção eficiente e tempestiva de nossas províncias petrolíferas, contribuindo para a monetização desses recursos em benefício da sociedade brasileira e auxiliando na longa jornada da transição energética eficiente e justa. É um período único na história e fazemos parte dele!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mecanismos de Danos</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2021 02:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<title>POSSE: Eberaldo de Almeida Neto o novo presidente do IBP</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 10:31:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[IBP]]></category>

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		<title>&#8216;Desistir não era uma opção&#8217;, diz Cristina Pinho, primeira mulher a gerenciar uma plataforma de petróleo no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2021 15:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Diversidade de Gênero]]></category>
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		<title>Eberaldo de Almeida Neto é o novo presidente do IBP</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2021 16:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O engenheiro Eberaldo de Almeida Neto foi escolhido como o novo presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP). O executivo, que trabalhou por mais de 30 anos em cargos de liderança na Petrobras, teve sua indicação aprovada por unanimidade nesta segunda-feira (17.05) pelo Conselho de Administração da entidade, após seu nome ser recomendado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O engenheiro <strong>Eberaldo de Almeida Neto</strong> foi escolhido como o novo presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP). O executivo, que trabalhou por mais de 30 anos em cargos de liderança na Petrobras, teve sua indicação aprovada por unanimidade nesta <strong>segunda-feira</strong> (17.05) pelo <strong>Conselho de Administração</strong> da entidade, após seu nome ser recomendado pelo Comitê de Nomeação do instituto. Seu mandato terá duração de dois anos e começa no próximo mês.</p>
<p>O executivo assume a entidade diante dos desafios da abertura dos mercados de refino e gás natural e do cenário global de incertezas no segmento de E&amp;P, reflexo da crise provocada pela pandemia.</p>
<p>Na agenda do setor, estão ainda necessidade de avanços regulatórios nas áreas de <em>downstream</em>, E&amp;P e gás natural e o novo posicionamento da indústria de óleo e gás frente à transição para uma economia de baixo carbono, alinhado com as metas do Acordo de Paris, e a inserção cada vez maior do IBP e de suas associadas nos temas da Agenda ESG.</p>
<p>Almeida Neto atuou na Petrobras por 34 anos e alcançou postos de liderança como gerente e diretor, com destaque para sua atuação na área de E&amp;P, onde chegou a Gerente Geral da Unidade de Operações Rio (UO-Rio), responsável pelos campos de águas profundas na Bacia de Campos. Em 2016, assumiu a Gerência Executiva de Suprimento de Bens e Serviços, responsável por todas as contratações da empresa. Seu último cargo na companhia foi o de Diretor Executivo de Assuntos Corporativos, função que exerceu até maio de 2020. Ele substituirá <strong>Clarissa Lins</strong>, que comandou o IBP por quase dois anos e deixou a presidência no último dia 31 de março.</p>
<p>O executivo é engenheiro elétrico e eletrônico com formação pela UFRJ. Concluiu um MBA em Gestão Empresarial Avançada pela COPPEAD. Ainda cursou o Advanced Management Program pela IESE Business School (University of Navarra – Espanha).</p>
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