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	<title>infraestrutura &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>IBP apoia o ABDIB FÓRUM 2024, o principal evento sobre a infraestrutura brasileira</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-apoia-o-abdib-forum-2024-o-principal-evento-sobre-a-infraestrutura-brasileira/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2024 11:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ABDIB]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) é um dos apoiadores do ABDIB FÓRUM 2024, o maior encontro da infraestrutura brasileira, que será realizado no dia 23 de maio em Brasília, e reunirá autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de executivos das principais empresas do setor de infraestrutura, líderes e especialistas. O [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) é um dos apoiadores do ABDIB FÓRUM 2024, o maior encontro da infraestrutura brasileira, que será realizado no dia 23 de maio em Brasília, e reunirá autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de executivos das principais empresas do setor de infraestrutura, líderes e especialistas.  </p>
<p>O evento contará com uma série de painéis temáticos com o objetivo de debater temas cruciais para a construção de uma agenda de ações destinada a estimular investimentos no setor, essencial para impulsionar a competitividade e a retomada do crescimento econômico do Brasil.  </p>
<p>É uma oportunidade para que os participantes possam se envolver em discussões de alto nível, contribuir para moldar o futuro do país e explorar novas oportunidades de investimento e colaboração no setor de infraestrutura. </p>
<p>Para mais informações e inscrições, clique <a href="https://lp.rlkpro.com/l/DMhz0cABF1193">aqui </a>e acesse o site oficial do evento.</p>
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		<title>IBP debate acesso de terceiros a infraestruturas logísticas</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 19:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[dutos]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>

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		<description><![CDATA[Instituto reuniu especialistas em Workshop para discutir ativos essenciais e acesso a terceiros a infraestruturas de movimentação de petróleo e derivados O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) promoveu o Workshop “Ativos essenciais e acessos de terceiros a infraestruturas”, dia 14/9, no Rio de Janeiro, para debater o tema tão relevante para as cadeias [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p style="text-align: center;"><em>Instituto reuniu especialistas em Workshop para discutir ativos essenciais e acesso a terceiros a infraestruturas de movimentação de petróleo e derivados</em></p>
<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) promoveu o <strong>Workshop “Ativos essenciais e acessos de terceiros a infraestruturas</strong>”, dia 14/9, no Rio de Janeiro, para debater o tema tão relevante para as cadeias logísticas do setor de <em>downstream</em> especialmente em um país com<strong> notório déficit de infraestrutura e demanda substancial por investimentos</strong>.</p>
<p>O seminário contou com a participação de <strong>Helder Queiroz,</strong> professor do Instituto de Economia da UFRJ e ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de <strong>Marcus D&#8217;Elia</strong>, sócio-diretor da consultoria Leggio e Lívia Amorim, advogada do escritório Souto Correa Advogados. A mediação ficou por conta de <strong>Valéria Amoroso Lima</strong>, diretora-executiva de Downstream do IBP.</p>
<p>Valéria Lima ressaltou a urgência de aumentar investimentos neste segmento. Segundo Lima, o setor não se opõe ao acesso de terceiros a infraestruturas como dutos de transporte e terminais aquaviários, porém, frisa que é preciso maior clareza quanto às condições que nortearão a concessão do acesso a essas infraestruturas e equilíbrio para atrair os investimentos necessários. A discussão ocorre atualmente no Congresso Nacional, por meio do PL 2316/22.</p>
<p>“Precisamos refletir sobre a necessidade de <strong>investimento no Brasil em infraestrutura vis-à-vis os impactos da regulação e da legislação</strong>. Há um importante caminho a percorrer neste sentido, para obtermos ganhos de produtividade e melhorar a infraestrutura logística, promovendo mais desenvolvimento para o país”, enfatizou a diretora do IBP.</p>
<p>Marcus D&#8217;Elia, sócio da consultoria Leggio e responsável por estudo em parceria com o IBP sobre investimentos em infraestrutura logística de <em>downstream</em>, apontou a <strong>necessidade de aportes de R$ 120 bilhões até 2035 para atender o crescimento da demanda de derivados</strong> e manter o país abastecido e destacou que a infraestrutura é um instrumento crucial para a competição do mercado.</p>
<p>“A colocação de novas infraestruturas é o que permite maior competição no atendimento a um determinado mercado. Ela modifica a forma como a distribuição de combustíveis é feita. Mas é preciso desmistificar alguns pontos em relação ao compartilhamento. O compartilhamento da mesma infraestrutura, tem impacto limitado para o preço ao consumidor, já que desta forma, a competição ocorrerá somente sobre o custo logístico que representa, em média, apenas 2,5% do custo total de distribuição do produto”, pontuou <strong>D´Elia</strong>. O consultor destacou ainda os diferentes papeis desempenhados pelos terminais aquaviários, e que as discussões de acesso compulsório devem ocorrer apenas quando não há meios alternativos para acessar um determinado mercado e diante de negativa de acesso por parte do operador da infraestrutura.</p>
<p><strong>Lívia Amorim</strong>, do escritório Souto Correa, alertou que as propostas de acesso de terceiros a infraestruturas logísticas que vêm sendo discutidas podem afetar a decisão de investimento e a financiabilidade dos projetos. “Na minha visão, em relação às atividades de livre iniciativa, sequer seria possível uma tomada de decisão setorial. Impor o acesso de terceiros à infraestrutura de uma empresa privada é uma intervenção radical”, frisou. A especialista também esclareceu que o fato da produção e distribuição de combustíveis ser considerada uma atividade essencial na Legislação, não se confunde com a definição de ativo essencial.</p>
<p>O ex-diretor da ANP, <strong>Helder Queiroz</strong>, demonstrou preocupação em relação às medidas que buscam produzir competição pela competição. De acordo com Queiroz, a e<strong>xistência de barreiras de entrada é natural em alguns segmentos que demandam investimentos e qualificação técnica</strong>, e não pode ser confundida com a questão de acesso a terceiros. “Não podemos esquecer que em alguns segmentos econômicos existem barreiras de entrada. E para entrar é preciso se qualificar para poder acessar e competir. Essa discussão é fundamental para incentivar os investimentos e evitar o problema do <em>free rider</em>”, afirmou.</p>
<p><strong>O IBP desenvolverá uma nota técnica a partir das discussões com os especialistas a fim de contribuir com os debates legislativos e promover um melhor equilíbrio entre a otimização do uso das infraestruturas e sua expansão.</strong></p>
</div>
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		<title>Priorização de investimentos em infraestrutura logística</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/analises/priorizacao-de-investimentos-em-infraestrutura-logistica-2/</link>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 13:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Daudt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[abastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[IBP]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Leggio]]></category>

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		<description><![CDATA[O segmento de downstream é estratégico para o crescimento econômico do país e para o bem-estar da sociedade. Nos últimos anos, este mercado vem passando por uma transformação histórica, a partir do plano de desinvestimento da Petrobras no refino e da ampliação do número de agentes nos diferentes elos da cadeia produtiva. Neste sentido, visando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O segmento de <em>downstream</em> é estratégico para o crescimento econômico do país e para o bem-estar da sociedade. Nos últimos anos, este mercado vem passando por uma transformação histórica, a partir do plano de desinvestimento da Petrobras no refino e da ampliação do número de agentes nos diferentes elos da cadeia produtiva.</p>
<p>Neste sentido, visando contribuir com a implementação de medidas estruturantes, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) aponta no presente estudo as prioridades de investimento no setor de combustíveis, utilizando diferentes cenários para definir as infraestruturas logísticas e de produção necessárias para atender a demanda do país até 2035. Apesar do maior foco nos produtos do Ciclo Diesel (Diesel e Biodiesel) e no Ciclo Otto (Gasolina e Etanol), outros derivados (GLP, Nafta, Querosene de Aviação e Óleo Combustível) foram incluídos na análise, devido ao seu impacto na movimentação das infraestruturas.</p>
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		<title>IBP lança infográfico com projeções do setor brasileiro de petróleo e gás</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-lanca-infografico-com-projecoes-do-setor-brasileiro-de-petroleo-e-gas/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 11:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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		<description><![CDATA[O IBP divulgou, em novembro, o fact sheet “O setor de O&#38;G brasileiro”, que traz um panorama sobre o mercado de petróleo, gás e energia do Brasil, incluindo dados sobre Upstream, Downstream e Gás Natural, além de contemplar projeções de investimentos. Produzido pela equipe de Análise Econômica com base em fontes como ANP, Ministério da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O IBP divulgou, em novembro, o <em>fact sheet</em> <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/09/ibp-the-brazilian-og-sector-en.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>“O setor de O&amp;G brasileiro”</strong></a>, que traz um panorama sobre o mercado de petróleo, gás e energia do Brasil, incluindo dados sobre Upstream, Downstream e Gás Natural, além de contemplar projeções de investimentos.</p>
<p>Produzido pela equipe de <strong>Análise Econômica </strong>com base em fontes como ANP, Ministério da Fazenda, BP, EPE, IEA, OPEP e IBGE, o material aponta, por exemplo, que, somente a partir da atividade de Exploração e Produção, no acumulado entre 2022 e 2031, serão <strong>US$ 183 bilhões em investimentos, US$ 622 bilhões de arrecadação e, em média, 445 mil postos de trabalho/ano</strong>. Reforça também o papel multiplicador dos investimentos em infraestrutura, em que <strong>cada R$1 investido retorna em incremento de R$3,82 no PIB</strong>.</p>
<p>O infográfico ainda revela como o setor de O&amp;G foi importante para a recuperação do país no pós-pandemia e, nos últimos anos (2016-2021), <strong>o segmento petróleo e derivados gerou mais de R$ 63 bilhões em superávit comercial nos últimos seis anos, sendo o petróleo cru o terceiro item mais importante em termos de valor na pauta brasileira</strong>.</p>
<p>Acesse <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/09/ibp-the-brazilian-og-sector-en.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a> o <em>fact sheet</em> bilíngue <strong>“O setor de O&amp;G brasileiro”.</strong></p>
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		<title>Priorização de investimentos em infraestrutura logística</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/analises/priorizacao-de-investimentos-em-infraestrutura-logistica/</link>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 12:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Daudt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>

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		<description><![CDATA[O segmento de downstream é estratégico para o crescimento econômico do país e para o bem- estar da sociedade. Nos últimos anos, este mercado vem passando por uma transformação histórica, a partir do plano de desinvestimento da Petrobras no refino e da ampliação do número de agentes nos diferentes elos da cadeia produtiva. Neste sentido, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O segmento de <em>downstream</em> é estratégico para o crescimento econômico do país e para o bem-<br />
estar da sociedade. Nos últimos anos, este mercado vem passando por uma transformação histórica, a<br />
partir do plano de desinvestimento da Petrobras no refino e da ampliação do número de agentes nos<br />
diferentes elos da cadeia produtiva.</p>
<p>Neste sentido, visando contribuir com a implementação de medidas estruturantes, o Instituto<br />
Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) aponta no presente estudo as prioridades de investimento no setor de<br />
combustíveis, utilizando diferentes cenários para definir as infraestruturas logísticas e de produção<br />
necessárias para atender a demanda do país até 2035. Apesar do maior foco nos produtos do Ciclo Diesel<br />
(Diesel e Biodiesel) e no Ciclo Otto (Gasolina e Etanol), outros derivados (GLP, Nafta, Querosene de<br />
Aviação e Óleo Combustível) foram incluídos na análise, devido ao seu impacto na movimentação das<br />
infraestruturas</p>
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		<item>
		<title>Estudo do IBP estima investimentos de R$ 118 bilhões em logística de distribuição de derivados</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/estudo-do-ibp-estima-investimentos-de-r-118-bilhoes-em-logistica-de-distribuicao-de-derivados/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 20:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[derivados]]></category>
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		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>

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		<description><![CDATA[Com os aportes, espera-se redução no custo anual de distribuição de combustíveis no país de R$ 2,6 bilhões A demanda por combustíveis e biocombustíveis continuará crescendo e o país seguirá importador líquido no horizonte até 2035. É o que mostra estudo do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), em parceria com a Leggio Consultoria, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Com os aportes, espera-se redução no custo anual de distribuição de combustíveis </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>no país de R$ 2,6 bilhões</em></p>
<p>A demanda por combustíveis e biocombustíveis continuará crescendo e o país seguirá importador líquido no horizonte até 2035. É o que mostra <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/08/01-ibp-infraestruturas-paper-executivo.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>estudo do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), em parceria com a Leggio Consultoria</strong></a>, que avaliou diferentes cenários, incluindo a configuração futura do mercado pós desinvestimentos em refino e a simplificação na tributação dos combustíveis e biocombustíveis.</p>
<p>Para atender a demanda e garantir o abastecimento nacional neste período, serão necessários investimentos de cerca de <strong>R$ 118 bilhões</strong> em infraestrutura para movimentação dos produtos, entre expansões da infraestrutura existente, para eliminar gargalos importantes, e desenvolvimento de novos projetos<em>.</em></p>
<p>Desse total, são estimados <strong>R$ 8,7 bilhões em infraestrutura dedicada ao segmento de <em>downstream </em></strong>(portos, terminais, dutos, ferrovias) e <strong>R$ 109 bilhões em projetos de ferrovias</strong>, ditos multisetoriais, ou seja, aqueles que atendem a diferentes indústrias e que não dependem unicamente do transporte de combustíveis para sua viabilidade.</p>
<p>Uma vez realizados tais investimentos e implementada a sistemática monofásica para tributação dos combustíveis (fósseis e biocombustíveis), conforme definido na <strong>LC 192/22</strong> – com alíquotas fixas e uniformes, por produto, em âmbito nacional – espera-se uma <strong>redução no custo anual total de distribuição no país de R$ 2,6 bilhões</strong>, a partir de 2035, eliminando-se perdas tributárias e ineficiências logísticas do setor.</p>
<p>Resta claro nas conclusões do estudo que <strong>o melhor modelo para atrair os investimentos necessários à garantia do abastecimento nacional e, até mesmo montantes adicionais, é aquele que preza pelo incentivo a competição</strong>, o que não acontecerá apenas com a ampliação do acesso às mesmas rotas logísticas vigentes &#8211; configuradas para complementar o abastecimento das cadeias atualmente existentes &#8211; mas, pelo estímulo ao estabelecimento de rotas logísticas alternativas.</p>
<p>Além dos benefícios financeiros, <strong>as análises realizadas apontaram potenciais ganhos ambientais pela migração de fluxos do modal rodoviário para modais alternativos de alto volume</strong>, custo-eficientes, chegando-se a <strong>uma redução das emissões de CO<sub>2</sub> no transporte de combustíveis estimada em 15%</strong>. Isto reforça a importância dos investimentos sugeridos para o reequilíbrio e para sustentabilidade da matriz de transporte brasileira.</p>
<p>É urgente a materialização desses investimentos para o desenvolvimento econômico do país e bem-estar de toda a sociedade, e igualmente imperativa a manutenção de um ambiente de negócios saudável e atrativo &#8211; com respeito a livre iniciativa e aos direitos do investidor &#8211; e da dinâmica de precificação livre para os combustíveis e biocombustíveis.</p>
<p>Confira <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/08/01-ibp-infraestruturas-paper-executivo.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong> </a>o estudo <strong>&#8220;Priorização de investimentos em infraestrutura logística para o <em>Downstream</em>&#8220;</strong> e acesse no <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/highlights-investimentos-em-infraestrutura-logistica-para-o-downstream/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Observatório do Setor</strong></a> a análise da equipe de Análise Econômica do IBP sobre os <strong>destaques do trabalho</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Comparação do investimento anual médio em O&#038;G e renováveis nos cenários da transição</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/comparacao-do-investimento-anual-medio-em-og-e-renovaveis-nos-cenarios-da-transicao/</link>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 20:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Luz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[net zero]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora os investimentos atuais na produção de O&#38;G atendam as expectativas do cenário Net-Zero (NZE), o volume de capital investido em fontes renováveis e infraestrutura não atinge nem o patamar do Cenário mais Conservador (STEPS). Para ser alcançado, o investimento em renováveis deve ser 49% superior ao patamar atual. Esse movimento explicita a intrínseca dependência mundial dos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/03/eco-pt-052.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-160211" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/03/eco-pt-052.png" alt="" width="1058" height="635" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/03/eco-pt-052.png 1058w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/03/eco-pt-052-300x180.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/03/eco-pt-052-90x54.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/03/eco-pt-052-60x36.png 60w" sizes="(max-width: 1058px) 100vw, 1058px" /></a></p>
<p>Embora os investimentos atuais na produção de O&amp;G atendam as expectativas do cenário Net-Zero (NZE), o volume de capital investido em fontes renováveis e infraestrutura não atinge nem o patamar do Cenário mais Conservador (STEPS). Para ser alcançado, o investimento em renováveis deve ser 49% superior ao patamar atual. Esse movimento explicita a intrínseca dependência mundial dos ativos de origem fóssil, dentro da qual se evidencia a questão da segurança energética.</p>
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		<item>
		<title>Gás Natural: mercado segue em alta para 2022</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/gas-natural-mercado-segue-em-alta-para-2022/</link>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2022 14:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[lei do gás]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Especialistas defendem aprimoramento do projeto de incentivo à cabotagem &#8211;</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/especialistas-defendem-aprimoramento-do-projeto-de-incentivo-a-cabotagem-2/</link>
		<pubDate>Sun, 20 Feb 2022 15:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[cabotagem]]></category>
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		<title>Posicionamento do IBP sobre o PL 4199/20 &#8211; BR do Mar</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 18:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Vieira]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) registra a importância da aprovação, nesta quarta-feira (15.12), do <strong>PL 4199/20</strong>, conhecido como <strong>“BR do Mar”</strong>, cujo texto busca incrementar a oferta e a qualidade do transporte por cabotagem, aumentar a competitividade das <strong>empresas brasileiras de navegação (EBNs)</strong>, reduzir custos logísticos e estimular o desenvolvimento da indústria naval nacional.</p>
<p>Para todo o setor de óleo e gás, que representa mais de <strong>75%</strong> da demanda atual por transporte de cabotagem no Brasil, a aprovação do projeto de lei representa um importante avanço e contribuirá para aumentar a disponibilidade de embarcações frente ao crescimento da produção <em>offshore</em>, como para reduzir os custos logísticos do transporte de insumos e derivados necessários à longa cadeia do <em>Downstream</em>, sendo muito oportuno em um momento onde o número de agentes tende a se ampliar e os custos logísticos se tornam chave no processo competitivo entre eles.</p>
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