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	<title>legislação &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Posicionamento IBP – STF/ Lei das Estatais</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 20:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[legislação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) considera a Lei das Estatais como um marco fundamental para a gestão pública. As conquistas com o advento da Lei representam a consolidação de uma governança pública eficiente e transparente. Nesse contexto, o IBP vê com preocupação a recente decisão liminar do STF que suspendeu a norma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) considera a <strong>Lei das Estatais</strong> como um marco fundamental para a gestão pública. As conquistas com o advento da Lei representam a consolidação de uma governança pública eficiente e transparente.</p>
<p>Nesse contexto, o IBP vê com preocupação a recente decisão liminar do STF que suspendeu a norma que restringia indicações de diretores e membros de administração de empresas estatais e de sociedade de economia mista que tenham sido titulares de cargos públicos ou com atuação em partido político ou em campanha eleitoral, nos três anos anteriores.</p>
<p>A Lei das Estatais representa um avanço da governança pública brasileira, estabelecendo que a indicação de executivos para cargos de diretoria e presidência dessas empresas e de membros dos Conselhos de Administração siga um ritual baseado em critérios técnicos.</p>
<p>Desse modo, <strong>o Instituto vê com ressalvas mudanças na legislação que podem afetar o rito de governança dessas instituições, sem a devida avaliação técnica dos gestores nomeados.</strong> O IBP entende também que qualquer proposta de mudança na Lei deva ser debatida com o Congresso e a sociedade brasileira.</p>
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		<title>Posicionamento IBP – Emenda n° 54 da MP 1154/23</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 21:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás Natural (IBP) considera preocupante o teor da Emenda n° 54 da Medida Provisória 1154/2023, que propõe alterar dispositivos de criação das Agências Reguladoras.  É importante mencionar que as Agências Reguladoras, na forma que foram constituídas, vêm cumprindo papel estratégico em importantes setores da economia do país e, no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span class="x_contentpasted0">O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás Natural (IBP)</strong> <strong>considera preocupante o teor da</strong> <strong>Emenda n° 54 da Medida Provisória 1154/2023</strong>, que propõe alterar dispositivos de criação das Agências Reguladoras. </span></p>
<p><span class="x_contentpasted0">É importante mencionar que as Agências Reguladoras, na forma que foram constituídas, vêm cumprindo papel estratégico em importantes setores da economia do país e, no entendimento do Instituto, <strong>a proposta de Emenda n° 54 enfraquece o papel das Agências como instituições de Estado</strong>.  </span></p>
<p><span class="x_contentpasted0">Além disso, o IBP entende que a emenda, se aprovada, terá <strong>efeito negativo sobre o mercado, pois afeta a segurança jurídica e a previsibilidade nas regras</strong>, elementos cruciais para a atração de investimentos e o desenvolvimento econômico.</span></p>
<p><span class="x_contentpasted0">É importante ressaltar que as Agências não fazem política pública, o que é prerrogativa do Executivo e do Legislativo; elas apenas regulamentam, controlam e fiscalizam a execução de serviços.  O modelo vigente de atuação das Agências Reguladoras é regido pela atuação equidistante em relação aos interesses da sociedade, dos agentes regulados, e do próprio Poder Executivo, a fim de </span><span class="x_contentpasted0">garantir que as decisões tomadas sejam de interesse público e sempre com bases técnicas. </span></p>
<p><span class="x_contentpasted0">O IBP defende a manutenção do atual modelo de gestão das Agências Reguladoras que garante a independência dos órgãos, a participação social e a transparência das decisões regulatórias. Ressalta que o modelo vigente é adequado ao cenário nacional, além de ser adotado com sucesso em diferentes países.   </span></p>
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		<title>Novo Mercado de Gás ganha força com aprovação de projeto de lei do Rio Grande do Norte</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2022 20:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Mercado de Gás]]></category>

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		<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou, em sessão ordinária realizada na última quarta-feira, dia 15 de junho, o Projeto de Lei 371/21, que estabelece as normas relativas à exploração dos serviços locais de gás canalizado no estado. O PL aprovado, pendente apenas de sanção da governadora para ser publicado, é um importante [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou, em sessão ordinária realizada na última quarta-feira, dia 15 de junho, o <strong>Projeto de Lei 371/21</strong>, que estabelece as normas relativas à exploração dos serviços locais de gás canalizado no estado.</p>
<p>O PL aprovado, pendente apenas de sanção da governadora para ser publicado, é um importante avanço para o desenvolvimento do setor de gás ao conferir maior segurança jurídica às relações disciplinadas no seu texto e aderência com o <strong>Programa Federal “Novo Mercado de Gás”</strong>, que objetiva dinamizar o setor. Com isso, o estado caminha para a construção de um marco regulatório confiável, transparente, harmônico e, consequentemente, um ambiente atrativo para novos investimentos na cadeia de gás natural.</p>
<p>Destaca-se a disposição da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo da Assembleia Legislativa do RN em debater o tema durante a audiência pública realizada em 27 de abril deste ano e receber sugestões e demandas dos diversos agentes que integram a cadeia de mercado do gás natural. Em razão disso, o texto original recebeu importantes melhorias que devem garantir um mercado de gás mais dinâmico e competitivo no Rio Grande do Norte, trazendo mais investimentos e crescimento econômico ao estado.</p>
<p>Participaram dos debates no último ano, com relevantes contribuições, corroborando com as alterações no texto da lei, a <strong>Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP)</strong>, a <strong>Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (ABRACE)</strong>, o <strong>Ministério das Minas e Energia (MME)</strong>, a <strong>Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP)</strong>, a <strong>Companhia Potiguar de Gás &#8211; Potigás</strong>, a <strong>Redepetro RN</strong>, o <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>, a <strong>3R Petroleum</strong>, a <strong>Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN)</strong>, a <strong>Secretaria de Planejamento do Governo do Estado do Rio Grande do Norte</strong>, <strong>Agência Reguladora de Serviços Públicos do RN (ARSEP RN)</strong>, a <strong>Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL)</strong>, o <strong>Fórum Potiguar de Petróleo e Gás</strong> e a <strong>Secretaria do Estado de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte</strong>.</p>
<p>Por conta de todo esse esforço coletivo, o Rio Grande do Norte passa a ocupar <strong>a 2ª posição do ranking regulatório nacional da ABRACE</strong>. O ranking tem a finalidade de avaliar as regulações estaduais vigentes em cada estado, no que concerne à abertura do mercado de gás natural. No estudo são verificados aspectos regulatórios que facilitam ou, ao contrário, têm potencial de dificultar a migração do consumidor para o ambiente livre de contratação do gás, tendo em vista que a regulação sobre essa parte da cadeia de gás natural varia de estado a estado.</p>
<p>Ainda há pontos importantes que deverão ser equacionados. Mas a aprovação do Projeto de Lei na sua versão final é um importante marco que traz mais transparência e reduz subjetividades, harmoniza definições, reduz os volumes referente à migração para o mercado livre, disciplina a tarifa de movimentação específica de gás natural, limita a possibilidade de subsídios cruzados, afasta a possibilidade de reclassificação de dutos, avança na independência da atividade de comercialização e nas regras de penalidade, entre outros.</p>
<p>O sucesso do Novo Mercado de Gás depende do sucesso das legislações estaduais. No Rio Grande do Norte, a tarefa ainda é mais destacada considerando que o estado tem, hoje, um ambiente competitivo na oferta de gás que gerou o menor preço de gás no país, decorrente do contrato recente entre a Potiguar E&amp;P e a distribuidora local de gás canalizado que proporcionou uma redução de 30% no preço do gás adquirido pela distribuidora. A aprovação do PL 371/21 proporcionará aumento dos investimentos e da concorrência, sem gerar privilégios a nenhum agente econômico – o que resultará em benefícios concretos para toda a sociedade.</p>
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		<title>Compliance</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/comunidades/comissao/compliance/</link>
		<pubDate>Wed, 04 May 2022 20:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ibp]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[legal]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Compliance é um fórum de discussão das políticas de conformidade e integridade corporativas praticadas pelos integrantes da indústria de petróleo e gás, visando coordenar esforços de combate à corrupção no setor e a disseminação de conhecimento e tecnologia no campo da governança corporativa. O objetivo é contribuir para o desenvolvimento de uma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Compliance é um fórum de discussão das políticas de conformidade e integridade corporativas praticadas pelos integrantes da indústria de petróleo e gás, visando coordenar esforços de combate à corrupção no setor e a disseminação de conhecimento e tecnologia no campo da governança corporativa. O objetivo é contribuir para o desenvolvimento de uma indústria nacional mais competitiva, ética e socialmente responsável.</p>
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		<title>Posicionamento do IBP sobre a aprovação da monofasia do ICMS no PLP 11/20</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 20:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
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		<category><![CDATA[tributação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) ressalta a importância da aprovação, no Congresso, do PLP (Projeto de Lei Complementar) 11/20, contemplando a implantação da monofasia do ICMS conforme previsto na Constituição brasileira. O Projeto foi sancionado, sem vetos, como Lei Complementar nº 192, em 11 de março de 2022. Na visão do IBP, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) ressalta a importância da aprovação, no Congresso, do PLP (Projeto de Lei Complementar) 11/20, contemplando a implantação da monofasia do ICMS conforme previsto na Constituição brasileira. O Projeto foi sancionado, sem vetos, como Lei Complementar nº 192, em 11 de março de 2022.</p>
<p>Na visão do IBP, a implementação da <strong>monofasia (cobrança do tributo em um único elo da cadeia do setor)</strong> para os derivados de petróleo (gasolina, diesel e outros) e biocombustíveis, com alíquotas específicas por litro e uniformes em todo o país, é uma medida estruturante, que reduz o impacto da volatilidade dos preços dos combustíveis e traz previsibilidade para a arrecadação dos Estados.</p>
<p>A mudança permite ainda maior racionalidade ao promover a simplificação tributária do setor e fomentar um ambiente de negócios mais equilibrado, saudável, atrativo para investidores e transparente para a sociedade.</p>
<p>A implantação efetiva da monofasia depende de Convênio a ser aprovado pelos Estados e Distrito Federal no CONFAZ, respeitando a <strong>competência constitucional para legislar sobre o tema</strong>.</p>
<p>Além da implantação da monofasia para o ICMS, o projeto de lei estabeleceu a redução das alíquotas de PIS/Cofins para zero até dezembro de 2022. Esta redução, alinhada à regra de transição prevista para o ICMS, até a conclusão do Convênio CONFAZ, terão reflexos no curto prazo mitigando os aumentos de preço dos combustíveis.</p>
<p>A introdução, histórica, do novo modelo de cálculo do ICMS <strong>aproxima o Brasil das melhores práticas mundiais</strong>, com maior eficiência na apuração, arrecadação e fiscalização tributária. Tais práticas eliminam a concorrência desleal derivada da sonegação recorrente, reduzem o mercado irregular e geram maior segurança para novos investimentos fundamentais para a <strong>competitividade do segmento</strong> e para a garantia do abastecimento</p>
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		<title>Deputada Célia Jordão quer aumentar competitividade no setor naval</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/deputada-celia-jordao-quer-aumentar-competitividade-no-setor-naval/</link>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 14:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[legislação]]></category>

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		<title>Governador Cláudio Castro vai vetar lei que cria novas taxas para o setor de petróleo</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/governador-claudio-castro-vai-vetar-lei-que-cria-novas-taxas-para-o-setor-de-petroleo/</link>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 14:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>

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		<title>ABPIP e IBP solicitam audiência com governador do Ceará para debater projeto de lei estadual sobre o novo mercado de gás natural</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/abpip-e-ibp-solicitam-audiencia-com-governador-do-ceara-para-debater-projeto-de-lei-estadual-sobre-o-novo-mercado-de-gas-natural-2/</link>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 13:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
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		<title>Alerta: riscos da mistura de 12% de biodiesel no óleo diesel comercializado à sociedade</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/alerta-riscos-da-mistura-de-12-de-biodiesel-no-oleo-diesel-comercializado-a-sociedade/</link>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 15:19:15 +0000</pubDate>
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		<title>Regras para liberar venda direta de etanol devem ser publicadas na próxima semana, diz ministro</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/regras-para-liberar-venda-direta-de-etanol-devem-ser-publicadas-na-proxima-semana-diz-ministro-2/</link>
		<pubDate>Tue, 04 May 2021 10:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[venda direta]]></category>

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