
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
>

<channel>
	<title>licenciamento ambiental &#8211; IBP</title>
	<atom:link href="https://portal.ibp.org.br/tags/licenciamento-ambiental/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://portal.ibp.org.br</link>
	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 19 Aug 2026 12:47:30 -0300</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">129575383</site>	<item>
		<title>NOTA IBP – Aprovação pelo IBAMA do PPAF da Petrobras na Margem Equatorial</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/nota-ibp-aprovacao-pelo-ibama-do-ppaf-da-petrobras-na-margem-equatorial/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/nota-ibp-aprovacao-pelo-ibama-do-ppaf-da-petrobras-na-margem-equatorial/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 20:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[~]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ibp.org.br/?post_type=ibp_pnoticias&#038;p=177906</guid>
		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) recebe de forma positiva a aprovação pelo IBAMA do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna (PPAF) concedida à Petrobras para a continuidade do processo de licenciamento ambiental para pesquisa exploratória na Margem Equatorial. A aprovação é o reconhecimento por parte do órgão ambiental da capacidade da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) recebe de forma positiva a aprovação pelo IBAMA do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna (PPAF) concedida à Petrobras para a continuidade do processo de licenciamento ambiental para pesquisa exploratória na Margem Equatorial. A aprovação é o reconhecimento por parte do órgão ambiental da capacidade da indústria brasileira de atender os requisitos técnicos nas atividades de segurança operacional e ambiental.</p>
<p>Embora ainda não configure a concessão da licença para o início da perfuração exploratória, a aprovação do PPAF é uma etapa importante para avançar no processo de licenciamento para a verificação em campo da viabilidade operacional do Plano de Emergência Individual. Como parte do processo, o IBP espera que de forma breve o IBAMA defina com a Petrobras um cronograma para a realização de Avaliação Pré-Operacional (APO) que visa verificar, por meio de vistorias e simulações, a efetividade do Plano de Emergência Individual proposto.</p>
<p>O IBP reitera a importância da pesquisa geológica nessa nova fronteira exploratória, que, caso seja confirmada, possibilitará o aumento das reservas nacionais, a garantia da segurança energética do país e a geração de desenvolvimento socioeconômico, com empregos e renda para a população do Amapá e da região Norte. A indústria de óleo e gás conduz suas atividades com segurança e respeito ao meio ambiente, seguindo os rigorosos padrões técnicos exigidos pelos órgãos reguladores e ambientais. A Petrobras, operadora do Bloco FZA-M-59, tem ampla capacidade neste tipo de atividade, com atendimento aos requisitos técnicos exigidos, dentro das melhores práticas internacionais de segurança operacional e de resposta a emergências ambientais.</p>
<p>A Margem Equatorial, segundo estimativas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), pode conter um volume de até 30 bilhões de barris de óleo equivalente e potencial para agregar 1,106 milhão de barris por dia (bpd) na curva de produção nacional a partir de 2029. Esse volume seria o equivalente a 1/3 da produção atual total do país.</p>
<p>O desenvolvimento das atividades de óleo e gás na Margem Equatorial vai beneficiar a União, Estados e Municípios da região com royalties, participações especiais e tributos, gerando empregos, renda e permitindo investimentos em políticas públicas para a melhoria do meio ambiente e da qualidade de vida da população.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://portal.ibp.org.br/noticias/nota-ibp-aprovacao-pelo-ibama-do-ppaf-da-petrobras-na-margem-equatorial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">177906</post-id>	</item>
		<item>
		<title>IBP observa com preocupação a paralisação de servidores do Ibama</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-observa-com-preocupacao-a-paralisacao-de-servidores-do-ibama/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-observa-com-preocupacao-a-paralisacao-de-servidores-do-ibama/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 21:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ibp.org.br/?post_type=ibp_pnoticias&#038;p=171116</guid>
		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal representante do setor de óleo e gás no país, vê com preocupação a paralisação de servidores do núcleo de licenciamento ambiental do Ibama. A paralisação pode ocasionar atraso nas licenças ambientais &#8211; prévias, de instalação e operação &#8211; de relevantes empreendimentos. Inclusive para aqueles que já [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal representante do setor de óleo e gás no país, vê com preocupação a paralisação de servidores do núcleo de licenciamento ambiental do Ibama.</p>
<p>A paralisação pode ocasionar atraso nas licenças ambientais &#8211; prévias, de instalação e operação &#8211; de relevantes empreendimentos. Inclusive para aqueles que já têm equipamentos mobilizados &#8211; como sondas de perfuração e plataformas de produção &#8211; à espera da fase final do licenciamento.</p>
<p>No Brasil, há previsão de investimentos acima de R$ 100 bilhões em mais de 20 novas plataformas, até 2028, para produção de petróleo e gás, que podem ter seus projetos postergados. O atraso acarreta custos extraordinários e pode levar ao encarecimento dos projetos.</p>
<p>Além disso, há potencial demora no licenciamento de novas aéreas exploratórias, que asseguram a continuidade da atividade de óleo e gás, com seus impactos positivos na geração de emprego, renda e tributos. O IBP ressalta que respeita as manifestações dos servidores, mas defende a conciliação e a retomada da análise de processos de licenciamento.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-observa-com-preocupacao-a-paralisacao-de-servidores-do-ibama/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">171116</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Rio Pipeline 2023 começa no próximo dia 8 e discutirá o futuro da indústria</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/rio-pipeline-2023-comeca-dia-8-agosto-23/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/rio-pipeline-2023-comeca-dia-8-agosto-23/#respond</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2023 11:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[dutos]]></category>
		<category><![CDATA[dutos industriais]]></category>
		<category><![CDATA[gasodutos]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Pipeline]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ibp.org.br/?post_type=ibp_pnoticias&#038;p=169322</guid>
		<description><![CDATA[Principais representantes do setor debaterão o novo mercado de energia no Brasil O Rio de Janeiro receberá, de 8 e 10 de agosto deste ano, a 13ª edição da Rio Pipeline 2023. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) na EXPO MAG, no Rio de Janeiro, o evento faz parte do calendário internacional [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p style="text-align: center;"><em>Principais representantes do setor debaterão o novo mercado de energia no Brasil</em></p>
<p>O Rio de Janeiro receberá, de 8 e 10 de agosto deste ano, a 13ª edição da <a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Pipeline 2023</strong></a>. Promovido pelo <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> na EXPO MAG, no Rio de Janeiro, o evento faz parte do calendário internacional de conferências sobre o mercado de dutos no Brasil e no mundo. Sob o lema “Conhecimento e Energia para um novo mercado”, a abertura terá a presença de <strong>Roberto Ardenghy</strong>, presidente do IBP; do <strong>Senador Laércio Oliveira</strong> (PP-PE); <strong>Rodolfo Henrique Saboia,</strong> diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP); <strong>Rogério Mans</strong>o, presidente da ATGás; e <strong>Angela Regina Livino</strong>, presidente interina da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Nos demais dias, CEOs e convidados vão aprofundar o entendimento da abertura do mercado de gás no Brasil, discutir a expansão do setor com a entrada de novos agentes e abordar a confiabilidade e competitividade da indústria.</p>
<p>No primeiro dia, além da conferência de abertura, os CEO Talks terã<strong>o Claudio Romeo Schlosser</strong>, da Petrobras, com moderação de Roberto Ardenghy; <strong>Erick Portela Pettendorfer</strong>, da NTS, com moderação de <strong>Cristina Pinho</strong>, ex-diretora-executiva corporativa do IBP e consultora do mercado de óleo e gás; e <strong>Sérgio Bacci</strong>, da TRANSPETRO, com moderação de <strong>Wagner Victer</strong>, ex-secretário de Energia, Indústria Naval e Petróleo do Rio de Janeiro e atual consultor da presidência da Petrobras. Ardenghy ressalta a <strong>presença de agentes estratégicos e especialistas na Pipeline</strong>. “Nossa indústria atingiu níveis de excelência, de segurança operacional e responsabilidade ambiental graças a todos os profissionais da área. É uma honra tê-los conosco para <strong>discutir um setor em constante evolução</strong>”, define o presidente do IBP.</p>
<p>Ao longo da Pipeline 2023, Gustavo Labanca, <strong>diretor-presidente da TAG</strong>; Erik da Costa Breyer,<strong> diretor-presidente da TBG</strong>; Philippe Darcis, <strong>Pipeline Technology Senior Director da TENARIS</strong>; Emmanuel Delfosse, EDF; e Sébastien Lahouste, <strong>diretor-presidente da Fluxys Brasil</strong>, compartilharão conhecimento sobre as novas demandas do mercado e como elas tendem a <strong>impulsionar a expansão da infraestrutura dutoviária no país</strong>, estabelecendo uma nova dinâmica comercial, com efeitos multiplicadores na cadeia de fornecedores e na economia nacional.</p>
<p><strong>Sylvie D’Apote</strong>, diretora-executiva de Gás Natural do IBP e uma das moderadoras do evento, destaca a importância das plenárias. “Vamos focar nos novos projetos em produção de gás e a necessidade de crescimento da demanda. O <strong>aumento de oferta e da demanda é premissa fundamental para destravar investimentos em toda a cadeia:</strong> escoamento, processamento, transporte e distribuição”, adiantou Sylvie, que evidencia ainda a importância da clareza e previsibilidade no setor de dutos. No cenário atual, a definição de novos investimentos precisa prever, por exemplo, transportar outros tipos de gases ou outros tipos de combustíveis líquidos, como os <em>emerging fuels</em>, que são temas de plenárias nesta edição.</p>
<h3><strong>A maior feira da América Latina do mercado de dutos</strong></h3>
<p>Os números da Pipeline 2023 revelam o nível de detalhamento da conferência e a magnitude do evento. No total, além das cerimônias de abertura e encerramento, serão cinco CEO Talks, quatro plenárias, 12 sessões especiais, três workshops, 212 trabalhos técnicos de 15 países diferentes, 14 trabalhos e palestras convidadas e mais de 90 horas de palestras e conteúdo técnico oferecido ao público inscrito. Além disso, no período da tarde dos três dias de evento, o público em geral (inclusive não inscritos na feira) poderá acessar, gratuitamente, o material exibido por cerca de 70 expositores, que representam um aumento de 40% em relação a 2019.</p>
<p>Idarilho Nascimento, diretor de Relações Institucionais na Tenaris e Chair do Comitê Organizador da Rio Pipeline 2023, aponta como a Rio Pipeline se tornou referência no calendário internacional de eventos. “Um dos principais objetivos que definimos foi a internacionalização. Para isso, criamos quatro comitês: um organizador, um técnico, um internacional e um estratégico”, explica Idarilho, que compartilha a organização da Pipeline com Wong Loon, atual chair do Comitê Estratégico da Rio Pipeline 2023.</p>
<p>Wong diz que a feira é uma excelente oportunidade para engenheiros, gerentes e executivos de pipeline e logística, pois antecipa as oportunidades futuras deste mercado. “Um país continental como o Brasil está em constante crescimento para o interior e esse desenvolvimento econômico é sinônimo de dutos, responsáveis pelos transportes de altos volumes em grandes distâncias”, aposta.</p>
<p>A Rio Pipeline 2023 também terá sessões especiais, com espaço para a discussão da representatividade feminina na indústria de dutos do país, as <em>women pipeliners</em>, além do transporte dutoviário diante das mudanças climáticas, os novos desenvolvimentos offshore pelas novas operadoras, licenciamento ambiental e integração energética regional.</p>
<p>A edição 2023 da Rio Pipeline conta com patrocínio master da Petrobras; o patrocínio platinum da Transpetro, NTS, TAG e TBG; o patrocínio ouro da Tenaris; patrocínio bronze da PRIO; patrocínio cobre da GERDAU, Álvaro Aguiar Engenharia, Solar Turbines, Tory Tech; patrocínio Premium Arena da DNV e SLB/ENIVIBES; patrocínio Special Arena da Geogas, Rosen, Optasense e TDW, parceria de mídia do Pipeline Technology Journal e da epbr; apoio de mídia da Petro&amp;Química, TN Petróleo e World Pipelines; apoio institucional da ABCM, AbeGás, Abemi, AbesPetro, Abendi, ABH2, Abimaq, Abitam, Abraco, Abramam, Arpel, Atgás, Brazil-Texas Chamber of Commerce, CTDUT, CTFF, YPI e YPP. Além disso, o evento conta ainda com o apoio do Governo Federal.</p>
<p><strong>Serviço RIO PIPELINE 2023</strong></p>
<p><strong>Data</strong>: 8 a 10 de agosto de 2023</p>
<p><strong>Horários:</strong><br />
Credenciamento a partir das 8h<br />
Cerimônia de abertura (somente dia 08/08): das 8h30 às 9h30<br />
Congresso: das 9h às 18h<br />
Exposição (aberta ao público): das 12h às 20h</p>
<p><strong>Local</strong>: EXPO MAG &#8211; R. Beatriz Larragoiti Lucas, s/n &#8211; Cidade Nova, Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Lema do evento:</strong> Conhecimento e Energia para um novo mercado</p>
<p>Mais informações <a href="https://www.riopipeline.com.br/">aqui</a></p>
</div>
<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl"></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://portal.ibp.org.br/noticias/rio-pipeline-2023-comeca-dia-8-agosto-23/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">169322</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Responsabilidade Social</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/comunidades/comissao/responsabilidade-social/</link>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 18:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaise Temoteo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo de Impacto Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Junior Achievement]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ODS]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Setorial de Voluntariado]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos Educacionais]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ibp.org.br/?post_type=ibp_pcom_comissoes&#038;p=140960</guid>
		<description><![CDATA[A Comissão de Responsabilidade Social visa propor metodologias, políticas e diretrizes que permitam as empresas associadas ao IBP incorporar conceitos e ferramentas de responsabilidade social em suas estratégias de investimento e na gestão dos seus projetos, além de divulgar as melhores práticas e contribuir para a construção e consolidação de uma indústria competitiva, que tenha [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Responsabilidade Social visa propor metodologias, políticas e diretrizes que permitam as empresas associadas ao IBP incorporar conceitos e ferramentas de responsabilidade social em suas estratégias de investimento e na gestão dos seus projetos, além de divulgar as melhores práticas e contribuir para a construção e consolidação de uma indústria competitiva, que tenha seus benefícios amplamente reconhecidos pela sociedade e que preserve o equilíbrio econômico, social e ambiental dos seus negócios.</p>
]]></content:encoded>
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">140960</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Padronização e digitalização da indústria de óleo e gás em debate</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/padronizacao-e-digitalizacao-da-industria-de-oleo-e-gas-em-debate/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/padronizacao-e-digitalizacao-da-industria-de-oleo-e-gas-em-debate/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 11:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ibp.org.br/?post_type=ibp_pnoticias&#038;p=125990</guid>
		<description><![CDATA[Em evento no IBP, especialistas abordaram os principais tópicos para a competitividade dos projetos offshore no Brasil No momento em que a indústria de petróleo e gás retoma o ritmo de suas atividades a partir dos leilões realizados anualmente desde 2017, o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a SPE [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Em evento no IBP, especialistas abordaram os principais tópicos para a competitividade dos projetos offshore no Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">No momento em que a indústria de petróleo e gás retoma o ritmo de suas atividades a partir dos leilões realizados anualmente desde 2017, o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a SPE Seção Brasil, reuniu especialistas de toda a cadeia do setor para debater os desafios e possíveis soluções que assegurem ou otimizem a competitividade do segmento offshore na atual conjuntura do país. Temas como a padronização e a digitalização foram destaque na 2ª edição do <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/seminario-sobre-competitividade-dos-projetos-offshore-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Seminário sobre Competitividade dos Projetos Offshore no Brasil</a>, que aconteceu na última terça-feira (20/08), no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje, o Brasil desponta como um dos países mais promissores no setor de energia mundial, com especial vocação para o desenvolvimento de projetos offshore nas reservas do pré-sal. Diante das discussões globais em torno da economia de baixo carbono, é essencial que olhemos o nosso setor a partir de uma nova perspectiva. Competitividade é a palavra-chave nesse processo”, afirmou Milton Costa Filho, secretário-geral do IBP. “Competitividade se traduz em diversos itens, como por exemplo, estabilidade e simplificação de regras, um regime tributário mais simples, um calendário fixo de rodadas, no aperfeiçoamento do processo de licenciamento ambiental, no desenvolvimento de tecnologias e inovação e muito mais”, complementou.</p>
<p style="text-align: justify;">Na palestra de abertura, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, reforçou a importância da exploração e produção offshore para a estatal. “A Petrobras está se tornando uma companhia offshore. Estamos vendendo nossos ativos em terra e em águas rasas, o que está ajudando a criar uma nova indústria de petróleo no Brasil, uma indústria vibrante de pequenos e médios produtores”, disse. Castello Branco defendeu ainda mudanças na legislação do pré-sal para aumentar a eficiência dos projetos. &#8220;Temos que fazer com que o Brasil ingresse no caminho da prosperidade. E não vai ser com conteúdo local ou regime de partilha que vamos conseguir fazer isso. Isso pertence ao passado, que não nos foi favorável, e temos que romper com isso&#8221;, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Já André Araújo, presidente da Shell Brasil, pontuou que para falar de competitividade em águas profundas é preciso falar também em transição energética. “Não podemos esquecer que os projetos de águas profundas não estão isolados do sistema energético no mundo. Hoje, um dos desafios do segmento de águas profundas é continuar sendo competitivo para manter o papel de liderança nessa jornada. Na Shell, falamos muito de transição energética, mas sabemos que águas profundas é um caminho-chave para o nosso olhar de futuro”, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">A complexidade e a representatividade do segmento offshore são traduzidas em números, como apresentou Francisco Francilmar, diretor de operações da PetroRio. De acordo com o executivo, atualmente no Brasil, 40% das unidades produtivas se localizam na Bacia de Campos, 18% na Bacia Potiguar e 16% em Sergipe-Alagoas. No que se refere às plataformas em operação no país, 56% são fixas, 30% FPSOs e 10% semissubmersível, sendo que 44% de todas as unidades têm menos de 15 anos, 15% com 15 a 20 anos e 41% com mais de 25 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para José Frey, vice-presidente de Exploração da Equinor, as oportunidades para criação de uma estrutura competitiva e previsível também se expressam em números. Segundo o executivo, na visão da Equinor, 23% do aumento mundial da oferta de petróleo em 2030 virá do Brasil e cerca de US$ 200 bilhões serão investidos no setor de upstream no país. “Também estimamos que 20 FPSOs serão contratados até 2024, e sete deles serão contratados por IOCs, o que é realmente notável, pois mostra que a abertura e a competitividade são realmente atrativos do Brasil”, sinalizou.</p>
<p style="text-align: justify;">No que se refere a investimentos, Anderson Dutra, sócio-líder da área de Oil &amp; Gas da KPMG no Brasil, acredita que, no Brasil, o setor de energia e de petróleo e gás atingirá o montante de US$ 490 bilhões até 2027, sendo US$ 470 bilhões investidos diretamente em O&amp;G. De acordo com Dutra, outros países da América Central e do Sul também estão atentos à relevância dessa indústria. “O Equador planeja investimentos de US$ 1 bilhão em exploração e produção na Bacia do Oriente. Já, em Trinidade e Tobago, empresas de óleo e gás investem US$ 10 bilhões em E&amp;P”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Padronização</strong><br />
A padronização foi um dos principais temas abordados durante o Seminário sobre Competitividade dos Projetos Offshore no Brasil 2019 e apontado com um fator decisivo para a eficiência de projetos. De acordo com Neeraj Nandurdikar, diretor de E&amp;P na Independent Project Analysis (IPA), a padronização é comportamento significativamente positivo para alcançar a competitividade.</p>
<p style="text-align: justify;">“No Brasil, 55% dos projetos usam algum tipo de padronização. No restante da indústria, sem o Brasil, esse percentual se limita a 15%. Se você quer ser competitivo, a padronização é uma maneira de fazê-lo e o Brasil mostrou que é possível”, explicou. “Agora, sejamos honestos. Quando falamos sobre o Brasil, até recentemente, nos referíamos a basicamente uma empresa. Então, muito disso é impulsionado por uma companhia e os outros IOCs, que agora estão entrando agora no Brasil, devem realmente adotar a padronização”, finalizou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Rudimar Lorenzatto, diretor executivo de Desenvolvimento da Produção &amp; Tecnologia da Petrobras, a busca por competitividade e produtividade também passa pela padronização. “Na Petrobras, tivemos muito resultado com padronização submarina e de poços. Hoje, já se fala bastante em padronização de FPSOs. É uma oportunidade que temos que trabalhar em conjunto na indústria, senão cada operador ou cada fretador terá um modelo, e será que esse é melhor modelo de negócio?”, questionou.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa mesma linha, Eduardo Chamusca, diretor da Abespetro, acredita que a padronização é o próximo passo em projetos de FPSO, reduzindo o cronograma padrão de construção em algo entre seis e 12 meses. “O Brasil possui megacampos com características semelhantes, e os campos e, consequentemente, os projetos de FPSOs estão ficando mais complexos. Além disso, já temos um histórico anterior de unidades replicadas. Os benefícios da padronização são incontáveis”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Digitalização</strong><br />
O impacto da tecnologia nos negócios foi outro grande tópico apresentado pelos especialistas, reforçando a importância da digitalização na indústria de petróleo e gás. Segundo Carlos Tunes, executivo da IBM para o Watson IoT para América Latina, a Internet of Things (IoT) foi o campo que atraiu maior investimento no ano passado, sendo apontado por 95% dos executivos ouvidos pelo IBV 2018 C-suite study. Mobilidade (92%), nuvem (83), inteligência artificial e learning machine (57%) e automação de processos robóticos (39%) completam as cinco principais áreas de investimento tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;">“Para se ter uma ideia de como o impacto potencial da tecnologia sobre o valor do negócio está crescendo, 30 bilhões de coisas conectadas existirão no mundo até 2020. Além disso, 75% dos carros do mundo serão conectados, 95% dos eletrônicos terão tecnologia IoT e 50% de todos os ativos diagnosticarão seus próprios problemas. Em 2025, os dispositivos conectados vão gerar exponencialmente mais dados do que todas as tradicionais plataformas móveis e de computação juntas”, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Marcelo Xavier, vice-presidente da Subsea 7, falar de competitividade e não falar de digitalização significa perder uma oportunidade de discutir potencial de valor. Xavier apresentou dados do relatório anual emitido pelo Fórum Econômico Mundial, em parceria com a Accenture, que indicam que a indústria de petróleo e gás tem o potencial de destravar valor na casa US$ 1 trilhão. “É importante observar que 90% desse montante está relacionado ao monitoramento e gerenciamento dos ciclos dos ativos. E para que o gerenciamento digital desses ativos, de fato, aconteça, vamos falar muito nos próximos anos de automatização, robotização, decisões baseadas em analytics e tudo relacionado às tecnologias vestíveis e em nuvem para gerenciamento dos sistemas de produção”, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Licenciamento ambiental</strong><br />
O diretor de licenciamento do Ibama, Jônatas Trindade, afirmou que o licenciamento ambiental é um local de oportunidades e que há muito espaço para melhorar e buscar a simplificação de procedimentos e processos. “Se o mercado muda, o processo de licenc00iamento ambiental tem que se adaptar e se aprimorar diante desse novo cenário”, explicou. Trindade citou como exemplo o Regulamento do Licenciamento Ambiental Federal (ReLAF)– onde a expectativa de publicação é até o final do ano &#8211; que traz novidades que incorporam entendimentos técnicos consolidados ao longo dos anos, resultando em uma maior segurança jurídica e uma linguagem de fácil entendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do diretor de licenciamento do IBAMA, o evento contou com palestras de Claudio Makarovsky, diretor-presidente da Abespetro, Pedro Medeiros, diretor de pesquisa de energia no Citibank Research e Thiago Baraldi Ferreira, da Petrobras.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/seminario-sobre-competitividade-dos-projetos-offshore-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Seminário sobre Competitividade dos Projetos Offshore no Brasil 2019</a> teve patrocínio da Petrobras, Shell e Halliburton, e parceria da ISA Rio de Janeiro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://portal.ibp.org.br/noticias/padronizacao-e-digitalizacao-da-industria-de-oleo-e-gas-em-debate/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">125990</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Salles defende leilão de petróleo, mas não garante licença</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/salles-defende-leilao-de-petroleo-mas-nao-garante-licenca/</link>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 13:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[leilão]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ibp.org.br/?post_type=ibp_pclippings&#038;p=112835</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">112835</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Curso vai abordar procedimentos recomendados para sistemas de plantas industriais</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/curso-vai-abordar-procedimentos-recomendados-para-sistemas-de-plantas-industriais/</link>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 13:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Regulatório]]></category>
		<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[E&P]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ibp.org.br/?post_type=ibp_pnoticias&#038;p=102780</guid>
		<description><![CDATA[O processo de verificação das instalações que compõem as plantas industriais engloba várias disciplinas da engenharia (elétrica, instrumentação, mecânica, tubulação, dentre outras) e recomenda a realização de testes de conformidade dos sistemas e equipamentos, além de simulações de operação antes do início da operação definitiva. Na medida em que os projetos na indústria de petróleo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de verificação das instalações que compõem as plantas industriais engloba várias disciplinas da engenharia (elétrica, instrumentação, mecânica, tubulação, dentre outras) e recomenda a realização de testes de conformidade dos sistemas e equipamentos, além de simulações de operação antes do início da operação definitiva.</p>
<p>Na medida em que os projetos na indústria de petróleo são retomados, com a previsão de construção de novas plataformas e FPSOs, existe a necessidade de capacitação profissional para atuar na inspeção, supervisão e/ou coordenação de equipes multidisciplinares durante as fases de construção, montagem e comissionamento de plantas industriais.</p>
<p>Por isso, o IBP em parceria com a USP, abre inscrições para a nova turma do curso de <a href="http://www.unibp.com.br/cursos/comissionamento-e-partida-de-plantas-industriais/" target="_blank" rel="noopener">Comissionamento e Partida de Plantas Industriais</a>, que acontece entre os dias 22 e 26 de outubro, no Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo da USP, em São Paulo.</p>
<p>O curso propõe um panorama de todo processo de planejamento, execução e gerenciamento do comissionamento, abordando os procedimentos e práticas recomendados para os sistemas típicos de uma planta industrial, que podem ser aplicados tanto nos segmentos de <em>upstream</em> como no de <em>downstream</em>.</p>
<p>De acordo com Paulo Dias, coordenador do curso, o comissionamento “é uma atividade de extrema relevância na execução de projetos de sistemas industriais, pois através dos testes e simulações realizados será possível garantir a integridade dos sistemas, das pessoas envolvidas nos processos e a obtenção da excelência operacional da planta industrial em questão”.</p>
<p>Os módulos do curso contemplam conceitos de planejamento e gestão, apresentando ferramentas aplicadas ao processo de comissionamento, considerando suas múltiplas interfaces ao longo da execução de empreendimentos industriais de grande porte em suas diversas fases.</p>
<p>As <a href="http://loja.ibp.org.br/comissionamento-e-partida-de-plantas-industriais" target="_blank" rel="noopener">inscrições</a> já estão disponíveis, e associados do IBP tem desconto. Participe!</p>
]]></content:encoded>
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">102780</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Petrobras green for go at Lula Extreme South</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/petrobras-green-for-go-at-lula-extreme-south/</link>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 15:23:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Oil & Gas 2018]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ibp.org.br/?post_type=ibp_pclippings&#038;p=102706</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">102706</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Atraso nas licenças ambientais pode ter custo de US$ 14 bilhões</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/atraso-nas-licencas-ambientais-pode-ter-custo-de-us-14-bilhoes/</link>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2018 15:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Oil & Gas 2018]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ibp.org.br/?post_type=ibp_pclippings&#038;p=102110</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">102110</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Retomada dos investimentos no Brasil anima a indústria de óleo e gás</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/retomada-dos-investimentos-no-brasil-anima-a-industria-de-oleo-e-gas-2/</link>
		<pubDate>Sat, 19 May 2018 20:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ibp.org.br/?post_type=ibp_pclippings&#038;p=81694</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">81694</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/

Object Caching 0/36 objects using redis
Database Caching using redis

Served from: portal.ibp.org.br @ 2026-09-10 05:35:33 by W3 Total Cache
-->