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	<title>logística &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>IBP debate acesso de terceiros a infraestruturas logísticas</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 19:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Instituto reuniu especialistas em Workshop para discutir ativos essenciais e acesso a terceiros a infraestruturas de movimentação de petróleo e derivados O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) promoveu o Workshop “Ativos essenciais e acessos de terceiros a infraestruturas”, dia 14/9, no Rio de Janeiro, para debater o tema tão relevante para as cadeias [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p style="text-align: center;"><em>Instituto reuniu especialistas em Workshop para discutir ativos essenciais e acesso a terceiros a infraestruturas de movimentação de petróleo e derivados</em></p>
<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) promoveu o <strong>Workshop “Ativos essenciais e acessos de terceiros a infraestruturas</strong>”, dia 14/9, no Rio de Janeiro, para debater o tema tão relevante para as cadeias logísticas do setor de <em>downstream</em> especialmente em um país com<strong> notório déficit de infraestrutura e demanda substancial por investimentos</strong>.</p>
<p>O seminário contou com a participação de <strong>Helder Queiroz,</strong> professor do Instituto de Economia da UFRJ e ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de <strong>Marcus D&#8217;Elia</strong>, sócio-diretor da consultoria Leggio e Lívia Amorim, advogada do escritório Souto Correa Advogados. A mediação ficou por conta de <strong>Valéria Amoroso Lima</strong>, diretora-executiva de Downstream do IBP.</p>
<p>Valéria Lima ressaltou a urgência de aumentar investimentos neste segmento. Segundo Lima, o setor não se opõe ao acesso de terceiros a infraestruturas como dutos de transporte e terminais aquaviários, porém, frisa que é preciso maior clareza quanto às condições que nortearão a concessão do acesso a essas infraestruturas e equilíbrio para atrair os investimentos necessários. A discussão ocorre atualmente no Congresso Nacional, por meio do PL 2316/22.</p>
<p>“Precisamos refletir sobre a necessidade de <strong>investimento no Brasil em infraestrutura vis-à-vis os impactos da regulação e da legislação</strong>. Há um importante caminho a percorrer neste sentido, para obtermos ganhos de produtividade e melhorar a infraestrutura logística, promovendo mais desenvolvimento para o país”, enfatizou a diretora do IBP.</p>
<p>Marcus D&#8217;Elia, sócio da consultoria Leggio e responsável por estudo em parceria com o IBP sobre investimentos em infraestrutura logística de <em>downstream</em>, apontou a <strong>necessidade de aportes de R$ 120 bilhões até 2035 para atender o crescimento da demanda de derivados</strong> e manter o país abastecido e destacou que a infraestrutura é um instrumento crucial para a competição do mercado.</p>
<p>“A colocação de novas infraestruturas é o que permite maior competição no atendimento a um determinado mercado. Ela modifica a forma como a distribuição de combustíveis é feita. Mas é preciso desmistificar alguns pontos em relação ao compartilhamento. O compartilhamento da mesma infraestrutura, tem impacto limitado para o preço ao consumidor, já que desta forma, a competição ocorrerá somente sobre o custo logístico que representa, em média, apenas 2,5% do custo total de distribuição do produto”, pontuou <strong>D´Elia</strong>. O consultor destacou ainda os diferentes papeis desempenhados pelos terminais aquaviários, e que as discussões de acesso compulsório devem ocorrer apenas quando não há meios alternativos para acessar um determinado mercado e diante de negativa de acesso por parte do operador da infraestrutura.</p>
<p><strong>Lívia Amorim</strong>, do escritório Souto Correa, alertou que as propostas de acesso de terceiros a infraestruturas logísticas que vêm sendo discutidas podem afetar a decisão de investimento e a financiabilidade dos projetos. “Na minha visão, em relação às atividades de livre iniciativa, sequer seria possível uma tomada de decisão setorial. Impor o acesso de terceiros à infraestrutura de uma empresa privada é uma intervenção radical”, frisou. A especialista também esclareceu que o fato da produção e distribuição de combustíveis ser considerada uma atividade essencial na Legislação, não se confunde com a definição de ativo essencial.</p>
<p>O ex-diretor da ANP, <strong>Helder Queiroz</strong>, demonstrou preocupação em relação às medidas que buscam produzir competição pela competição. De acordo com Queiroz, a e<strong>xistência de barreiras de entrada é natural em alguns segmentos que demandam investimentos e qualificação técnica</strong>, e não pode ser confundida com a questão de acesso a terceiros. “Não podemos esquecer que em alguns segmentos econômicos existem barreiras de entrada. E para entrar é preciso se qualificar para poder acessar e competir. Essa discussão é fundamental para incentivar os investimentos e evitar o problema do <em>free rider</em>”, afirmou.</p>
<p><strong>O IBP desenvolverá uma nota técnica a partir das discussões com os especialistas a fim de contribuir com os debates legislativos e promover um melhor equilíbrio entre a otimização do uso das infraestruturas e sua expansão.</strong></p>
</div>
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		<title>Rio Pipeline 2023 começa no próximo dia 8 e discutirá o futuro da indústria</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/rio-pipeline-2023-comeca-dia-8-agosto-23/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Aug 2023 11:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[dutos]]></category>
		<category><![CDATA[dutos industriais]]></category>
		<category><![CDATA[gasodutos]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Pipeline]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

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		<description><![CDATA[Principais representantes do setor debaterão o novo mercado de energia no Brasil O Rio de Janeiro receberá, de 8 e 10 de agosto deste ano, a 13ª edição da Rio Pipeline 2023. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) na EXPO MAG, no Rio de Janeiro, o evento faz parte do calendário internacional [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p style="text-align: center;"><em>Principais representantes do setor debaterão o novo mercado de energia no Brasil</em></p>
<p>O Rio de Janeiro receberá, de 8 e 10 de agosto deste ano, a 13ª edição da <a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Pipeline 2023</strong></a>. Promovido pelo <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> na EXPO MAG, no Rio de Janeiro, o evento faz parte do calendário internacional de conferências sobre o mercado de dutos no Brasil e no mundo. Sob o lema “Conhecimento e Energia para um novo mercado”, a abertura terá a presença de <strong>Roberto Ardenghy</strong>, presidente do IBP; do <strong>Senador Laércio Oliveira</strong> (PP-PE); <strong>Rodolfo Henrique Saboia,</strong> diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP); <strong>Rogério Mans</strong>o, presidente da ATGás; e <strong>Angela Regina Livino</strong>, presidente interina da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Nos demais dias, CEOs e convidados vão aprofundar o entendimento da abertura do mercado de gás no Brasil, discutir a expansão do setor com a entrada de novos agentes e abordar a confiabilidade e competitividade da indústria.</p>
<p>No primeiro dia, além da conferência de abertura, os CEO Talks terã<strong>o Claudio Romeo Schlosser</strong>, da Petrobras, com moderação de Roberto Ardenghy; <strong>Erick Portela Pettendorfer</strong>, da NTS, com moderação de <strong>Cristina Pinho</strong>, ex-diretora-executiva corporativa do IBP e consultora do mercado de óleo e gás; e <strong>Sérgio Bacci</strong>, da TRANSPETRO, com moderação de <strong>Wagner Victer</strong>, ex-secretário de Energia, Indústria Naval e Petróleo do Rio de Janeiro e atual consultor da presidência da Petrobras. Ardenghy ressalta a <strong>presença de agentes estratégicos e especialistas na Pipeline</strong>. “Nossa indústria atingiu níveis de excelência, de segurança operacional e responsabilidade ambiental graças a todos os profissionais da área. É uma honra tê-los conosco para <strong>discutir um setor em constante evolução</strong>”, define o presidente do IBP.</p>
<p>Ao longo da Pipeline 2023, Gustavo Labanca, <strong>diretor-presidente da TAG</strong>; Erik da Costa Breyer,<strong> diretor-presidente da TBG</strong>; Philippe Darcis, <strong>Pipeline Technology Senior Director da TENARIS</strong>; Emmanuel Delfosse, EDF; e Sébastien Lahouste, <strong>diretor-presidente da Fluxys Brasil</strong>, compartilharão conhecimento sobre as novas demandas do mercado e como elas tendem a <strong>impulsionar a expansão da infraestrutura dutoviária no país</strong>, estabelecendo uma nova dinâmica comercial, com efeitos multiplicadores na cadeia de fornecedores e na economia nacional.</p>
<p><strong>Sylvie D’Apote</strong>, diretora-executiva de Gás Natural do IBP e uma das moderadoras do evento, destaca a importância das plenárias. “Vamos focar nos novos projetos em produção de gás e a necessidade de crescimento da demanda. O <strong>aumento de oferta e da demanda é premissa fundamental para destravar investimentos em toda a cadeia:</strong> escoamento, processamento, transporte e distribuição”, adiantou Sylvie, que evidencia ainda a importância da clareza e previsibilidade no setor de dutos. No cenário atual, a definição de novos investimentos precisa prever, por exemplo, transportar outros tipos de gases ou outros tipos de combustíveis líquidos, como os <em>emerging fuels</em>, que são temas de plenárias nesta edição.</p>
<h3><strong>A maior feira da América Latina do mercado de dutos</strong></h3>
<p>Os números da Pipeline 2023 revelam o nível de detalhamento da conferência e a magnitude do evento. No total, além das cerimônias de abertura e encerramento, serão cinco CEO Talks, quatro plenárias, 12 sessões especiais, três workshops, 212 trabalhos técnicos de 15 países diferentes, 14 trabalhos e palestras convidadas e mais de 90 horas de palestras e conteúdo técnico oferecido ao público inscrito. Além disso, no período da tarde dos três dias de evento, o público em geral (inclusive não inscritos na feira) poderá acessar, gratuitamente, o material exibido por cerca de 70 expositores, que representam um aumento de 40% em relação a 2019.</p>
<p>Idarilho Nascimento, diretor de Relações Institucionais na Tenaris e Chair do Comitê Organizador da Rio Pipeline 2023, aponta como a Rio Pipeline se tornou referência no calendário internacional de eventos. “Um dos principais objetivos que definimos foi a internacionalização. Para isso, criamos quatro comitês: um organizador, um técnico, um internacional e um estratégico”, explica Idarilho, que compartilha a organização da Pipeline com Wong Loon, atual chair do Comitê Estratégico da Rio Pipeline 2023.</p>
<p>Wong diz que a feira é uma excelente oportunidade para engenheiros, gerentes e executivos de pipeline e logística, pois antecipa as oportunidades futuras deste mercado. “Um país continental como o Brasil está em constante crescimento para o interior e esse desenvolvimento econômico é sinônimo de dutos, responsáveis pelos transportes de altos volumes em grandes distâncias”, aposta.</p>
<p>A Rio Pipeline 2023 também terá sessões especiais, com espaço para a discussão da representatividade feminina na indústria de dutos do país, as <em>women pipeliners</em>, além do transporte dutoviário diante das mudanças climáticas, os novos desenvolvimentos offshore pelas novas operadoras, licenciamento ambiental e integração energética regional.</p>
<p>A edição 2023 da Rio Pipeline conta com patrocínio master da Petrobras; o patrocínio platinum da Transpetro, NTS, TAG e TBG; o patrocínio ouro da Tenaris; patrocínio bronze da PRIO; patrocínio cobre da GERDAU, Álvaro Aguiar Engenharia, Solar Turbines, Tory Tech; patrocínio Premium Arena da DNV e SLB/ENIVIBES; patrocínio Special Arena da Geogas, Rosen, Optasense e TDW, parceria de mídia do Pipeline Technology Journal e da epbr; apoio de mídia da Petro&amp;Química, TN Petróleo e World Pipelines; apoio institucional da ABCM, AbeGás, Abemi, AbesPetro, Abendi, ABH2, Abimaq, Abitam, Abraco, Abramam, Arpel, Atgás, Brazil-Texas Chamber of Commerce, CTDUT, CTFF, YPI e YPP. Além disso, o evento conta ainda com o apoio do Governo Federal.</p>
<p><strong>Serviço RIO PIPELINE 2023</strong></p>
<p><strong>Data</strong>: 8 a 10 de agosto de 2023</p>
<p><strong>Horários:</strong><br />
Credenciamento a partir das 8h<br />
Cerimônia de abertura (somente dia 08/08): das 8h30 às 9h30<br />
Congresso: das 9h às 18h<br />
Exposição (aberta ao público): das 12h às 20h</p>
<p><strong>Local</strong>: EXPO MAG &#8211; R. Beatriz Larragoiti Lucas, s/n &#8211; Cidade Nova, Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Lema do evento:</strong> Conhecimento e Energia para um novo mercado</p>
<p>Mais informações <a href="https://www.riopipeline.com.br/">aqui</a></p>
</div>
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		<title>Estudo do IBP estima investimentos de R$ 118 bilhões em logística de distribuição de derivados</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/estudo-do-ibp-estima-investimentos-de-r-118-bilhoes-em-logistica-de-distribuicao-de-derivados/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 20:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[derivados]]></category>
		<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>

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		<description><![CDATA[Com os aportes, espera-se redução no custo anual de distribuição de combustíveis no país de R$ 2,6 bilhões A demanda por combustíveis e biocombustíveis continuará crescendo e o país seguirá importador líquido no horizonte até 2035. É o que mostra estudo do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), em parceria com a Leggio Consultoria, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Com os aportes, espera-se redução no custo anual de distribuição de combustíveis </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>no país de R$ 2,6 bilhões</em></p>
<p>A demanda por combustíveis e biocombustíveis continuará crescendo e o país seguirá importador líquido no horizonte até 2035. É o que mostra <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/08/01-ibp-infraestruturas-paper-executivo.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>estudo do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), em parceria com a Leggio Consultoria</strong></a>, que avaliou diferentes cenários, incluindo a configuração futura do mercado pós desinvestimentos em refino e a simplificação na tributação dos combustíveis e biocombustíveis.</p>
<p>Para atender a demanda e garantir o abastecimento nacional neste período, serão necessários investimentos de cerca de <strong>R$ 118 bilhões</strong> em infraestrutura para movimentação dos produtos, entre expansões da infraestrutura existente, para eliminar gargalos importantes, e desenvolvimento de novos projetos<em>.</em></p>
<p>Desse total, são estimados <strong>R$ 8,7 bilhões em infraestrutura dedicada ao segmento de <em>downstream </em></strong>(portos, terminais, dutos, ferrovias) e <strong>R$ 109 bilhões em projetos de ferrovias</strong>, ditos multisetoriais, ou seja, aqueles que atendem a diferentes indústrias e que não dependem unicamente do transporte de combustíveis para sua viabilidade.</p>
<p>Uma vez realizados tais investimentos e implementada a sistemática monofásica para tributação dos combustíveis (fósseis e biocombustíveis), conforme definido na <strong>LC 192/22</strong> – com alíquotas fixas e uniformes, por produto, em âmbito nacional – espera-se uma <strong>redução no custo anual total de distribuição no país de R$ 2,6 bilhões</strong>, a partir de 2035, eliminando-se perdas tributárias e ineficiências logísticas do setor.</p>
<p>Resta claro nas conclusões do estudo que <strong>o melhor modelo para atrair os investimentos necessários à garantia do abastecimento nacional e, até mesmo montantes adicionais, é aquele que preza pelo incentivo a competição</strong>, o que não acontecerá apenas com a ampliação do acesso às mesmas rotas logísticas vigentes &#8211; configuradas para complementar o abastecimento das cadeias atualmente existentes &#8211; mas, pelo estímulo ao estabelecimento de rotas logísticas alternativas.</p>
<p>Além dos benefícios financeiros, <strong>as análises realizadas apontaram potenciais ganhos ambientais pela migração de fluxos do modal rodoviário para modais alternativos de alto volume</strong>, custo-eficientes, chegando-se a <strong>uma redução das emissões de CO<sub>2</sub> no transporte de combustíveis estimada em 15%</strong>. Isto reforça a importância dos investimentos sugeridos para o reequilíbrio e para sustentabilidade da matriz de transporte brasileira.</p>
<p>É urgente a materialização desses investimentos para o desenvolvimento econômico do país e bem-estar de toda a sociedade, e igualmente imperativa a manutenção de um ambiente de negócios saudável e atrativo &#8211; com respeito a livre iniciativa e aos direitos do investidor &#8211; e da dinâmica de precificação livre para os combustíveis e biocombustíveis.</p>
<p>Confira <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/08/01-ibp-infraestruturas-paper-executivo.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong> </a>o estudo <strong>&#8220;Priorização de investimentos em infraestrutura logística para o <em>Downstream</em>&#8220;</strong> e acesse no <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/highlights-investimentos-em-infraestrutura-logistica-para-o-downstream/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Observatório do Setor</strong></a> a análise da equipe de Análise Econômica do IBP sobre os <strong>destaques do trabalho</strong>.</p>
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		<title>Diretora do IBP marca presença no ESG Summit, da revista Exame, nesta quarta-feira</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/diretora-do-ibp-marca-presenca-no-esg-summit-da-revista-exame-nesta-quarta-feira/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 13:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda ESG]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>

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		<description><![CDATA[O IBP fará parte da programação do ESG Summit, promovido virtualmente pela revista Exame nos dias 8, 15 e 22 de junho. O evento é gratuito, e as inscrições podem ser feitas aqui. O Instituto será representado por Fernanda Delgado, diretora executiva corporativa do IBP, que integrará o painel “Transporte e logística na era do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O IBP fará parte da programação do <strong>ESG Summit</strong>, promovido virtualmente pela revista Exame nos dias <strong>8</strong>, <strong>15</strong> e <strong>22</strong> <strong>de junho</strong>. O evento é gratuito, e as inscrições podem ser feitas <a href="https://esgsummit.exame.com/2022" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>O Instituto será representado por <strong>Fernanda Delgado, diretora executiva corporativa do IBP</strong>, que integrará o painel <strong>“Transporte e logística na era do baixo carbono”</strong>, no <strong>dia 08</strong>, às <strong>12h</strong>.</p>
<p>A programação ainda inclui na programação temáticas como desafios e oportunidades da economia de baixo carbono, futuro da energia e diversidade como vantagem, entre outras.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> ESG Summit 2022 – Empresas e Negócios Responsáveis</p>
<p><strong>Data:</strong> 8, 15 e 22/06/2022</p>
<p><strong>Formato:</strong> Online</p>
<p>Inscrições gratuitas e mais informações <a href="https://esgsummit.exame.com/2022" target="_blank" rel="noopener"><strong>pelo site</strong></a>.</p>
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		<title>Mapa mental sobre preço dos combustíveis</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/analises/mapa-mental-sobre-preco-dos-combustiveis/</link>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 14:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Luz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>

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		<description><![CDATA[O mapa mental apresenta de forma didática e ilustrativa o cenário atual para os preços dos combustíveis no Brasil.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O mapa mental apresenta de forma didática e ilustrativa o cenário atual para os preços dos combustíveis no Brasil.</p>
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		<title>Especial: Petróleo e alumínio disparam com conflito na Ucrânia &#8211; e minério pode ser o próximo</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/especial-petroleo-e-aluminio-disparam-com-conflito-na-ucrania-e-minerio-pode-ser-o-proximo/</link>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 14:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>

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		<title>Especialistas defendem aprimoramento do projeto de incentivo à cabotagem &#8211;</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/especialistas-defendem-aprimoramento-do-projeto-de-incentivo-a-cabotagem-2/</link>
		<pubDate>Sun, 20 Feb 2022 15:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[BR do Mar]]></category>
		<category><![CDATA[cabotagem]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>

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		<title>Relatório de PL sobre combustíveis demanda preços acessíveis; IBP teme interferência</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/relatorio-de-pl-sobre-combustiveis-demanda-precos-acessiveis-ibp-teme-interferencia/</link>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 15:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<title>AFRMM na navegação de longo curso</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 21:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[BR do Mar]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
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		<description><![CDATA[Posicionamento IBP sobre veto à proposta de redução das alíquotas &#8211; Veto 10/22 &#8211; Itens 06 a 10 A aprovação da Lei 14.301/22 no final do ano passado, que instituiu o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem, conhecido como BR do MAR, foi um avanço importante para a logística nacional, na medida em que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Posicionamento IBP sobre veto à proposta de redução das alíquotas &#8211; Veto 10/22 &#8211; Itens 06 a 10</em></p>
<p>A aprovação da <strong>Lei 14.301/22</strong> no final do ano passado, que instituiu o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem, conhecido como <strong>BR do MAR</strong>, foi um avanço importante para a logística nacional, na medida em que prevê o incremento na oferta de novas empresas brasileiras de navegação (EBNs), ampliando a competitividade do serviço de transporte por cabotagem, com redução de custos para os seus usuários.</p>
<p>No entanto, foi vetado pelo Exmo. Sr. Presidente da República, o artigo que reduzia as alíquotas do <strong>AFRMM</strong> – Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante, tributo incidente sobre o transporte aquaviário da carga descarregada em porto brasileiro (frete) &#8211; particularmente no que se refere à navegação de cabotagem e de longo curso, cuja proposta era de 8%.</p>
<p>O Veto se mantido, terá <strong>forte impacto sobre o custo do transporte de combustíveis</strong>, isso porque em 08 de janeiro deste ano deixou de vigorar o art. 18 da Lei nº 11.033/2004, que previa a não-incidência do tributo sobre o transporte de combustíveis cuja origem ou cujo destino fosse porto localizado na região norte e nordeste do país. Desta forma, com a negativa de redução da alíquota de 25% para 8%, o <strong>setor será penalizado com um considerável aumento de carga tributária</strong> – saindo de 0 para 25%.</p>
<p>Considerando que o <strong>frete marítimo é parcela relevante da composição do preço do combustível</strong> importado (em complemento a oferta nacional), um aumento desta magnitude no custo de importação <strong>impactará o preço dos produtos consumidos no Norte e Nordeste</strong>. Usando o volume de gasolina consumido pelo Amazonas, por exemplo, tem-se um custo adicional de R$ 15 milhões por ano, valor este que será <strong>repassado ao preço final que o consumidor paga</strong>.</p>
<p>Adicionalmente, a conta do AFRMM é hoje superavitária, ou seja, tem montante superior à demanda por este recurso, indicando que não há necessidade de se aumentar a arrecadação para tal fim.</p>
<p>Neste contexto, o IBP vem respeitosamente manifestar a sua posição pela derrubada do Veto 10/22 &#8211; Itens 06 a 10 e <strong>manutenção do texto aprovado</strong> pelo Congresso Nacional que estabeleceu alíquota de 8% para o AFRMM para navegação de longo curso, linear para todo o Brasil, evitando uma majoração de preços de derivados justamente neste momento de preocupação quanto ao tema. Ademais, solicitamos a <strong>apreciação urgente</strong> desta questão, ao tempo em que reafirmamos a importância desta Lei para abertura da economia brasileira e sua competitividade a nível mundial.</p>
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		<title>Posicionamento do IBP sobre o PL 4199/20 &#8211; BR do Mar</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 18:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Vieira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba mais!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) registra a importância da aprovação, nesta quarta-feira (15.12), do <strong>PL 4199/20</strong>, conhecido como <strong>“BR do Mar”</strong>, cujo texto busca incrementar a oferta e a qualidade do transporte por cabotagem, aumentar a competitividade das <strong>empresas brasileiras de navegação (EBNs)</strong>, reduzir custos logísticos e estimular o desenvolvimento da indústria naval nacional.</p>
<p>Para todo o setor de óleo e gás, que representa mais de <strong>75%</strong> da demanda atual por transporte de cabotagem no Brasil, a aprovação do projeto de lei representa um importante avanço e contribuirá para aumentar a disponibilidade de embarcações frente ao crescimento da produção <em>offshore</em>, como para reduzir os custos logísticos do transporte de insumos e derivados necessários à longa cadeia do <em>Downstream</em>, sendo muito oportuno em um momento onde o número de agentes tende a se ampliar e os custos logísticos se tornam chave no processo competitivo entre eles.</p>
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