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	<title>margem equatorial &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>NOTA IBP – Aprovação pelo IBAMA do PPAF da Petrobras na Margem Equatorial</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2025 20:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[~]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) recebe de forma positiva a aprovação pelo IBAMA do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna (PPAF) concedida à Petrobras para a continuidade do processo de licenciamento ambiental para pesquisa exploratória na Margem Equatorial. A aprovação é o reconhecimento por parte do órgão ambiental da capacidade da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) recebe de forma positiva a aprovação pelo IBAMA do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna (PPAF) concedida à Petrobras para a continuidade do processo de licenciamento ambiental para pesquisa exploratória na Margem Equatorial. A aprovação é o reconhecimento por parte do órgão ambiental da capacidade da indústria brasileira de atender os requisitos técnicos nas atividades de segurança operacional e ambiental.</p>
<p>Embora ainda não configure a concessão da licença para o início da perfuração exploratória, a aprovação do PPAF é uma etapa importante para avançar no processo de licenciamento para a verificação em campo da viabilidade operacional do Plano de Emergência Individual. Como parte do processo, o IBP espera que de forma breve o IBAMA defina com a Petrobras um cronograma para a realização de Avaliação Pré-Operacional (APO) que visa verificar, por meio de vistorias e simulações, a efetividade do Plano de Emergência Individual proposto.</p>
<p>O IBP reitera a importância da pesquisa geológica nessa nova fronteira exploratória, que, caso seja confirmada, possibilitará o aumento das reservas nacionais, a garantia da segurança energética do país e a geração de desenvolvimento socioeconômico, com empregos e renda para a população do Amapá e da região Norte. A indústria de óleo e gás conduz suas atividades com segurança e respeito ao meio ambiente, seguindo os rigorosos padrões técnicos exigidos pelos órgãos reguladores e ambientais. A Petrobras, operadora do Bloco FZA-M-59, tem ampla capacidade neste tipo de atividade, com atendimento aos requisitos técnicos exigidos, dentro das melhores práticas internacionais de segurança operacional e de resposta a emergências ambientais.</p>
<p>A Margem Equatorial, segundo estimativas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), pode conter um volume de até 30 bilhões de barris de óleo equivalente e potencial para agregar 1,106 milhão de barris por dia (bpd) na curva de produção nacional a partir de 2029. Esse volume seria o equivalente a 1/3 da produção atual total do país.</p>
<p>O desenvolvimento das atividades de óleo e gás na Margem Equatorial vai beneficiar a União, Estados e Municípios da região com royalties, participações especiais e tributos, gerando empregos, renda e permitindo investimentos em políticas públicas para a melhoria do meio ambiente e da qualidade de vida da população.</p>
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		<title>Presidente do IBP reforça excelência do setor de petróleo para operar na Margem Equatorial</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 21:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Roberto Ardenghy, reforçou, durante o evento “Margem Equatorial &#38; Políticas Públicas”, realizado pelo Brasil 247 em Brasília, que o segmento tem priorizado a segurança em todos os seus processos de produção offshore em sinergia com excelência operacional e responsabilidade social. O executivo lembrou que são [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), <strong>Roberto Ardenghy</strong>, reforçou, durante o evento “<strong>Margem Equatorial &amp; Políticas Públicas</strong>”, realizado pelo Brasil 247 em Brasília, que o segmento tem priorizado a segurança em todos os seus processos de produção offshore em sinergia com excelência operacional e responsabilidade social. O executivo lembrou que são produzidos 3,5 milhões de barris de petróleo por dia nas Bacias de Campos, no Rio de Janeiro, e de Santos, em São Paulo, com total respeito ambiental e sem qualquer incidente aos ricos ecossistemas e populações destas regiões. </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"><strong>Ardenghy</strong> lembrou que a produção de petróleo no Brasil é um caso de enorme sucesso e o país tem ampla expertise para atividades em águas ultra profundas. O presidente do IBP cita como exemplo que, em três décadas, o Brasil deixou de ser importador de 90% de petróleo e derivados, no período reconhecido internacionalmente como “Crise do Petróleo” em 1971, e se transformou em exportador nos anos 90. </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ele lembrou que o petróleo foi o líder da balança comercial brasileira entre as commodities em 2024 e esta tendência deve ser seguida em 2025. “O petróleo ainda será um dos principais produtos da agenda exportadora brasileira nos próximos anos”, comenta <strong>Ardenghy</strong>. Em sua análise, o Brasil tem um dos barris de petróleo mais descarbonizados do mundo. “Se o Brasil parar de produzir petróleo, o mundo vai emitir mais gases de efeito estufa”, avalia. </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O executivo indica a importância de serem estudadas outras regiões, como a Margem Equatorial, em virtude do amadurecimento das Bacias de Campos e Santos, que devem ter suas produções reduzidas no futuro próximo, visto que um campo produz petróleo, em média, por 30 anos. </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Devemos garantir a segurança energética do país com estas novas descobertas em diferentes regiões do país. E é importante ressaltar que toda esta produção nacional de petróleo é uma vitória da engenharia brasileira. Temos mais de 40 mil fornecedores e a Petrobras com ampla capacidade e premiação internacional por estudos e atividades exploratórias. Todas os estudos na Margem Equatorial serão conduzidos com tecnologia de ponta e padrões globais de segurança”, conclui. </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
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		<title>Margem equatorial: o novo pré-sal brasileiro?</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/margem-equatorial-o-novo-pre-sal-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 11:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>

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		<description><![CDATA[Em abril deste ano, a EPE lançou o estudo “O Papel do Setor de Petróleo e Gás Natural na Transição Energética”, no qual expõe como o futuro descarbonizado não é sem hidrocarbonetos e a solução para o problema climático deve incluir a indústria de petróleo e gás. Para a transição energética avançar, portanto, é essencial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em abril deste ano, a EPE lançou o estudo “<strong><u><a href="https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/o-papel-do-setor-de-petroleo-e-gas-natural-na-transicao-energetica" target="_blank" rel="noopener">O Papel do Setor de Petróleo e Gás Natural na Transição Energética</a></u></strong>”, no qual expõe como o futuro descarbonizado não é sem hidrocarbonetos e a solução para o problema climático deve incluir a indústria de petróleo e gás.</p>
<p>Para a transição energética avançar, portanto, é essencial ter a participação ativa do setor de O&amp;G e, consequentemente, de novas reservas, possibilitando seu papel de garantir a segurança energética durante todo o processo.</p>
<p>Nesse sentido, a Margem Equatorial tem ganhado cada vez mais notoriedade, sendo chamada por alguns de “novo pré-sal” pelo seu potencial para novas descobertas, como os casos de sucesso exploratório alcançados nas bacias sedimentares na Guiana e Suriname.</p>
<h3><strong>O que é a Margem Equatorial?</strong></h3>
<p>É uma região que se estende por mais de 2.200 km e está situada entre o extremo norte do Amapá e o litoral do Rio Grande do Norte. Além disso, é composta por 5 bacias sedimentares: Foz do Amazonas, Para-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.</p>
<p>Segundo estimativas da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, o volume de recursos de O&amp;G na área é de cerca de 30 bilhões de barris de óleo equivalente.</p>
<h3><strong>Atividades de E&amp;P na Margem Equatorial</strong></h3>
<p>As primeiras perfurações na Margem Equatorial foram realizadas na década de 1970, sem que grandes descobertas viabilizassem a produção comercial. Até o momento, a maioria das atividades exploratórias ocorreu em águas rasas.</p>
<p>O sucesso das atividades exploratórias com enormes reservas de petróleo na Guiana, no entanto, reforça o seu potencial em virtude de a região ter a mesma formação geológica.</p>
<p>A maior parte dos blocos exploratórios concedidos na região são resultado do leilão da 11ª Rodada de Licitações da ANP.</p>
<h3><strong>A Margem Equatorial e o setor de O&amp;G brasileiro</strong></h3>
<p>A produção de recursos de óleo e gás na Margem Equatorial será estratégica para o mercado brasileiro, pois os potenciais volumes serão fundamentais para sustentar e expandir a produção de O&amp;G no país a partir da década de 2030, quando é esperado um declínio natural na produção do pré-sal, atualmente a principal fronteira produtiva de petróleo e gás no país.</p>
<p>Além disso, para que o processo de transição energética avance no ritmo desejado por todos, é necessário que a produção de petróleo e gás continue se desenvolvendo. A demanda por óleo, gás natural e combustíveis seguirá crescente nos próximos anos, e a indústria de petróleo precisa garantir a segurança energética e a oferta de produtos enquanto a transição avança gradualmente.</p>
<p>De acordo com cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a exploração na região agregaria uma produção de até 1,1 milhão de barris por dia, com pico de produção em 2029. Esse volume seria o equivalente a 1/3 da produção atual total do país.</p>
<h3><strong>Benefícios de desenvolver a atividade de O&amp;G na região</strong></h3>
<p>O desenvolvimento das atividades de sísmica e posterior produção na área trará grandes benefícios sociais e econômicos para o país, em especial para região Norte. A produção de óleo e gás atrairá investimentos para a região, que se traduzirão em novos empregos e aumento da geração de renda, dando um novo dinamismo à economia regional.</p>
<p>Com o desenvolvimento do mercado de óleo e gás na Margem Equatorial, estados e municípios serão beneficiados com o recebimento de <em>royalties</em>, participações especiais e impostos pagos pela cadeia produtiva, permitindo a aplicação desses recursos em políticas públicas para a melhoria da qualidade de vida da população.</p>
<h3><strong>Impactos nas comunidades locais da Foz do Amazonas</strong></h3>
<p>O poço exploratório que deverá ser perfurado nos testes iniciais está localizado em alto-mar, a 500 quilômetros da Foz do rio Amazonas, o equivalente à distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>Além disso, a exploração do primeiro poço será um trabalho temporário, com a duração prevista de apenas cinco meses. Após esse período, serão feitas avaliações para decidir sobre a viabilidade e continuidade das operações.</p>
<p>Por ser um setor altamente regulado e fiscalizado, todos os dias são produzidos no Brasil 3,5 milhões de barris de petróleo em diversas regiões do país seguindo os requisitos técnicos e de segurança exigidos pelos órgãos reguladores, fiscalizadores e ambientais.</p>
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		<title>NOTA IBP &#8211; Início da fase exploratória na Bacia Potiguar</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/inicio-da-fase-exploratoria-na-bacia-potiguar/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 13:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal entidade que representa o setor no país, enxerga como positiva a decisão da Petrobras em iniciar a campanha exploratória na área de Pitu, em águas profundas na Bacia Potiguar, a mais de 50 quilômetros do litoral do estado do Rio Grande do Norte, na região da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal entidade que representa o setor no país, <strong>enxerga como positiva a decisão da Petrobras em iniciar a campanha exploratória na área de Pitu, em águas profundas na Bacia Potiguar</strong>, a mais de 50 quilômetros do litoral do estado do Rio Grande do Norte, na região da Margem Equatorial brasileira.</p>
<p>O i<strong>nício do processo de exploração na Bacia Potiguar é um marco para a indústria nacional</strong> e mostra que o país está no caminho certo para acompanhar a demanda crescente por óleo, gás natural e combustíveis nos próximos anos. E, dessa forma, garantir a segurança energética e a oferta de produtos enquanto a transição energética avança.</p>
<p>É importante frisar que <strong>o processo de transição energética em curso permitirá a convivência entre diferentes fontes de energia, seja óleo e gás, solar, eólica, biocombustíveis, elétrica</strong>. Por esse motivo, é necessária a continuação da produção de óleo e gás (O&amp;G) em bases competitivas como temos no mercado brasileiro.</p>
<p>Nesse contexto, o <strong>investimento em novos ativos como o campo de Pitu e a exploração de novas áreas, como o pleito para perfuração no bloco FZA-M-59, também na Margem Equatorial</strong>, são necessários não apenas para a <strong>reposição de reservas em fase de declínio, mas também para contribuir para o posicionamento do Brasil como líder mundial na geração de energia,</strong> o que atrairá ainda mais recursos ao país, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da economia brasileira.</p>
<p>O IBP e suas associadas reforçam ainda o compromisso de realizar suas atividades seguindo os mais altos padrões de segurança e respeito ao meio ambiente. Todos os dias são produzidos no Brasil 3,5 milhões de barris de petróleo utilizando as mais modernas tecnologias de produção, conferindo segurança à operação e atuando com responsabilidade ambiental e social.</p>
<p>A produção de óleo e gás no campo de Pitu atrairá investimentos para a região, que se traduzirão em novos empregos e aumento da geração de renda, assim como irá estimular uma ampla cadeia de fornecedores locais, dando um novo dinamismo à economia regional. O desenvolvimento da Bacia Potiguar contribuirá também para que o setor de O&amp;G seja ainda mais relevante para a economia brasileira, reforçando a importância da indústria de óleo e gás que representa cerca de 10% do PIB industrial, é o segundo item de exportação do país e que tem a estimativa de gerar mais de 445 mil postos de trabalho diretos ou indiretos ao ano na próxima década com investimentos estimados de US$ 180 bilhões.</p>
</div>
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		<title>POSICIONAMENTO IBP – Dispensa da Avaliação Ambiental de Área Sedimentar (AAAS) para Margem Equatorial</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/posicionamento-ibp-dispensa-da-avaliacao-ambiental-de-area-sedimentar-aaas-para-margem-equatorial/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 13:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal entidade que representa o setor no país, reafirma o apoio da indústria no desenvolvimento das atividades de pesquisa exploratória na Margem Equatorial brasileira. A região oferece uma oportunidade importante para o aumento das reservas nacionais, a partir de novas descobertas, com impacto positivo para o desenvolvimento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p>O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>, principal entidade que representa o setor no país, reafirma <strong>o apoio da indústria no desenvolvimento das atividades de pesquisa exploratória na Margem Equatorial brasileira</strong>. A região oferece uma oportunidade importante para o aumento das reservas nacionais, a partir de novas descobertas, com impacto positivo para o desenvolvimento socioeconômico e regional do país.</p>
<p>Neste cenário, o IBP ressalta a importância do parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que, ao atender oportuna iniciativa do Ministério das Minas e Energia, concluiu que<strong> a Avaliação Ambiental de Área Sedimentar (AAAS)</strong> não é um instrumento indispensável para a realização do <strong>processo de licenciamento ambiental em áreas de exploração e produção de petróleo e gás natural.</strong></p>
<p>Em seu parecer, a AGU ressalta que a AAAS é passível de substituição por uma manifestação conjunta dos Ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente. Porém, de acordo com a Advocacia-Geral da União, a validade de cinco anos para a manifestação conjunta vale somente para as áreas ainda não outorgadas nem submetidas à AAAS. No caso do objeto em análise, o Bloco FZA-M-59 já foi outorgado para obtenção de licença de perfuração de poço de pesquisa exploratória, portanto, não há necessidade da manifestação.</p>
<p>No parecer, a AGU dispensa a AAAS para o processo de licenciamento ambiental e busca também um entendimento consensual entre todos os órgãos envolvidos no processo, por meio de um processo administrativo enviado à Câmara de Mediação e de Conciliação da Administração Pública Federal (CCAF).</p>
<p>O IBP reforça a necessidade do <strong>entendimento entre todas as esferas de decisão</strong> para que o desenvolvimento das atividades de <strong>pesquisa exploratória na Margem Equatorial</strong> ocorra com o mais <strong>alto rigor de segurança operacional e respeito ao meio ambiente</strong>.</p>
<p>O IBP e suas associadas buscam diariamente realizar suas atividades com a <strong>máxima eficiência e segurança</strong> para que o setor seja ainda mais relevante para a economia nacional.</p>
<p>A indústria de óleo e gás representa cerca de 10% do PIB industrial e tem a estimativa de <strong>geração de mais de 445 mil postos de trabalho diretos ou indiretos ao ano na próxima década,</strong> com investimentos estimados de US$ 180 bilhões.</p>
<p>A <strong>descoberta de novas reservas é necessária não só para a segurança energética</strong>, mas também para contribuir com a atração de novos investimentos, geração de empregos, desenvolvimento econômico da região e o <strong>recolhimento expressivo de tributo</strong>s resultado do sucesso das atividades de pesquisa exploratória.</p>
</div>
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