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	<title>O&amp;G TechWeek &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Comissão de Tecnologia e Inovação</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 03:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ibp]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Tecnologia e Inovação tem como foco a pesquisa, desenvolvimento e inovação do setor de petróleo e gás, abrangendo temas relacionados a regulação, novas ferramentas e técnicas para a indústria, inserção destas tecnologias no mercado e compartilhamento das melhores práticas de PD&#038;I.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Tecnologia e Inovação tem como foco a pesquisa, desenvolvimento e inovação do setor de petróleo e gás, abrangendo temas relacionados a regulação, novas ferramentas e técnicas para a indústria, inserção destas tecnologias no mercado e compartilhamento das melhores práticas de PD&#038;I.</p>
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		<title>Gerente de Tecnologia e Inovação do IBP comenta novidades na programação da Rio Oil &#038; Gas 2020</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 12:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[O&G TechWeek]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Oil & Gas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Oil & Gas 2020]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2018, as tecnologias digitais ganharam um bloco inédito na Rio Oil &#38; Gas, maior evento de O&#38;G da América Latina. Agora, o tema não apenas está consolidado no congresso, como também ganhou desdobramentos na programação paralela. Confira, a seguir, a entrevista com Melissa Fernandez, gerente de Tecnologia e Inovação do IBP,  sobre a TechVillage, uma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em 2018, as tecnologias digitais ganharam um bloco inédito na <a href="https://www.riooilgas.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Rio Oil &amp; Gas</a>, maior evento de O&amp;G da América Latina. Agora, o tema não apenas está consolidado no congresso, como também ganhou desdobramentos na programação paralela.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira, a seguir, a entrevista com Melissa Fernandez, gerente de Tecnologia e Inovação do IBP,  sobre a TechVillage, uma das novidades desta edição, e o papel que a tecnologia está desempenhando neste cenário sem precedentes, devido à pandemia do coronavírus e à queda do preço do barril.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1- A O&amp;G TechWeek se transformou e, em 2020, a Rio Oil &amp; Gas traz como novidade a TechVillage. O que ocasionou essa mudança?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MF:</strong> A inovação e tecnologia cumprem papel fundamental para a melhoria da eficiência de processos, aumento da produtividade e da segurança operacional. Buscando entender as demandas de todos os atores envolvidos na cadeia de óleo e gás e atender a elas, o IBP buscou fazer ações eficientes e diferenciadas em cada ano. A mudança veio no sentido de apresentar conteúdo e tecnologia de maneiras diferentes, em atendimento ao público presente, dentro da Rio Oil &amp; Gas, que tem uma característica mais diversa e não apenas pessoas que se interessam apenas por tecnologia. Nesse sentido, a TechVillage tem como propósito despertar para todo o público do setor o papel de protagonismo que a tecnologia e a inovação têm para o desenvolvimento do setor. Com a participação da academia mostrando seu trabalho direcionado para o empreendedorismo, espaço para apresentação de <em>startups</em>, desenvolvimento de dinâmicas como <em>hackathons</em> e apresentação das demandas e soluções do setor, o TechVillage apresenta de forma mais prática e didática a importância desse universo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2- Quais oportunidades a tecnologia pode gerar para as empresas de O&amp;G neste momento de crise?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MF:</strong> As tecnologias da transformação digital/indústria 4.0 têm apresentado papel importante nesses novos tempos. Elas possibilitam o trabalho remoto e a diminuição do risco de exposição da vida humana não apenas a ambientes hostis oriundos da natureza de sua própria atividade, mas, agora, mais do que nunca, diminuindo a necessidade de aglomeração de pessoas confinadas a um só ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3- Quais tendências tecnológicas esse momento pelo qual a indústria está passando vai impulsionar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MF:</strong> O uso da Inteligência Artificial, IIoT e Big Data, entre outros, são aliados importantes para esse processo. Além dessas, destaco também a tecnologia 5G, que permitirá comunicação mais rápida e eficiente entre os aparelhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Jantar com CEOs edição Tech reúne lideranças e jovens profissionais</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/jantar-com-ceos-edicao-tech-reune-liderancas-e-jovens-profissionais/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 11:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[IBP Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Jantar com CEOs]]></category>
		<category><![CDATA[O&G TechWeek]]></category>

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		<description><![CDATA[Descontração e informalidade marcaram a quarta edição do Jantar com CEOs edição Tech, realizado no dia 29 de agosto, paralelo à O&#38;G TechWeek 2019. Cerca de 15 líderes das principais empresas do setor de óleo, gás e tecnologia e 65 jovens profissionais estiveram presentes no evento para um bate-papo sobre carreira, panorama do mercado e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Descontração e informalidade marcaram a quarta edição do <strong>Jantar com CEOs edição Tech</strong>, realizado no dia 29 de agosto, paralelo à <strong><a href="http://ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener">O&amp;G TechWeek 2019</a></strong>. Cerca de 15 líderes das principais empresas do setor de óleo, gás e tecnologia e 65 jovens profissionais estiveram presentes no evento para um bate-papo sobre carreira, panorama do mercado e futuro do setor.</p>
<p>Com uma proposta diferente, o <strong>Jantar com CEOs edição Tech</strong> discutiu as oportunidades que a transformação digital e as novas tecnologias reservam para o futuro da indústria de petróleo e gás, possibilitando a interação de participantes de diferentes gerações, <em>backgrounds</em> e experiências.</p>
<p>Mariano Ferrari, CEO da Repsol Sinopec, ressaltou que o trabalho humano é a chave para o futuro da energia. “Não temos dúvida de que esse grupo de pessoas são o que a indústria vai precisar no curto e longo prazo”, disse o executivo, referindo-se aos jovens.</p>
<p>A quarta edição do Jantar com CEOs foi organizada pelo IBP, com patrocínio da Repsol Sinopec.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre o Jantar com CEOs</strong></p>
<p>O <strong>Jantar com os CEOs</strong> é uma iniciativa criada em 2016 pela da área de Gestão do Relacionamento com apoio do <a href="https://www.ibp.org.br/como-atuamos/jovens/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Comitê Jovem do IBP</strong></a>, que tem como objetivo contribuir para a renovação de talentos da indústria de energia no Brasil e no mundo, por meio do encontro entre jovens profissionais e líderes da indústria.</p>
<p>Para conhecer essa e outras atividades voltadas para o público jovem, acesse a página do <a href="https://www.ibp.org.br/como-atuamos/jovens/" target="_blank" rel="noopener"><strong>IBP Jovem</strong></a>.</p>
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		<title>Petroleiras podem investir diretamente em startups com recursos de P&#038;DI</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/petroleiras-podem-investir-diretamente0em-startups-com-recursos-de-pdi/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2019 15:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[O&G TechWeek]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Pipeline]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova regra para cláusula de pesquisa e inovação foi aprovada na tarde desta quinta-feira pela diretoria da ANP e anunciada por superintendente da agência no último painel da O&#38;G TechWeek 2019 &#160; A diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) aprovou, na tarde desta quinta-feira, a possibilidade de alocação de recursos da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Nova regra para cláusula de pesquisa e inovação foi aprovada na tarde desta quinta-feira pela diretoria da ANP e anunciada por superintendente da agência no último painel da O&amp;G TechWeek 2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A diretoria da <a href="http://www.anp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP)</strong></a> aprovou, na tarde desta quinta-feira, a possibilidade de alocação de recursos da chamada cláusula de P&amp;DI diretamente em startups. A informação foi dada pelo superintendente de pesquisa e desenvolvimento da agência, Alfredo Renault, no último painel da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek 2019</strong></a>, que reuniu 1100 participantes em 25 sessões e cinco atividades paralelas.</p>
<p>Segundo ele, a agência entendeu que, em 20 anos de utilização dos recursos previstos nos contratos de produção de petróleo e gás para investimento em Pesquisa e Desenvolvimento, houve pouca inovação e, em consequência, pouco impacto na produtividade. “Isso ocorreu porque nossa universidade é muito qualificada, mas tem pouca experiência em dar um salto para inovação. Faltou empresa. A mudança de regulamento que está em curso visa que tenha melhores resultados na inovação”, disse.</p>
<p>Além do investimento em startups, Renault destacou duas outras mudanças nas regras da cláusula de P&amp;DI: alocação de recursos em projetos desenvolvidos por fornecedores e bolsas para graduação, mestrado e doutorado em cerca de 55 programas em áreas de interesse da indústria de petróleo e gás existentes no país.</p>
<p>“Queremos incentivar uma maior integração entre universidade e fornecedor, com a participação efetiva da petroleira”, completou, chamando atenção também para o risco de falta de mão de obra no setor em três ou quatro anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jovens debatem inovação no setor de petróleo </strong></p>
<p>Além da 34 horas de conteúdo das sessões principais da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek 2019</strong></a>, nas quais participaram 91 palestrantes, o IBP também realizou a <strong>Rodada Jovem</strong>. O evento, na <a href="https://www.fabricadestartups.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fábrica de Startups</strong></a>, no dia 28, fez parte da programação paralela e reuniu profissionais de até 35 anos para abordar como as empresas estão usando a inovação para otimizar seus projetos.</p>
<p>Segundo Flávia Pacheco, integrante do Projeto Libra Digital da <a href="http://www.petrobras.com.br/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Petrobras</strong></a>, as pessoas são um dos aspectos fundamentais da implementação de novas tecnologias. “Se vocês me perguntarem o que é importante para a transformação digital, eu posso dizer que pessoas, treinamento, acesso a dados e integração dos dados são primordiais. Sem isso, a gente não consegue viabilizar nenhuma tecnologia”, ela avaliou.</p>
<p>Para Leandro Lima, gerente de engenharia da <a href="https://www.subsea7.com/en/index.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>Subsea 7</strong></a>, além da dificuldade para enxergar valor imediato nas inovações, o gap de talentos e a falta de um ecossistema de colaboração e de uma regulamentação clara, uma das barreiras mais presentes para a inovação é o conservadorismo.</p>
<p>“A notoriedade levou a gente a um ambiente de conservadorismo extremo de mindset e que, hoje, é uma das barreiras para que a gente consiga passar para o ambiente de inovação. Aceitar a inovação, aceitar o ambiente em que eu não tenho certeza absoluta se a minha solução vai dar certo”, ele disse.</p>
<p>Já Hector Gusmão, CEO da <a href="https://www.fabricadestartups.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fábrica de Startups</strong></a>, destacou que, apesar de as áreas de O&amp;G e construção serem as que menos inovam, por questões de segurança, o cenário tem mudado, e as startups têm um papel importante no cenário de fomento à inovação.</p>
<p>“Não é somente olhar startups de óleo e gás, é olhar também outras startups de outras áreas que tragam resultado para a companhia para que esse processo seja muito menos de fricção e mais resolutivo”, ele explicou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Inteligência artificial é a tecnologia mais promissora para o setor </strong></p>
<p>A inteligência artificial será a tecnologia que mais impactará o setor de petróleo e gás até 2030. Foi a escolhida pelos participantes da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek</strong></a> entre 16 tecnologias elencadas pela organização: internet das coisas, big data analytics, computação em nuvem, robótica industrial, RPA (automação inteligente); smart transportation; drones industriais; manufatura aditiva; nanotecnologia; realidade virtual; wearables industriais; computação quântica; blockchain; cibersegurança; além da inteligência artificial.</p>
<p>Para Sergei Beserra, diretor da <a href="https://www.gartner.com/en" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gartner</strong> </a>que participou do debate, o setor de O&amp;G é essencialmente uma &#8220;indústria de dados&#8221;. &#8220;Todas as tecnologias que lidam com dados serão alavancadas&#8221;, previu, complementando que &#8220;inteligência artificial pode ajudar muito mais em simulação de cenários, porém menos do que na realidade instrumental&#8221;.</p>
<p>Já o gerente de transformação digital da <a href="http://www.petrobras.com.br/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Petrobras</strong></a>, Augusto Borella, destacou como promissoras outras tecnologias que acabaram eliminadas no decorrer da disputa. Os dispositivos usáveis, para o executivo, serão essenciais num futuro próximo. &#8220;Segurança deve ficar em primeiro lugar, por isso precisamos de wearables agora&#8221;, afirmou, destacando o principal ganho que essa tecnologia disponibiliza a indústria. Outra ferramenta que ganhou sua preferência foi a computação em nuvem. &#8220;Cloud é o cinto do Batman&#8221;, brincou, explicando que quase todas as outras tecnologias dependem da nuvem para serem utilizadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Empresas apresentam de realidade aumentada a solução de RH</strong></p>
<p>Selecionadas pelo Sebrae, sete empresas apresentaram suas soluções para o setor no Startup Pitch. A <a href="https://www.eyllo.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Eyllo</strong></a>, de realidade aumentada, mostrou como sua tecnologia ajuda a força de trabalho a lidar com equipamentos cada vez mais complexos. A <a href="https://intcom.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Intcom</strong></a> desenvolveu um aplicativo de comunicação entre o RH das empresas e os colaboradores embarcados. A <a href="http://www.undergeo.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>UnderGeo</strong></a> criou uma plataforma na nuvem capaz de processar e interpretar dados geofísicos. A <strong>Rauditor</strong> atua automatizando processos de segurança e SMS. A <strong>Simexis</strong> utiliza robôs para fazer inspeção e manutenção das estruturas da indústria de petróleo e gás. A <a href="https://www.terra-drone.net/global/" target="_blank" rel="noopener"><strong>TerraDrone</strong></a> trabalha nesta mesma Seara, porém usando drones.  O evento terminou com a apresentação do <a href="https://www.petronect.com.br/irj/portal/anonymous/pt" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ideation Petronect</strong></a>, uma maratona de ideação promovida pelo Lab de inovação da <a href="https://www.petronect.com.br/irj/portal/anonymous/pt" target="_blank" rel="noopener"><strong>Petronect</strong></a>. Cerca de 50 participantes foram incentivados a pensar em soluções para agregar valor ao setor do ponto de vista logístico. As ideias foram coletadas e poderão se tornar serviços oferecidos pela empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Solução para gestão de espaço de trabalho vence Hackathon da Petrobras </strong></p>
<p>A <a href="https://interwork.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>IntegWork</strong></a> foi a vencedora do Hackathon realizada pela <a href="http://www.petrobras.com.br/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Petrobras</strong></a> e pela <a href="https://www.fabricadestartups.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fábrica de Startups</strong></a> nos quatro dias da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek 2019</strong></a>. Formado por cinco pessoas que não se conheciam, o grupo desenvolveu uma solução de gestão de espaços no ambiente de trabalho a partir das atividades informadas pelos colaboradores.</p>
<p>Os cinco criadores da <a href="https://interwork.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>IntegWork</strong></a> concorreram na final com a <a href="https://remobinegociossociais.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ReMobi</strong></a>, de gestão de tarefas, e com a <a href="http://epackembalagens.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Epack</strong></a>, de solução de armazenagem. As três propostas estavam em linha com  os desafios propostos pela petroleira, que buscava soluções nas áreas de gestão de estoque, gestão de ativos prediais e novos ambientes de trabalho.</p>
<p>Para Lucas Cruz, gestor de inovação da fábrica, a terceira edição do Hackathon da Petrobras na <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek</strong></a> mostrou um amadurecimento dos participantes. “O Hackathon está mais conhecida, atrai um número maior de pessoas e assim conseguimos selecionar um grupo mais preparado”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G Techweek 2019</strong></a> terminou nesta quinta-feira (30), no AQWA Corporate, na região portuária do Rio de Janeiro com palestras, rodadas tecnológicas, hackathons e sessões de ideação.</p>
<p>A TechWeek é patrocinada pela Petrobras, Tishman Speyer, Fábrica de Startups, Repsol Sinopec, Siemens, Aker Solutions, Aveva, Deloitte, Hexagon, KPMG, Pepperl+Fuchs, Petronet, PwC e Innovaphone.</p>
<p>Veja a programação completa do evento em <strong><a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener">http://www.ogtechweek.com.br</a></strong></p>
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		<title>Brasil precisa de projeto de futuro para reter pesquisadores</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/brasil-precisa-de-projeto-de-futuro-para-reter-pesquisadores/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 19:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[O&G TechWeek]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Na manhã do último dia da O&#38;G TechWeek, entraram em pauta a situação das universidades e o modelo de desenvolvimento de negócios a partir de centros de pesquisa Em um mundo onde a polarização entre Estados Unidos e China tende a se acirrar, o Brasil precisa definir seu projeto de futuro, sob o risco de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><i>Na manhã do último dia da O&amp;G TechWeek, entraram em pauta a situação das universidades e o modelo de desenvolvimento de negócios a partir de centros de pesquisa</i></p>
<p>Em um mundo onde a polarização entre Estados Unidos e China tende a se acirrar, o Brasil precisa definir seu projeto de futuro, sob o risco de continuar exportando mão de obra qualificada e pesquisadores, enquanto cai nos índices globais de inovação. Essa foi a principal conclusão do painel sobre geopolítica da tecnologia digital, que abriu o quarto dia da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek</strong></a>.</p>
<p>“A política do (presidente norte-americano, Donald) Trump de levar a China a desenvolver seu próprio sistema operacional inverteu o jogo. Agora, os EUA crescem pelas iniciativas de engenharia, enquanto a China cresce com o desenvolvimento de sistemas operacionais. Com isso, serão cada vez mais autônomos e haverá um distanciamento entre esses dois players. Falta saber qual deles vai influenciar o resto do mundo”, resumiu o colunista da <a href="https://mitsloanreview.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>MIT Sloan Review Brasil</strong></a>, André Miceli.</p>
<p>Para o economista da BR Distribuidora, Marcelo Marinho Simas, a exportação de “cérebros” brasileiros é particularmente crítica por que a disputa geopolítica na nova economia se dá não pelo controle de reservas, mas pelo domínio de tecnologias. Segundo ele, o país tem excelentes clusters tecnológicos, representados por órgãos de pesquisa como <a href="https://www.embrapa.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Embrapa</strong></a>, <a href="https://impa.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Impa</strong></a>, <a href="http://www.ime.eb.mil.br/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>IME</strong> </a>etc., mas tem dificuldade em manter esse capital humano no país. “O Brasil tem vários clusters ilustres, mas tem que saber onde quer chegar. Hoje vive de exportar commodities e, os cérebros, exporta de graça”, disse.</p>
<p>Miceli destacou também a fragilidade do país no que se refere a acesso a capital de risco e taxa de juros elevadas. Ele manifestou a expectativa de que prevaleça a visão da equipe econômica do governo a favor da inovação e de novos mecanismos de investimento em startups. “O movimento empreendedor precisa ser estruturado de forma consistente para que as pessoas fiquem no país e não sonhem em fazer a vida em Portugal”, declarou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Financiamento</b></p>
<p>O gerente de Empreendedorismo e Investimentos em Startups da <a href="http://www.finep.gov.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Finep</strong></a>, Felipe Gelelete, destacou a importância de haver diversas frentes de fomento financeiro à inovação, de acordo com o porte, potencial e setor das startups. Ele reconheceu, porém, que o setor de energia tem uma participação ainda limitada nos desembolsos da entidade. A explicação avaliou, é que talvez o setor, intensivo em capital, necessite de financiamentos mais altos e um produto específico da financiadora para atrair mais empresas.</p>
<p>Gelelete apresentou o projeto Centelha, que repassa recursos não-reembolsáveis, com aporte de até R$ 75 mil por projeto. “A iniciativa é voltada para fazer boas ideias chegarem ao mercado e que só sairiam do papel e virariam produtos, serviços e inovações tecnológicas sem esse impulso inicial”, disse no painel sobre venture capital (capital de risco) da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek</strong></a>.</p>
<p>Já para startups mais estruturadas e com maior potencial de crescimento, a <a href="http://www.finep.gov.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Finep</strong></a> empresta a longo prazo R$ 1 milhão e consegue, diz Gelelete, alavancar mais investimentos privados. “A cada R$ 1 colocado pela <a href="http://www.finep.gov.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Finep</strong></a>, atraímos outros R$ 6 de capital de investidores. É uma importante ferramenta de fomento ao financiamento à inovação”, explicou, frisando que apenas 3 dos 50 projetos são na área de energia.</p>
<p>Franklin Ribeiro, líder de Ecossistemas de Startups e Inovação da agência de fomento paulista <a href="https://www.investe.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>InvestSP</strong></a>, apresentou o programa SP Conecta para desenvolver polos de inovação e startups fora da cidade de São Paulo, líder no segmento na América Latina. “O caminho do Rio de Janeiro é a especialização em alguns segmentos para se diferenciar e, claramente, um deles é o de energia, que tem grande potencial”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Ecossistema de inovação </b></p>
<p>O desafio de superar a crise nas universidades públicas e transformar o conhecimento gerado em seus centros de pesquisa em inovação dominou o painel sobre Ecossistema de Inovação, o último da manhã desta quinta-feira. Criador de cinco empresas, entre as quais uma vendida para o <a href="https://www.google.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Google</strong></a> e outra para a Linux, o conselheiro da <a href="http://www.petrobras.com.br/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Petrobras</strong></a> e professor do Departamento de Ciência da Computação da <a href="https://ufmg.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)</strong></a>, Nívio Ziviani, defendeu o modelo de criação de empresas e lembrou que as que foram criadas pelo <a href="http://www.mit.edu/" target="_blank" rel="noopener"><strong>MIT (Massachusetts Institute of Technology)</strong></a> faturam o equivalente ao Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil de acordo com uma pesquisa recente.</p>
<p>“Temos obrigação moral de pegar o conhecimento que está nas universidades, gerar riqueza e devolver para a sociedade”, disse, frisando que optou por criar as próprias startups na década de 1980, quando ainda trabalhava em parceria com a indústria. “Tecnologia, você não transfere. Desenvolvi coisas com a indústria nos anos 1980, quando parei e comecei a abrir as empresas. O reitor da (Universidade de) <a href="https://www.stanford.edu/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Stanford</strong></a> começou a fazer isso (abrir as próprias empresas) na década de 1950”, disse.</p>
<p>Para o presidente do <a href="https://www.parque.ufrj.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Parque Tecnológico</strong></a> da Universidade Federal do Rio de Janeiro, José Carlos Pinto, a posição brasileira em rankings de inovação é um problema de estado. Segundo ele, a transformação das pesquisas em projetos efetivos de inovação passa pelo acesso da área a recursos com menos amarras.</p>
<p>“Um dos problemas é a transferência da tecnologia para quem tem dinheiro, para quem vai fazer o negócio, porque o pesquisador clássico das universidades brasileiras é de classe média. Não tem recursos para investir, não tem garantias. O sistema de (financiamento à) inovação precisa flexibilizar algumas regras”, lembrou.</p>
<p>O sócio da<a href="http://www.gaveaangels.org.br/" target="_blank" rel="noopener"> <strong>Gávea Angels</strong></a>, Antônio Botelho, afirmou que as startups do setor de petróleo precisam ganhar mais maturidade e defendeu um modelo de financiamento que abra espaço também para fornecedores. Segundo ele, o fato de ser intensivo em capital e o modelo conhecido como epcista (no qual os projetos são desenvolvidos no sistema de “porteira fechada” por grandes fornecedores) representam barreiras importantes paras as startups no setor de petróleo.</p>
<p>“Já fizemos cinco due dilligences e não conseguimos investir em nenhuma empresa do setor de petróleo. O setor não tem maturidade para receber investimento ainda”, informou.</p>
<p>O CFO da <a href="https://www.shell.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Shell Brasil</strong></a>, Gustavo Bursztyn, que lidera o programa de inovação da petroleira, destacou os investimentos do setor em inovação. Apenas a Shell investe US$ 1 bilhão por ano, segundo maior montante da cadeia de petróleo, atrás apenas da <a href="http://www.petrochina.com.cn/ptr/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Petrochina</strong></a>. No Brasil, disse, uma parceria com a <a href="https://www.fabricadestartups.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fábrica de Startups</strong></a> atraiu mais de 400 inscritos de quase todos os estados. “Não é nossa única parceria. Temos outros programas com o <a href="http://www.portaldaindustria.com.br/sesi/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Sesi</strong></a>, a UFRJ”, declarou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><b>O&amp;G Techweek 2019</b></a> termina nesta quinta-feira (30), no AQWA Corporate, na região portuária do Rio de Janeiro com palestras, rodadas tecnológicas, hackathons e sessões de ideação.</p>
<p>A TechWeek é patrocinada pela Petrobras, Tishman Speyer, Fábrica de Startups, Repsol Sinopec, Siemens, Aker Solutions, Aveva, Deloitte, Hexagon, KPMG, Pepperl+Fuchs, Petronet, PwC e Innovaphone.</p>
<p>Veja a programação completa do evento em <strong><a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener">http://www.ogtechweek.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Acompanhe aqui a cobertura:</strong></p>
<ul>
<li>1º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/petrobras-sinaliza-novas-oportunidades-para-startups-na-abertura-da-og-techweek-2019/" target="_blank" rel="noopener">abertura</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/investimento-em-infraestrutura-e-mudanca-de-cultura-corporativa-sao-desafios-da-transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener">paineis</a></li>
<li>2º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/release-dia-2/" target="_blank" rel="noopener">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/o-impacto-da-transformacao-digital-no-ambiente-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener">tarde</a></li>
<li>3º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/ambiente-de-negocios-e-capacitacao-sao-essenciais-para-transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/siemens-e-da-petrobras-debatem-estrategias-de-transformacao/" target="_blank" rel="noopener">tarde</a></li>
<li>4º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/brasil-precisa-de-projeto-de-futuro-para-reter-pesquisadores/">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/petroleiras-podem-investir-diretamente0em-startups-com-recursos-de-pdi/">tarde</a></li>
</ul>
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		<title>Confira a edição de agosto do IBP News</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/confira-a-edicao-de-agosto-do-ibp-news/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 15:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaise Temoteo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[AGE]]></category>
		<category><![CDATA[IBP News]]></category>
		<category><![CDATA[O&G TechWeek]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Pipeline]]></category>
		<category><![CDATA[techweek]]></category>

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		<description><![CDATA[12ª edição da Rio Pipeline: Maior encontro da comunidade internacional de dutos traz novidades sobre desafios e oportunidades no setor]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2019/09/ibpnews40.pdf" type="application/pdf" width="100%" height="600px"/></p>
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		<title>Siemens e Petrobras debatem estratégias de transformação</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 15:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[O&G TechWeek]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Para representantes das empresas, é preciso saber vender os projetos internamente e tangibilizar resultados &#160; No encerramento do terceiro dia da O&#38;G TechWeek, o vice-presidente de Indústria Digital da Siemens Brasil, Pablo Roberto Fava, apresentou os sete princípios da empresa para uma transição digital eficaz: experiência, foco, velocidade, recursos, confiança, coragem e relacionamento. Com as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Para representantes das empresas, é preciso saber vender os projetos internamente e tangibilizar resultados</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No encerramento do terceiro dia da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek</strong></a>, o vice-presidente de Indústria Digital da<a href="https://new.siemens.com/br/pt.html" target="_blank" rel="noopener"><strong> Siemens Brasil</strong></a>, Pablo Roberto Fava, apresentou os sete princípios da empresa para uma transição digital eficaz: experiência, foco, velocidade, recursos, confiança, coragem e relacionamento. Com as necessidades de capacitação e de mudanças culturais no centro dos debates, Fava deixou uma mensagem otimista sobre o Brasil.</p>
<p>&#8220;Já fizemos um par de rodadas de Hackathons no Brasil e descobri que temos por aqui jovens muito inteligentes. Para mim, pessoalmente, foi um aprendizado muito interessante&#8221;, disse, ao abordar a transformação digital nas empresas.</p>
<p>No mesmo painel, Augusto Borella, gerente geral de transformação digital da <a href="http://www.petrobras.com.br/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Petrobras</strong></a>, disse que é preciso inspirar as pessoas a resolver problemas inovando em processos. Segundo ele, é importante continuar inovando com pesquisa e desenvolvimento, mas é essencial inovar em processos. Para isso, sugeriu a criação de ambientes de teste do tipo <em>sandbox</em>, onde seja possível construir ambientes de experimentação. “É importante poder falhar rápido para consertar rápido”, defendeu.</p>
<p>Os dois destacaram a importância de os profissionais se prepararem para conseguirem viabilizar mesmo aqueles projetos que não têm resultados imediatos tangíveis, que nem sempre são bem acolhidos pelos gestores. &#8220;Precisamos estar preparados para vender bem. Às vezes, a gente não vende bem&#8221;, disse Borella, frisando que há um esforço na Petrobras para criar indicadores que &#8220;tangibilizem&#8221; os projetos, mas que todas as empresas hoje têm canais para avaliar essas propostas menos claras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Casos e tecnologias</strong></p>
<p>Os painéis da tarde desta quarta-feira também foram marcados pela apresentação de casos e de tecnologias que estão sendo aplicadas nas companhias e por fornecedores como <a href="http://www.brasbauer.com.br/PT/index.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>Brabauer</strong></a>, <a href="http://www.samsoncontrol.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Samson Control</strong></a>, <a href="https://www.leser.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Leser</strong></a> e <a href="https://www.leser.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Festo</strong></a>.</p>
<p>Coube ao gerente de portfólio para América Latina da <a href="https://www.leser.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Festo</strong></a>, José Folha Mós Neto, abordar um dos maiores dilemas da inovação: a questão ética. Ele apresentou uma mão biônica, desenvolvida a partir de tecnologias que foram testadas em drones desenvolvidos pela empresa inspirados em animais, como morcegos, elefantes, formigas etc.</p>
<p>“Temos essa área de biônicos, mas até hoje não vendemos um equipamento. Não falta interesse. Somos procurados por empresas e até por escolas de samba, mas não é uma área comercial. É uma área de pesquisa”, disse, frisando que o protótipo pode ajudar muitas pessoas, mas que é preciso ficar atento. &#8220;Ninguém pode prever o futuro, mas é importante se preocupar com educação, com os valores que vão nortear esse futuro&#8221;, completou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jogos </strong></p>
<p>A chamada gamificação, estratégia de transformar soluções em jogos, também é destaque na <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek</strong></a>. A Petrobras apresentou o FPSO 7, um jogo para o corpo de funcionários que traz a experiência de realidade imersiva para prevenir situações de riscos nas plataformas de petróleo. <a href="https://www.aveva.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Aveva</strong></a>, <a href="https://www.firjan.com.br/pagina-inicial.htm" target="_blank" rel="noopener"><strong>Firjan</strong></a> e <a href="https://www.repsol.pt/pt/index.cshtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>Repsol</strong></a> apresentaram exemplos de realidade virtual e de realidade aumentada que reproduzem ambientes operacionais. Já a <a href="https://www.microsoft.com/pt-br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Microsoft</strong></a>, trouxe o software XHQ, que atua como um “mapa” de gestão de ativos, monitoramento de equipamentos e plantas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G Techweek 2019</strong></a> termina nesta quinta-feira (30), no AQWA Corporate, na região portuária do Rio de Janeiro com palestras, rodadas tecnológicas, hackathons e sessões de ideação.</p>
<p>A TechWeek é patrocinada pela Petrobras, Tishman Speyer, Fábrica de Startups, Repsol Sinopec, Siemens, Aker Solutions, Aveva, Deloitte, Hexagon, KPMG, Pepperl+Fuchs, Petronet, PwC e Innovaphone.</p>
<p>Veja a programação completa do evento em <strong><a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener">http://www.ogtechweek.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Acompanhe aqui a cobertura:</strong></p>
<ul>
<li>1º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/petrobras-sinaliza-novas-oportunidades-para-startups-na-abertura-da-og-techweek-2019/" target="_blank" rel="noopener">abertura</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/investimento-em-infraestrutura-e-mudanca-de-cultura-corporativa-sao-desafios-da-transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener">paineis</a></li>
<li>2º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/release-dia-2/" target="_blank" rel="noopener">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/o-impacto-da-transformacao-digital-no-ambiente-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener">tarde</a></li>
<li>3º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/ambiente-de-negocios-e-capacitacao-sao-essenciais-para-transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/siemens-e-da-petrobras-debatem-estrategias-de-transformacao/" target="_blank" rel="noopener">tarde</a></li>
<li>4º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/brasil-precisa-de-projeto-de-futuro-para-reter-pesquisadores/">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/petroleiras-podem-investir-diretamente0em-startups-com-recursos-de-pdi/">tarde</a></li>
</ul>
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		<title>Ambiente de negócios e capacitação são essenciais para transformação digital</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 20:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[O&G TechWeek]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Em dia dedicado à Alemanha, participantes da O&#38;G TechWeek chamam atenção para a necessidade de adoção de medidas que evitem que Brasil fique para trás na nova economia &#160; O secretário-geral do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Milton Costa Filho, ressaltou hoje, na sessão de abertura do terceiro dia da O&#38;G TechWeek 2019, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Em dia dedicado à Alemanha, participantes da O&amp;G TechWeek chamam atenção para a necessidade de adoção de medidas que evitem que Brasil fique para trás na nova economia</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O secretário-geral do<a href="https://www.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP)</strong></a>, Milton Costa Filho, ressaltou hoje, na sessão de abertura do terceiro dia da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek 2019</strong></a>, sua preocupação de que o Brasil não fique para trás na transformação digital. Segundo ele, o <a href="https://www.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>IBP</strong></a> tem hoje quatro comitês ligados ao tema que trabalham de forma integrada com outras áreas da entidade, para alavancar iniciativas na área e promover a inovação.</p>
<p>“Esse gap (tecnológico) é perigoso para o Brasil. A proposta de valor da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Techweek</strong></a> é colocar frente a frente as demandas da indústria de petróleo com as tecnologias disponíveis no mercado. Esperamos que as indústrias entendam nossas necessidades”, disse Costa Filho, frisando que o setor de petróleo saiu da crise que enfrentou a partir de 2014 com novas demandas de inovação nos negócios.</p>
<p>Com a agenda desta quarta-feira da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek</strong></a> é dedicada à Alemanha, um dos países líderes da quarta revolução industrial, dois temas despontaram na sessão de abertura: ambiente de negócios e capacitação de mão de obra. O vice-presidente da <a href="http://www.ahkbrasilien.com.br/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Câmara de Comércio Brasil-Alemanha</strong></a>, Marco Saltini, que também participou da primeira mesa, destacou a importância da confiança no ambiente de negócios no país para que a parceria entre os dois países possa avançar, com reflexos no setor de tecnologia.</p>
<p>“Marco regulatório eficiente, suporte a investimento e educação de qualidade são o que ainda falta ao Brasil. A gente precisa de um ambiente de negócios um pouco mais favorável”, afirmou Saltini.</p>
<p>O vice presidente de indústria digital da <a href="https://new.siemens.com/br/pt.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>Siemens Brasil</strong></a>, Pablo Roberto Fava, relatou a experiência que está sendo desenvolvida com uma universidade em Resende, onde foi criado um curso que conjuga atividades acadêmicas com ensino prático nas indústrias. “O Brasil sempre foi industrial. O setor já representou 23%do PIB e está em 12%. Precisamos retomar essa vocação”, disse.</p>
<p>A manhã também foi marcada pela apresentação de casos de negócios na área de tecnologia e energia. Foram dois painéis com a participação de representantes da <a href="https://wintershalldea.com/en" target="_blank" rel="noopener"><strong>Wintershall DEA</strong></a>, <a href="https://www.innovaphone.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Innovaphone AG</strong></a>, <a href="https://brazil.vdma.org/" target="_blank" rel="noopener"><strong>VDMA Brasil</strong></a>, <a href="https://www.man-es.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>MAN Energy Solutions</strong></a> e <a href="https://www.sap.com/brazil/index.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>SAP</strong></a>.</p>
<p>O vice-presidente de transformação digital da <a href="https://wintershalldea.com/en" target="_blank" rel="noopener"><strong>Wintershall DEA</strong></a>, Patrick von Pattay, falou da importância da mudança de cultura nas empresas para promover a inovação. “A tecnologia deixa as pessoas com medo de perder emprego. Então, damos chance para as pessoas de entrarem em contato com a digitalização e procuramos garantir que a digitalização tenha objetivos de negócios claros”, disse, frisando que 94% dos empregados da empresa consideram transformação digital uma oportunidade.</p>
<p>O vice-presidente da <a href="https://www.sap.com/brazil/index.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>SAP</strong></a>, Jaime Barros, apresentou as vantagens de se integrar equipamentos com internet das coisas, inteligência artificial e os sistemas de gestão da empresa &#8211; possibilidade. “É possível evitar o risco de paradas não planejadas, fazer a predição de anomalias e gerar ordens de serviço de forma autônoma”, garantiu.</p>
<p>Na mesma linha, o diretor <a href="https://brazil.vdma.org/" target="_blank" rel="noopener"><strong>VDMA Brasil</strong></a>, Thomas Junqueira Ayres Ulbrich, frisou que o que as pessoas chamam de máquina hoje é, na verdade, a capacidade de processamento, o computador. A máquina mesmo é secundária. Já o gerente de produtos da <a href="https://www.innovaphone.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Innovaphone AG</strong></a>, Bernd Reidl, destacou os sistemas de comunicação necessários para a transformação digital.</p>
<p>“A transformação digital, para começar, vai ter mais custos, mas depois irá melhorar os resultados de forma geral”, sentenciou Jens Hüren, diretor da divisão turbo da <a href="https://www.man-es.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>MAN Energy solutions</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G Techweek 2019</strong></a> acontece até quinta-feira (30), no AQWA Corporate, na região portuária do Rio de Janeiro com palestras, rodadas tecnológicas, hackathons e sessões de ideação.</p>
<p>A TechWeek é patrocinada pela Petrobras, Tishman Speyer, Fábrica de Startups, Repsol Sinopec, Siemens, Aker Solutions, Aveva, Deloitte, Hexagon, KPMG, Pepperl+Fuchs, Petronet, PwC e Innovaphone.</p>
<p>Veja a programação completa do evento em <strong><a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener">http://www.ogtechweek.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Acompanhe aqui a cobertura:</strong></p>
<ul>
<li>1º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/petrobras-sinaliza-novas-oportunidades-para-startups-na-abertura-da-og-techweek-2019/" target="_blank" rel="noopener">abertura</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/investimento-em-infraestrutura-e-mudanca-de-cultura-corporativa-sao-desafios-da-transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener">paineis</a></li>
<li>2º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/release-dia-2/" target="_blank" rel="noopener">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/o-impacto-da-transformacao-digital-no-ambiente-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener">tarde</a></li>
<li>3º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/ambiente-de-negocios-e-capacitacao-sao-essenciais-para-transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/siemens-e-da-petrobras-debatem-estrategias-de-transformacao/" target="_blank" rel="noopener">tarde</a></li>
<li>4º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/brasil-precisa-de-projeto-de-futuro-para-reter-pesquisadores/">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/petroleiras-podem-investir-diretamente0em-startups-com-recursos-de-pdi/">tarde</a></li>
</ul>
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		<title>O impacto da transformação digital no ambiente de negócios</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 14:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[O&G TechWeek]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo dia da O&#38;G TechWeek trouxe debate em torno da inovação em parceria com startups e no cenário do futuro do trabalho &#160; As discussões em torno da aplicação da transformação digital no ambiente de negócio seguiram durante a tarde do segundo dia da O&#38;G TechWeek (27). Para Geraldo Rochocz, CTO da Radix, transformação digital [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Segundo dia da O&amp;G TechWeek trouxe debate em torno da inovação em parceria com startups e no cenário do futuro do trabalho</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As discussões em torno da aplicação da transformação digital no ambiente de negócio seguiram durante a tarde do segundo dia da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G TechWeek</strong></a> (27). Para Geraldo Rochocz, CTO da <a href="http://www.radixeng.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Radix</strong></a>, transformação digital é adaptar a organização para que possa responder com agilidade às perguntas ainda não formuladas.</p>
<p>“Para que isso aconteça é preciso levar em consideração duas perspectivas: a de TI, que engloba a arquitetura de sistemas e a governança de dados, e a da organização e RH, que significa processos e pessoas. Resultando assim em um ambiente de negócios ágil”, afirmou Rochocz. “Com a complexidade e as rápidas transformações do mundo, as ameaças e as oportunidades surgem sem que as empresas consigam prever. No entanto, as companhias precisam ser capazes de agir e reagir rapidamente”, complementou.</p>
<p>A aproximação de grandes empresas de startups para a implementação de uma cultura de experimentação foi apontada por Tarcísio Romero, consultor para aceleração digital da <a href="https://www.aveva.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Aveva</strong> </a>para a América Latina, como caminho fundamental para esse processo de inovação. “A transformação digital é uma prioridade de negócio, não um projeto de TI. Por isso a necessidade de pensar grande, mas começar pequeno, com testes”, disse.</p>
<p>No que se refere especificamente à indústria de petróleo e gás, Lelio Souza, CEO da <a href="http://www.intelie.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Intelie Vision</strong></a>, lembrou que o setor é crítico, com baixa tolerância a erro, mas, no entanto, passa por uma segunda onda de adoção tecnológica. O executivo apresentou dados de uma pesquisa recente da <a href="https://mitsloan.mit.edu/" target="_blank" rel="noopener"><strong>MIT Sloan</strong> </a>e da <a href="https://www2.deloitte.com/br/pt.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>Deloitte</strong></a>, que apontam para uma baixa maturidade digital da indústria (4.68 em uma escala de 10).</p>
<p>“A adoção de tecnologias digitais tem potencial de reduzir o capex em 20% e o opex do Upstream em 3% a 5%, o que significa mais de US$ 1 bilhão em economia de custos ou em aumentos da produção”, reforçou.</p>
<p>Ainda com relação ao segmento de óleo e gás, Romero mostrou as tendências digitais para os próximos anos. Hoje, o investimento das empresas está em tecnologias como big data/analytics, IoT, dispositivos móveis e cloud. Entre 3 e 5 anos, porém, os investimentos serão redirecionados para tecnologias como robótica e drone, com expectativa de aumento em 15% no investimento atual, inteligência artificial (7%) e tecnologia “vestível” (10%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aproximação com startups na prática</strong></p>
<p>Pedro Leal Noce, da <a href="https://www.raizen.com.br/sobre-a-raizen" target="_blank" rel="noopener"><strong>Raízen</strong></a>, apresentou o Pulse, um hub de inovação aberta que tem o objetivo de atrair startups capazes de fornecer soluções inovadoras para os desafios da companhia. No primeiro ano do programa foram 400 startups inscritas, que resultou em 15 projetos pilotos testados em campo e cinco contratos assinados.</p>
<p>Para Leal Noce, o campo é o maior case de IoT, com soluções conectadas de startups. “Cada vez mais, precisamos pensar em projetos rápidos e entregas pequenas para acompanhar a evolução tecnológica. Se levarmos um ano apenas desenvolvendo um projeto, as tecnologias poderão já estar obsoletas no momento da implementação”, pontuou.</p>
<p>No caso da <a href="https://www.raizen.com.br/sobre-a-raizen" target="_blank" rel="noopener"><strong>Raízen</strong></a>, a aproximação com startups possibilitou a criação da agricultura digital. São 3.500 computadores de bordo no maquinário da companhia, um milhão de hectares monitorados por satélites e 15 drones, que atuam no controle de plantas daninhas, medição do nível de falha na cana e criação automática das linhas para colheita. “O próximo passo é expandir o Pulse e a cultura de experimentação e inovação para todas as áreas da companhia, desde a logística até o jurídico”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Transformação digital no futuro do trabalho</strong></p>
<p>No final do dia, durante o painel Tech Show, Rachel Milech, associada sênior da <a href="https://www.kornferry.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Korn/Ferry</strong></a>, abordou a relevância da transformação digital no cenário do futuro do trabalho. Segundo ela, apesar dos altos investimentos em tecnologia, entre 30% e 84% dos esforços de transformação digital falham, e o principal obstáculo são as pessoas &#8211; 84% dos executivos acreditam que não tem as habilidades e a capacidade de entregar de acordo com suas ambições.</p>
<p>“Apenas 44% das empresas mais admiradas do mundo, como Apple e Amazon, têm os profissionais com as habilidades necessárias para executar a estratégia digital”, explicou Rachel. “É crítico para as empresas entenderem as características, competências e motivadores dos talentos internos e externos que vão ajudar a criar o futuro digital”, ressaltou.</p>
<p>Ainda de acordo com a executiva, o perfil de sucesso do líder digital inclui habilidades como agilidade, conectividade, disciplina e foco, empowerment e alinhamento, e abertura e transparência. Os dados são apontados pelo Korn Ferry Digital Sustainability Index, uma pesquisa realizada com 400 empresas de cinco indústrias, em 14 países.</p>
<p>Outro aspecto apontado por Rachel foi o perfil de um líder auto-disruptivo, que engloba capacidades de inspirar e engajar, acelerar, construir parcerias, confiar e antecipar. “O grande alerta é que apenas 15% dos líderes têm essas qualidades”, finalizou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <a href="http://www.ogtechweek.com.br/"><strong>O&amp;G Techweek 2019</strong></a> acontece até quinta-feira (30), no AQWA Corporate, na região portuária do Rio de Janeiro com palestras, rodadas tecnológicas, hackathons e sessões de ideação.</p>
<p>A TechWeek é patrocinada pela Petrobras, Tishman Speyer, Fábrica de Startups, Repsol Sinopec, Siemens, Aker Solutions, Aveva, Deloitte, Hexagon, KPMG, Pepperl+Fuchs, Petronet, PwC e Innovaphone.</p>
<p>Veja a programação completa do evento em <strong><a href="http://www.ogtechweek.com.br/">http://www.ogtechweek.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Acompanhe aqui a cobertura:</strong></p>
<ul>
<li>1º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/petrobras-sinaliza-novas-oportunidades-para-startups-na-abertura-da-og-techweek-2019/" target="_blank" rel="noopener">abertura</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/investimento-em-infraestrutura-e-mudanca-de-cultura-corporativa-sao-desafios-da-transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener">paineis</a></li>
<li>2º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/release-dia-2/" target="_blank" rel="noopener">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/o-impacto-da-transformacao-digital-no-ambiente-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener">tarde</a></li>
<li>3º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/ambiente-de-negocios-e-capacitacao-sao-essenciais-para-transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/siemens-e-da-petrobras-debatem-estrategias-de-transformacao/" target="_blank" rel="noopener">tarde</a></li>
<li>4º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/brasil-precisa-de-projeto-de-futuro-para-reter-pesquisadores/">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/petroleiras-podem-investir-diretamente0em-startups-com-recursos-de-pdi/">tarde</a></li>
</ul>
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		<title>Gil Giardelli mostra sua visão de futuro para o setor de Petróleo</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 11:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[O&G TechWeek]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>
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		<description><![CDATA[Para especialista, que abriu segundo dia da O&#38;G TechWeek, indústria precisa buscar eficiência na inovação e não apenas de eficiência operacional ou financeira &#160; O professor Gil Giardelli, um dos mais destacados futuristas brasileiros, abriu o segundo dia da O&#38;G Techweek 2019 decretando o fim da 4ª revolução industrial. Para ele, o atual momento deve ser [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Para especialista, que abriu segundo dia da O&amp;G TechWeek, indústria precisa buscar eficiência na inovação e não apenas de eficiência operacional ou financeira</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O professor Gil Giardelli, um dos mais destacados futuristas brasileiros, abriu o segundo dia da <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G Techweek 2019</strong></a> decretando o fim da 4ª revolução industrial. Para ele, o atual momento deve ser chamado de Economia da Transformação Digital e é caracterizado pela ascensão da economia intangível, do &#8220;capitalismo sem capital&#8221;. A esse novo período, chamou de Tempo Pós Normal.</p>
<p>Com a apresentação de tecnologias e exemplos presentes no nosso dia a dia, o especialista em inovação destacou estradas que produzem energia pelo rolamento de veículo, avatares e robôs que substituem humanos, além de comidas produzidas por impressoras 3D. Também ressaltou que a transformação digital ocorre em cinco frentes interconectadas: nanotecnologia, biotecnologia, neurotecnologia, tecnologia verde e tecnologia digital.</p>
<p>A proposta de Giardelli para o setor foi de busca da eficiência na inovação e não apenas de eficiência operacional ou financeira, como ainda ocorre hoje. Para isso, destacou aspectos humanos. &#8220;Não podemos mais dividir as pessoas em ciências humanas, exatas e biológicas&#8221;, disse, pedindo maior parceria entre a academia e a iniciativa privada.</p>
<p>Giardelli citou a recomendação da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE) para que empatia e humanidade sejam tão valorizados quanto conhecimentos de lógica e matemática. &#8220;Todos os países que se tornaram inovadores viveram um problema que o Brasil está passando que é o colapso da ética”, afirmou, frisando a crescente intolerância da sociedade mesmo com pequenas corrupções do dia a dia.</p>
<p>Após a visão de futuro, a manhã desta terça-feira foi marcada por painéis bastante práticos. Representantes da <strong><a href="https://brazil.chevron.com/" target="_blank" rel="noopener">Chevron</a>, <a href="https://about.google/" target="_blank" rel="noopener">Google</a>, <a href="https://www.intel.com.br/content/www/br/pt/homepage.html" target="_blank" rel="noopener">Intel</a></strong> e da empresa de software de simulação ESSS discutiram a cooperação entre empresas de óleo e gás e de tecnologia no desenvolvimento de inovações.</p>
<p>“Nosso setor tem um desafio muito grande porque tem a verba (para P&amp;DI). É só identificar onde alocar. O desafio é definir onde se quer chegar com o uso de dados”, disse Vinicius Girardi, gerente de desenvolvimento em O&amp;G da ESSS.</p>
<p>Para Cássio Brandão, gerente de Desenvolvimento de Negócios do Google, o maior desafio do setor de petróleo éter cultura de dados. “É preciso olhar para os sinais que estão sendo emitidos o tempo inteiro e as empresas não estão percebendo”, disse.</p>
<p>No último painel da manhã, representantes das empresas <strong><a href="https://www.modec.com/" target="_blank" rel="noopener">Modec</a>, <a href="https://www.slb.com/" target="_blank" rel="noopener">Schlumberger</a>, <a href="https://www.subsea7.com/en/index.html" target="_blank" rel="noopener">Subsea7</a></strong> e <a href="https://www.equinor.com.br/pt.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>Equinor</strong> </a>discutiram os desafios da cadeia de suprimentos na transformação digital. O vice-presidente da <a href="https://www.modec.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Modec</strong></a>, Soichi Ide, comparou a percepção sobre as empresas de tecnologia e de O&amp;G e alertou para o risco de “distração” com cases isolados, enquanto o setor deixa passar oportunidades de transformação efetiva.</p>
<p>Para o vice-presidente da<a href="https://www.subsea7.com/en/index.html" target="_blank" rel="noopener"><strong> Subsea 7</strong></a> no Brasil, Marcelo Xavier, o maior desafio é encontrar uma forma de transformar a cultura das empresas para viabilizar as inovações. “Precisamos mostrar que usamos tecnologia realmente para resolver problemas”, completou.</p>
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<p>A <a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O&amp;G Techweek 2019</strong></a> acontece de segunda (26) a quinta-feira (30), no AQWA Corporate, na região portuária do Rio de Janeiro com palestras, rodadas tecnológicas, hackathons e sessões de ideação.</p>
<p>A TechWeek é patrocinada pela Petrobras, Tishman Speyer, Fábrica de Startups, Repsol Sinopec, Siemens, Aker Solutions, Aveva, Deloitte, Hexagon, KPMG, Pepperl+Fuchs, Petronet, PwC e Innovaphone.</p>
<p>Veja a programação completa do evento em <strong><a href="http://www.ogtechweek.com.br/" target="_blank" rel="noopener">http://www.ogtechweek.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Acompanhe aqui a cobertura:</strong></p>
<ul>
<li>1º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/petrobras-sinaliza-novas-oportunidades-para-startups-na-abertura-da-og-techweek-2019/" target="_blank" rel="noopener">abertura</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/investimento-em-infraestrutura-e-mudanca-de-cultura-corporativa-sao-desafios-da-transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener">paineis</a></li>
<li>2º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/release-dia-2/" target="_blank" rel="noopener">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/o-impacto-da-transformacao-digital-no-ambiente-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener">tarde</a></li>
<li>3º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/ambiente-de-negocios-e-capacitacao-sao-essenciais-para-transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/siemens-e-da-petrobras-debatem-estrategias-de-transformacao/" target="_blank" rel="noopener">tarde</a></li>
<li>4º dia: <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/brasil-precisa-de-projeto-de-futuro-para-reter-pesquisadores/">manhã</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/noticias/petroleiras-podem-investir-diretamente0em-startups-com-recursos-de-pdi/">tarde</a></li>
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