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	<title>Oil &amp; Gas Regulation International Benchmark Forum &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>IBP e OGE reúnem especialistas para debate sobre regulação</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2019 15:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[Oil & Gas Regulation International Benchmark Forum]]></category>
		<category><![CDATA[refino]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>

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		<description><![CDATA[Fórum apresentou melhores práticas internacionais em áreas como campos maduros, gás natural e refino &#160; O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a OGE – Óleo. Gás. Energia. –, realizou entre os dias 10 e 11 de junho, no Rio de Janeiro, a terceira edição do O&#38;G Regulation International Benchmark [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Fórum apresentou melhores práticas internacionais em áreas como campos maduros, gás natural e refino</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong><a href="https://www.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP)</a></strong>, em parceria com a <strong><a href="https://oge-oleogasenergia.com.br/" target="_blank" rel="noopener">OGE – Óleo. Gás. Energia.</a></strong> –, realizou entre os dias 10 e 11 de junho, no Rio de Janeiro, a terceira edição do <strong><em><a href="https://www.ibp.org.br/eventos/oil-gas-regulation/" target="_blank" rel="noopener">O&amp;G Regulation International Benchmark Forum</a></em></strong>. O evento debateu referências internacionais sobre o mercado de petróleo e gás com o intuito de contribuir para a melhoria do cenário de regulação e de investimentos no Brasil. Temas como descomissionamento, licenciamento, revitalização de campos e os novos mercados de gás e refino foram os destaques da programação.</p>
<p>De acordo com Milton Costa Filho, secretário-geral do IBP, além dos grandes investimentos no segmento upstream, especialmente na área do pré-sal, o Brasil também passa por um período de transição para a abertura do mercado de gás natural e planos robustos para a abertura do segmento <a href="https://www.ibp.org.br/como-atuamos/abastecimento-pq-bio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>downstream</strong></a>. “Precisamos reforçar e aperfeiçoar a estrutura regulatória dos setores de gás natural e downstream”, afirmou.</p>
<p>Para Claudia Rabello, CEO da OGE óleo gás energia, a regulação deve estar permanentemente em discussão. “Sempre haverá espaço para novos estudos e para a troca de experiências. Benchmark é uma boa forma para acelerar o desenvolvimento da indústria e esse fórum tem o objetivo de impulsionar a melhoria regulatória e aumentar a competitividade do país”, disse.</p>
<p>Em mensagem enviada aos participantes do evento, Dirceu Amorelli, diretor da <strong><a href="http://www.anp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP)</a></strong>, parabenizou a iniciativa dos organizadores de promover anualmente a aproximação entre governos e agentes econômicos para discutir o arcabouço regulatório e a aplicabilidade de referências internacionais ao cenário brasileiro e destacou o momento de crescimento da indústria de petróleo e gás brasileira. “Estima-se que nos próximos 10 anos sejam investidos mais de US$ 200 bilhões na indústria nacional de óleo e gás, com consequente geração de milhares de empregos, escreveu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Campos maduros</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No primeiro dia do fórum, Gunnar SjØgren, diretor da <strong><em><a href="https://www.npd.no/en/" target="_blank" rel="noopener">Norwegian Petroleum Directorate (NPD)</a></em></strong>, apresentou as características de exploração de petróleo em áreas maduras na Noruega. Com geologia bastante conhecida e infraestrutura bem desenvolvida e planejada, essas áreas possibilitam novas descobertas, ainda que, provavelmente, não sejam significativas.</p>
<p>“É importante provar e recuperar recursos dos campos maduros antes que a infraestrutura existente seja eliminada ou desativada. Se isso não for feito, as novas descobertas podem ser pequenas demais para justificar a construção de infraestruturas separadas, e recursos que poderiam ser lucrativos permaneceriam sem serem recuperados”, explicou Gunnar.</p>
<p>De acordo com o especialista, recursos adicionais nas áreas ao redor de um campo planejado ou em produção podem aumentar sua lucratividade, estendendo, por exemplo, a vida útil dos campos principais para que mais recursos possam ser recuperados.</p>
<p>Outro aspecto importante para a revitalização de campos de petróleo na Noruega é o aumento do fator de recuperação. “Atualmente, a taxa média norueguesa de recuperação para campos de petróleo é de cerca de 47% e o objetivo é aumentar ainda mais. No entanto, as taxas de recuperação diferem muito de campo para campo, em parte porque as condições do reservatório variam e diferentes soluções técnicas são aplicadas”, salientou.</p>
<p>A experiência da Equinor no país nórdico aponta para a possibilidade de atingir tais taxas mais altas. Segundo Maria Clara Costa, gerente de reservatórios da <strong><a href="https://www.equinor.com.br/pt.html" target="_blank" rel="noopener">Equinor</a></strong>, os fatores de recuperação de petróleo nos campos operados pela empresa na região conhecida como <em>Norwegian Continental Shelf </em>já correspondem a 52%. A expectativa é que até 2045, esse valor seja igual a 60%.</p>
<p>“Normalmente, as empresas acreditam que a exploração é a melhor maneira de conquistar novos recursos, mas o fator de recuperação é tão importante quanto a exploração para obtenção de resultados”, observou Maria Clara.</p>
<p>No Brasil, a ANP vem desenvolvendo medidas para ampliar a vida útil dos campos maduros. De acordo com Marcelo Castilho, superintendente do Desenvolvimento e Produção da agência, o crescimento da produção de petróleo no país se deve ao pré-sal, o que significa uma oportunidade para as áreas convencionais offshore e também para o onshore, cuja produção caiu, em média, 34% nos últimos cinco anos.</p>
<p>“Uma das medidas da ANP para a revitalização de campos maduros, especialmente, da Bacia de Campos foi o estabelecimento de regulamento específico possibilitando a redução de royalties para até 5% sobre a produção incremental resultante de novos planos de investimentos. Hoje, 241 campos (53% do total) são elegíveis à redução, e a ANP já estuda 40 desses casos”, ressaltou Castilho. “O objetivo é promover a extensão da vida útil, maximizar o fator de recuperação, aumentar a rentabilidade, criar mais empregos e renda e ampliar a atratividade dos campos maduros”, complementou.</p>
<p>Marcelo Mafra, superintendente de Segurança Operacional e Meio Ambiente da ANP, também reforçou a importância do fator de recuperação, especialmente em ativos próximos à fase de descomissionamento e reforçou que o Brasil possui 64 plataformas com mais de 25 anos e que os principais descomissionamentos atualmente tratados pela ANP estão na Bacia de Campos e no Nordeste do País. A Resolução da ANP sobre descomissionamento, aqual deverá ser publicada em outubro, foi elaborada em colaboração entre ANP, IBAMA e Marinha do Brasil e espera-se que será mais produtivo se os planos de descomissionamento submetidos pelas empresas forem analisados também de forma integrada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gás natural</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os recentes avanços no ambiente regulatório e a retomada dos leilões desde 2017 vão garantir grandes investimentos que, na estimativa do IBP, poderão gerar cerca de 800 mil empregos para a indústria de petróleo e gás. Nesse cenário, no segundo dia de evento, especialistas abordaram questões referentes ao novo mercado de <strong><a href="https://www.ibp.org.br/como-atuamos/gas/" target="_blank" rel="noopener">gás natural</a></strong>, que é uma alternativa para que o Brasil possa se destacar na transição energética.</p>
<p>“Temos o gás como uma energia limpa e abundante que, além de viabilizar a transição do Brasil para uma economia de baixo carbono, também pode promover o desenvolvimento industrial do país. O potencial de oferta de gás pode produzir uma profunda transformação no setor industrial brasileiro. Com uma maior oferta de gás natural, poderemos ter um suprimento seguro e competitivo que pode contribuir ainda mais para o Brasil se tornar um destino importante de investimentos na nossa indústria”, resumiu Milton Costa Filho.</p>
<p>Segundo Luciana Estevão, da ANP, os dados de junho de 2018 indicam que a oferta brasileira de gás é de 92 milhões de m<sup>3</sup> por dia, sendo que 72% é proveniente da produção nacional, 24% é importado da Bolívia e outros 4% importados do GNL. Dessa oferta, 44% é demandado pela indústria e 38% pelas térmicas.</p>
<p>“O Brasil está configurando um novo modelo, visando um mercado de gás natural mais diversificado e competitivo. A ANP vai continuar implementando medidas regulatórias para modernizar e promover a abertura desse mercado”, explicou Luciana.</p>
<p>Com base na experiência americana, Guilherme Perdigão, diretor de Desenvolvimento de Negócios da <strong><a href="https://www.shell.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Shell</a></strong>, acredita que fontes energéticas como a hidroelétrica e o gás natural precisarão assumir um novo papel a partir da entrada das fontes renováveis. Algumas soluções apontadas pelo executivo é o uso dos reservatórios hidrelétricos e gás flexível específico para projetos de energia visando equilibrar o sistema. “Soluções como <em>gás to Power</em> podem ancorar o desenvolvimento de campos e do mercado de gás natural.”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mercado de refino</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No último painel do fórum, os especialistas apresentaram as perspectivas para o mercado de refino no Brasil. Atualmente, o país possui 17 refinarias, com capacidade de 2.348 mil b/d, e a Petrobras responde por 98,6% da capacidade de refino brasileira. Segundo Marcelo Cavalcanti, superintendente adjunto da Superintendência de Petróleo da <strong><a href="http://www.epe.gov.br/pt" target="_blank" rel="noopener">Empresa de Pesquisa Energética (EPE)</a></strong>, o Brasil é rico em petróleo bruto e pobre em derivados de petróleo.</p>
<p>“Essa característica do downstream brasileiro gera debates sobre a necessidade de investimentos em novas refinarias. Essa questão vem sendo amplamente discutida nos últimos anos, especialmente a partir do reposicionamento estratégico da Petrobras nos segmentos de refino, transporte e logística”, afirmou Cavalcanti. “Em 2040, o potencial do downstream brasileiro é de 21 refinarias e capacidade de 3.273 mil b/d”, finalizou.</p>
<p>No âmbito regulatório, Celso Braga, diretor de Planejamento de Mercado da <strong><a href="http://www.petrobras.com.br/pt/" target="_blank" rel="noopener">Petrobras</a></strong>, destacou que a regulamentação brasileira para as áreas de refino e logística primária de petróleo e derivados é aderente a um mercado aberto com múltiplos agentes. “A fim de garantir a atratividade dos investimentos em refino no país é de suma importância preservar os atuais mecanismos de livre acesso a dutos e terminais, alegou. “Não é possível introduzir mecanismos regulatórios que limitem a liberdade de ação dos agentes”, reforçou.</p>
<p>Em termos comparativos, Breno Medeiros, especialista em Energia, Recursos e Industriais da <strong><a href="https://www2.deloitte.com/br/pt.html" target="_blank" rel="noopener">Deloitte</a></strong>, apresentou um panorama do mercado de refino americano, que além de grande é bastante diversificado. “A capacidade de refino dos Estados Unidos é de 18,6 MMb/d e são 55 players atuando nesse mercado, que possui 135 refinarias. Os 10 maiores players são responsáveis por 67% da capacidade total americana, sendo que a principal empresa responde sozinha por 12%”, explicou.</p>
<p>De acordo com Medeiros, globalmente, o downstream foi o segmento que melhor performou nos últimos cinco anos, quando os preços do petróleo registraram baixas significativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong><a href="https://www.ibp.org.br/eventos/oil-gas-regulation/" target="_blank" rel="noopener">3º <em>O&amp;G Regulation International Forum</em></a></strong> teve patrocínio da Petrobras, Equinor, Shell e Mattos Filho.</p>
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		<title>Fórum de regulação em O&#038;G confirma nomes na programação</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2019 20:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oil & Gas Regulation International Benchmark Forum]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>

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		<description><![CDATA[A 3ª edição do O&#38;G Regulation International Benchmark Forum, que reunirá países referências no mercado com o intuito de contribuir para a melhoria do cenário de regulação e de investimentos no Brasil, já confirmou nomes em sua programação. Promovido pelo IBP em parceria com a OGE – Óleo . Gás . Energia, o evento para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A 3ª edição do <strong><a href="https://www.ibp.org.br/eventos/oil-gas-regulation/" target="_blank" rel="noopener">O&amp;G Regulation International Benchmark Forum</a></strong>, que reunirá países referências no mercado com o intuito de contribuir para a melhoria do cenário de regulação e de investimentos no Brasil, já confirmou nomes em sua programação. Promovido pelo IBP em parceria com a OGE – Óleo . Gás . Energia, o evento para convidados acontece nos dias 10 e 11 de junho, na sede do instituto, no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">No painel sobre Meio Ambiente, estão confirmados Antônio Celso Junqueira Borges, Coordenador-Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Marinhos e Costeiros do IBAMA; Marcelo Mafra, Superintendente de Segurança Operacional e Meio-Ambiente da ANP; e Gunnar Sjøgren, Diretor de Projetos do Norwegian Petroleum Directorate (NPD), que também abordará o tema da revitalização de campos  e bacias junto de Marcelo Castilho, Superintendente Adjunto da Superintendência de Petróleo da ANP, e de um representante da Equinor.</p>
<p style="text-align: justify;">A discussão sobre o mercado de gás natural contará com a presença de Helio Bisaggio, Superintendente de Infraestrutura e Movimentação da ANP, Thiago Barral, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e Guilherme Perdigão, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Shell Energy Brasil, que trará referências do mercado americano sobre projetos de gas to power.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a mesa sobre a abertura do mercado de refino terá a participação de Daniel Sales Correa, Gerente Geral de Reestruturação de Negócios de Refino de Gás Natural da Petrobras, e de Marcelo Cavalcanti, Superintendente Adjunto da Superintendência de Petróleo da EPE.</p>
<p style="text-align: justify;">A cada dia haverá ainda palestra de encerramento sobre temas gerais da regulação e competitividade &#8211; no dia 10, será apresentada por um representante do MME e, no dia 11, por Gunnar Sjøgren.</p>
<p style="text-align: justify;">A 3ª edição do <strong><a href="https://www.ibp.org.br/eventos/oil-gas-regulation/" target="_blank" rel="noopener">O&amp;G Regulation International Benchmark Forum</a></strong> tem o patrocínio da Petrobras, da Shell, Equinor e do Mattos Filho Advogados.</p>
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		<title>Oil &#038; Gas Regulation Forum confirma data para terceira edição</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 20:26:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Oil & Gas Regulation International Benchmark Forum]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Oil &#38; Gas Regulation &#8211; International Benchmark Forum, evento do IBP em parceria com a OGE – Óleo. Gás. Energia. –, que promove debate sobre os aspectos regulatórios da indústria de petróleo e gás no Brasil com países reconhecidos como referências bem sucedidas, confirmou a data da sua terceira edição, que acontece entre os [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Oil &amp; Gas Regulation &#8211; International Benchmark Forum</strong>, evento do IBP em parceria com a <a href="https://oge-oleogasenergia.com.br/">OGE – Óleo. Gás. Energia.</a> –, que promove debate sobre os aspectos regulatórios da indústria de petróleo e gás no Brasil com países reconhecidos como referências bem sucedidas, confirmou a data da sua terceira edição, que acontece entre os dias 10 e 11 de junho, na sede do <a href="https://www.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis</a> (IBP).</p>
<p>Este ano, o fórum traz representantes de empresas petroleiras com atuação no Brasil e no exterior para debater cases internacionais com representantes de agências reguladoras, ministérios e entidades de governo. A partir dos cases, abordando aspectos regulatórios, serão feitas comparações e debatidas as vantagens e desvantagens de cada modelo.</p>
<p>Entre os temas de destaque que serão abordados no evento estão:</p>
<ul>
<li><strong>Meio ambiente</strong> &#8211; licenciamento (prévio/posterior) à concessão/contratação, descarte de resíduos e descomissionamento;</li>
<li><strong>Revitalização de bacias maduras e campos petrolíferos</strong> &#8211; incentivos governamentais aos investimentos em revitalização;</li>
<li><strong>Mercado de gás natural</strong> &#8211; fomento à competitividade entre agentes econômicos diversos;</li>
<li><strong>Mercado de refino</strong> &#8211; modelo ótimo para um mercado competitivo.</li>
</ul>
<p>Mais detalhes sobre a programação e inscrições serão divulgadas em breve.</p>
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		<title>Evento faz benchmark de regulação na indústria de O&#038;G</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/evento-discutiu-modelos-regulatorios-bem-sucedidos-na-industria-de-oleo-e-gas/</link>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 23:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[IBP]]></category>
		<category><![CDATA[MME]]></category>
		<category><![CDATA[OGE]]></category>
		<category><![CDATA[Oil & Gas Regulation International Benchmark Forum]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e a OGE Óleo . Gás . Energia realizaram a primeira edição do Oil &#38; Gas Regulation International Benchmark Forum, com o objetivo de debater os diferentes modelos regulatórios nos EUA, Noruega e Reino Unido. O foco foi traçar um panorama das regras para exploração e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e a OGE Óleo . Gás . Energia realizaram a primeira edição do<strong> <em>Oil &amp; Gas Regulation International Benchmark Forum</em></strong>, com o objetivo de debater os diferentes modelos regulatórios nos EUA, Noruega e Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco foi traçar um panorama das regras para exploração e produção (E&amp;P) de petróleo e gás, no momento em que o Brasil vive a retomada das rodadas de licitação, cujo calendário foi divulgado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e prevê uma agenda de leilões até 2019.</p>

<a href='https://portal.ibp.org.br/noticias/evento-discutiu-modelos-regulatorios-bem-sucedidos-na-industria-de-oleo-e-gas/1st-oil-gas-regulation-international-benchmark-forum12-a-14-junho-2017-196/'><img width="96" height="96" src="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2017/06/MAK4626-copy-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
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<p style="text-align: justify;">O presidente do IBP, <strong>Jorge Camargo</strong>, ressaltou a importância do país de conhecer experiências de sucesso de outros países. “Estamos passando por um momento muito especial, começando um novo ciclo para atrair mais investimentos. O foco principal é possibilitar maior competitividade para o país e tornar o Brasil ainda mais competitivo no cenário regulatório”.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos avanços recentes, Camargo disse que o Brasil tem ainda “um longo caminho a perseguir” no campo regulatório a fim de ampliar a atratividade do país.</p>
<p style="text-align: justify;">A CEO da OGE Óleo . Gás . Energia, <strong>Claudia Rabello</strong>, destacou o grande potencial petrolífero do Brasil e a importância de um ambiente regulatório atrativo para investimentos em E&amp;P, “só assim, voltaremos ao ciclo virtuoso da indústria de O&amp;G, que tanto contribui para o desenvolvimento econômico”.</p>
<p style="text-align: justify;">Claudia comemorou o anúncio do calendário de leilões até 2019. “Os leilões de E&amp;P são a mola propulsora do desenvolvimento da indústria”.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento contou com as presenças de <strong>Rachel Halpern</strong>, do Departamento de Energia dos EUA (DOE), <strong>Gunnar Sjøgren</strong>, da Diretoria de Petróleo da Noruega (NPD), e <strong>Jessica Mackenzie</strong>, do Departamento de Negócios, Energia e Estratégia Industrial do Reino Unido (BEIS). Também participaram dos debates <strong>João Vicente de Carvalho Vieira</strong>,<em> </em>do Ministério de Minas e Energia (MME), <strong>José Gutman</strong>, <strong>Marcelo Castilho</strong> e <strong>Heloisa Esteves</strong>, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).<strong>  </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foram debatidos temas como conteúdo local, P&amp;D, rodadas de licitação, participações governamentais e tributos, unitização, monetização do gás natural, seguros e garantias financeiras. As apresentações giraram em torno de como cada país trata essas questões.</p>
<p style="text-align: justify;">No painel sobre conteúdo local, Jessica Mackenzie disse que o Reino Unido não aplica políticas de conteúdo local, pois as regras de União Europeia impedem esse tipo de incentivo. “Investimos no apoio à inovação e na competitividade”.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso dos EUA, diz Rachel Halpern, também não existem regras de conteúdo local. Há mecanismos de fomento à exportação de equipamentos para a indústria do petróleo, assim como em outros setores – o que promove a competitividade da indústria dos EUA.</p>
<p style="text-align: justify;">Gunnar Sjøgren disse que o modelo norueguês se baseou em investimento tecnológico e formação de mão de obra, com conteúdo local em segmentos estratégicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na questão do gás, os três países têm livre a acesso a gasodutos – regulamentação em discussão no Brasil. Durante o fórum, João Carvalho, do MME, palestrou sobre as iniciativas do governo pela competitividade do Brasil, dentre elas, o Programa Gás para Crescer.</p>
<p style="text-align: justify;">“Todas essas questões precisam ser enfrentadas pelo Brasil para consolidar o país como uma grande liderança na área de óleo e gás e para aproveitar ao máximo o grande potencial geológico do país, em especial o do pré-sal”, disse Antonio Guimarães, secretário-executivo de Exploração e Produção do IBP.</p>
<p style="text-align: justify;">EUA, Noruega e Reino Unido destacam-se no cenário internacional como países desenvolvidos com produção relevante de óleo e gás e seus regimes regulatórios, embora diferentes entre si, são tidos como referência no mercado.</p>
<h6><strong>Licenciamento ambiental</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">O licenciamento ambiental também foi tema de painel no evento e a celeridade no processo foi um dos aspectos destacados. Claudia Rabello, lembrou que há blocos licitados na rodada de 2013 que estão, até hoje, sem licenças para as atividades de E&amp;P. “É um bom exemplo da necessidade de melhorar o arcabouço regulatório para atrair mais investimentos ao país”, disse.</p>
<h6><strong>Apoio da indústria</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">A inciativa de benchmark com países tradicionais produtores de petróleo e gás, contou com o apoio de empresas e entidades que atuam no segmento de O&amp;G no Brasil – JLT, Mattos Filho Advogados, Pinheiro Neto Advogados, Shell, Statoil, Brazil-U.S. Business Council da U.S. Chamber of Commerce, além dos Consulados dos países convidados: EUA, UK e Noruega.</p>
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