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	<title>pré-sal &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Margem equatorial: o novo pré-sal brasileiro?</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 11:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>

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		<description><![CDATA[Em abril deste ano, a EPE lançou o estudo “O Papel do Setor de Petróleo e Gás Natural na Transição Energética”, no qual expõe como o futuro descarbonizado não é sem hidrocarbonetos e a solução para o problema climático deve incluir a indústria de petróleo e gás. Para a transição energética avançar, portanto, é essencial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em abril deste ano, a EPE lançou o estudo “<strong><u><a href="https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/o-papel-do-setor-de-petroleo-e-gas-natural-na-transicao-energetica" target="_blank" rel="noopener">O Papel do Setor de Petróleo e Gás Natural na Transição Energética</a></u></strong>”, no qual expõe como o futuro descarbonizado não é sem hidrocarbonetos e a solução para o problema climático deve incluir a indústria de petróleo e gás.</p>
<p>Para a transição energética avançar, portanto, é essencial ter a participação ativa do setor de O&amp;G e, consequentemente, de novas reservas, possibilitando seu papel de garantir a segurança energética durante todo o processo.</p>
<p>Nesse sentido, a Margem Equatorial tem ganhado cada vez mais notoriedade, sendo chamada por alguns de “novo pré-sal” pelo seu potencial para novas descobertas, como os casos de sucesso exploratório alcançados nas bacias sedimentares na Guiana e Suriname.</p>
<h3><strong>O que é a Margem Equatorial?</strong></h3>
<p>É uma região que se estende por mais de 2.200 km e está situada entre o extremo norte do Amapá e o litoral do Rio Grande do Norte. Além disso, é composta por 5 bacias sedimentares: Foz do Amazonas, Para-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.</p>
<p>Segundo estimativas da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, o volume de recursos de O&amp;G na área é de cerca de 30 bilhões de barris de óleo equivalente.</p>
<h3><strong>Atividades de E&amp;P na Margem Equatorial</strong></h3>
<p>As primeiras perfurações na Margem Equatorial foram realizadas na década de 1970, sem que grandes descobertas viabilizassem a produção comercial. Até o momento, a maioria das atividades exploratórias ocorreu em águas rasas.</p>
<p>O sucesso das atividades exploratórias com enormes reservas de petróleo na Guiana, no entanto, reforça o seu potencial em virtude de a região ter a mesma formação geológica.</p>
<p>A maior parte dos blocos exploratórios concedidos na região são resultado do leilão da 11ª Rodada de Licitações da ANP.</p>
<h3><strong>A Margem Equatorial e o setor de O&amp;G brasileiro</strong></h3>
<p>A produção de recursos de óleo e gás na Margem Equatorial será estratégica para o mercado brasileiro, pois os potenciais volumes serão fundamentais para sustentar e expandir a produção de O&amp;G no país a partir da década de 2030, quando é esperado um declínio natural na produção do pré-sal, atualmente a principal fronteira produtiva de petróleo e gás no país.</p>
<p>Além disso, para que o processo de transição energética avance no ritmo desejado por todos, é necessário que a produção de petróleo e gás continue se desenvolvendo. A demanda por óleo, gás natural e combustíveis seguirá crescente nos próximos anos, e a indústria de petróleo precisa garantir a segurança energética e a oferta de produtos enquanto a transição avança gradualmente.</p>
<p>De acordo com cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a exploração na região agregaria uma produção de até 1,1 milhão de barris por dia, com pico de produção em 2029. Esse volume seria o equivalente a 1/3 da produção atual total do país.</p>
<h3><strong>Benefícios de desenvolver a atividade de O&amp;G na região</strong></h3>
<p>O desenvolvimento das atividades de sísmica e posterior produção na área trará grandes benefícios sociais e econômicos para o país, em especial para região Norte. A produção de óleo e gás atrairá investimentos para a região, que se traduzirão em novos empregos e aumento da geração de renda, dando um novo dinamismo à economia regional.</p>
<p>Com o desenvolvimento do mercado de óleo e gás na Margem Equatorial, estados e municípios serão beneficiados com o recebimento de <em>royalties</em>, participações especiais e impostos pagos pela cadeia produtiva, permitindo a aplicação desses recursos em políticas públicas para a melhoria da qualidade de vida da população.</p>
<h3><strong>Impactos nas comunidades locais da Foz do Amazonas</strong></h3>
<p>O poço exploratório que deverá ser perfurado nos testes iniciais está localizado em alto-mar, a 500 quilômetros da Foz do rio Amazonas, o equivalente à distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>Além disso, a exploração do primeiro poço será um trabalho temporário, com a duração prevista de apenas cinco meses. Após esse período, serão feitas avaliações para decidir sobre a viabilidade e continuidade das operações.</p>
<p>Por ser um setor altamente regulado e fiscalizado, todos os dias são produzidos no Brasil 3,5 milhões de barris de petróleo em diversas regiões do país seguindo os requisitos técnicos e de segurança exigidos pelos órgãos reguladores, fiscalizadores e ambientais.</p>
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		<title>Leilão de oferta permanente de áreas do pré-sal garante a continuidade dos investimentos em petróleo e gás natural</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/leilao-de-oferta-permanente-de-areas-do-pre-sal-garante-a-continuidade-dos-investimentos-em-petroleo-e-gas-natural/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2022 00:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[leilão]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresas vencedoras vão gastar, no mínimo, R$ 432 milhões para explorar os blocos arrematados A realização do 1º ciclo de oferta permanente de partilha pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) representa uma evolução positiva do modelo regulatório brasileiro. Ao adotar o modelo de oferta permanente de leilões para áreas localizadas na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Empresas vencedoras vão gastar, no mínimo, R$ 432 milhões para explorar os blocos arrematados</em></p>
<p>A realização do 1º ciclo de oferta permanente de partilha pela <strong>Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</strong> representa uma evolução positiva do modelo regulatório brasileiro. Ao adotar o modelo de oferta permanente de leilões para áreas localizadas na região do pré-sal pela primeira vez, a ANP dá a oportunidade às empresas de se manifestarem antecipadamente sobre os blocos dos seus interesses.</p>
<p>A vitória de seis empresas no certame do dia 14/12 garante mais <strong>investimentos, geração de emprego e renda, e arrecadação e pagamento de <em>royalties</em> para governos em benefício da sociedade.</strong></p>
<p><strong>O investimento nas áreas arrematadas estimado é de R$ 432 milhões</strong> pelo conjunto das empresas, segundo a agência reguladora. Já o percentual de óleo-lucro que será destinado à União ficou até <strong>220,48% acima do piso estabelecido em edital</strong>.</p>
<p>“O modelo de oferta permanente de partilha alinha os interesses empresariais e do Estado, se desdobrando em ganhos para toda a sociedade. A continuidade dos investimentos no setor depende da capacidade do país em oferecer um ambiente de negócios seguro e atrativo e a oferta permanente contribui exatamente nesse sentido”, afirma o <strong>presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP),</strong> <strong>Roberto Ardenghy</strong>.</p>
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		<title>Posicionamento do IBP sobre a 2ª rodada da cessão onerosa</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/posicionamento-do-ibp-sobre-a-2a-rodada-da-cessao-onerosa-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 18:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Vieira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[cessão onerosa]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>

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		<description><![CDATA[O IBP antevê a execução e contratação de volumosos investimentos para o aumento da produção e, consequentemente, geração de emprego, renda, divisas e receitas para o país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O IBP avalia de<strong> forma positiva</strong> o resultado do segundo leilão de licitação dos volumes excedentes da cessão onerosa.</p>
<p>O leilão representou a última oportunidade de acesso a grandes volumes já descobertos do pré-sal, com um resultado de mais de 11 bilhões de reais em bônus de assinatura. Além disso, foram ofertados relevantes percentuais de excedente em óleo na ordem de 37,43%, com um ágio de 149,2% para Sépia, e 31,68%com um ágio de 437,86% para Atapu.</p>
<p>Como consequência dos esforços do governo, em articulação com a indústria, para melhorar as condições competitividade, o certame atraiu a participação de grandes empresas globais. Foram vencedores as empresas Total Energies (Sépia e Atapu), Petronas (Sépia), QP (Sépia) e Shell (Atapu). <strong>Nos dois blocos, os consórcios serão integrados pela Petrobras, que será a operadora.</strong></p>
<p>Com esse resultado, o IBP antevê a execução e contratação de volumosos investimentos para o aumento da produção e, consequentemente, geração de emprego, renda, divisas e receitas para o país.</p>
<p>Nesse contexto, para que os próximos leilões de áreas exploratórias sejam também competitivos, o IBP ressalta a importância de se ter um <strong>ambiente de negócios atrativo</strong> para os investimentos, com estabilidade de regras e segurança jurídica, para que possamos aproveitar a atual janela de oportunidade, e contribuir para a segurança energética nesse período de transição para uma economia de baixo carbono.</p>
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		<title>Posicionamento do IBP sobre a 2ª rodada da cessão onerosa</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 16:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[cessão onerosa]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>

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		<description><![CDATA[O IBP avalia de forma positiva o resultado do segundo leilão de licitação dos volumes excedentes da cessão onerosa. O leilão representou a última oportunidade de acesso a grandes volumes já descobertos do pré-sal, com um resultado de mais de 11 bilhões de reais em bônus de assinatura. Além disso, foram ofertados relevantes percentuais de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O IBP avalia de<strong> forma positiva</strong> o resultado do segundo leilão de licitação dos volumes excedentes da cessão onerosa.</p>
<p>O leilão representou a última oportunidade de acesso a grandes volumes já descobertos do pré-sal, com um resultado de mais de 11 bilhões de reais em bônus de assinatura. Além disso, foram ofertados relevantes percentuais de excedente em óleo na ordem de 37,43%, com um ágio de 149,2% para Sépia, e 31,68%com um ágio de 437,86% para Atapu.</p>
<p>Como consequência dos esforços do governo, em articulação com a indústria, para melhorar as condições competitividade, o certame atraiu a participação de grandes empresas globais. Foram vencedores as empresas Total Energies (Sépia e Atapu), Petronas (Sépia), QP (Sépia) e Shell (Atapu). <strong>Nos dois blocos, os consórcios serão integrados pela Petrobras, que será a operadora.</strong></p>
<p>Com esse resultado, o IBP antevê a execução e contratação de volumosos investimentos para o aumento da produção e, consequentemente, geração de emprego, renda, divisas e receitas para o país.</p>
<p>Nesse contexto, para que os próximos leilões de áreas exploratórias sejam também competitivos, o IBP ressalta a importância de se ter um <strong>ambiente de negócios atrativo</strong> para os investimentos, com estabilidade de regras e segurança jurídica, para que possamos aproveitar a atual janela de oportunidade, e contribuir para a segurança energética nesse período de transição para uma economia de baixo carbono.</p>
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		<item>
		<title>Pré-sal e Nova Lei do Gás são oportunidades de crescimento do setor dutoviário</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/pre-sal-e-nova-lei-do-gas-sao-oportunidades-de-crescimento-do-setor-dutoviario/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 20:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[dutos]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Mercado de Gás]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Pipeline]]></category>

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		<description><![CDATA[Dutos também são mais eficientes e reduzem emissões no segmento de combustíveis, dizem palestrantes no primeiro dia da Rio Pipeline, evento realizado pelo IBP O segmento dutoviário tem grande potencial de expansão no país com a abertura do mercado de gás natural e a maior produção do pré-sal, além de ser uma alternativa de transporte [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Dutos também são mais eficientes e reduzem emissões no segmento de combustíveis, dizem palestrantes no primeiro dia da Rio Pipeline, evento realizado pelo IBP</em></p>
<p>O segmento dutoviário tem grande potencial de expansão no país com a abertura do mercado de gás natural e a maior produção do pré-sal, além de ser uma alternativa de transporte que permite a movimentação de grandes volumes de combustíveis com menores emissões de gases do efeito estufa. Essas são algumas das conclusões dos debates do primeiro dia da <a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Pipeline 2021</strong></a>, evento promovido pelo <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>.</p>
<p>O presidente do IBP, <strong>Eberaldo de Almeida Neto</strong>, destacou que os desinvestimentos da Petrobras no segmento de dutos e a Nova Lei do Gás Natural abrem muitas oportunidades de crescimento desse mercado, atraindo investimentos para o país. O Brasil ainda, diz, possui uma rede dutoviária relativamente pequena – o equivalente a 2% da malha de gasodutos dos EUA, por exemplo.</p>
<p>A demanda atual de gás natural no mercado nacional gira em torno de 90 milhões de m3/dia. Desse total, aproximadamente 40 milhões de m3/dia são ofertados por produção nacional, sendo deste volume 76% oriundos do pré-sal. Durante o evento, foram debatidas possibilidades de aplicação do grande volume de gás natural offshore adicional nos próximos anos.</p>
<p><strong>Alexandre Cerqueira</strong>, gerente de assuntos regulatórios de energia da América do Sul da Shell, vê espaço para o desenvolvimento de hubs e projetos integrados de gás para setores como as indústrias química e de fertilizantes. Para alcançar este objetivo serão necessários, afirma, investimentos em novas infraestruturas.</p>
<p>Já <strong>Gustavo Labanca</strong>, presidente da TAG, que também acredita na diversificação do uso do gás, destacou que ter a malha integrada é fundamental para a manutenção de um mercado sustentável no longo prazo, atrair mais agentes e gerar mais competição.</p>
<p>Integrar o sistema dutoviário de gás natural para atender às demandas do setor elétrico é mais um dos desafios que a infraestrutura da cadeia de <em>downstream</em> tem pela frente, segundo os palestrantes. <strong>Edmar Almeida</strong>, professor do Instituto de Energia da PUC-Rio, ressalta que há muito espaço para o crescimento dos modelos de negócio da geração térmica a gás. “É importante que as térmicas entrem para o sistema de transporte para aproveitar a oportunidade da indústria do gás.”</p>
<p><strong>Combustíveis</strong></p>
<p>Para Eberaldo Almeida, presidente do IBP, a movimentação rodoviária de combustíveis e outros derivados de petróleo impõe limites ao crescimento econômico e à plena segurança do abastecimento do país.</p>
<p>“Os dutos são uma forma segura e limpa para o transporte de combustível”, afirmou o gerente de Soluções Integradas e Otimização da Transpetro, <strong>Juter Isensee Neto</strong>, destacando a baixa emissão de carbono da atividade dutoviária.</p>
<p>“Temos um potencial gigantesco para a área de dutos e a Petrobras não pode ser o único agente”, afirmou, lembrando que o setor passa por uma fase de transição com a venda de ativos da Petrobras.</p>
<p>Como exemplo de menores emissões, o gerente citou o oleoduto que liga São Paulo a Brasília, transportando 800 mil m3 de produtos por mês. Para transportar a mesma quantidade de combustível, seriam necessárias 13.345 viagens de caminhão, que consome diesel.</p>
<p><strong>Heloisa Borges Bastos Esteves</strong>, diretora de Estudos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), destacou que o setor de óleo e gás, que utiliza o transporte dutoviário, precisa se apoiar em três pilares rumo à transição energética: aumento da eficiência, evolução tecnológica e uso de fontes renováveis.</p>
<p>A Rio Pipeline, um dos mais importantes eventos do segmento de dutos do mundo, acontece neste ano de modo virtual até <strong>quinta-feira (11.11)</strong>, e tem a participação de <strong>mais de 1.270 congressistas</strong> de <strong>26 países</strong>.</p>
<p>O evento tem patrocínio da <strong>Petrobras</strong>, <strong>NTS</strong>, <strong>Rosen</strong>, <strong>TAG</strong>, <strong>TBG</strong>, <strong>ATGÁS</strong>, <strong>AMPP</strong>, <strong>Compass</strong>, <strong>Herrenknecht</strong>, <strong>Tenaris</strong>, <strong>Wood</strong> e <strong>Elastomeros</strong>, e conta com a participação do <strong>Governo Federal</strong>.</p>
<p>Mais informações: <strong><a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.riopipeline.com.br</a></strong>.</p>
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		<title>Pré-sal e Nova Lei do Gás são oportunidades de crescimento do setor dutoviário</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 14:36:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Vieira]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Rio Pipeline, um dos mais importantes eventos do segmento de dutos do mundo, acontece neste ano de modo virtual até <strong>quinta-feira (11.11)</strong>, e tem a participação de <strong>mais de 1.270 congressistas</strong> de <strong>26 países</strong>.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Dutos também são mais eficientes e reduzem emissões no segmento de combustíveis, dizem palestrantes no primeiro dia da Rio Pipeline, evento realizado pelo IBP</em></p>
<p>O segmento dutoviário tem grande potencial de expansão no país com a abertura do mercado de gás natural e a maior produção do pré-sal, além de ser uma alternativa de transporte que permite a movimentação de grandes volumes de combustíveis com menores emissões de gases do efeito estufa. Essas são algumas das conclusões dos debates do primeiro dia da <a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Pipeline 2021</strong></a>, evento promovido pelo <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>.</p>
<p>O presidente do IBP, <strong>Eberaldo de Almeida Neto</strong>, destacou que os desinvestimentos da Petrobras no segmento de dutos e a Nova Lei do Gás Natural abrem muitas oportunidades de crescimento desse mercado, atraindo investimentos para o país. O Brasil ainda, diz, possui uma rede dutoviária relativamente pequena – o equivalente a 2% da malha de gasodutos dos EUA, por exemplo.</p>
<p>A demanda atual de gás natural no mercado nacional gira em torno de 90 milhões de m3/dia. Desse total, aproximadamente 40 milhões de m3/dia são ofertados por produção nacional, sendo deste volume 76% oriundos do pré-sal. Durante o evento, foram debatidas possibilidades de aplicação do grande volume de gás natural offshore adicional nos próximos anos.</p>
<p><strong>Alexandre Cerqueira</strong>, gerente de assuntos regulatórios de energia da América do Sul da Shell, vê espaço para o desenvolvimento de hubs e projetos integrados de gás para setores como as indústrias química e de fertilizantes. Para alcançar este objetivo serão necessários, afirma, investimentos em novas infraestruturas.</p>
<p>Já <strong>Gustavo Labanca</strong>, presidente da TAG, que também acredita na diversificação do uso do gás, destacou que ter a malha integrada é fundamental para a manutenção de um mercado sustentável no longo prazo, atrair mais agentes e gerar mais competição.</p>
<p>Integrar o sistema dutoviário de gás natural para atender às demandas do setor elétrico é mais um dos desafios que a infraestrutura da cadeia de <em>downstream</em> tem pela frente, segundo os palestrantes. <strong>Edmar Almeida</strong>, professor do Instituto de Energia da PUC-Rio, ressalta que há muito espaço para o crescimento dos modelos de negócio da geração térmica a gás. “É importante que as térmicas entrem para o sistema de transporte para aproveitar a oportunidade da indústria do gás.”</p>
<p><strong>Combustíveis</strong></p>
<p>Para Eberaldo Almeida, presidente do IBP, a movimentação rodoviária de combustíveis e outros derivados de petróleo impõe limites ao crescimento econômico e à plena segurança do abastecimento do país.</p>
<p>“Os dutos são uma forma segura e limpa para o transporte de combustível”, afirmou o gerente de Soluções Integradas e Otimização da Transpetro, <strong>Juter Isensee Neto</strong>, destacando a baixa emissão de carbono da atividade dutoviária.</p>
<p>“Temos um potencial gigantesco para a área de dutos e a Petrobras não pode ser o único agente”, afirmou, lembrando que o setor passa por uma fase de transição com a venda de ativos da Petrobras.</p>
<p>Como exemplo de menores emissões, o gerente citou o oleoduto que liga São Paulo a Brasília, transportando 800 mil m3 de produtos por mês. Para transportar a mesma quantidade de combustível, seriam necessárias 13.345 viagens de caminhão, que consome diesel.</p>
<p><strong>Heloisa Borges Bastos Esteves</strong>, diretora de Estudos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), destacou que o setor de óleo e gás, que utiliza o transporte dutoviário, precisa se apoiar em três pilares rumo à transição energética: aumento da eficiência, evolução tecnológica e uso de fontes renováveis.</p>
<p>A Rio Pipeline, um dos mais importantes eventos do segmento de dutos do mundo, acontece neste ano de modo virtual até <strong>quinta-feira (11.11)</strong>, e tem a participação de <strong>mais de 1.270 congressistas</strong> de <strong>26 países</strong>.</p>
<p>O evento tem patrocínio da <strong>Petrobras</strong>, <strong>NTS</strong>, <strong>Rosen</strong>, <strong>TAG</strong>, <strong>TBG</strong>, <strong>ATGÁS</strong>, <strong>AMPP</strong>, <strong>Compass</strong>, <strong>Herrenknecht</strong>, <strong>Tenaris</strong>, <strong>Wood</strong> e <strong>Elastomeros</strong>, e conta com a participação do <strong>Governo Federal</strong>.</p>
<p>Mais informações: <strong><a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.riopipeline.com.br</a></strong>.</p>
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		<title>ANP: gastos com importação de petróleo sobem 20,5% em 2021</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2021 15:29:17 +0000</pubDate>
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		<title>Q&#038;A: Brazil&#8217;s Rota 3 delay not to blame for less gas</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2021 02:20:30 +0000</pubDate>
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		<title>Operadoras esperam que BR do Mar melhore regras para contratação de aliviadores</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 18:02:08 +0000</pubDate>
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		<title>Wilson Sons vê oportunidades de negócios para apoio marítimo com Nova Lei do Gás</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 10:37:39 +0000</pubDate>
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