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	<title>produção &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>NOTA IBP &#8211; Início da fase exploratória na Bacia Potiguar</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 13:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal entidade que representa o setor no país, <strong>enxerga como positiva a decisão da Petrobras em iniciar a campanha exploratória na área de Pitu, em águas profundas na Bacia Potiguar</strong>, a mais de 50 quilômetros do litoral do estado do Rio Grande do Norte, na região da Margem Equatorial brasileira.</p>
<p>O i<strong>nício do processo de exploração na Bacia Potiguar é um marco para a indústria nacional</strong> e mostra que o país está no caminho certo para acompanhar a demanda crescente por óleo, gás natural e combustíveis nos próximos anos. E, dessa forma, garantir a segurança energética e a oferta de produtos enquanto a transição energética avança.</p>
<p>É importante frisar que <strong>o processo de transição energética em curso permitirá a convivência entre diferentes fontes de energia, seja óleo e gás, solar, eólica, biocombustíveis, elétrica</strong>. Por esse motivo, é necessária a continuação da produção de óleo e gás (O&amp;G) em bases competitivas como temos no mercado brasileiro.</p>
<p>Nesse contexto, o <strong>investimento em novos ativos como o campo de Pitu e a exploração de novas áreas, como o pleito para perfuração no bloco FZA-M-59, também na Margem Equatorial</strong>, são necessários não apenas para a <strong>reposição de reservas em fase de declínio, mas também para contribuir para o posicionamento do Brasil como líder mundial na geração de energia,</strong> o que atrairá ainda mais recursos ao país, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da economia brasileira.</p>
<p>O IBP e suas associadas reforçam ainda o compromisso de realizar suas atividades seguindo os mais altos padrões de segurança e respeito ao meio ambiente. Todos os dias são produzidos no Brasil 3,5 milhões de barris de petróleo utilizando as mais modernas tecnologias de produção, conferindo segurança à operação e atuando com responsabilidade ambiental e social.</p>
<p>A produção de óleo e gás no campo de Pitu atrairá investimentos para a região, que se traduzirão em novos empregos e aumento da geração de renda, assim como irá estimular uma ampla cadeia de fornecedores locais, dando um novo dinamismo à economia regional. O desenvolvimento da Bacia Potiguar contribuirá também para que o setor de O&amp;G seja ainda mais relevante para a economia brasileira, reforçando a importância da indústria de óleo e gás que representa cerca de 10% do PIB industrial, é o segundo item de exportação do país e que tem a estimativa de gerar mais de 445 mil postos de trabalho diretos ou indiretos ao ano na próxima década com investimentos estimados de US$ 180 bilhões.</p>
</div>
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		<title>POSICIONAMENTO IBP – Dispensa da Avaliação Ambiental de Área Sedimentar (AAAS) para Margem Equatorial</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 13:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p>O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>, principal entidade que representa o setor no país, reafirma <strong>o apoio da indústria no desenvolvimento das atividades de pesquisa exploratória na Margem Equatorial brasileira</strong>. A região oferece uma oportunidade importante para o aumento das reservas nacionais, a partir de novas descobertas, com impacto positivo para o desenvolvimento socioeconômico e regional do país.</p>
<p>Neste cenário, o IBP ressalta a importância do parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que, ao atender oportuna iniciativa do Ministério das Minas e Energia, concluiu que<strong> a Avaliação Ambiental de Área Sedimentar (AAAS)</strong> não é um instrumento indispensável para a realização do <strong>processo de licenciamento ambiental em áreas de exploração e produção de petróleo e gás natural.</strong></p>
<p>Em seu parecer, a AGU ressalta que a AAAS é passível de substituição por uma manifestação conjunta dos Ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente. Porém, de acordo com a Advocacia-Geral da União, a validade de cinco anos para a manifestação conjunta vale somente para as áreas ainda não outorgadas nem submetidas à AAAS. No caso do objeto em análise, o Bloco FZA-M-59 já foi outorgado para obtenção de licença de perfuração de poço de pesquisa exploratória, portanto, não há necessidade da manifestação.</p>
<p>No parecer, a AGU dispensa a AAAS para o processo de licenciamento ambiental e busca também um entendimento consensual entre todos os órgãos envolvidos no processo, por meio de um processo administrativo enviado à Câmara de Mediação e de Conciliação da Administração Pública Federal (CCAF).</p>
<p>O IBP reforça a necessidade do <strong>entendimento entre todas as esferas de decisão</strong> para que o desenvolvimento das atividades de <strong>pesquisa exploratória na Margem Equatorial</strong> ocorra com o mais <strong>alto rigor de segurança operacional e respeito ao meio ambiente</strong>.</p>
<p>O IBP e suas associadas buscam diariamente realizar suas atividades com a <strong>máxima eficiência e segurança</strong> para que o setor seja ainda mais relevante para a economia nacional.</p>
<p>A indústria de óleo e gás representa cerca de 10% do PIB industrial e tem a estimativa de <strong>geração de mais de 445 mil postos de trabalho diretos ou indiretos ao ano na próxima década,</strong> com investimentos estimados de US$ 180 bilhões.</p>
<p>A <strong>descoberta de novas reservas é necessária não só para a segurança energética</strong>, mas também para contribuir com a atração de novos investimentos, geração de empregos, desenvolvimento econômico da região e o <strong>recolhimento expressivo de tributo</strong>s resultado do sucesso das atividades de pesquisa exploratória.</p>
</div>
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		<title>Nota Técnica &#8211; Eólicas offshore</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/publicacoes/nota-tecnica_eolicas-offshore/</link>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 15:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[nota técnica]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>

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		<title>Posicionamento &#8211; IBP apoia projeto do MME para fortalecer o setor de O&#038;G</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/posicionamento-ibp-apoia-projeto-potencializa-ep/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 17:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[campos maduros]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[mercados futuros]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal entidade do setor, enxerga como muito positiva a iniciativa do Ministério de Minas e Energia (MME), liderado pelo Ministro Alexandre Silveira, para fomentar o desenvolvimento da indústria de óleo e gás, a partir do programa “Potencializa E&#38;P”. O objetivo do programa é atrair investimentos em exploração [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (<strong>IBP</strong>), principal entidade do setor, enxerga como muito positiva <strong>a iniciativa do Ministério de Minas e Energia (MME)</strong>, liderado pelo Ministro Alexandre Silveira, para fomentar o desenvolvimento da indústria de óleo e gás, a partir do programa “<strong>Potencializa E&amp;P</strong>”. O objetivo do programa é atrair investimentos em exploração de petróleo e gás natural.</p>
<p><strong>A meta de transformar o Brasil no quarto maior produtor de petróleo do mundo é desafiadora</strong>, mas a indústria de petróleo brasileira já mostrou que tem <strong>capacidade técnica, tecnologia e recursos humanos</strong> para atender o crescimento da produção. A iniciativa do governo em apoiar o desenvolvimento das atividades de<strong> exploração e produção em campos maduros</strong> e também em <strong>áreas</strong> com grande potencial, mas ainda<strong> não exploradas</strong>, como Margem Equatorial, por exemplo, passa uma sinalização favorável aos agentes do mercado e investidores, e conta com total apoio do IBP.</p>
<p>O alinhamento entre governo e setor produtivo fortalece o mercado brasileiro, pois <strong>gera previsibilidade, segurança jurídica e credibilidade para atração de novos investimentos, fundamentais para o desenvolvimento do setor de óleo e gás que tem papel central no processo de transição e segurança energética.</strong></p>
<p>A indústria de óleo e gás representa cerca de 15% do PIB industrial, com a estimativa<strong> de geração de mais de 445 mil postos de trabalho diretos ou indiretos ao ano na próxima década e cerca de US$ 180 bilhões em investimentos</strong> nesse mesmo período. Estimular o desenvolvimento do setor significa investir no crescimento da economia brasileira.</p>
<div id="gtx-trans" style="position: absolute; left: 278px; top: -2px;">
<div class="gtx-trans-icon"></div>
</div>
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		<title>IBP e Câmara de Comércio Brasil Canadá assinam acordo de cooperação com presença do Presidente da Petrobras</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 19:57:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[acordo de cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[parceria internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) e a Câmara de Comércio Brasil Canadá (CCBC) assinaram um Acordo de Cooperação nesta quinta-feira (9/2), na sede do Instituto no Rio de Janeiro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><em>Acordo prevê parcerias nas áreas de produção onshore, gás, tecnologia e inovação</em></h3>
<p style="text-align: left;">O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) e a Câmara de Comércio Brasil Canadá (CCBC) assinaram um Acordo de Cooperação nesta quinta-feira (9/2), na sede do Instituto no Rio de Janeiro. O Presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, ressaltou a importância do acordo como formalização da conexão do Instituto com um ator global com grande vocação para o setor de óleo e gás. “O Canadá tem mostrado forte exemplo de gestão no setor de óleo e gás aliando proteção ambiental, produtividade e eficiência. Nessa cooperação prevemos atividades no Brasil e no Canadá. Esse convênio tem também como objetivo olhar para o futuro”.</p>
<p>O presidente da Petrobras,<strong> Jean Paul Prates</strong>, presente no evento, destacou os traços em comum entre Brasil e Canadá, como a vocação diplomática, apreço e valorização da natureza e a importância da relação entre os países. De acordo com Prates, “temos muito em comum e precisamos explorar isso”, o presidente da empresa destaca “Esse tipo de acordo é importante, pois são grandes entidades que se juntam e vão direcionar as empresas, criar diretrizes. <strong>Somos países irmãos e todos são bem-vindos ao Brasil.</strong>”</p>
<p>Prates ressaltou ainda a possibilidade de <strong>cooperação entre os dois países</strong> no desenvolvimento de projetos de geração eólica offshore (área na qual a indústria de óleo e gás pode trazer sua larga experiência com instalações marítimas), além da troca mútua de experiências em outras atividades.</p>
<p>O Diretor de Relações Institucionais da Câmara de Comercio Brasil Canadá (CCBC), <strong>Paulo de Castro Reis</strong>, lembrou que o acordo ocorre no momento da celebração dos 50 anos da CCBC. “Criamos o Brasil Hub em Montreal e em Edmonton para<strong> facilitar a internacionalização de empresas brasileiras no Canadá</strong>, viabilizando o acesso à inovação e pesquisa, e o estabelecimento de parcerias para fomentar negócios e investimentos. Os dois países têm muitas sinergias. Trabalhando junto com o IBP queremos contribuir para <strong>aproximar ainda mais os ecossistemas brasileiro e canadense do setor de O&amp;G</strong>”, revelou.</p>
<p>O Cônsul do Canadá,<strong> David Verbiwski</strong>, destacou a relevância do Canadá no setor, onde possui a <strong>3ª maior reserva de óleo e gás do mundo e é o 4º produtor de petróleo e o 6º produtor gás natural</strong>, ressaltando ainda o histórico de parceria entre os países. “Brasil e Canadá têm longa trajetória de parceria, especialmente em O&amp;G. Nas últimas décadas, o consulado tem testemunhado o <strong>IBP como grande player da indústria brasileira de O&amp;G.</strong> Participamos inúmeras vezes como expositores da Rio Oil &amp; Gas e somos a única delegação estrangeira a ter estande nas cinco edições da Brasil Onshore, ajudando a abrir caminho para empresas canadenses”, enfatizou Verbiwski.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>2023 é um ano de ajustes decisivos na economia, dizem pesquisadores do IBRE/FGV</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/2023-e-um-ano-de-ajustes-decisivos-na-economia/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 20:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos IBP]]></category>
		<category><![CDATA[FGV IBRE]]></category>
		<category><![CDATA[Macroeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Pressão inflacionária, juros altos e incertezas globais pontuam o cenário econômico, que se mostra desafiador para o país. As conclusões foram extraídas de um encontro organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), nesta terça-feira (7/2), que contou com a participação da coordenadora do Boletim Macro FGV/IBRE, Silvia Matos, do pesquisador associado do FGV [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pressão inflacionária, juros altos e incertezas globais pontuam o cenário econômico, que se mostra desafiador para o país. As conclusões foram extraídas de um encontro organizado pelo <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP</strong>), nesta terça-feira (7/2), que contou com a participação da coordenadora do Boletim Macro FGV/IBRE, <strong>Silvia Matos,</strong> do pesquisador associado do FGV IBRE, <strong>Samuel Pessoa</strong> e a moderação da diretora-executiva corporativa do IBP, <strong>Fernanda Delgado</strong>.</p>
<p>Os pesquisadores analisaram as<strong> perspectivas macroeconômicas neste início de mandato do novo governo Lula</strong>, assim como o cenário do setor de óleo e gás – que terá papel importante nas divisas do país. <strong>Até 2030, a produção brasileira de petróleo deverá saltar de 3,5 milhões para 5,2 milhões de barris por dia</strong>. “Isso tudo entra na balança comercial do país, isso tudo é receita para o Estado”, reforça a diretora-executiva Corporativa do IBP, Fernanda Delgado.</p>
<p>A pesquisadora do FGV/IBRE, Silvia Matos, avalia que, junto com o agronegócio, <strong>o setor de energia deverá ser um dos principais puxadores do crescimento.</strong> Silvia Matos destacou, porém, que o país ainda convive com os reflexos do choque inflacionário dos últimos anos, consequência da crise sanitária global, e da tentativa de segurar os preços administrados durante o processo eleitoral de 2022. Para ela, o mercado agora aguarda <strong>maiores sinalizações do governo sobre os rumos da política econômica e, principalmente, sobre como a questão fiscal será equacionada</strong>. “Não sabemos quais serão os resultados. O momento é de precificação em cima das novas perspectivas de inflação, dos juros”, resume a pesquisadora. No entendimento da coordenadora do IBRE, se<strong> o governo se comprometer com as políticas de ajuste fiscal em 2023, é possível que o país volte a crescer já em 2024.</strong> Mas essa jornada não deverá ser fácil. E não apenas pela falta de consenso político sobre quais caminhos seguir.</p>
<p>A conjuntura externa também é bastante adversa àquela vivenciada no primeiro mandato do presidente Lula. O pesquisador do FGV IBRE Samuel Pessoa explica que <strong>a economia americana já opera com juros real na casa dos 4% e é provável que entre em recessão até o fim do ano</strong>, com pressão inflacionária no setor de serviços. A<strong> Europa deverá passar pelo mesmo processo.</strong> O contraponto seria a China, que recentemente reabriu a economia ao abandonar a política de “COVID zero” por pressão popular &#8211; o que deve manter o preço das commodities aquecido. Para o pesquisador, neste ponto, “o mundo está nos ajudando”.</p>
<p>A gravação completa do evento pode ser acessada no YouTube do IBP. Acesse <a href="https://www.youtube.com/watch?v=oCGjqyBpfek" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>Já o <strong>e-book especial sobre a última edição</strong> que contou com as discussões sobre o setor energético, os quais efeitos a guerra na Ucrânia deixará na agenda de descarbonização e em que medida a valorização da segurança energética provocada pelo conflito afeta as posições de Estados Unidos e China no atual contexto de aumento da polarização entre as duas potências mundiais, pode ser baixado <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2023/01/economia-politica-e-energia-dialogos-estrategicos-2o-edicao-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Presidente do IBP participa de evento sobre perspectivas do setor de petróleo e gás no Brasil para 2023</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/presidente-do-ibp-participa-repensar-macae/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/presidente-do-ibp-participa-repensar-macae/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 16:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[águas profundas]]></category>
		<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) é um dos apoiadores do evento &#8220;Repensar Macaé &#8211; Futuro e Cenários Econômicos&#8221;, que será realizado no próximo dia 8 de fevereiro, em Macaé. O objetivo do encontro é apresentar e discutir com o empresariado regional os cenários e as perspectivas da economia brasileira e da indústria [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) é um dos apoiadores do evento <strong>&#8220;Repensar Macaé &#8211; Futuro e Cenários Econômicos&#8221;</strong>, que será realizado no próximo dia 8 de fevereiro, em Macaé.</p>
<p>O objetivo do encontro é apresentar e discutir com o empresariado regional os cenários e as perspectivas da economia brasileira e da indústria de petróleo e gás natural no país para 2023. A programação contará com a presença do <strong>presidente do Instituto, Roberto Ardenghy</strong>, e do <strong>diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra</strong>, que vão apresentar cenários macroeconômicos e, mais especificamente, perspectivas do setor de petróleo e gás.</p>
<ul>
<li><strong>Serviço:</strong> Repensar Macaé &#8211; Futuro e Cenários Econômicos</li>
<li><strong>Data:</strong> 08/02/2023</li>
<li><strong>Horário:</strong> a partir das 16h</li>
<li><strong>Local:</strong> Hotel Royal Macaé</li>
<li><strong>Endereço:</strong> Avenida Atlântica, 1.642, Cavaleiros, Macaé -RJ</li>
</ul>
<p>Inscrições podem ser feitas <a href="https://redepetro-bc.com.br/events/futuro-e-cenarios-economicos-comparticipacao-do-ibp-e-bc/"><strong>aqui</strong></a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Economia, Política e Energia &#8211; Diálogos Estratégicos</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/eventos/economia-politica-e-energia-dialogos-estrategicos-2023/</link>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2023 20:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente Lula, que assumiu a presidência pela terceira vez, terá, com sua equipe, um país bem diferente quando o governou por dois mandatos anteriores. A economia mundial crescerá menos, há uma inflação resistente pelo mundo, juros em alta. O Brasil perdeu protagonismo junto as principais nações. Embora tenha avançado em reformas importantes, a produtividade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula, que assumiu a presidência pela terceira vez, terá, com sua equipe, um país bem diferente quando o governou por dois mandatos anteriores. <strong>A economia mundial crescerá menos</strong>, há uma inflação resistente pelo mundo, juros em alta. <strong>O Brasil perdeu protagonismo junto as principais nações</strong>. Embora tenha avançado em reformas importantes, a produtividade brasileira é baixa, a desigualdade aumentou e o quadro fiscal é preocupante. <strong>As previsões de crescimento para este ano não são animadoras</strong>.</p>
<p>Mas, apesar dos desafios que estão pela frente, o novo governo traz algumas sinalizações positivas, como na área energética, onde o Brasil pode se destacar como importante player mundial. A transição energética, o cuidado com o meio ambiente, os ganhos com créditos de carbono, são algumas das propostas que podem gerar receitas e melhorar a imagem do país no exterior, <strong>atraindo novos investimentos</strong>.</p>
<p>Esses serão alguns dos temas a serem debatidos na terceira edição do <strong><em>Seminário Diálogos Estratégicos — Economia, Política e Energia</em></strong>, realização do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP). <strong>O evento será transmitido ao vivo pelo canal do IBP no YouTube</strong></p>
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		<title>Nota &#8211; IBP parabeniza o presidente indicado para a Petrobras, Senador Jean Paul Prates</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2022 20:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração]]></category>
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		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), como principal representante da indústria de petróleo e gás no Brasil, cumprimenta o Senador Jean Paul Prates pela indicação para o cargo de Presidente da Petrobras, conforme anúncio oficial hoje, 30 de dezembro de 2022. O indicado possui largo currículo acadêmico e experiência consolidada no setor, aliada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong>, como principal representante da indústria de petróleo e gás no Brasil, cumprimenta o Senador <strong>Jean Paul Prates</strong> pela indicação para o cargo de <strong>Presidente da Petrobra</strong>s, conforme anúncio oficial hoje, 30 de dezembro de 2022.</p>
<p>O indicado possui<strong> largo currículo acadêmico e experiência consolidada no setor</strong>, aliada à<strong> grande capacidade de diálogo</strong> amplamente demonstrada no exercício de seu recente mandato como Senador da República representando o Estado do Rio Grande do Norte.</p>
<p>As empresas associadas ao IBP se colocam<strong> à disposição para apoiar as futuras ações da maior empresa brasileira</strong> direcionadas ao progresso do setor que há décadas gera riquezas e milhões de postos de trabalho, funcionando também como importante vetor de progresso tecnológico e de impulso para as economias regionais.</p>
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		<title>Advocacy IBP &#124; Confira os destaques de novembro</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 20:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[advocacy]]></category>
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		<category><![CDATA[Downstream]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos pilares de atuação do IBP é a representação institucional. É a nossa capacidade de interlocução com todos os agentes e autoridades ligadas ao setor para proposição de políticas públicas, aprimoramento legislativo e defesa dos interesses da indústria. E a partir de agora, o IBP levará até você, nosso Associado, um apanhado das ações [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos pilares de atuação do IBP é a <strong>representação institucional</strong>. É a nossa <strong>capacidade de interlocução</strong> com todos os agentes e autoridades ligadas ao setor para <strong>proposição de políticas públicas, aprimoramento legislativo</strong> e<strong> defesa dos interesses da indústria</strong>.</p>
<p>E a partir de agora, o IBP levará até você, nosso Associado, um apanhado das ações mais relevantes de advocacy. Confira abaixo os principais destaques do mês de novembro.</p>
<p>Durante a <strong>COP-27</strong>, no Egito, o IBP teve a oportunidade de dialogar com o segmento do agronegócio, através da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) que reúne os produtores de alimento, responsáveis pelo maior percentual de emissões de gás metano no Brasil. <strong>Roberto Ardenghy</strong>, presidente do IBP e <strong>Fernanda Delgado</strong>, diretora-executiva corporativa do Instituto, se reuniram com o objetivo de debater as <strong>ações dos setores de petróleo e gás e agricultura para alcançar as metas estabelecidas no Programa Metano Zero</strong>.</p>
<p>Também durante a COP-27, os representantes do IBP se reuniram com a <strong>Governadora Fátima Bezerra, do Rio Grande do Norte</strong>, para falar de projetos focados na <strong>transição energética n</strong>o estado.</p>
<p>O presidente do IBP, e a diretora-executiva de Downstream, Valéria Lima, estiveram presentes neste mês em um evento da Frente Parlamentar de Recursos Naturais e Energia, em Brasília, com a presença dos Senadores Fabiano Contarato (PT-ES) e Jean Paul Prates (PT-RN), para debater o PLS 284/17, que cria a figura do devedor contumaz.</p>
<p>A <strong>diretoria de Downstrea</strong>m trabalha pela consideração das recomendações de inclusão de novos biocombustíveis na mistura compulsória do ciclo diesel como política pública, incluindo a parcela renovável do diesel de coprocessamento, conforme defesa relatório do GT CNPE designado para analisar a matéria, recém-divulgado.</p>
<p>Também se reuniu com <strong>Décio Padilha</strong>, presidente do CONSEFAZ,<strong> Andre Horta</strong>, diretor institucional e sua equipe para tratar dos <strong>impactos da LC n.º 192/2022</strong> (define os combustíveis para incidência monofásica do ICMS) e da <strong>LC n.º 194/2022</strong> (ratifica essencialidade dos combustíveis).</p>
<p>O <strong>IBP reforçou a importância de um pronunciamento do órgão</strong> quanto as providências sobre a matéria e deliberações, ainda neste ano, <strong>quanto à sistemática de cobrança do ICMS dos combustíveis para 2023</strong>, dado o real risco de insegurança jurídica para atividade.</p>
<p>Em paralelo, o projeto do IBP “<strong>Prioridades de Investimentos em Infraestrutura Logística para o Downstream</strong>” foi apresentado à INFRA SA/MINFRA, que reconheceu sua importância e aderência com os planos setoriais de transportes do País.</p>
<p>Já a diretora-executiva corporativa, <strong>Fernanda Delgado</strong>, participa de audiência pública no Senado Federal hoje, 30, cujo <strong>objetivo é debater o PL 1425/2020</strong>, que trata da atividade de <strong>captura e armazenamento de carbono (CCUS)</strong>.</p>
<p>Hoje, por meio do engajamento de representantes da <strong>diretoria executiva de E&amp;P, </strong>também foi aprovado na Comissão de Minas e Energia da Câmara (CME), o parecer contrário do relator, deputado Christino Áureo (PP-RJ), ao PL 22267/19, que revoga a lei do Repetro. O PL reúne outras proposições, todas com o objetivo de aumentar a carga tributária do setor de E&amp;P e trazer insegurança jurídica aos projetos.</p>
<p>Na <strong>diretoria de Gás Natural</strong>, o IBP contribuiu com posicionamentos técnicos, participações em audiências públicas e ações de engajamento para melhorias na regulação do mercado livre de gás natural no Rio Grande do Norte. Também contribuiu com informações técnicas para maior detalhamento e transparência dos termos da chamada pública da TBG para novos contratos de transporte. E, por fim, trabalhou na construção de um amplo<strong> alinhamento entre associações e carregadores de gás natural</strong> que permitiu a entrega de uma p<strong>roposta de constituição do Conselho de Usuários à ANP</strong>, conforme determinado pela Lei do Gás (14.134/21).</p>
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