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	<title>reunião de comissão &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Secretário Estadual da Polícia Militar do Rio participa de reunião com comissão de SMS do IBP</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 12:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A previsão do crescimento da indústria de petróleo e gás para os próximos anos, com o aumento da oferta de emprego e o recebimento de expatriados, aponta para a necessidade da integração do setor com os órgãos governamentais responsáveis pela segurança pública. Dessa forma, a comissão de SMS do IBP realizou uma reunião, no dia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão do crescimento da indústria de petróleo e gás para os próximos anos, com o aumento da oferta de emprego e o recebimento de expatriados, aponta para a necessidade da integração do setor com os órgãos governamentais responsáveis pela segurança pública. Dessa forma, a <a href="https://www.ibp.org.br/comissoes/" target="_blank" rel="noopener"><strong>comissão de SMS</strong></a> do IBP realizou uma reunião, no dia 05 de junho, na sede do instituto, com o <a href="http://www.pmerj.rj.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Secretário de Estado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro</strong></a>, Cel PM Rogério Figueredo de Lacerda, para discutir os atuais projetos da polícia militar do Rio de Janeiro para segurança do estado.</p>
<p>A reunião, que também contou com a participação do secretário-geral do IBP, Milton Costa Filho, teve como objetivo consolidar o relacionamento das empresas do setor de óleo e gás, que operam no estado, com a Secretaria de Estado de Polícia Militar para avaliar como poderão se planejar para esse momento de retomada da indústria, no que diz respeito à segurança das operações.</p>
<p>Durante a reunião, o Coronel Figueredo destacou o projeto “Linha Direta”, que permite o contato direto de estabelecimentos comerciais e industriais com a sala de operações do batalhão da área em casos de situações de risco. O piloto desse projeto será implementado na área do 15º batalhão, em Duque de Caxias, região onde a incidência de derivação clandestina, como são classificados os furtos de óleo e derivados, tem aumentado nos últimos meses.</p>
<p>O secretário também ressaltou que tanto os batalhões como a secretaria da polícia militar são um canal de comunicação aberto para a troca de informações com as empresas do setor de petróleo e gás. “O recado que posso passar é que podem contar com a polícia militar, vamos fazer reuniões, vamos trocar informações, vamos fazer com que os atores se aproximem e deem a resposta necessária para cada cenário, para cada necessidade da indústria.”</p>
<p>Cerca de 20 profissionais da área de segurança das empresas <a href="https://www.ibp.org.br/associe-se-ao-ibp/" target="_blank" rel="noopener"><strong>associadas ao IBP</strong></a> participaram da reunião. Os interessados em fazer parte de alguma comissão do instituto, podem entrar em contato com a <a href="mailto:relacionamento@ibp.org.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>área de relacionamento</strong></a>.</p>
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		<title>Comissões do IBP se reúnem para discutir aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados na indústria de O&#038;G</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2019 11:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[juridico]]></category>
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		<description><![CDATA[A comissão de Tecnologia da Informação (TI) do IBP, juntamente com as comissões de RH e Compliance, reuniram membros e profissionais especialistas no assunto, no dia 25 de abril, para discutirem os impactos da aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LEI Nº 13.709) nas empresas da indústria de petróleo e gás. A lei, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.ibp.org.br/comissoes/tecnologia-da-informacao/" target="_blank" rel="noopener">comissão de Tecnologia da Informação</a> (TI) do IBP, juntamente com as comissões de <a href="https://www.ibp.org.br/comissoes/gestao-de-pessoas/" target="_blank" rel="noopener">RH</a> e <a href="https://www.ibp.org.br/comissoes/compliance/" target="_blank" rel="noopener">Compliance</a>, reuniram membros e profissionais especialistas no assunto, no dia 25 de abril, para discutirem os impactos da aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LEI Nº 13.709) nas empresas da indústria de petróleo e gás. A lei, sancionada em agosto de 2018, representa uma consolidação das regras de utilização de dados pessoais no Brasil, nos setores públicos e privados, criando leis específicas, mecanismos de controle e de punição.</p>
<p>Melissa Fernandez, gerente de Tecnologia e Inovação do IBP, explica que esta demanda surgiu após uma reunião da comissão de TI, onde identificou-se que a LGPD certamente irá transformar a maneira como as empresas petrolíferas trabalham. Estas empresas trabalham com grande quantidade de dados e, no contexto desta legislação, deverão repensar e reestruturar muitas de suas políticas e procedimentos para se adequarem. Na indústria de O&amp;G, há sempre quantidades crescentes de dados sendo produzidos diariamente, onde alguns são informações pessoais outros são sigilosos, que são armazenados, processados e  usados e por uma série de razões.</p>
<p>Fernando Marinho, consultor especialista em PCN, destacou que a implantação da lei dentro das empresas é um esforço conjunto das áreas de negócios, segurança da informação e jurídico (<em>compliance</em>) e, que o foco do trabalho deve ser a organização das informações para a proteção dos dados. “Esses cuidados tem que ser tomados e tem que ser providenciados pelo jurídico junto a área de compliance, verificando que os requisitos legais sejam atendidos ao longo da implementação desses novos procedimentos, e cabe a área de negócios definir quais  informações serão coletadas”.</p>
<p>O impacto da lei nas relações de trabalho foi apresentado por Daniel Vanni, coordenador da comissão de RH do IBP e Relações de Trabalho da <a href="https://brazil.chevron.com/" target="_blank" rel="noopener">Chevron</a>. Daniel citou como exemplo o E-Social, sistema pelo qual os empregadores comunicam ao governo, de forma unificada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o FGTS.</p>
<p>“A gente divide com o governo uma série de informações sobre os funcionários e seus dependentes. Mas qual a finalidade de coletar tantos dados? Será que podemos otimizar os princípios da LGPD e tentar modificar o que vem sendo exigido pelo e-social?”, questionou. O coordenador acredita que a lei possa servir de amparo para discussões junto ao governo sobre a necessidade e finalidade dessa coleta de dados.</p>
<p>O gerenciamento de riscos foi o ponto de partida do processo de implantação da Lei na <a href="http://www.br.com.br/" target="_blank" rel="noopener">BR Distribuidora</a>, de acordo com Marco Lopes, gerente de segurança da informação da empresa. “Criamos um grupo multidisciplinar e congregamos toda a empresa para pensar junto, com a visão de como reduzir nosso risco de exposição. Estabelecemos o compromisso de identificar até onde podíamos ir e depois a gente desenvolveu um trabalho que garantisse um nível de risco aceitável, sempre dosando com os stakeholders envolvidos”, explicou.</p>
<p>Edlbert Silva, coordenador da Comissão de Tecnologia e Inovação do IBP, afirmou que o senso comum leva a crer que a lei impacta, unicamente, a área de TI. “Esse workshop foi organizado em conjunto com as áreas de RH e Jurídica, para mostrar que a LGPD tem impacto em praticamente todas as áreas da empresa, uma vez que os departamentos são responsáveis pela execução dos processos de negócios que necessitam da captura e manutenção destes dados”, finalizou.</p>
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		<title>Comissão de SMS inicia as atividades de 2019 com workshop sobre Gameficação</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Mar 2019 11:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[reunião de comissão]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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		<description><![CDATA[A Comissão de SMS do IBP realizou, no dia 13 de março, a primeira atividade do ano, o workshop “Gameficação Aplicada a Segurança de Processo&#8221;. Em parceria com a I9Ação, o encontro apresentou uma ferramenta, já conhecida da área de RH, que contribui para o treinamento da força de trabalho e engajamento da alta liderança [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.ibp.org.br/comissoes/sms/" target="_blank" rel="noopener">Comissão de SMS</a> do IBP realizou, no dia 13 de março, a primeira atividade do ano, o workshop “Gameficação Aplicada a Segurança de Processo&#8221;. Em parceria com a <a href="https://www.i9acao.com.br/" target="_blank" rel="noopener">I9Ação</a>, o encontro apresentou uma ferramenta, já conhecida da área de RH, que contribui para o treinamento da força de trabalho e engajamento da alta liderança em diversos temas da segurança operacional, como: investigação de acidentes, gerenciamento de riscos, fatores humanos e organizacionais.</p>
<p>Essa iniciativa faz parte de um conjunto de eventos técnicos que a Comissão, composta por 40 representantes de empresas associadas ao IBP, pretende promover ao longo de 2019, no intermédio de suas reuniões trimestrais, como parte do seu objetivo de se tornar protagonista na liderança do tema segurança operacional no setor de óleo, gás e biocombustíveis. Caso tenha interesse em participar dos nossos fóruns de discussão, entre em contato com a <a href="mailto:relacionamento@ibp.org.br" target="_blank" rel="noopener">Área de Relacionamento</a>.</p>
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		<title>Comissão de Mudanças Climáticas se reúne para discutir caminhos da indústria para economia de baixo carbono</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 14:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayara Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comissões IBP]]></category>
		<category><![CDATA[reunião de comissão]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>A necessidade da definição de uma governança sobre a precificação de carbono na transição para uma economia de baixo carbono foi o tema principal da terceira reunião ordinária da Comissão de Mudanças Climáticas, que reuniu cerca de 40 pessoas entre membros da comissão, da diretoria do IBP e convidados.</p>
<p>A palestrante Marina Grossi, presidente do <a href="http://cebds.org/" target="_blank" rel="noopener">Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável</a> (CEBDS), abriu as discussões e falou sobre a transição de carbono no mundo, os países que estão adotando essa política e as empresas que já incorporaram a precificação de carbono aos seus portfolios de ativos. “Esse é um processo irreversível”, disse.</p>
<p>O CEBDS também propõe iniciar esse processo de forma gradual para a indústria e com benefícios para a conservação florestal. Durante a reunião, Marina citou o estudo, em desenvolvimento pelo Ministério da Fazenda, que vai propor ao governo federal a adoção de metodologias para a precificação de carbono. Para a economista, o mercado livre é o melhor mecanismo, pois estimula a competitividade e coloca o Brasil em posição de alinhamento com o mercado internacional.</p>
<p>Outro ponto discutido no encontro foi o artigo dos professores Roberto Schaeffer e Alexandre Szklo, da <a href="http://www.coppe.ufrj.br/" target="_blank" rel="noopener">Coppe/UFRJ</a>, publicado na revista <a href="https://www.nature.com/nclimate/" target="_blank" rel="noopener"><em>Nature Climate Change</em></a>. O estudo aponta que as deficiências nas ações do governo para o atingimento das metas estabelecidas para limitar o aquecimento global (NDCs), assinado por mais de 190 países em 2015 em Paris, pode impactar diretamente o setor produtivo brasileiro, em especial a indústria de petróleo.</p>
<p>Para Carlos Victal, gerente de sustentabilidade do IBP, há um alerta importante: “A indústria precisa se preocupar com o desmatamento no Brasil, pois é a forma de mitigação de gases de efeito estufa mais barata para o país”. Ele reforçou também a importância da definição de uma governança e de uma gestão transparente das metas comprometidas pelo Brasil no âmbito das NDCs.</p>
<p>Com base nos estudos apresentados nesta reunião, a comissão vai discutir com as empresas do setor quais serão os caminhos para consolidar o posicionamento da indústria de petróleo e gás, no Brasil, considerando a janela de oportunidade do setor neste momento e o seu papel relevante na transição para uma economia de baixo carbono.</p>
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