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	<title>segurança energética &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>IBP ressalta importância das atividades exploratórias em evento na FGV</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2025 19:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Roberto Ardenghy, participou da 12ª edição do Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira, realizado pelo Centro de Estudos de Energia da Fundação Getulio Getúlio Vargas (FGV Energia), no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (29/5). Roberto Ardenghy reforçou a necessidade da continuação das atividades exploratórias [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), <strong>Roberto Ardenghy</strong>, participou da <strong>12ª edição do Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira</strong>, realizado pelo Centro de Estudos de Energia da Fundação Getulio Getúlio Vargas (FGV Energia), no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (29/5).</p>
<p><strong>Roberto Ardenghy</strong> reforçou a necessidade da continuação das atividades exploratórias no Brasil para atender ao aumento da demanda por energia nas próximas décadas. “Projeções de agências internacionais apontam para o aumento do consumo de petróleo até 2040. Então, precisamos continuar produzindo e descobrir novas áreas”, disse.</p>
<p>O executivo ressaltou ainda que a indústria de óleo e gás brasileira tem capacidade para oferecer ao mundo um petróleo mais descarbonizado e eficiente em todos os seus processos, tanto na exploração e produção quanto na área de refino.</p>
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		<title>IBP defende tecnologia brasileira para o avanço das renováveis e da transição energética em fórum de segurança energética na FGV</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 14:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Roberto Ardenghy, apontou que o petróleo continuará necessário para o mundo, e o que é preciso fazer para fomentar a transição energética, é dar competitividade às energias renováveis, para que sejam viáveis e maduras para o fornecimento da matriz, durante painel no XI Seminário sobre Matriz e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p>O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), <strong>Roberto Ardenghy</strong>, apontou que o <strong>petróleo continuará necessário para o mundo,</strong> e o que é preciso fazer para fomentar a transição energética, é dar competitividade às energias renováveis, para que sejam viáveis e maduras para o fornecimento da matriz, durante painel no <strong>XI Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira e o 16º BEP &#8211; Brazil Energy Power organizados pela FGV, nesta quinta-feira (28/9), no Rio de Janeiro.</strong></p>
<p>Ardenghy ressaltou o papel de destaque do Brasil no processo de transição. “O combustível da transição é a tecnologia. E o Brasil é exemplo mundial nesse setor. Um dos poucos países do mundo que detém grandes reservas de óleo e gás e tecnologias para levar o país a um patamar avançado na transição energética justa”, enfatizou.</p>
<p>O presidente do IBP destacou também o apoio do setor de óleo e gás a iniciativas de descarbonização do governo federal que debate a construção de projetos de Lei sobre <strong>eólicas offshore; captura e armazenamento de carbono e, por último, o mercado de carbono.</strong> “Avaliamos como positivo e a indústria está apoiando e contribuindo com emendas para que possamos criar um mercado em que compensações possam ser feitas. Essa é uma importante discussão”.</p>
<p>O CEO da Enauta, <strong>Decio Oddone</strong>, mostrou que o <strong>avanço do setor de exploração e produção do setor de óleo e gás brasileiro só foi possível em razão dos grandes investimentos nos últimos 20 ano</strong>s. “Essa transformação ocorreu porque modernizamos a nossa indústria. A Lei do petróleo, a atração de capital e modernização e internacionalização da Petrobras permitiram que o Brasil se preparasse para a onda de investimentos nos últimos anos e atingisse a produção de 3,5 milhões de barris/dia atual. Espero que esse desenvolvimento que tivemos no O&amp;G, tenhamos também no segmento de energias renováveis”, concluiu.</p>
<p><strong>Heloisa Borges</strong>, diretora de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da EPE, disse que o Brasil tem papel fundamental em um futuro descarbonizado pela sua matriz diversificada e sua grande capacidade de inovação. “O Brasil é player estratégico porque possui tecnologia e uma cadeia de fornecedores importante que podem ajudar o país”.</p>
<p>Já <strong>João Correa</strong>, Country Manager &amp; Legal Representative da TGS e Líder do Comitê de Licenciamento Ambiental | Amcham Rio, afirmou que o caminho é a busca pela sustentabilidade, para que a transição energética venha de forma segura. “Estamos vivendo um momento positivo para seguirmos firmes na transição energética. Temos que explorar ativos e buscar uma forma de que os licenciamentos ocorram de forma segura”, refletiu Correa.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>IBP confirma presença no XVII Fórum IBEF Oil, Gas &#038; Energy 2023</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-confirma-presenca-no-xvii-forum-ibef-oil-gas-energy-2023/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 May 2023 11:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[apoio institucional]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento está com inscrições abertas e tem desconto para associados do Instituto.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) é um dos apoiadores e participantes do <strong>XVII Fórum IBEF Oil, Gas &amp; Energy 2023</strong>, que será realizado no próximo dia <strong>02 de junho</strong>, no <strong>Centro de Convenções Hotel PRODIGY Santos Dumont</strong>. <strong>Associados IBP têm direito a desconto nas inscrições, que estão abertas</strong> <a href="https://agenda.ibefrio.org.br/curso/xvii-forum-ibef-oil-gas-energy-2023/?parceiros=ibefrio" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>O Instituto será representado pelo presidente <strong>Roberto Ardenghy</strong> no painel <strong>“Riscos e Desafios na Transição: Construindo o Futuro Atual”</strong>, das 10h15 às 11h. Com a moderação de <strong>Vinicius Cavalcanti</strong>, Tax Advisor da ExxonMobil, a sessão contará ainda com <strong>Guilherme Syrkis</strong>, Diretor Executivo do Centro Brasil no Clima; e <strong>Márcio Felix</strong>, CEO da EnPEnergy.</p>
<p>Com o tema <strong>“Os dilemas do setor de Oil &amp; Gas”</strong>, a edição busca refletir sobre os impasses do setor de petróleo, gás e energia, questionar as variáveis e integrar o futuro nas decisões do presente, garantindo segurança energética. Consulte a programação completa <a href="https://agenda.ibefrio.org.br/curso/xvii-forum-ibef-oil-gas-energy-2023/?parceiros=ibefrio" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> XVII Fórum IBEF Oil, Gas &amp; Energy 2023</p>
<p><strong>Tema:</strong> Os dilemas do setor de Oil &amp; Gas</p>
<p><strong>Data:</strong> 02/06/2023</p>
<p><strong>Horário:</strong> Das 8h30 às 14h</p>
<p><strong>Local:</strong> Centro de Convenções Hotel PRODIGY Santos Dumont</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Av. Alm. Silvio de Noronha, 365 &#8211; Centro, Rio de Janeiro</p>
<p>Inscrições para Associados IBP <a href="https://agenda.ibefrio.org.br/curso/xvii-forum-ibef-oil-gas-energy-2023/?parceiros=ibefrio" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<item>
		<title>Equipe de Análise Econômica do IBP produz material especial sobre World Energy Outlook</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/equipe-de-analise-economica-do-ibp-produz-material-especial-sobre-world-energy-outlook/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 19:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[analise economica]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) publicou no último mês, o World Energy Outlook com as projeções da agência para o setor energético mundial. A equipe de Análise Econômica do IBP produziu uma análise crítica do material e destacou os pontos mais importantes para uma compreensão dos cenários apontados pela publicação. Dividido [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) publicou no último mês, o <strong>World Energy Outlook</strong> com as projeções da agência para o setor energético mundial. A equipe de <strong>Análise Econômica</strong> do IBP <strong>produziu uma análise crítica do material</strong> e destacou os pontos mais importantes para uma compreensão dos cenários apontados pela publicação.</p>
<p>Dividido em três cenários, <strong>Stated Policies (STEPS), Announced Pledges (APS) e Net Zero  2050 (NZE), </strong>o documento destaca que a crise energética global desencadeada pela invasão da Ucrânia pela Rússia vêm impactando famílias, empresas e economias inteiras, levando a respostas de curto prazo dos governos, bem como a um <strong>debate mais profundo</strong> sobre as formas de <strong>reduzir o risco de interrupções</strong> futuras e <strong>promover a segurança energética.</strong></p>
<p>No curto prazo, a <strong>crise geopolítica impulsiona a demanda por petróleo e carvão</strong>, à medida que são buscadas alternativas aos altos preços do gás. Por outro lado, a crise também reforça a difusão de fontes de baixas emissões, principalmente as fontes renováveis, mas também a energia nuclear, além de impulsionar também o <strong>desenvolvimento de tecnologias voltados para eletrificação</strong> e ganhos de eficiência.</p>
<p>Outro destaque do documento é que, pela primeira vez, o cenário STEPS, que considera somente as políticas atualmente implementadas, considera o alcance de um pico na demanda por combustíveis fósseis. No Snapshot <strong>“<a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/oferta-global-de-energia-fossil-e-nao-fossil-por-cenario/" target="_blank" rel="noopener">Oferta global de energia fóssil e não fóssil por cenário</a></strong>” é possível observar a variação na taxa de transição dos combustíveis fósseis nos cenários da IEA. Neste cenário, <strong>a demanda por carvão atinge o pico nos próximos anos, a demanda por gás natural atinge um patamar de estabilidade no final da década e a demanda por petróleo atinge seu pico em meados da década de 2030</strong>, antes de cair ligeiramente.</p>
<p>A Agência Internacional de Energia também destacou a <strong>vulnerabilidade do mercado energético</strong>, evidenciada pelos choques vistos em 2022. Na visão da agência, uma t<strong>ransição energética segura exigirá um grande aumento nos fluxos de investimento em energia limpa</strong>. O alcance do NZE, cenário que projeta emissões líquidas nulas em 2050, demanda que os gastos com energia limpa e infraestrutura tripliquem até 2030, além de exigir também níveis bem mais elevados de investimentos nos mercados emergentes e nas economias em desenvolvimento.</p>
<p>Baixe <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/11/world-energy-outlook-2022-destaques.pdf"><strong>aqu</strong>i</a> o material completo e confira a análise exclusiva para você, Associado IBP.</p>
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		<item>
		<title>Exclusivo Associados IBP &#124; Equipe de Análise Econômica do IBP produz material especial sobre World Energy Outlook</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 04:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[analise economica]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
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		<description><![CDATA[Associado, confira os destaques exclusivos do World Energy Outlook 2022]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) publicou no último mês, o <strong>World Energy Outlook</strong> com as projeções da agência para o setor energético mundial.  A equipe de <strong>Análise Econômica</strong> do IBP <strong>produziu uma análise crítica do material</strong> e destacou os pontos mais importantes para uma compreensão dos cenários apontados pela publicação.</p>
<p>Dividido em três cenários, <strong>Stated Policies (STEPS), Announced Pledges (APS) e Net Zero  2050 (NZE), </strong>o documento destaca que a crise energética global desencadeada pela invasão da Ucrânia pela Rússia vêm impactando famílias, empresas e economias inteiras, levando a respostas de curto prazo dos governos, bem como a um <strong>debate mais profundo</strong> sobre as formas de <strong>reduzir o risco de interrupções</strong> futuras e <strong>promover a segurança energética.</strong></p>
<p>No curto prazo, a <strong>crise geopolítica impulsiona a demanda por petróleo e carvão</strong>, à medida que são buscadas alternativas aos altos preços do gás. Por outro lado, a crise também reforça a difusão de fontes de baixas emissões, principalmente as fontes renováveis, mas também a energia nuclear, além de impulsionar também o <strong>desenvolvimento de tecnologias voltados para eletrificação</strong> e ganhos de eficiência.</p>
<p>Outro destaque do documento é que, pela primeira vez, o cenário STEPS, que considera somente as políticas atualmente implementadas, considera o alcance de um pico na demanda por combustíveis fósseis. No Snapshot <strong>“<a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/oferta-global-de-energia-fossil-e-nao-fossil-por-cenario/" target="_blank" rel="noopener">Oferta global de energia fóssil e não fóssil por cenário</a></strong>” é possível observar a variação na taxa de transição dos combustíveis fósseis nos cenários da IEA. Neste cenário, <strong>a demanda por carvão atinge o pico nos próximos anos, a demanda por gás natural atinge um patamar de estabilidade no final da década e a demanda por petróleo atinge seu pico em meados da década de 2030</strong>, antes de cair ligeiramente.</p>
<p>A Agência Internacional de Energia também destacou a <strong>vulnerabilidade do mercado energético</strong>, evidenciada pelos choques vistos em 2022. Na visão da agência, uma t<strong>ransição energética segura exigirá um grande aumento nos fluxos de investimento em energia limpa</strong>. O alcance do NZE, cenário que projeta emissões líquidas nulas em 2050, demanda que os gastos com energia limpa e infraestrutura tripliquem até 2030, além de exigir também níveis bem mais elevados de investimentos nos mercados emergentes e nas economias em desenvolvimento.</p>
<p>Baixe <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/11/world-energy-outlook-2022-destaques.pdf"><strong>aqu</strong>i</a> o material completo e confira a análise exclusiva para você, Associado IBP.</p>
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		<title>Segurança energética no âmbito da transição ganha relevância durante o conflito na Ucrânia</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/seguranca-energetica-conflito-ucrania-russia/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2022 10:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[geopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório do Setor]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[O conflito na Ucrânia levou a um novo capítulo na geopolítica mundial e no setor de petróleo e gás. O impacto nos preços, que já vinham sendo pressionados desde a pandemia, o papel dos combustíveis fósseis na segurança energética e a importância da Rússia no mercado energético são os destaques no infográfico produzido pela área [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O conflito na Ucrânia levou a um novo capítulo na geopolítica mundial e no setor de petróleo e gás. O impacto nos preços, que já vinham sendo pressionados desde a pandemia, o papel dos combustíveis fósseis na <strong>segurança energética</strong> e a importância da Rússia no mercado energético são os destaques no infográfico produzido pela área de Análise Econômica do IBP e disponibilizado no <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/"><strong>Observatório do Setor</strong></a>, seção no site do Instituto que reúne materiais, análises, mapas e snapshots sobre o setor.</p>
<p>O material apresenta dados e aborda possíveis <strong>desdobramento</strong>s para o <strong>mercado de petróleo e gás</strong> considerando que a Rússia é, atualmente, o segundo maior produtor de gás natural do mundo com 74% das exportações deste energético destinadas à Europa. O infográfico aborda ainda os <strong>principais desdobramentos</strong> e desafios que se colocam para o setor brasileiro de O&amp;G com ênfase no <strong>aumento da participação das fontes renovávei</strong>s e na questão da garantia do suprimento de energia para a sociedade em geral.</p>
<p>Confira <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/04/20220420-mapa-mental-conflito-russia-vs-ucrania.pdf"><strong>aqu</strong>i</a> o material completo.</p>
<h2>Sobre o Observatório do Setor</h2>
<p>O <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/" target="_blank" rel="noopener">Observatório do Setor</a> tem o objetivo de reunir, em um só lugar, análise e inteligência de dados da indústria de óleo e gás, de forma gráfica, objetiva e didática. O <strong>Snapshots</strong> são painéis gráficos sobre diferentes temas do setor, priorizando a didática e a acessibilidade para facilitar a interpretação. Já as <strong>Análises</strong> reúnem materiais mais aprofundados como artigos e publicações diversas. Enquanto o <strong>Monitor</strong>, atualizado periodicamente com informações do mercado, reúne por categoria dados como quantidade mensal de produção de barris, capacidade de refino, variação do preço dos barris Brent e WTI, entre outros.</p>
<p>O Observatório também oferece aos usuários recursos como projeções, mapas mentais e infográficos, indicadores, além de mapas interativos sobre a tributação no mercado de combustíveis e gás natural, e compilação de dados do setor.</p>
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		<title>Primeira reunião da Comissão de ESG do IBP reúne importantes players da indústria de óleo e gás para pensar soluções e projetos</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-lanca-comissao-agenda-esg/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 18:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Comissões IBP]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A Agenda ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) aponta que a direção do futuro da indústria deve estar baseada na compreensão das mudanças estruturais que a sociedade mundial tem experimentado e como as organizações se comportam nesse cenário. No setor de óleo e gás não seria diferente. Atento a essa nova realidade, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Agenda ESG</strong> (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) aponta que a direção do futuro da indústria deve estar baseada na compreensão das mudanças estruturais que a sociedade mundial tem experimentado e como as organizações se comportam nesse cenário. No setor de óleo e gás não seria diferente. Atento a essa nova realidade, o IBP lançou no último dia 13 de abril a <strong>Comissão ESG, <a href="https://www.ibp.org.br/quem-somos/empresas-associadas/">exclusiva para Associados</a></strong>.</p>
<p>Desenhada para apoiar o setor de petróleo e gás na preparação em relação aos temas de ESG, mantendo a <strong>indústria competitiva</strong> e preparada para o futuro, permitindo o <strong>acesso a população</strong> à energia acessível, segura e sustentável, a Comissão busca desenvolver uma <strong>agenda positiva</strong> através da promoção de padrões e conformidade em ESG.</p>
<p>“A criação da comissão é determinante para o setor. Sabemos que a indústria de óleo e gás não se furta dessas discussões, mas é preciso ampliar o espectro delas <strong>para além do mundo corporativo.</strong> O gerenciamento da Agenda ESG paralela à<strong> transição energética</strong> tem sido cobrado pela sociedade em geral, e o IBP está aqui para realizar essa ponte orientando, reportando e divulgando as iniciativas e mais, desenvolvendo uma <strong>metodologia</strong> que permita que as empresas associadas identifiquem, meçam, gerenciem esses pilares.”, afirma <strong>Fernanda Delgado</strong>, diretora executiva corporativa do IBP e coordenadora da Comissão.</p>
<p>Integrada a outros <a href="https://www.ibp.org.br/comunidades/">projetos</a> do Instituto &#8211; como a Comissão de Responsabilidade Social, Comissão de Tecnologia e Inovação, Comitê Jovem, Comitê de Sustentabilidade e Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão, a Comissão de ESG desenvolve produtos voltados para o setor como a <strong>matriz de materialidade setorial, cursos, eventos</strong> e <strong>guias</strong> relacionados aos temas levando ao, ainda maior, amadurecimento das empresas em relação a <strong>governança ambiental, social e corporativa</strong>, essenciais para suprir as necessidades presentes e futuras dos nossos associados e da sociedade.</p>
<p>“Nosso plano é trabalhar na elaboração de um material rico sobre ESG, que auxilie as empresas de óleo e gás a estruturar e aprimorar seus  programas, gerando uma agenda positiva e dando maior visibilidade às ações de nossa indústria”. pontuou <strong>Carla Albano</strong>, Gerente Executiva de Relacionamento com Investidores da Petrobras.</p>
<p>Participaram do lançamento as empresas associadas Vibra, Petrobras, Iconic, Enauta, Shell, Repsol Sinopec, Grupo Ultra, Raízen e Infineum.</p>
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		<title>Segurança de suprimento dos combustíveis fósseis ganha relevância com a guerra da Ucrânia</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2022 23:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[geopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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<p>A <strong>guerra na Ucrânia</strong> trouxe à tona a relevância do tema da segurança de suprimento de energia. Com o conflito internacional, a consequente retração da oferta de petróleo e gás e a <strong>alta das cotações das commodities</strong>, ficou evidente que a transição energética não pode renunciar à segurança energética em um mundo onde <a href="https://www.ibp.org.br/observatorio-do-setor/monitor/numero-4-ano-iv/">petróleo e gás</a> respondem por mais da metade da demanda energética mundial.</p>
<h2>Impactos da guerra na Ucrânia junto ao setor de óleo e gás no Brasil</h2>
<p>A<strong> transição energética</strong> deve-se orientar pelo lado da demanda. Investimentos massivos em renováveis são necessários para que sua participação na matriz energética mundial se distancie dos patamares atuais inferiores a 3%. Essa é a opinião do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), <strong>Eberaldo de Almeida Neto</strong>. Nesta quinta-feira, 14, ele participou da palestra virtual ‘Impactos da guerra na Ucrânia junto ao setor de óleo e gás no Brasil’, promovida pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), com participação de <strong>Décio Oddone</strong>, CEO da Enauta e ex-diretor-geral da ANP e moderação de <strong>Cristina Pinho</strong>, Presidente do Conselho do Instituto Luisa Pinho Sartori e Conselheira da Ocyan.</p>
<p>“A indústria de petróleo e gás atende a 56% da demanda mundial por fontes de energia, atualmente. Não dá para mudar isso da noite para o dia. Quando há uma inflação de energia, são as camadas mais pobres da população que mais sofrem. Não podemos perder de vista que cerca de 1 bilhão de pessoas, no mundo, não têm sequer acesso à energia”, afirmou Almeida Neto, durante o evento.</p>
<h2>A energia no Brasil</h2>
<p>A visão do presidente do IBP é de que o Brasil possui uma posição privilegiada na geopolítica mundial e na transição para uma economia de baixo carbono, por contar com uma matriz energética muito mais limpa do que a da média dos países. Enquanto, no mundo, o setor de Energia responde por 76% das emissões de gases de efeito estufa, essa participação, no Brasil, é de 18% e, deste total,<strong> 15% dizem respeito à indústria de óleo e gás</strong>.</p>
<p>Almeida Neto destacou a forte presença dos <strong>biocombustíveis</strong> no mercado interno, um fator de vantagem para o Brasil em comparação com os demais países. A expectativa do presidente do IBP é de que, com essa característica, o País caminhe para uma transição diferente da conduzida nos países da OCDE, aliando os recursos naturais disponíveis com outras soluções adotadas no exterior.</p>
<p>“Entramos de cabeça na <strong>transição energética</strong>, que é muito cara à indústria de petróleo e gás. Mas fazemos isso com bases científicas. O jogo é aberto, franco, com os dados sobre a mesa. O IBP acredita que o Brasil pode ser um paradigma para o mundo”, disse Almeida Neto.</p>
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