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	<title>seminário de gás natural &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Crescimento do mercado e diversidade em destaque no Seminário de Gás Natural do IBP</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2025 18:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Seminário de Gás Natural 2025, do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Congresso encerrou nesta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro. Foram dois dias de evento (14 e 15 de maio), com 60 palestrantes e um total 882 participantes na edição deste ano. Do total de participantes, 40% foram mulheres e 25% de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Seminário de Gás Natural 2025</strong></a>, do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Congresso encerrou nesta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro. Foram dois dias de evento (14 e 15 de maio), com <strong>60 palestrantes</strong> e <strong>um total 882 participantes</strong> na edição deste ano. Do total de participantes, <strong>40% foram mulheres</strong> e <strong>25% de fora do Rio de Janeiro</strong>, inclusive com participantes de Argentina, Estados Unidos, Bolívia, Chile, Uruguai e México. O evento está na sua 21ª edição e registrou <strong>um aumento de 20% no número de participantes</strong> na comparação com a edição passada, em 2023.</p>
<p>O aumento dos participantes reflete o amadurecimento do mercado de gás, que desde a aprovação da Lei do Gás em 2021, vem atraindo novos agentes, promovendo novos investimentos e novas atividades ao longo da cadeia de valor do gás e gerando um número maior de transações entre os agentes do setor. “Entre 2021 e 2024, o número de produtores de gás natural aumentou de 58 a 73, enquanto o número de empresas comercializadoras ativas no mercado passou de 1 a 19”, indica <strong>Sylvie D’Apote</strong>, diretora executiva de gás natural do IBP, citando dados da Rystad. Por sua vez, o número de consumidores livres também cresceu significativamente no período, de 6 em janeiro de 2024 para 57 em 2025 na última avaliação da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (ABRACE), conforme informou o diretor de gás <strong>Adrianno Lorenzon</strong>, no Seminário.</p>
<p>“Essa tendência deve continuar nos próximos anos. Além disso há uma perspectiva de aumento robusto da oferta doméstica de gás”, afirma a executiva. Segundo projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) no seu último Plano Decenal de Energia, a oferta doméstica de gás natural deverá crescer 170% até 2034, alcançando 134 milhões de m³/dia. “Sem esquecer que as importações de gás da Argentina também trarão nova oferta, novos agentes e novos modelos de negócios”, completa <strong>Sylvie</strong>.</p>
<p>“A abertura do mercado de gás está acelerando, e com a abertura aumenta não somente a número e a diversidade de agentes, mas também a diversidade e a complexidade dos temas a serem pautados e resolvidos”, avalia <strong>Sylvie D’Apote</strong>. Ela projeta que a próxima edição, em 2027, abordará novos temas regulatórios, operacionais e comerciais, além de atualizações sobre a evolução da oferta e da demanda, e sobre as discussões nacionais e internacionais entorno da transição energética.</p>
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		<title>Setor de gás busca soluções para acelerar o crescimento do mercado brasileiro</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2025 00:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
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		<description><![CDATA[Flexibilidade e liquidez na oferta de gás, projetos de estocagem de gás, Bolsa de Gás Natural e papel do gás na transição energética nortearam os painéis do Seminário de Gás Natural, do IBP, na tarde desta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro “Dá pra fazer muito mais com as opções que já estão sobre a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Flexibilidade e liquidez na oferta de gás, projetos de estocagem de gás, Bolsa de Gás Natural e papel do gás na transição energética nortearam os painéis do Seminário de Gás Natural, do IBP, na tarde desta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro</em></p>
<p>“Dá pra fazer muito mais com as opções que já estão sobre a mesa.” O recado foi dado pelo CEO da Origem Energia, <strong>Luiz Felipe Coutinho</strong>, no CEO Talks do Seminário de Gás Natural, do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), na tarde desta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro, em diálogo conduzido pela gerente geral de Petróleo, Gás, Energias e Naval da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), <strong>Karine Fragoso</strong>. O evento contou com a presença de 882 participantes e representantes de 7 países. “Foram dois dias de jornada de muito conhecimento”, destacou o presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>. Além do aumento do público, o Seminário registrou 40% de mulheres participantes.</p>
<p>“O Brasil tem pouco gás comparativamente à Rússia e aos EUA, mas precisa aproveitar de maneira otimizada o pouco gás que tem. Isso não está acontecendo hoje. A estocagem está aí para mostrar isso e ela é fundamental para endereçar a questão do balanceamento”, exemplificou <strong>Luiz Felipe Coutinho</strong>, destacando o projeto de estocagem de gás natural da Origem Energia com a TAG em Alagoas, com investimento de R$ 1 bilhão e capacidade total de 1,5 bilhão de metros cúbicos de armazenagem nos campos depletados do Polo de Alagoas. Segundo ele, o gás natural vem se tornando uma <em>commodity</em> líquida em um cenário de mudança na demanda de energia.</p>
<p>A vice-presidente de Marketing e Supply da Equinor Brasil, <strong>Cláudia Brun</strong>, também percebe um entendimento diferente hoje diante das mudanças geopolíticas globais. “O crescimento da demanda de energia hoje é incerto, considerando o incremento esperado do consumo da Inteligência Artificial. É difícil prever como será atendida essa demanda, mas as energias renováveis são intermitentes e as térmicas estão aí para dar segurança ao sistema, permitindo ter mais energia renovável”, comentou <strong>Cláudia</strong>, no CEO Talks em diálogo com a diretora do Centro de Regulação em Infraestrutura (FGV CERI), <strong>Joisa Dutra</strong>. A executiva citou o recente apagão de energia na península Ibérica como exemplo desta mudança de entendimento sobre o papel das térmicas a gás. Na visão dela, há muito espaço para o gás natural no processo de transição energética, “vamos precisar usar todas as ferramentas disponíveis para atingir as metas de descarbonização”.</p>
<h4><strong>Bolsa de gás natural: agilidade e segurança</strong></h4>
<p>No painel “<strong>Flexibilidade e liquidez: Caminhos para o amadurecimento do mercado de gás brasileiro</strong>” foi apresentada a recém-criada empresa Bolsa Brasileira de Gás Natural (BBGN), que ambiciona criar uma plataforma eletrônica para a realização de transações de contratos bilaterais e spot, essencial para dar mais liquidez e reduzir os custos de transação no mercado de gás.</p>
<p>“A plataforma vai facilitar a conexão da oferta com a demanda, oferecendo mais transparência e flexibilidade para fechar negócios. É um passo extremamente estratégico dentro do desenho regulatório para trazer mais liquidez, mais agentes, e fomentar a concorrência e o amadurecimento ao setor”, disse <strong>Antonio Guimarães</strong>, sócio fundador da Bolsa.</p>
<p><strong>Flávia Barros</strong>, diretora comercial da Origem Energia, ressaltou a evolução recente do mercado com a entrada de novos agentes, mas pontuou que falta muito para a entrada de consumidores livres de forma massiva. “Há algumas barreiras de entrada que precisamos destravar, como o custo transacional do transporte e a falta de um mix de produtos para atender todas as necessidades. Precisamos percorrer ainda esse caminho”.</p>
<p><strong>Luisa Franca</strong>, diretora de Desenvolvimentos de Negócios na TAG, destacou o papel que o segmento de transporte vem desempenhando no desenvolvimento do mercado e defendeu a simplificação dos contratos como forma de acelerar esse processo. “Estamos trabalhando para que os contratos sejam padronizados, mais simples, de modo a atrair mais a demanda e criar um mercado com mais flexibilidade”.</p>
<p>Já o diretor de gás natural da Galp, <strong>Thiago Arakaki</strong>, reforçou que o mercado está em evolução, o que fica claro a partir do aumento do número de contratos, agentes e novos negócios. O executivo citou como exemplo a trajetória da própria Galp: “Começamos com um grande contrato com a Bahiagás, (&#8230;) depois evoluímos para outros com consumidores livres”.</p>
<p>Por fim, <strong>Thiago Arakaki</strong> lançou um olhar positivo sobre o futuro do setor, mas destacou a necessidade de desenvolvimento do mercado brasileiro, citando como exemplo o mercado europeu que se encontra em um grau de maturidade mais elevado.</p>
<h4><strong>Rumo a COP 30</strong></h4>
<p>No painel que discutiu o gás natural como <em>foundation fuel</em> da transição energética justa equilibrada e segura, foi mostrado que, atualmente, a matriz energética mundial ainda depende muito dos combustíveis fósseis, sendo o petróleo responsável por aproximadamente 31% da matriz energética e o gás natural por 24%. Neste contexto, <strong>Carlos Garibaldi</strong>, secretário executivo da Arpel – organização que reúne empresas de óleo, gás e renováveis da América Latina e do Caribe –, disse que o gás natural precisa ser visto como uma ponte no processo de transição energética. Além disso, ele reforçou que, nas COPs anteriores, foi discutida a importância do desenvolvimento de fontes de energia de baixa emissão e que o gás natural se enquadra nesse quesito, sendo fundamental para garantir a segurança energética nos cinco continentes.</p>
<p><strong>Christopher Gonçalves</strong>, managing director da BRG&#8217;s Energy &amp; Climate, destacou o Brasil como o centro da demanda de gás natural liquefeito (GNL) na América Latina até a próxima década. “A vantagem do GNL está na flexibilidade em relação a outras opções de abastecimento para geração do mix de energia”, comparou.</p>
<p>Já o presidente da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, <strong>Luiz Eduardo Barata</strong>, entende que o MME deve iniciar logo a reforma do setor elétrico, com a participação dos consumidores e todos os demais atores do setor. “Esperamos que o MME faça uma ampla reformulação, abrangendo os aspectos operacionais, comerciais e de planejamento do setor. Se nada for feito, temos risco de passar por um colapso nos próximos anos”, afirmou. <strong>Luiz Barata</strong> ainda reforçou que uma das preocupações da Frente Nacional é reduzir o preço da energia e fornecer segurança e sustentabilidade para o setor elétrico e que eles consideram o gás natural como um energético importante nesse processo, mas que precisa ser considerado como uma fonte complementar a outras.</p>
<p>Para <strong>Viviana Coelho</strong>, gerente-executiva de mudança climática e descarbonização da Petrobras, embora a intensidade de carbono do setor energético esteja em trajetória de queda, o aumento do consumo vai anulando esses ganhos. “Nos últimos cinco anos, a intensidade de carbono da matriz mundial caiu 13% a 15%. Mas as emissões totais de gás de efeito estufa na caíram porque o consumo primário de energia aumentou”, explicou ela. A gerente-executiva reforçou a relevância do gás natural na redução de emissões e destacou que o mundo precisa investir também em eficiência energética.</p>
<p>O Seminário de Gás Natural 2025 é patrocinado pela <strong>Petrobras</strong>, <strong>Equinor</strong>, <strong>Galp</strong>, <strong>Origem</strong>, <strong>Shell Energy</strong>, <strong>NTS</strong>, <strong>PanAmerican Energy</strong>, <strong>Prio</strong>, <strong>Repsol</strong> <strong>Sinopec</strong> <strong>Brasil</strong>, <strong>TAG</strong>, <strong>TBG</strong>, <strong>TotalEnergies</strong>, <strong>Eneva</strong>, <strong>Naturgy</strong>, <strong>Edge</strong>, <strong>Faveret Tepedino Londres Fraga</strong>, <strong>Machado Meyer</strong> e <strong>New Fortress Energy</strong>, além da participação do <strong>Governo Federal</strong>. Os parceiros de mídia são <strong>eixos</strong>, <strong>Petro&amp;Química</strong> e <strong>Tn Petróleo</strong>. Ele ainda conta com o apoio institucional da <strong>Abegás</strong>, <strong>ABESPetro</strong>, <strong>ABRACE</strong>, <strong>ABRACEEL</strong>, <strong>ABRAGET</strong>, <strong>ANP</strong>, <strong>Arpel</strong>, <strong>ASPACER</strong>, <strong>ATGÁS</strong>, <strong>COGEN</strong>, <strong>Firjan</strong> e <strong>Instituto de Energia da PUC-Rio (IEPUC)</strong>.</p>
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		<title>Investimentos em projetos de gás dependem de segurança fiscal, regulatória e jurídica</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2025 11:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
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		<description><![CDATA[No Seminário de Gás Natural, do IBP, CEOs e lideranças dos setores público e privado apontam os principais desafios regulatórios para alavancar o desenvolvimento do setor no Brasil Os investimentos em projetos de gás no Brasil dependem de segurança fiscal, regulatória e jurídica. A indústria precisa ter a certeza de que vai conseguir realizar compromissos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>No Seminário de Gás Natural, do IBP, CEOs e lideranças dos setores público e privado apontam os principais desafios regulatórios para alavancar o desenvolvimento do setor no Brasil</em></p>
<p>Os investimentos em projetos de gás no Brasil dependem de segurança fiscal, regulatória e jurídica. A indústria precisa ter a certeza de que vai conseguir realizar compromissos assumidos com seus acionistas. O recado foi do CEO da Shell Energy Brasil, <strong>Rodrigo Soares</strong>, em participação no CEO Talks do <strong>Seminário de Gás Natural</strong>, do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), nesta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro.</p>
<p>O executivo lembrou que a Shell está no Brasil há 102 anos e é o segundo maior produtor de gás natural no Brasil. “O mercado brasileiro saiu de um modelo monopolista para um mercado com diversos agentes. A competição aumentou e trouxe mais flexibilidade nos contratos. Mas a regulação do setor precisa de evoluir. Em particular, é preciso uma harmonização regulatória entre os estados e a federação”, destacou o executivo da Shell, sinalizando que o IBP contribui muito nesta agenda. Soares disse que a empresa pretende continuar a investir no Brasil e lembrou que em março passado a Shell confirmou a decisão de investimento do campo Gato do Mato, em águas profundas na área do pré-sal da Bacia de Santos.</p>
<p>Soares disse que a Shell apoia e entende como fundamental a realização do leilão de capacidade, que estava previsto para ser realizado em junho, mas que foi postergado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). “Precisamos deste leilão, para reduzir a volatilidade que existe hoje no mercado [de energia]”. O executivo também sinalizou que a Shell está buscando inserir o biometano nos energéticos que a Shell Energy comercializa.</p>
<h4><strong>Conectando a oferta com a demanda</strong></h4>
<p>A diretora de Petróleo e Gás da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Heloisa Borges, e o gerente de Comercialização de Gás da Repsol Sinopec, <strong>Andrés Sannazzaro</strong>, também analisaram os riscos associados aos investimentos no painel “Conectando a oferta com a demanda: investimentos em infraestrutura ao longo da cadeia de gás”. “Um dos grandes problemas de segurança para investimento é a ausência de informações concretas do setor conectadas com os anseios da população”, comentou Heloisa, anunciando que o Plano Nacional   Integrado das Infraestruturas de Gás Natural e Biometano (PNIIGB) receberá novas consultas até dezembro de 2025.</p>
<p>“Não podemos perder atratividade de investimentos em virtude da insegurança jurídica. O maior risco de capital na cadeia do gás fica no upstream”, alertou <strong>Sannazzaro</strong>, indicando que a Repsol foi o primeiro parceiro independente da Petrobras no país e já investiu cerca de US$ 6,7 bilhões no setor de petróleo e gás brasileiro. “Participamos do projeto Raia, o maior aporte financeiro de nossa história”, afirmou.</p>
<p>Participante no mesmo painel, o CEO da NTS, <strong>Erick Portela Pettendorfer</strong>, destacou que a empresa já investiu cerca de R$ 1,5 bilhão no Brasil. A NTS planeja integrar cada vez mais a sua malha, recebendo gás natural da Bolívia e do Nordeste. “O transporte não é o problema, é a solução. É o ela que conecta todas as fontes de gás a todos o citygates do país”, indicou. Portela informou que todas as transportadoras têm avaliado os gargalos nas suas malhas e que para planejar os investimentos é necessário compreender melhor a dinâmica da oferta e da demanda nos próximos 10 e 20 anos.</p>
<p>Já <strong>Juliana Rodrigues</strong>, especialista de Energia da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (ABRACE), mencionou a importância da transparência no acesso a informações sobre as infraestruturas. Também ressaltou que o planejamento da infraestrutura de transporte precisa tomar em consideração se as térmicas continuarão conectadas no transporte. Outra incerteza está no dimensionamento da oferta de biometano nos próximos 10 anos.</p>
<h4><strong>Desafios regulatórios para desenvolvimento do mercado</strong></h4>
<p>No painel “Desafios regulatórios do transporte de gás no cenário pós abertura”, a diretora da ANP, <strong>Symone Araújo</strong>, destacou que regulação deve ser um vetor de segurança jurídica, não de risco. “Ela emite sinais para o mercado viabilizar seus investimentos”, pontuou a diretora, ressaltando que a regulação do transporte de gás natural possui tratamento regulatório diferenciado por se tratar de um monopólio natural e por ser um elo essencial para evitar a criação de barreiras à entrada de novos agentes na oferta de gás.</p>
<p><strong>Adrianno Lorenzon</strong>, vice-presidente do Conselho de Usuários (CdU), reforçou a importância da atuação do CdU como representante dos usuários do sistema de transporte nas várias pautas regulatórias do transporte que estão em discussão, como revisões tarifarias, monitoramento dos investimentos das transportadoras, harmonização e simplificação dos contratos de transporte. “Temos feito um esforço conjunto com as transportadoras e com a ATGÁS [associação que representa as transportadoras de gás], para trazer soluções consensuadas para a ANP, numa tentativa de facilitar e dar velocidade ao trabalho da agência reguladora”.</p>
<p>O diretor comercial e regulatório da NTS, <strong>Helder Ferraz</strong>, disse que é preciso reduzir a assimetria de informações, dando transparência e buscando consensos. “Debatemos com a ANP para ter um ambiente de negócios mais seguro e atraente para os investimentos. É importante a revisão da Resolução 15 da ANP [sobre critérios para cálculo das tarifas de transporte]”.</p>
<p>Já <strong>Ovídio Quintana</strong>, diretor comercial e regulatório da TAG, encerrou o painel afirmando que o desenvolvimento da infraestrutura é um caminho necessário para possibilitar novos mercados, novos negócios, redução de custos e preços. “Esbarramos sempre na questão do preço. Para reduzir custos e preços, a infraestrutura é necessária”, complementou Quintana.</p>
<h4><strong>Monofasia e harmonização regulatória</strong></h4>
<p>No painel “<strong>O presente e o futuro da tributação do gás natural</strong>”, o gerente tributário da Origem Energia, Rodrigo Novo, disse que o regime monofásico não traz nenhuma vantagem e, muito possivelmente, traz custos adicionais para o gás natural. “É importante seguir no debate com o governo sobre este regime tarifário. Temos o desafio de demostrar como o aumento de carga tributária poderá impactar na oferta e na demanda de gás”, alertou ele, complementando que está se promovendo uma carga de tributos com perfil inflacionário, com um risco real de inviabilizar o gás natural como âncora da transição energética brasileira. “A monofasia poderá encarecer o preço de gás de várias formas, uma delas é a acumulação de créditos”, ponderou. Segundo um estudo independente da FGV Energia quase R$ 9 bilhões de créditos poderão ser acumulados, que poderiam ser transformados em aportes financeiros para o setor.</p>
<p><strong>Frederico Pereira</strong>, diretor financeiro da Galp no Brasil, indicou que a reforma tributária promove diversos desafios para o setor, como harmonização do ICMS com a tributação federal, alinhamento do arcabouço tributários entre União e Estados, além de uma relação mais próxima com os poderes executivo e legislativo. “Em muitos casos, o tratamento tributário atual transforma o ICMS em um custo, que pode atrapalhar a viabilização do empreendimento”, observou ele, acrescentando o imposto seletivo e a definição das alíquotas mais altas como incertezas ao investidor de longo prazo. O executivo alertou que a competitividade do setor fica comprometida na atual redação da reforma tributária devido ao regime monofásico, porque o gás natural tem múltiplas aplicações em todos os elos da indústria.</p>
<p>A gerente tributária da TAG e ATGás, <strong>Priscila Torres</strong>, também defendeu um aprimoramento da legislação tributária atual. “Acreditamos que a lei complementar 214 – LC 214 / 2025 &#8211; cria maior sinergia com o modelo de transporte proposto no marco do gás de 2021 e estamos nos preparando para o período de transição até 2032”, avaliou.</p>
<p>O Seminário de Gás Natural 2025 é patrocinado pela Petrobras, Equinor, Galp, Origem, Shell Energy, NTS, PanAmerican Energy, Prio, Repsol Sinopec Brasil, TAG, TBG, TotalEnergies, Eneva, Naturgy, Edge, Faveret Tepedino Londres Fraga, Machado Meyer e New Fortress Energy, além da participação do Governo Federal. Os parceiros de mídia são eixos, Petro&amp;Química e Tn Petróleo. Ele ainda conta com o apoio institucional da Abegás, ABESPetro, ABRACE, ABRACEEL, ABRAGET, ANP, Arpel, ASPACER, ATGÁS, COGEN, Firjan e Instituto de Energia da PUC-Rio (IEPUC).</p>
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		<title>Políticas públicas bem estruturadas são essenciais para o desenvolvimento sustentável do setor de gás natural</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2025 13:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[seminário de gás natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Em apresentação no Seminário de Gás Natural, do IBP, economista Marcos Lisboa traça cenário macroeconômico brasileiro como pano de fundo das discussões sobre o uso do gás natural na indústria, em frotas pesadas, e no setor elétrico nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro É importante implementar políticas bem estruturadas, fundamentadas em dados e estudos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Em apresentação no Seminário de Gás Natural, do IBP, economista Marcos Lisboa traça cenário macroeconômico brasileiro como pano de fundo das discussões sobre o uso do gás natural na indústria, em frotas pesadas, e no setor elétrico nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro</em></p>
<p>É importante implementar políticas bem estruturadas, fundamentadas em dados e estudos técnicos, para promover um efetivo desenvolvimento do mercado de gás no Brasil. A afirmação foi feita pelo economista <strong>Marcos Lisboa</strong>, em apresentação nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, no painel <em>Expert Talks</em> – <strong>Cenário econômico e seus impactos na reindustrialização do Brasil</strong>, do <strong><a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Seminário de Gás Natural</a>,</strong> do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás.</p>
<p>Como exemplo de políticas mal desenhadas, o economista citou a MP 579 de 2012, que tinha como objetivo reduzir o custo da energia elétrica para o consumidor final. “Mas, acabou impactando negativamente as empresas do setor elétrico, e gerando um amplo impacto na macroeconomia com aumento da inflação, redução de produtividade e ampliação de custos”, afirmou <strong>Lisboa</strong>, que é sócio-diretor da Gibraltar Consulting.</p>
<p>O economista, que dirigiu o Insper de 2013 a 2023 e foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda de 2003 a 2005, além de outros cargos em instituições acadêmicas e financeiras, destacou que a indústria brasileira tem em média uma baixa produtividade, e por esse motivo o crescimento econômico tem sido muito volátil, abaixo da média mundial. “A volatilidade da economia brasileira é grande, especialmente no período pré-pandemia. O Brasil teve 14 anos de crise econômica nas últimas décadas, enquanto economias maduras têm cerca de 3–4 anos de crise econômica”, avaliou.</p>
<p>Para <strong>Lisboa</strong>, o crescimento econômico tem a ver com aumento da produtividade, e isso por sua vez é ligado à implementação de tecnologia. “Ficamos mais pobres com relação ao resto do mundo. Faltou produtividade, que é a capacidade de fazer mais com o mesmo investimento. Os Estados Unidos cresceram 38% desde 1994. O Brasil alcançou um crescimento de 18% no mesmo período”, comparou.</p>
<h4><strong>Grades usuários industriais discutem a competitividade do gás natural</strong></h4>
<p>Fomentar a demanda de gás no setor industrial pode ser um vetor para o crescimento do mercado de gás no país. Grandes empresas com consumos expressivos de gás e expectativa de aumento da demanda no mercado brasileiro apresentaram suas experiências no painel “<strong>Debate sobre o futuro da demanda de gás na indústria</strong>”, na tarde desta quarta-feira (14).</p>
<p>A Vale, por exemplo, utiliza o gás para aquecimento de fornos na produção, consumindo cerca de 1 milhão de m³/dia. O custo do gás é um item estratégico na operação da empresa que possui como seu principal cliente a China e por isso já apresenta uma desvantagem logística frente a seus concorrentes localizados em regiões como África e Ásia. “Somos pouco líquidos no gás, já evoluímos muito, mas podemos melhorar mais”, ressaltou <strong>Leticia Garcez</strong>, gerente global de compras de combustíveis e lubrificantes da Vale.</p>
<p>Já <strong>Viviane Lichtenstein</strong>, gerente executiva de Suprimentos da Suzano, que consome 1,5 milhão de m³/dia, destacou a visão da empresa sobre o gás natural como combustível da transição energética. “Nosso portfólio é bem amplo e temos potencial de crescimento de demanda (de gás). Apostamos no gás para um caminho da descarbonização da nossa empresa”.</p>
<h4><strong>Gás natural e biometano: descarbonização do transporte público e de cargas pesadas</strong></h4>
<p>Durante o painel “<strong>Novas demandas: gás natural e biometano para frotas pesadas</strong>”, <strong>Laercio Ávila</strong>, CEO do Consórcio do Sistema Metropolitano BRT, comentou que espera tornar a frota de BRT, em Goiânia, um benchmark de sustentabilidade. A migração para uma frota elétrica e veículos movidos a biometano terminará no próximo ano. A meta é adicionar 500 veículos movidos a biometano à frota do transporte coletivo até o final de 2026.</p>
<p>A diretora comercial da Naturgy, <strong>Giselia Pontes</strong>, disse que o Rio de Janeiro tem uma ampla vocação para aplicação do GNV e do biometano. A executiva indicou que a companhia já desenvolveu corredores sustentáveis, com 100% de autonomia de gás para veículos pesados. “Queremos fazer mais 16 corredores – com investimentos de R$ 300 milhões – para que caminhões possam rodar entre Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo”, disse ela. A diretora ainda informou que no estado do Rio de Janeiro, a Naturgy possui a capacidade de abastecer as 37 garagens com gás natural.</p>
<p><strong>Vinicius Reiter Pilz</strong>, diretor presidente da REITER LOG, que opera com caminhões a gás e biometano, disse que a empresa deseja sair do mercado tradicional para agregar valor com base em boas práticas de sustentabilidade. “Temos quatro contratos com a Suzano para logística, além de ter investido R$ 350 milhões em frota sustentável em 16 anos de operações”, destacou.</p>
<p><strong>Érik Trench</strong>, diretor de gases renováveis da Ultragaz, apontou que a liquefação do gás natural e do biometano ainda tem custos adicionais para a indústria nacional. Na visão dele, o GNC pode ser um modal mais eficiente para abastecer os clientes.</p>
<h4><strong>Integração dos setores de gás e elétrico</strong></h4>
<p>O setor elétrico precisa de segurança e previsibilidade; e o gás natural é uma das fontes que entrega esses atributos. “O gás está presente em todos os cenários futuros desenhados pela EPE. Essa é uma integração necessária porque o sistema elétrico vai precisar, em momentos mais específicos, de flexibilidade”, comentou <strong>Bernardo Folly</strong>, superintendente Geração de Energia da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).</p>
<p>O especialista em regulação e superintendente de Concessões, Permissões e Autorizações de Transmissão e Distribuição da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), <strong>Ivo Sechi Nazareno</strong>, falou da importância da contratação de termoelétricas a gás para atender à demanda de energia da sociedade. “O setor elétrico tem passado por uma mudança significativa a partir da maior participação de energias intermitentes”, explicou. “O setor elétrico precisa de segurança e previsibilidade”, observou <strong>Tiago de Barros Correia</strong>, CEO da RegE Consultoria.</p>
<p><strong>Rogério Manso</strong>, Presidente da Associação de Empresas de Transporte de Gás Natural por Gasoduto (ATGás), defendeu a manutenção da estrutura de gás construída e expandida para dar confiabilidade ao setor elétrico. “Esse casamento precisa continuar. Não podemos desmontar um sistema já pronto se visualizamos que vamos precisar dele no futuro”, alertou.</p>
<p>O <em>head</em> de Gas e Power Trading da Shell Brasil, <strong>Gabriel Martins</strong>, apontou que uma demanda necessária é de harmonização dos tempos e movimentos entre os dois setores, buscando janelas que sejam compatíveis. “Isso pode contribuir para construir melhores estratégias de gestão de risco, por exemplo”, sugeriu.</p>
<h4><strong>Necessidade de novos investimentos em E&amp;P</strong></h4>
<p>Em participação no CEO Talks, <strong>Guilherme Mourelle</strong>, diretor global comercial da Galp em Upstream, ressaltou a necessidade da descoberta de novas áreas. “No cenário futuro, pelo que temos de reservas provadas, vejo a necessidade de o país buscar novas áreas. Nesse cenário, vemos de forma positiva novas ofertas da ANP. A Oferta Permanente é uma opção muito bem-vinda para o mercado”, ressaltou <strong>Mourelle</strong>.</p>
<p>O Seminário de Gás Natural 2025 é patrocinado pela <strong>Petrobras</strong>, <strong>Equinor</strong>, <strong>Galp</strong>, <strong>Origem</strong>, <strong>Shell</strong> <strong>Energy</strong>, <strong>NTS</strong>, <strong>PanAmerican</strong> <strong>Energy</strong>, <strong>Prio</strong>, <strong>Repsol</strong> <strong>Sinopec</strong> <strong>Brasil</strong>, <strong>TAG</strong>, <strong>TBG</strong>, <strong>TotalEnergies</strong>, <strong>Eneva</strong>, <strong>Naturgy</strong>, <strong>Edge</strong>, <strong>Faveret</strong> <strong>Tepedino</strong> <strong>Londres Fraga</strong>, <strong>Machado Meyer</strong> e <strong>New Fortress Energy</strong>, além da participação do <strong>Governo Federal</strong>. Os parceiros de mídia são <strong>eixos</strong>, <strong>Petro&amp;Química</strong> e <strong>Tn Petróleo</strong>. Ele ainda conta com o apoio institucional da <strong>Abegás</strong>, <strong>ABESPetro</strong>, <strong>ABRACE</strong>, <strong>ABRACEEL</strong>, <strong>ABRAGET</strong>, <strong>ANP</strong>, <strong>Arpel</strong>, <strong>ASPACER</strong>, <strong>ATGÁS</strong>, <strong>COGEN</strong>, <strong>Firjan</strong> e <strong>Instituto de Energia da PUC-Rio (IEPUC)</strong>.</p>
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		<title>Gás natural é essencial para garantir segurança energética para o desenvolvimento global</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2025 20:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[seminário de gás natural]]></category>

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		<description><![CDATA[No Seminário de Gás Natural, do IBP, vice-presidente da International Gas Union, Andreas Stegher, defende mix com fontes de energia renovável para garantir a entrega de energia 24h por dia e de forma flexível e segura “O gás natural é essencial para garantir segurança energética para o desenvolvimento global e para melhorar a vida das [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>No Seminário de Gás Natural, do IBP, vice-presidente da International Gas Union, Andreas Stegher, defende mix com fontes de energia renovável para garantir a entrega de energia 24h por dia e de forma flexível e segura</em></p>
<p>“O gás natural é essencial para garantir segurança energética para o desenvolvimento global e para melhorar a vida das pessoas”. Com esta mensagem, o vice-presidente da Associação Internacional de Gás (International Gas Union – IGU), <strong>Andreas Stegher</strong>, defendeu nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, durante o <strong>Seminário de Gás Natural,</strong> do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o gás natural como estratégico no processo de evolução energética, em um <em>mix</em> com fontes de energia renovável para assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível para todos.</p>
<p>“A disponibilidade de renováveis está aumentando no mundo e isso é bom. Mas, temos que entregar energia 24h por dia e de forma flexível e segura. Por isso, o gás natural é um combustível essencial para o setor de energia no contexto da transição”, disse o executivo da associação que representa 90% do consumo de gás no mundo em cerca de 70 países. <strong>Stegher</strong> vai assumir a presidência da IGU este mês, na Conferência Mundial de Gás, que acontece de 19 a 23 de maio, em Beijing, na China.</p>
<p>O executivo destacou a importância de reconhecer as especificidades regionais para o desenvolvimento do mercado global de gás e nas estratégias de descarbonização. “Acho que a indústria brasileira está em um ótimo caminho e há formas de seguir adiante. Precisamos de mais investimentos no médio e longo prazo, e para isso acontecer precisamos estabilidade e previsibilidade das regras e de suporte financeiro”, observou <strong>Stegher</strong>. “Estamos ainda numa indústria, onde há declínio natural da produção. Se não investir em nova oferta, há risco de queda de oferta enquanto a demanda continuará aumentando”, completou.</p>
<p>Nesse contexto, o presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, e a <strong>Sylvie D’Apote</strong>, diretora executiva de Gás Natural do IBP, destacaram a agenda do evento como uma oportunidade para avançar no desenvolvimento do setor de gás no Brasil. “O crescimento do evento acompanha a evolução do mercado no Brasil. Esse evento tem mais de 40 anos. 10 anos atrás tínhamos menos de 200 pessoas. Agora, são <strong>mais de 800 participantes</strong> e <strong>67 palestrantes do Brasil e do mundo</strong> que trazem uma visão bem ampla sobre o mercado”, disse <strong>Ardenghy</strong>. “Aumentou também a presença feminina. Na última edição, quase metade do público foram mulheres. É um sinal dos tempos”, observou Sylvie.</p>
<p><strong>Marcio Guimaraes</strong>, diretor de Dutos e Terminais da Transpetro, ressaltou que o trabalho vem sendo realizado nas últimas décadas e envolve diferentes atores, incluindo órgãos reguladores, fiscalizadores. Para o executivo, o acesso à infraestrutura da Petrobras tem contribuído para o crescimento do mercado que está cada vez mais dinâmico, trazendo oportunidades para diversos agentes. “Quanto mais integrada for a malha, mais eficiente tende a ser. Precisamos nos conectar, ser mais complementares em vez de competidores”, afirmou.</p>
<h4><strong>Oferta de gás natural</strong></h4>
<p>Segundo <strong>Álvaro Tupiassu</strong>, gerente-executivo de Gás e Energia da Petrobras, os projetos como Rota 3, Raia e SEAP (Sergipe Águas Profundas) vão ampliar a oferta nacional e reduzir as importações. “Além disso, hoje temos diversificação de agentes, tanto na oferta como na demanda, o que ajuda a desenvolver novos contratos”, disse ele, no painel ‘Crescimento da oferta nacional de gás natural: perspectivas e desafios’, que reuniu também executivos da Equinor, PRIO e Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP).</p>
<p>“É importante dar continuidade à agenda regulatória e ter uma agência forte que consiga implantar essa agenda. Ter mais agentes é necessário para um mercado mais competitivo”, afirmou <strong>Claudia Brun</strong>, vice-presidente de Novas Cadeias de Valor da Equinor, que lidera a operação do projeto Raia. Já o gerente de Trading e Shipping da PRIO, <strong>Gustavo</strong> <strong>Hooper,</strong> destacou o investimento no campo de Wahoo. “É o nosso primeiro investimento em exploração e o projeto terá um conteúdo significativo de gás. Estamos investindo em torno de US$ 5 bilhões”, completou.</p>
<p>Já <strong>Marcio Felix</strong>, presidente da ABPIP, chamou a atenção para a diversidade de produção de gás onshore no país e o crescimento previsto para os próximos anos. “Temos a previsão de uma produção de gás natural em 2028 de 29 milhões de metros cúbicos, quase uma Bolívia em terra”.</p>
<h4><strong>Vaca Muerta: exportação de 27 milhões m³ de GNL por dia até 2028</strong></h4>
<p>No Painel “<strong>Competitividade das novas fontes de gás natural importado: Argentina e GNL</strong>”, o diretor geral da Pan American Energy, <strong>Alejandro Dupuy</strong>, disse que a empresa já tem um projeto de dois navios para liquefação e exportação de GNL para comercializar o gás de Vaca Muerta, na Argentina, para o restante do mundo, com capacidade que pode alcançar 6 milhões de toneladas anuais equivalentes a 27 milhões de m3/dia até 2028. Outros quatro navios estão no pipeline da companhia no longo para exportação de GNL provenientes do gás de Vaca Muerta.</p>
<p>Segundo <strong>Marisa Basualdo</strong>, gerente jurídica de negócios da TotalEnergies Gas para o Cone Sul, pioneira em trazer o gás de Vaca Muerta para o Brasil, o processo de viabilização do negócio levou mais de 1 ano e meio. “Foram conversas com autoridades e todos os elos do setor para licenciamento e promoção de workshops com análise de ambientes regulatórios”, explicou ela.</p>
<p><strong>Edson Real</strong>, diretor comercial da New Fortress Energy, comentou que é fundamental analisar algumas variáveis, como preço e disponibilidade do gás natural, para alcançar uma demanda firme e integrar toda região do continente com o gás de Vaca Muerta. Angélica Laureano, diretora presidente da TBG, destacou que o movimento de migração para o mercado livre foi um incentivo adicional para a entrada de novos fornecedores nos últimos quatro anos para o segmento de gás natural.</p>
<p>O Seminário de Gás Natural 2025 é patrocinado pela <strong>Petrobras</strong>, <strong>Equinor</strong>, <strong>Galp</strong>, <strong>Origem</strong>, <strong>Shell</strong> <strong>Energy</strong>, <strong>NTS</strong>, <strong>PanAmerican</strong> <strong>Energy</strong>, <strong>Prio</strong>, <strong>Repsol Sinopec Brasil</strong>, <strong>TAG</strong>, <strong>TBG</strong>, <strong>TotalEnergies</strong>, <strong>Eneva</strong>, <strong>Naturgy</strong>, <strong>Edge</strong>, <strong>Faveret</strong>, <strong>Machado</strong> <strong>Meyer</strong>, <strong>New Fortress Energy</strong>, além da participação do <strong>Governo Federal</strong>. O evento ainda conta com os seguintes parceiros de mídia: <strong>eixos</strong>, <strong>Petro&amp;Química</strong> e <strong>Tn Petróleo</strong>.</p>
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		<title>É nesta semana: saiba como tirar o melhor proveito do Seminário de Gás Natural 2025</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2025 10:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[seminário de gás natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Começa nesta quarta-feira, dia 14, mais uma edição do Seminário de Gás Natural, um dos mais relevantes fóruns para debates sobre os temas prioritários na agenda do setor de gás natural no Brasil. Ao longo dos dois dias de evento, são esperadas 18h de conteúdo, mais de 50 palestrantes, 17 patrocinadores e cerca de 740 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Começa nesta <strong>quarta-feira, dia 14</strong>, mais uma edição do <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Seminário de Gás Natural</strong></a>, um dos mais relevantes fóruns para debates sobre os temas prioritários na agenda do setor de gás natural no Brasil.</p>
<p>Ao longo dos dois dias de evento, são esperadas 18h de conteúdo, mais de 50 palestrantes, 17 patrocinadores e cerca de 740 participantes.</p>
<p><strong>A seguir, separamos algumas informações para você, congressista, tirar o melhor proveito da programação:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Quando e onde?</strong></li>
</ol>
<p>Nos dias <strong>14 e 15 de maio</strong>, das <strong>9h às 18h30</strong>, no <a href="https://www.fairmont.net.br/copacabana-rio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Hotel Fairmont Rio de Janeiro Copacabana</strong></a>, que fica localizado na Av. Atlântica, 4240.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Como chegar?</strong></li>
</ol>
<p>A melhor opção de chegada é por transporte de aplicativo. A estação de metrô mais próxima é a General Osório (a 15 min do hotel).</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong> Como faço para comprar meu ingresso? E é possível comprar apenas 1 dia de evento?</strong></li>
</ol>
<p>As inscrições podem ser feitas <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/#buy-tickets" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>. Não é possível comprar apenas um dia, os ingressos disponíveis incluem os dois dias de evento para que a experiência seja completa para os participantes.</p>
<p>Não haverá venda no local. Em caso de dúvidas sobre o processo de inscrição, entre em contato com o WhatsApp (21) 97479-8721 ou por e-mail eventos@ibp.org.br.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong> Posso me hospedar no Hotel Fairmont?</strong></li>
</ol>
<p>Sim! Os participantes do Seminário de Gás Natural têm <strong>20% de desconto</strong> nas reservas de hospedagem no Fairmont Copacabana durante o período do evento. Saiba mais <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/#benefits" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong> Haverá estacionamento no local?</strong></li>
</ol>
<p>Sim, o hotel possui estacionamento rotativo no valor de R$50 por 12h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong> Haverá guarda-volumes no local?</strong></li>
</ol>
<p>Sim, o evento contará com guarda-volumes gratuito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li><strong> A partir de que horas é possível retirar a credenciais?</strong></li>
</ol>
<p>É possível imprimir as credenciais de congressista, de palestrante e de patrocinador no balcão e nos guichês de autoatendimento, a partir das 8h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="8">
<li><strong> Onde posso encontrar a programação completa?</strong></li>
</ol>
<p>Toda a programação, incluindo os perfis dos palestrantes no LinkedIn e os nomes do Comitê Organizador, está disponível <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="9">
<li><strong> Posso acompanhar o evento virtualmente?</strong></li>
</ol>
<p>O evento será 100% presencial, sem transmissão online.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="10">
<li><strong> O evento contará com tradução simultânea?</strong></li>
</ol>
<p>Sim, o evento terá tradução para libras e para inglês em todas as palestras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="11">
<li><strong> Tenho acesso ao coquetel no final do dia?</strong></li>
</ol>
<p>Ao comprar a inscrição, você terá direito aos dois dias de evento, aos <em>coffee breaks</em>, ao coquetel de relacionamento e ao certificado de participação. O almoço não está incluso no valor dos ingressos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="12">
<li><strong> Não conheço a região. Onde posso almoçar?</strong></li>
</ol>
<p>O hotel tem diversas opções de restaurantes nos seus arredores, mas os participantes têm <strong>10% de desconto</strong> no <strong>Marine Restô e Tropìk</strong> – restaurantes do Fairmont -, bem como no <strong>Gino</strong>, no <strong>Marinho</strong> e no <strong>Famiglia Marinho</strong>, no quarteirão do hotel, durante os dias de evento, mediante apresentação de credencial do Seminário de Gás Natural. Saiba mais <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/#benefits" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Seminário de Gás Natural 2025</p>
<p><strong>Data:</strong> 14 e 15 de maio de 2023</p>
<p><strong>Horário:</strong> Das 9h às 18h30</p>
<p>Mais informações sobre a programação <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/#schedule" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vendas de ingresso do Seminário de Gás Natural do IBP estão quase esgotadas</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/vendas-de-ingresso-do-seminario-de-gas-natural-do-ibp-estao-quase-esgotadas/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/vendas-de-ingresso-do-seminario-de-gas-natural-do-ibp-estao-quase-esgotadas/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 13:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[seminário de gás natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Lideranças internacionais e autoridades debaterão temáticas regulatórias, tributárias, comerciais e ambientais do setor de gás natural em evento organizado pelo IBP O Seminário de Gás Natural, organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) a cada dois anos, entra na última semana para venda de ingressos. Os interessados podem adquirir seus tickets no site [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Lideranças internacionais e autoridades debaterão temáticas regulatórias, tributárias, comerciais e ambientais do setor de gás natural em evento organizado pelo IBP</em></p>
<p>O <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Seminário de Gás Natural</strong></a>, organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) a cada dois anos, entra na última semana para venda de ingressos. Os interessados podem adquirir seus tickets no <strong><a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">site do evento</a></strong>, que ocorrerá em 14 e 15 de maio, das 9h às 18h30, no Hotel Fairmont Copacabana, no Rio de Janeiro.</p>
<p>A temática desta edição será: “<strong>Diversificação e Competitividade: Pilares para uma Expansão Sustentável</strong>”. A programação foi desenhada com base nos principais temas do setor e será marcada por debates sobre: balanço entre oferta e demanda, perspectivas de importação de gás da Argentina, abertura do mercado e regulação, investimentos em infraestrutura, desafios tributários, novos mercados, e papel do gás na transição energética, entre outros.</p>
<p>Lideranças nacionais e internacionais, autoridades e especialistas do setor de gás natural estão confirmados entre os painelistas: <strong>Andrea Stegher</strong> (vice-presidente da International Gas Union); <strong>Luiz Felipe Coutinho</strong> (CEO da Origem Energia); <strong>Heloisa Borges</strong> (diretora de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Empresa de Pesquisa Energética &#8211; EPE); <strong>Sylvie D´Apote</strong> (diretora executiva de gás natural do IBP); <strong>Soledad Lysak</strong> (diretora-geral de Gás da TotalEnergies Cono Sur); <strong>Paula Pereira</strong> (country manager da Galp no Brasil); <strong>Rodrigo Soares</strong> (general manager Shell Energy Trading Brazil); <strong>Verônica Coelho</strong>  (country manager da Equinor no Brasil); <strong>Edmar Almeida</strong> (professor e pesquisador do Instituto de Energia &#8211; PUC-Rio), entre outros.</p>
<h4><strong>Perspectivas de aumento da oferta e da demanda no Brasil </strong></h4>
<p>No primeiro dia do evento (14/05) serão debatidas as perspectivas de crescimento da oferta de gás, considerando tanto a produção doméstica, como as importações de gás da Argentina e de GNL. De acordo com projeções da EPE, a oferta nacional projetada na malha integrada tem perspectivas de dobrar o nível atual de produção, enquanto a capacidade de importação deve crescer 20% no mesmo período.</p>
<p>Ainda neste mesmo dia, serão discutidas a competividade do gás para seus diferentes usos no setor industrial, na mobilidade urbana e no transporte de cargas, e na complementação das fontes renováveis na geração elétrica, em particular para fazer frente ao aumento muito significativo da demanda de energia para atendimento de data centers ligados a Inteligência Artificial.</p>
<p>O programa também inclui uma palestra do economista <strong>Marcos Lisboa</strong> sobre o “<strong>Cenário econômico e seus impactos na reindustrialização do Brasil</strong>”.</p>
<h4><strong>Investimentos em infraestrutura, desafios regulatórios e transição energética </strong></h4>
<p>No segundo dia do seminário (15/05), os debates focarão nas condições para fomentar os investimentos necessários para o crescimento da oferta e da demanda discutidos no dia anterior. Serão abordadas as políticas públicas, o Plano Nacional Integrado das Infraestruturas de Gás Natural e Biometano (PNIIGB), a consolidação do marco regulatório e a adaptação das regras tributárias.</p>
<p>Também serão discutidos os próximos passos na direção de um mercado de gás mais maduro, flexível, líquido e competitivo, por exemplo, com a criação de hubs de comercialização e uma bolsa de negociação de gás natural.</p>
<p>Encerrando o evento, haverá uma discussão sobre o papel do gás natural no contexto de uma transição energética justa, equilibrada e segura. “Esta será uma oportunidade única para discutir o potencial do gás natural como atividade viabilizadora da descarbonização de diversos setores da economia. Além disso, será discutido o papel do gás como energético com a melhor vocação para complementar geração de energia renovável, assegurando a segurança no suprimento elétrico e sua resiliência face a eventos climáticos extremos”, comenta Sylvie D´Apote, diretora executiva de gás natural do IBP.</p>
<p>O Seminário de Gás Natural 2025 é patrocinado pela Petrobras, Equinor, Galp, Origem, Shell Energy, NTS, PanAmerican Energy, Prio, Repsol Sinopec Brasil, TAG, TBG, TotalEnergies, Eneva, Naturgy, Edge, Faveret, Machado Meyer, New Fortress Energy, além da participação do Governo Federal. O evento ainda conta com os seguintes parceiros de mídia: eixos, Petro&amp;Química e Tn Petróleo.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p><strong>Evento:</strong> <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Seminário de Gás Natural 2025</a></p>
<p><strong>Data: </strong>14 e 15 de maio</p>
<p><strong>Horário:</strong> 9h às 18h30</p>
<p><strong>Local:</strong> Hotel Fairmont, em Copacabana, no Rio de Janeiro (Av. Atlântica, 4240)</p>
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		<title>Venda de ingressos do Seminário de Gás Natural do IBP começa nesta terça, 25 de fevereiro de 2025</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/venda-de-ingressos-do-seminario-de-gas-natural-do-ibp-comeca-nesta-terca-25-de-marco-de-2025/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 19:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[seminário de gás natural]]></category>

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		<description><![CDATA[A 21ª edição do Seminário de Gás Natural, organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), iniciará a venda de ingressos para público geral hoje, terça-feira (25.02) no seguinte link. Com o lema “Diversificação e Competitividade: Pilares para uma Expansão Sustentável”, o evento ocorrerá nos dias 14 e 15 de maio, das 9h às [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 21ª edição do <strong>Seminário de Gás Natural</strong>, organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), iniciará a venda de ingressos para público geral hoje, terça-feira (25.02) <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>no seguinte link</strong></a>. Com o lema <strong>“Diversificação e Competitividade: Pilares para uma Expansão Sustentável”</strong>, o evento ocorrerá nos dias 14 e 15 de maio, das 9h às 18h, no Hotel Fairmont, Copacabana, Rio de Janeiro.</p>
<p>O Seminário é um os principais fóruns para debater os temas prioritários da agenda do setor de gás natural no Brasil para 2025, como, por exemplo, a avaliação dos impactos da abertura do mercado de gás, as perspectivas de crescimento da oferta doméstica, as perspectivas de importação do gás argentino, e os avanços necessários na regulação federal e estadual e na tributação do gás natural para poder seguir na direção de um mercado mais aberto, transparente e competitivo.</p>
<p>Além disso, os principais <em>players</em> do mercado, autoridades do segmento e especialistas ainda debaterão as tendências do futuro dessa indústria em uma economia de baixo carbono, as principais tecnologias e inovações no setor, a competitividade do gás natural e a importância de um arcabouço regulatório sólido e segurança jurídica para incentivar novos investimentos.</p>
<p>“Esta será uma oportunidade única para debater as novas oportunidades de projetos, parcerias, investimentos e importantes alianças estratégicas em um ambiente de negócios que está em contínua transformação”, analisa <strong>Sylvie D’Apote</strong>, Diretora Executiva de Gás Natural do IBP.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p><strong>Evento:</strong> Seminário de Gás Natural</p>
<p><strong>Data:</strong> 14 e 15 de março</p>
<p><strong>Horário:</strong> 9h às 18h</p>
<p><strong>Local:</strong> Hotel Fairmont, em Copacabana, no Rio de Janeiro (Av. Atlântica, 4240)</p>
<p>Ingressos pelo <a href="https://seminariodegasnatural.ibp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>site</strong></a>.</p>
<p>Assessoria de imprensa do IBP – FSB Pedro Soares &#8211; pedro.soares@fsb.com.br Eduardo Nunes &#8211; eduardo.nunes@fsb.com.br Bruno Postiga &#8211; bruno.postiga@fsb.com.br Rodrigo Dutra &#8211; rodrigo.dutra@fsb.com.br</p>
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		<title>IBP divulga agenda de eventos 2025</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 20:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Lyrio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[OTC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Pipeline & Logistics]]></category>
		<category><![CDATA[seminário de gás natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2025, o IBP continuará conectando toda a indústria através de grandes eventos. Após o sucesso da ROG.e 2024, que reuniu 76 mil pessoas no Boulevard Olímpico, no Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás anuncia sua programação para os grandes eventos em 2025. Confira abaixo: Seminário de Gás Natural O Seminário [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2025, o IBP continuará conectando toda a indústria através de grandes eventos. Após o sucesso da ROG.e 2024, que reuniu 76 mil pessoas no Boulevard Olímpico, no Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás anuncia sua programação para os grandes eventos em 2025. Confira abaixo:</p>
<p>Seminário de Gás Natural<br />
O Seminário acontecerá nos dias 14 e 15 de maio, no Hotel Fairmont, no Rio de Janeiro. Realizado a cada dois anos, o evento chega à sua 21ª edição consolidado como um dos principais fóruns de debate sobre os temas prioritários na agenda do setor de gás natural no Brasil.</p>
<p>Rio Pipeline &amp; Logistics<br />
Entre os dias 9 e 11 de setembro, o Rio de Janeiro será novamente o centro de discussões internacionais com a Rio Pipeline, que ampliou seu escopo temático, incluindo maior ênfase na logística e, para marcar essa nova fase, passou a se chamar Rio Pipeline &amp; Logistics. Com uma área de exposição ampliada e mais salas para encontros, o evento abordará diversos temas relacionados ao setor, com foco nos desafios logísticos, e introduzirá dois novos eixos: Distribution, Storage, Ports &amp; Terminals e Multimodal Transport. Mais informações sobre o evento e Call For Papers podem ser encontradas <a href="https://www.riopipeline.com.br/">aqui</a>.</p>
<p>OTC Brasil<br />
Um dos maiores encontros para o setor offshore no mundo está confirmado e acontecerá de 28 a 30 de outubro, no ExpoMag, no Rio de Janeiro. O evento já está recebendo trabalhos técnicos para seu congresso, proporcionando uma oportunidade para que especialistas contribuam com um programa técnico relevante e inovador, impulsionando o desenvolvimento da indústria. Saiba mais informações <a href="https://otcbrasil.org/?j=278843&amp;sfmc_sub=106840134&amp;l=199_HTML&amp;u=6374312&amp;mid=514012082&amp;jb=1">aqui</a>.</p>
<p>Para dúvidas, entre em contato pelo e-mail eventos@ibp.org.br.</p>
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		<title>IBP e Abiogás assinam acordo de cooperação no Seminário de Gás Natural</title>
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		<pubDate>Fri, 12 May 2023 14:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos IBP]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[seminário de gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A 20ª edição do Seminário promovido pelo IBP recebeu 740 participantes e 55 palestrantes nos dias 10 e 11 de maio O Seminário de Gás Natural do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) encerrou as rodadas de debates nesta quinta-feira (11/5) destacando o papel do gás natural na descarbonização da matriz energética brasileira. Como [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>A 20ª edição do Seminário promovido pelo IBP recebeu 740 participantes e 55 palestrantes nos dias 10 e 11 de maio</em></p>
<p>O<strong> Seminário de Gás Natural</strong> do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) encerrou as rodadas de debates nesta quinta-feira (11/5) destacando o<strong> papel do gás natural na descarbonização da matriz energética brasileira</strong>. Como passo para estreitar o desenvolvimento de novas rotas e negócios no mercado de gás, o IBP assinou um acordo de cooperação com a ABiogás.</p>
<p><strong>Gabriel Kropsch</strong>, Diretor Executivo da ABiogás, ressaltou a importância de <strong>unir esforços com a indústria de óleo e gás</strong> “com o objetivo de produzir mais informação e conhecimento, atrair novos atores e os jovens para estimular o debate sobre novas aplicações do gás no mercado”.</p>
<p>Sobre a participação do gás natural na transição energética e o uso nos setores industriais, <strong>Fabricio Assis,</strong> Gerente Geral de Produção de Gusa e Energia da ArcelorMittal Tubarão, citou como exemplo a meta da empresa em ser líder em redução de emissões. Para isso, a companhia aposta na <strong>melhoria da eficiência e na substituição de combustíveis.</strong> “Vimos que o gás poderia ser usado em alguns processos produtivos, primeiro pensando em melhorar nossa eficiência e segundo como parte da nossa estratégia de descarbonização. Já usamos o gás como combustível, substituindo o carvão e o coque de carvão para o aquecimento dos alto fornos”.</p>
<p><strong>Viviana Coelho</strong>, Gerente Executiva de Mudanças Climática da Petrobras, disse que a <strong>melhor trajetória de descarbonização é a que a custa menos para o consumidor.</strong> “Metade da descarbonização já é econômica ou perto de ser econômica. Estamos fazendo nosso papel. A Petrobras diminuiu 39% de suas emissões operacionais desde 2015, reduzindo o “flare” e aumentando a eficiência. Essa é uma das maiores jornadas de redução de emissão da indústria”, revelou.</p>
<p><strong>Pablo Ignácio Ferragut Varela</strong>, diretor da ARPEL, instituição internacional que representa as empresas de óleo, gás e energias renováveis da América Latina e Caribe, enfatizou que existem na região muitas oportunidades para a <strong>descarbonização no setor de transporte rodoviário</strong>, que hoje é um dos setores mais difíceis de se abater emissões de gases de efeito estufa, e o uso do gás é uma delas.</p>
<p>Gabriel Kropsch, da ABiogás, <strong>acredita no biometano como uma componente importante do desenvolvimento do mercado de gás natural e para a redução de emissões.</strong> “O biogás é uma possibilidade para o transporte de ônibus e caminhões, substituindo parte da frota de diesel, por exemplo. O biometano é o combustível do presente. Até 2027 teremos mais 60 unidades de produção, alcançando 7 milhões de metros cúbicos por dia. Nossa meta é chegar a uma produção de biometano de 30 milhões de metros cúbicos por dia em 2030”.</p>
<p>Para <strong>Fernanda Delgado</strong>, diretora-executiva corporativa do IBP, o Brasil tem uma vantagem competitiva enorme por ter uma matriz energética limpa em comparação com outros países. “<strong>O Brasil já fez a transição. Ocupamos um lugar que outros países estão gastando bilhões de dólares para chega</strong>r”.</p>
<p><strong>Brad Crabtree,</strong> vice-secretário do Departamento de Energia dos Estados Unidos, destacou no Seminário as ações e iniciativas que os países têm tomado para promover a transição energética de forma eficiente e ressaltou a importância do Brasil neste processo, especialmente pela <strong>experiência em projetos de captura de carbono</strong>. “Estou bem otimista com as ações que vejo no Brasil, os esforços empenhados na busca por soluções sustentáveis, e acredito que o país tem todas as ferramentas necessárias para ser líder em captura de carbono”.</p>
<h3><strong>Novos paradigmas para o mercado internacional e regional de gás</strong></h3>
<p>A mesa sobre o “Mercado internacional, GNL e integração regional” abordou a exportação do gás boliviano, as possibilidades de exportações da Argentina para o Brasil, o papel do GNL no mercado brasileiro e a integração regional via dutos ou via GNL. De acordo com a moderadora do painel, <strong>Gabriela Aguilar</strong>, Gerente General Argentina e Vice-presidente LATAM da Excelerate Energy, “precisamos debater sobre o papel da infraestrutura regional, qual vai ser o novo papel do gás natural regional e do GNL, no contexto das mudanças de paradigma do mercado internacional e olharmos as oportunidades que temos no futuro”.</p>
<p>Segundo <strong>Victor Raposo</strong>, Global Head de Gás e GNL da Galp, após os impactos da pandemia e da guerra entre Ucrânia e Rússia no mercado global de gás, é preciso olhar para o futuro. “O apetite da Europa para o GNL é importante, a correlação do mercado europeu com o mercado de GNL é forte e isso deverá continuar por algum tempo. Precisamos ficar atentos à evolução da demanda de gás na Ásia, principalmente na China, que cresceu muito depois do lockdown. <strong>E é importante lembrar que temos desafios de segurança, econômicos, regulatórios para resolver</strong>”.</p>
<p><strong>Andrés Sannazzaro</strong>, gerente de comercialização de gás da Repsol Sinopec Brasil, comentou sobre a integração da Argentina e Brasil por dutos ou via mercado de GNL. “Vou usar uma comparação, usando os gasodutos e as pontes. Os gasodutos, assim como as pontes, são uma maneira de integrar. Mas, para essas pontes serem feitas, precisamos de bom senso e de discutir se o gás da Argentina será para o consumo doméstico, se ele será exportado através de GNL ou para o Brasil através de dutos”, pontuou Andrés.</p>
<p><strong>Alvaro Rios</strong>, sócio-diretor da Consultoria Gas Energy Latin America (GELA), disse que, diante do declínio da produção de gás na Bolívia, a solução é a integração entre Argentina e Bolívia por meio do uso da infraestrutura já existente. “Estimo que até 2028 ou 2029, a Bolívia começará a importar gás da Argentina, que tem na rica <strong>região de Vaca Muerta muitos agentes, baixos custos de produção e capacidade de rápido incremento de produção</strong>”, explicou Alvaro. Ele ressaltou que o gás argentino pode vir a ser exportado para o Brasil via a Bolívia, usando gasodutos existentes, o que seria mais eficiente que construir novos gasodutos que conectem diretamente a Argentina com o Brasil.</p>
<p>As vantagens do mercado brasileiro diante de uma integração entre países da América do Sul, como Argentina, Bolívia e Brasil, foram destacadas por <strong>Jorge Hijjar</strong>, Diretor Comercial da Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG). “A Argentina precisa ampliar sua capacidade de transporte para o gás chegar da região produtora até a região norte do país. Assim que resolver isso, o gás poderá chegar à fronteira com a Bolívia e, de lá, circular através da malha já depreciada de gasodutos da Bolívia e o Gasbol, para chegar no Brasil. Estamos fazendo estudos e em agosto iremos para a Argentina para discutir isso tudo com uma visão comercial”, afirmou Jorge.</p>
<p>O Seminário de Gás Natural contou com o <strong>patrocínio</strong> master da<strong> Petrobras</strong>; o patrocínio platinum da<strong> Galp</strong>; o patrocínio ouro da<strong> Equinor,</strong> da <strong>Excelerate Energy</strong>, da <strong>PetroRecôncavo</strong>, da <strong>Repsol Sinopec Brasil</strong> e da <strong>Shell Energy</strong>; patrocínio prata da <strong>3R Petroleum</strong>, da <strong>ExxonMobil</strong> e da <strong>Naturgy</strong>; e o patrocínio bronze do <strong>Faveret</strong> <strong>Tepedino Londres Fraga (FTLF)</strong>, do <strong>Machado Meyer Advogados</strong>, do <strong>Mattos Filho</strong>, da<strong> New Fortress Energy</strong>, da <strong>NTS</strong>, da <strong>TAG</strong> e do <strong>TAGD Advogados</strong>. Além do apoio do Governo Federal, o evento ainda contou com o apoio institucional da ABAR, da ABiogás, da ABPIP, da ABRACE, da ABRACEEL, da ABRAGET, da ANP, da ATGÁS, da EPE, da Firjan, do Instituto de Energia da PUC-Rio (IEPUC) e da ONIP. Com parceria de mídia oficial da epbr, conta ainda com apoios de mídia da TN Petróleo e da Petro&amp;Química.</p>
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