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	<title>transição energética &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Energia da Evolução: campanha do IBP explica como o petróleo e o gás estão presentes no dia a dia e são essenciais para o futuro do país</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/energia-da-evolucao-campanha-do-ibp-explica-como-o-petroleo-e-o-gas-estao-presentes-no-dia-a-dia-e-sao-essenciais-para-o-futuro-do-pais/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 14:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
		<category><![CDATA[transição justa]]></category>

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		<description><![CDATA[Campanha do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) destaca que o setor investe em tecnologia para uma evolução energética justa e segura &#160; Responsável por quase metade da oferta interna de energia do Brasil, a indústria de petróleo e gás natural está muito mais presente no dia a dia de cada brasileiro do que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Campanha do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) destaca que o setor investe em tecnologia para uma evolução energética justa e segura</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Responsável por quase metade da oferta interna de energia do Brasil, a indústria de petróleo e gás natural está muito mais presente no dia a dia de cada brasileiro do que as pessoas imaginam. Esse é o conceito da segunda fase da campanha “<strong>Energia da Evolução</strong>” do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), desenvolvida pela agência <strong>InPress Porter Novelli</strong>. O objetivo da nova fase é mostrar que o petróleo e o gás são essenciais para o país, tanto como energia e matéria-prima para a fabricação de inúmeros produtos, como na contribuição do setor para o PIB, no pagamento de impostos e na geração de empregos.</p>
<p>A campanha destaca, ainda, o compromisso do setor de petróleo e gás com a evolução energética do Brasil. Para isso, o setor está investindo em soluções tecnológicas que contribuam para reduzir as emissões de carbono.</p>
<p>A iniciativa posiciona também o IBP como ponte para o diálogo entre indústria, poder público e sociedade, com a função de liderar as interações necessárias para garantir uma evolução energética sustentável, justa, segura e inclusiva.</p>
<p>“O setor de petróleo e gás não deve ser visto como antagonista, mas como parceiro estratégico na construção de uma matriz energética equilibrada e sustentável. É urgente o debate sobre como integrar os recursos existentes com as novas tecnologias, respeitando as necessidades energéticas presentes e futuras. Com a campanha Energia da Evolução queremos mostrar a importância contínua dessas fontes, promovendo uma troca de ideias mais ampla em torno do desenvolvimento energético do Brasil”, diz <strong>Roberto Ardenghy</strong>, presidente do IBP.</p>
<p>Os números divulgados pela campanha destacam a relevância do setor, responsável por <strong>mais de 17% do PIB industrial brasileiro</strong>. Além disso, o setor contribuiu, entre 2010 e 2024, com <strong>mais de R$ 3 trilhões em tributos e impostos</strong>. Somente no ano passado, foram <strong>mais de R$350 bilhões em impostos</strong>. <strong>A projeção de investimentos é de US$165 bilhões somente nas atividades de exploração</strong>, além de atingir <strong>uma média de quase 400 mil postos de trabalho até 2034</strong>.</p>
<h4><strong>Público jovem</strong></h4>
<p>Além da veiculação em TV, mídia impressa e redes sociais, a campanha ‘<strong>Energia da Evolução</strong>’ será impulsionada por uma estratégia nas redes sociais com temas ligados a ciências e curiosidades. Por meio de conteúdos que revelam como o petróleo e o gás estão presentes em praticamente tudo &#8211; desde a prancha do surfista aos tênis dos corredores – as ações visam conscientizar o público jovem sobre o papel do setor no futuro energético do país.</p>
<p>Assista ao vídeo da campanha:</p>
<p><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='360' src='https://www.youtube.com/embed/Orkyp0x8yV8?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;autohide=2&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' allowfullscreen='true' style='border:0;'></iframe></p>
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		<title>IBP leva 2º evento pré-COP para Amazon Energy 2025, em Belém</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-leva-2o-evento-pre-cop-para-amazon-energy-2025-em-belem/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-leva-2o-evento-pre-cop-para-amazon-energy-2025-em-belem/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 19:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil estarão reunidos para debater os desafios e oportunidades da matriz energética e o desenvolvimento socioeconômico regional no Amazon Energy 2025 &#38; 2º Evento Pré-COP IBP, que ocorrerá nos dias 25 e 26 de junho, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), em Belém do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil estarão reunidos para debater os desafios e oportunidades da matriz energética e o desenvolvimento socioeconômico regional no <strong>Amazon Energy 2025 &amp; 2º Evento Pré-COP IBP</strong>, que ocorrerá <strong>nos dias 25 e 26 de junho</strong>, na sede da <strong>Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA)</strong>, em Belém do Pará. As inscrições podem ser feitas <a href="https://www.fiepa.org.br/event-details/amazon-energy-2025-2-evento-pre-cop-ibp-instituto-brasileiro-de-petroleo-e-gas-natural" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>O Instituto levará seu compromisso com a transição energética justa, ordenada e equitativa ao promover discussões sobre as soluções que o setor de energia tem a oferecer, inclusive no contexto de COP30, como projetos de proteção e regeneração florestal, criação de fundos de soberanos nos Estados e a geração de emprego e renda. Além da abertura, o IBP estará presente nos seguintes painéis:</p>
<p><strong><u>Dia 1:</u></strong></p>
<p>&#8211; <strong>Painel 1:</strong> Desenvolvimento Socioeconômico da Região Amazônica, das 10h30 às 11h30</p>
<p><strong>&#8211; Painel 2: </strong>A Experiência Exitosa de E&amp;P no Brasil e a Geração de Benefícios para a Sociedade, das 11h30 às 12h30</p>
<p>&#8211; <strong>Painel 5:</strong> Oportunidades e Desafios para a Produção/Geração e Transmissão de Óleo, Gás e Energia, 15h30 às 16h15</p>
<p><strong><u>Dia 2</u></strong></p>
<p>&#8211; <strong>Painel 11:</strong> Desafios e Gargalos para a Distribuição de Derivados nos Estados da Amazônia, das 10h30 às 11h30</p>
<p>&#8211; <strong>Painel 14: </strong>Petróleo e Gás na Margem Equatorial &#8211; Oportunidades para o Desenvolvimento Regional e Ações de Mitigação Ambiental e Descarbonização, das 14h às 15h</p>
<p>&#8211; <strong>Painel 16:</strong> Perspectivas, Oportunidades e Desafios: do Licenciamento até a Operação, das 16h às 17h</p>
<p>&#8211; <strong>Painel 18: </strong>COP30 e as Oportunidades e Desafios para os Segmentos de Energia da Amazônia, das 18h às 19h</p>
<p>Confira a programação <a href="https://www.fiepa.org.br/post/amazon-energy-divulga-programa%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Amazon Energy 2025 &amp; 2º Evento Pré-COP IBP</p>
<p><strong>Data:</strong> 25 e 26/06/25</p>
<p><strong>Horário: </strong>A partir de 8h, de acordo com a programação</p>
<p><strong>Local: </strong>Salão de Eventos da FIEPA, Tv. Quintino Bocaiúva, 1588 &#8211; Nazaré, Belém &#8211; PA</p>
<p>Inscrições podem ser feitas <a href="https://www.fiepa.org.br/event-details/amazon-energy-2025-2-evento-pre-cop-ibp-instituto-brasileiro-de-petroleo-e-gas-natural" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Publicações do IBP reforçam o compromisso com o Meio Ambiente e a Transição Energética</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/publicacoes-do-ibp-reforcam-o-compromisso-com-o-meio-ambiente-e-a-transicao-energetica/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 18:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao longo da semana, destacamos diversas ações do IBP e de nossos associados voltadas para a sustentabilidade e a proteção ambiental. Outra importante iniciativa do Instituto são as publicações técnicas, que abordam temas estratégicos relacionados à sustentabilidade, redução de emissões, energias renováveis e mitigação dos impactos ambientais no setor de óleo e gás. Confira abaixo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo da semana, destacamos diversas ações do IBP e de nossos associados voltadas para a sustentabilidade e a proteção ambiental. Outra importante iniciativa do Instituto são as publicações técnicas, que abordam temas estratégicos relacionados à sustentabilidade, redução de emissões, energias renováveis e mitigação dos impactos ambientais no setor de óleo e gás.</p>
<p>Confira abaixo algumas das principais publicações que trazem contribuições relevantes para a agenda ambiental e energética:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2025/04/12-a-tecnologias-ccus-no-brasil-portugues.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tecnologia CCUS e sua importância para a transição energética no Brasil:</strong></a> aborda a captura e armazenamento de carbono, fundamental para a redução de gases de efeito estufa.</li>
<li><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2025/04/15-a-mercado-de-carbono-no-brasil-portugues.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mercado de Carbono no Brasil:</strong></a> discute políticas climáticas e estratégias para redução das emissões no país.</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2024/05/a-importancia-dos-biocombustiveis-na-transicao-energetica-no-brasil-portugues.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Os biocombustíveis e a sua importância para a transição energética brasileira:</strong></a> foca em energias limpas e renováveis, com destaque para a diminuição da pegada de carbono.</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2025/04/09-energia-eolica-offshore-no-brasil-portuges-e-ingles.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Energia eólica no Brasil:</strong></a> apresenta o papel da energia eólica na diversificação da matriz energética e preservação ambiental.</li>
<li><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2025/04/13-a-eolicas-offshore-no-brasil-portugues.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Eólicas Offshore e o setor de O&amp;G:</strong></a> explora a integração das fontes renováveis ao setor de óleo e gás, reforçando a transição para uma matriz mais renovável.</li>
</ul>
<p>A missão do IBP é promover o progresso do setor de energia com foco no desenvolvimento de uma indústria de petróleo e gás competitiva e sustentável. O compromisso com a proteção ambiental é um pilar fundamental, especialmente no contexto de uma transição energética justa e segura.</p>
<p>Acompanhe amanhã a última notícia desta série especial para a Semana do Meio Ambiente. E, caso tenha perdido as publicações anteriores, confira abaixo:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.ibp.org.br/noticias/ibp-celebra-dia-do-meio-ambiente-com-curadoria-de-conteudos-ao-longo-da-semana/" target="_blank" rel="noopener"><strong>IBP celebra Dia do Meio Ambiente com curadoria de conteúdos ao longo da semana</strong><br />
</a></li>
<li><a href="https://www.ibp.org.br/noticias/associados-do-ibp-reforcam-o-compromisso-com-o-meio-ambiente/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Associados do IBP reforçam o compromisso com o Meio Ambiente</strong></a><em> </em></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Vozes da transição: IBP promove evento sobre COP30 para público jovem</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/vozes-da-transicao-ibp-promove-evento-sobre-cop30-para-publico-jovem/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2025 18:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[jovens profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 04 de junho, a partir das 13h30, o IBP promove, em sua sede, o evento “Vozes da Transição &#8211; Jovens em Diálogos com a COP 30”, que tem o objetivo de levar conhecimento aos jovens sobre a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, explorando temáticas como transição energética justa, descarbonização [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 04 de junho, a partir das 13h30, o IBP promove, em sua sede, o evento <strong>“Vozes da Transição &#8211; Jovens em Diálogos com a COP 30”</strong>, que tem o objetivo de levar conhecimento aos jovens sobre a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, explorando temáticas como transição energética justa, descarbonização e liderança no setor de energia. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/VozesdaTransicao" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>A programação vai abordar, entre outros assuntos, as expectativas para a realização da COP30 no Brasil, como a transição energética pode acelerar o alcance de metas globais de descarbonização e o uso de novas tecnologias, além do papel do jovem na construção de carreiras inovadoras e na transição para um mundo mais sustentável.</p>
<p>Estão confirmados nomes como <strong>Heloísa Borges</strong>, Diretora de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis da EPE; <strong>Cleusa Araújo</strong>, Gerente do Programa de Transição Energética da Shell Brasil; <strong>Otto Cavalcante</strong>, Analista de sustentabilidade na Constellation; <strong>Lázaro Ribas</strong>, Especialista de Novos Negócios e Biometano na Raízen; <strong>Jacopo Iorino</strong>, Senior Manager Communication na Equinor; <strong>Iuri Pinho</strong>, Managing Consultant na ERM; <strong>João Gabriel Lima</strong>, Coordenador de Meio Ambiente na Ipiranga; <strong>Emanuela Santos</strong>, Gerente Setorial do Programa de Carbono Neutro na Petrobras; <strong>Suzana Marques</strong>, Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento na Saipem; e <strong>Tamara Fain</strong>, Sócia na Catavento Consultoria.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Vozes da Transição &#8211; Jovens em Diálogos com a COP 30</p>
<p><strong>Data:</strong> 04/06/2025</p>
<p><strong>Horário:</strong> Das 13h30 às 17h</p>
<p><strong>Local:</strong> Sede do IBP</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Avenida Almirante Barroso, 52 – 26º andar &#8211; Centro, Rio de Janeiro &#8211; RJ, Brasil.</p>
<p>Inscrições gratuitas <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/VozesdaTransicao" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<item>
		<title>E-book da ROG.e 2024</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/publicacoes/e-book-da-rog-e-2024/</link>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 18:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[ROG.e]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>ROG.e 2024: IBP lança e-book com os destaques da programação</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/rog-e-2024-ibp-lanca-e-book-com-os-destaques-da-programacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 17:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[ROG.e]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está disponível para download o e-book com as principais discussões da ROG.e 2024, antiga Rio Oil &#38; Gas, um dos maiores eventos de energia do mundo, que foi realizado entre 23 e 27 de setembro daquele ano, na região portuária do Rio de Janeiro. A publicação, resultado da parceria com a Alter Conteúdo, é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível para <em>download</em> <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/EbookROG24" target="_blank" rel="noopener">o <em>e-book</em> com as principais discussões da <strong>ROG.e 2024</strong></a>, antiga Rio Oil &amp; Gas, um dos maiores eventos de energia do mundo, que foi realizado entre <strong>23 e 27 de setembro</strong> daquele ano, na região portuária do Rio de Janeiro.</p>
<p>A publicação, resultado da parceria com a Alter Conteúdo, é dividida em cinco capítulos: “<strong>Transição entre o avanço gradual e a urgência climática</strong>”; “<strong>Geopolítica em transformação</strong>”; “<strong>Inovar para conectar com o futuro</strong>”; “<strong>Estratégias e desafios para o equilíbrio da matriz energética</strong>”; e “<strong>O futuro do capital humano</strong>”.</p>
<p>Essa estrutura reflete um mundo em transformação, o que também foi captado pelo Comitê Organizador. Com o lema “<strong>Conectando energias</strong>”, a edição foi marcada por uma nova marca: a conferência, que já era conhecida do público há mais de 40 anos, trouxe o “e” para, além do petróleo e gás, incorporar as energias que moldarão o futuro.</p>
<p>Essa mudança se traduziu também nas discussões, com a inclusão de blocos temáticos, como “<strong>Soluções de Baixo Carbono</strong>”, “<strong>Pessoas, Cultura e Sociedade</strong>” e “<strong>Financiabilidade da Transição</strong>”. Os eventos paralelos também trouxeram novidades, como o <strong>iUP Innovation Connections</strong> – um espaço voltado inteiramente para inovação -, o <strong>Fórum de Diversidade, Equidade &amp; Inclusão</strong> e uma <strong>Arena de Renováveis e Biocombustíveis</strong>.</p>
<p>Acesse <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/EbookROG24" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a> o e-book da ROG.e 2024.</p>
<h4><strong>Principais <em>insights</em> sobre inovação </strong></h4>
<p>O iUP, hub de inovação da indústria de O&amp;G e energia, também lançou recentemente o e-book “<a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/EbookiUP24" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tendências e Inovação no Setor de Óleo e Gás</strong></a>”.</p>
<p>O material foi elaborado em parceria com a BIP a partir das discussões do <strong><em>iUP Innovation Connections</em></strong>, um espaço inteiramente dedicado à inovação na programação da <strong>ROG.e 2024</strong> – uma das novidades da edição.</p>
<p>O documento destaca a transformação digital no setor de O&amp;G, com uso intensivo de IA, IoT e Computação Quântica para otimizar operações, além de apontar avanços em manufatura aditiva e soluções sustentáveis, como o hidrogênio verde. Reforça, ainda, a importância da cultura de inovação e da formação de talentos. A colaboração entre governo, empresas, academia e sociedade é vista como essencial para escalar tecnologias e acelerar a transição energética.</p>
<p>Acesse aqui o e-book “<a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/EbookiUP24" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tendências e Inovação no Setor de Óleo e Gás</strong></a>”, do iUP.</p>
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		<item>
		<title>Rethinking transitioning away from oil and gas in a just, orderly, and equitable manner</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/publicacoes/rethinking-transitioning-away-from-oil-and-gas-in-a-just-orderly-and-equitable-manner/</link>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 20:41:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Setor de petróleo e gás reforça seu compromisso com a transição energética em evento pré-COP30 do IBP no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/setor-de-petroleo-e-gas-reforca-seu-compromisso-com-a-transicao-energetica-em-evento-pre-cop30-do-ibp-no-rio-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 18:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo “Transitioning away from fossil fuels in energy systems” foi lançado em parceria com IBP e ICS e produzido pela Catavento O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) realizou seu primeiro evento pré-COP-30, no dia 2 de abril, no Rio de Janeiro, com a presença de lideranças do setor, autoridades e especialistas. Na ocasião, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Estudo “Transitioning away from fossil fuels in energy systems” foi lançado em parceria com IBP e ICS e produzido pela Catavento</em></p>
<p>O <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> realizou seu primeiro evento pré-COP-30, no dia 2 de abril, no Rio de Janeiro, com a presença de lideranças do setor, autoridades e especialistas. Na ocasião, foi lançado o estudo <em>“<a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2025/04/2024-catavento-rethinking-transitioning-away-from-og-versao-final.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Transitioning away from fossil fuels in energy systems</strong></a>” </em>(Transição dos Combustíveis Fósseis nos Sistemas Energéticos). O documento foi produzido pela consultoria <strong>Catavento</strong>, em parceria com o <strong>IBP</strong> e o <strong>Instituto Clima e Sociedade (iCS)</strong>, para  contribuir com um debate mais amplo e assertivo das ações e o papel do segmento de O&amp;G na transição energética e descarbonização nas próximas décadas.</p>
<p>O presidente do IBP, <strong>Roberto Ardenghy</strong>, analisa que a COP30 é uma chamada para debater estes temas. “Temos a oportunidade de trilhar o caminho das reduções de emissões e fortalecer nossa posição da descarbonização, além de termos uma geração de recursos para financiabilidade de programas de diminuição de GEE e substituição futura dos combustíveis fósseis”, analisa o executivo.</p>
<p>Segundo ele, o petróleo e gás são, hoje, responsáveis por 80% da energia gerada globalmente. “A evolução energética é uma maratona: precisamos de uma preparação, encontrar caminhos e procurar estratégias. A transição não pode ser um processo de desequilíbrio social – as 77 milhões de pessoas mais ricas do planeta emitem cerca de 16% de GEE. Rejeitamos a ideia de que o setor de petróleo e gás não deve participar de fóruns públicos, porque temos contribuições para a descarbonização e transição energética”, conclui.</p>
<p>Sobre o estudo, <strong>Ardenghy</strong> comenta que “Desde a COP28, em Dubai, quando começou nosso diálogo sobre o estudo &#8216;<em>Transitioning Away</em>&#8216;, nossa análise tem um perfil acadêmico e bem fundamentado para promover informações para o debate necessário da transição energética global”</p>
<p><strong>Victoria Santos</strong> (gerente de energia e indústria do ICS) ressalta todo apoio ao papel dos biocombustíveis, além de combustíveis mais avançados, e como devemos ampliar esta plataforma na cadeia de energia para apoiar a descarbonização global.</p>
<p><strong>Alice Amorim</strong> (chefe da assessoria extraordinária do COP30) comentou que “este é o primeiro insumo de outros que virão, para que a gente comece a tirar do papel aquilo que foi acordado na COP28, em Dubai”. Ela indica que a transição ainda não é totalmente compreendida. “Qual é a escala que a gente precisa atingir? Tem uma série de dimensões no processo de transição e precisamos entender para conduzir da melhor forma possível”, completou.</p>
<h4><strong>Um chamado para a transição energética</strong></h4>
<p><strong>Clarissa Lins</strong>, sócia-fundadora da Catavento, apresentou o estudo e disse que grandes produtores e emissores de gases de efeito estufa, caso de Estado Unidos e Rússia, colocam em risco a gestão de US$ 350 bilhões em ativos.</p>
<p>Segundo a executiva, este fato ocorre por existir o risco de as economias destas nações serem fortemente impactada em um ambiente mais restrito de carbono no futuro próximo. Este cenário gera, especialmente, uma possível modificação na formulação de políticas públicas globais e é diretamente conectado com o acesso de poupança interna e fundos globais, que são essenciais para a financiabilidade da transição e podem ser encarecidas em termos de crédito por notas de agências internacionais de rating.</p>
<p>“Avaliamos no estudo os produtores e consumidores, que nos levaram ao contexto de 11 países em 7 regiões diferentes do planeta, para termos um equilíbrio e uma mostra robusta do mercado de O&amp;G global relacionada com a transição energética”, avalia <strong>Clarissa</strong>. Ela defende que é essencial entender a demanda e oferta, além da necessidade de análise de cinco dimensões para compreender todos os processos de transição energética: relevância da produção de petróleo e gás (como contribui para pauta de exportação, riqueza e PIB em cada país), competitividade, segurança energética, perfil de emissões e resiliência social (como as mudanças devem ser organizadas e promovidas no longo prazo).</p>
<h4><strong>Descarbonização: compromisso do setor privado</strong></h4>
<p>A diretora executiva de Exploração e Produção (E&amp;P) da Petrobras, <strong>Sylvia Anjos</strong>, destacou a posição diferenciada do país no cenário global. “No Brasil, o setor de energia (considerando transportes e outros) responde por 20% das emissões. Quando se olha mais especificamente para exploração e produção de óleo e gás, a nossa indústria responde por apenas 2% das emissões”, observou a executiva.</p>
<p><strong>Flavio Rodrigues</strong> (Vice-presidente de Relações Corporativas e Sustentabilidade de Shell) comentou que a empresa produziu um estudo durante oito meses em 2024 e concluiu que é necessário maior sinergia com as resoluções do Acordo de Paris. “O Brasil poderá ser um líder da transição energética e ser o primeiro a alcançar o <em>netzero</em> em 2050. Temos debatido o impacto da Inteligência Artificial nos próximos anos em virtude do aumento da demanda por energia neste campo da tecnologia”, avalia.</p>
<p><strong>Andres Guevara</strong> (presidente da bp no Brasil) aponta que a empresa tem foco em soluções de baixo carbono – com etanol e SAF – que estão alinhados com operações de petróleo da companhia em estágio de descarbonização. “O Brasil é um país privilegiado com um petróleo no pré-sal muito competitivo, renováveis e uma política clara para abrir alternativas de tecnologias verdes, por meio do programa Combustível do Futuro”, analisa.  Olivier Bahabanian (presidente da TotalEnergies) analisa que devemos descarbonizar o setor de petróleo e gás em escala e maior velocidade.</p>
<p><strong>Viviana Coelho</strong> (gerente executiva de mudança climática da Petrobras) indica que o petróleo é um insumo que está presente na conjuntura do <em>netzero</em> para as próximas décadas. “Devemos questionar como devemos nos inserir na cadeia de energia global e como podemos analisar a evolução energética. Precisamos de dados para avaliar todo este cenário”, complementa. <strong>Paulo Van der Ven</strong> (diretor de Operações e Logística da Equinor Brasil) analisou que a jornada de transição deve ser aprofundada e estar alinhada com o desenvolvimento de novas tecnologias verdes e rotas de desenvolvimento para inovação em descarbonização.</p>
<p><strong>Fernanda Scoponi</strong> (gerente de desenvolvimento de negócios renováveis da TotalEnergies) analisa que o portfólio corporativo estará mais direcionado para energias sustentáveis e reforçou que o Brasil tem políticas bem estruturadas para produção de petróleo, proporcionando segurança jurídica aos investimentos de longo prazo. <strong>Willian Nozak</strong> (gerente executivo de gestão integrada de transição energética da Petrobras) analisou que a transição energética é um compromisso na Petrobras. Ele lembrou que o Diesel R, combustível renovável, que tem conquistado escala no mercado. <strong>Nozak </strong>ainda citou que é essencial a modelagem de um sistema de armazenamento e captura de carbono (CCUS) em projetos dedicados onshore e offshore.</p>
<p><strong><em>Transitioning away from fossil fuels in energy systems</em></strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2025/04/2024-catavento-rethinking-transitioning-away-from-og-versao-final.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Estudo completo</strong></a></li>
<li><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2025/04/2024-catavento-factsheet-transitioning-away-from-oil-and-gas-1.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Fact-sheet </em></strong></a></li>
</ul>
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		<title>IBP apoia o lançamento de estudo da consultoria Catavento sobre a transição energética  de óleo e gás</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 02:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Análise aborda que critérios devem ser adotados para definir que países estão mais preparados para iniciar seu distanciamento da produção e consumo  de O&#38;G  Alcançar as metas estabelecidas nos acordos climáticos é um compromisso de todos e o setor de óleo e gás tem contribuído nesse processo reduzindo suas emissões com investimentos cada vez mais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Análise aborda que critérios devem ser adotados para definir que países estão mais preparados para iniciar seu distanciamento da produção e consumo  de O&amp;G  </em></p>
<p>Alcançar as metas estabelecidas nos acordos climáticos é um compromisso de todos e o setor de óleo e gás tem contribuído nesse processo reduzindo suas emissões com investimentos cada vez mais robustos em inovação, tecnologia, eficiência energética, energias renováveis e soluções baseadas na natureza. Para auxiliar o setor na tomada de decisões com vistas a acelerar esse processo, o estudo “<em>Transitioning away</em> <em>from fossil fuels in energy systems”</em> <span data-teams="true">&#8211; realizado pela consultoria Catavento em parceria com o IBP e o Instituto Clima e Sociedade (iCS) &#8211; </span> será lançado no dia 2 de abril, em primeiro evento preparatório para a COP-30, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O estudo visa auxiliar empresas e governos a definir critérios e aprimorar esforços que viabilizem ações para a garantia da segurança energética e também para a redução das emissões, além de apresentar para a sociedade reflexões sobre como o setor de óleo e gás pode contribuir para uma transição energética justa, equilibrada e equitativa.</p>
<p>“Queremos mostrar que também somos parte da solução para atingir as metas de redução de emissões e discutir com todos os atores públicos e privados a melhor forma de conduzir o processo de transição. Uma das reflexões trazidas pelo estudo está em reduzir a oferta de óleo e gás simultaneamente com a demanda para evitar impactos econômicos, sociais e de oferta de energia segura. Dessa forma faremos uma transição energética justa para todos”, ressaltou Roberto Ardenghy, presidente do IBP.</p>
<h4><strong>Impactos econômicos</strong></h4>
<p>O levantamento avaliou onze países de sete regiões diferentes considerando cinco categorias de critérios com o objetivo de fornecer uma visão ampla sobre a indústria de óleo e gás, assim como sua contribuição para o desenvolvimento global. Um dos indicadores que reforça a relevância da atividade de O&amp;G é o seu papel socioeconômico. Entre 2018 e 2022, por exemplo, cerca de 50% das receitas do setor (US$ 8,5 trilhões) foram destinadas aos governos, principalmente em forma de impostos.</p>
<p>A indústria também é uma grande empregadora. Só em 2023, o emprego no fornecimento de O&amp;G alcançou 12,4 milhões de pessoas (18% do setor de energia), sendo 8,2 milhões em petróleo e 4,2 milhões em gás natural. No mesmo ano, o setor de óleo e gás respondeu por 51% da matriz energética global e cerca de 60% da geração global de eletricidade.</p>
<h4><strong>Descarbonização</strong></h4>
<p>Os cenários avaliados apontam ainda para uma demanda considerável por óleo e gás com sua participação na matriz energética global nos níveis atuais nas próximas décadas. E como forma de reduzir a emissão de gases de efeito estufa durante o período de grande demanda, a indústria tem como estratégia investir cada vez mais em projetos para aumentar a eficiência energética nas operações e implementar em larga escala tecnologias de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS). Nesse contexto, os países e empresas que produzirem petróleo com uma menor intensidade de carbono, como no Brasil, estarão melhor posicionados no mercado global de energia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A necessária aprovação da regulação de Eólicas Offshore</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 19:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[eólicas offshore]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A consolidação de uma economia de baixo carbono demanda a diversificação de fontes de energia renovável de maneira gradual, além de viável técnica e economicamente. No processo de transição energética, em que o setor de óleo e gás tem papel estratégico no desenvolvimento de novas soluções e tecnologias, a geração de energia via eólicas offshore [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A consolidação de uma economia de baixo carbono demanda a diversificação de fontes de energia renovável de maneira gradual, além de viável técnica e economicamente. No processo de transição energética, em que o setor de óleo e gás tem papel estratégico no desenvolvimento de novas soluções e tecnologias, a geração de energia via eólicas offshore é fundamental para a segurança energética e a redução de emissões.</p>
<p>Nesse contexto, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), principal representante do setor de petróleo, gás e energia, ressalta a urgência  de se aprovar, ainda este ano, o <strong>Projeto de Lei 576/21</strong>, que regula as atividades de eólicas offshore e está em tramitação no Senado.</p>
<p>A expectativa é que, com a aprovação do PL, em 2024, seja possível realizar o primeiro leilão de área de eólicas offshore no Brasil já em 2025, ocasião em que Brasil irá sediar a COP 30, com um potencial de gerar R$ 25 bilhões de investimentos nos próximos quatro anos, além de milhares de novos empregos. A criação do arcabouço regulatório é vista como marco-chave para alavancar o mercado de eólicas offshore e trazer esses investimentos para o Brasil e gerar novos empregos na nova economia de baixo carbono.</p>
<p>Dados do IBAMA mostram que o país tem 243 GW em projetos de eólica offshore com licenciamento ambiental em andamento. Isso mostra que empresas e investidores apostam no potencial brasileiro, mas para construir um mercado sustentável e com segurança jurídica é preciso criar um marco regulatório.</p>
<p>Caso o PL não seja aprovado em 2024, o Brasil corre o risco de atrasar a organização do leilão, adiando o início de quase 100 projetos em fase de estudos e licenciamento no IBAMA, a atração de capital e, até mesmo, perdendo esses investimentos para mercados que estão em um estágio regulatório mais avançado.</p>
<p>As eólicas offshore representam uma nova indústria com grande potencial no país e oportunidade para consolidar o Brasil como protagonista no cenário global de energias renováveis. Além das vantagens climáticas da energia gerada pelas eólicas offshore, essa nova indústria é um importante vetor para geração de emprego e renda.</p>
<p>De acordo com relatório do Banco Mundial, o Brasil tem potencial para criar mais de 516 mil empregos equivalentes em tempo integral até 2050, com um valor agregado bruto de US$ 168 bilhões com o desenvolvimento da energia eólica offshore. Estima-se que, para cada 1 GW de geração eólica <em>offshore</em>, são criados 14.600 postos de trabalho ao longo de toda cadeia produtiva, que vai desde a fabricação das turbinas até o descomissionamento de áreas anos depois.</p>
<p>É importante destacar que o Brasil possui condições ideais para explorar o potencial dessa fonte energética, pois possui uma extensa região costeira de 7.491 km e 3,6 milhões de km² de espaço marítimo.</p>
<p>Vale ressaltar também as vantagens das eólicas offshore sob a ótica de segurança energética em um cenário de crescimento acelerado da economia e reindustrialização verde. Nesse contexto, o setor de óleo e gás tem grande sinergia com o segmento eólico, especialmente pela sua expertise e todo o conhecimento acumulado nas suas operações offshore. Desta forma, está preparado para atuar no desenvolvimento desta nova fonte de energia.</p>
<p>O IBP ressalta seu compromisso com o desenvolvimento com a transição energética, apoiando o PL 576/21, especialmente pelas medidas de estímulo ao aumento da geração de energia por fontes renováveis, consolidando o Brasil como um dos líderes do desenvolvimento de uma economia global de baixo carbono.</p>
<p>Por fim, o Instituto reforça que a demora na estruturação de um arcabouço regulatório consistente pode levar os investidores internacionais, pressionados por prazos cada vez mais curtos para a descarbonização, priorizarem investimentos em outros países, levando a um subaproveitamento da fonte no Brasil.</p>
<p>As eólicas offshore serão um marco importante a ser apresentado pelo Brasil na COP 30, mostrando o compromisso do País com a descarbonização, definido na COP 28 em Dubai.</p>
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