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	<title>transporte &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>O transporte de gás natural é um diferencial competitivo no novo mercado de gás</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 14:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abertura do mercado promove investimentos, segunda Atgás O papel dos gasodutos na competitividade e na confiabilidade do sistema de transporte de gás natural foi destaque na plenária do segundo dia da Rio Pipeline. Os impactos da perspectiva de conexão com novas fontes de suprimento, a entrada de novos players, a partir da abertura do mercado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Abertura do mercado promove investimentos, segunda Atgás</em></p>
<p>O papel dos gasodutos na competitividade e na confiabilidade do sistema de transporte de gás natural foi destaque na plenária do segundo dia da Rio Pipeline. Os impactos da perspectiva de conexão com novas fontes de suprimento, a entrada de novos <em>players</em>, a partir da abertura do mercado de gás natural, e na atividade de transporte, foram alguns dos temas abordados durante o congresso.</p>
<p><strong>Rogerio Manso</strong>, presidente da ATGás, ressaltou que a “abertura é feita em um mercado para promover investimentos, estimular aportes na cadeia como um todo, sem esquecer que isso anda de mãos dadas com a regulação”.</p>
<p><strong>Sébastien Lahouste</strong>, presidente da Fluxys Brasil, reforçou a importância do mercado ter uma regulação clara, estável e forte. “A atividade de transporte requer regulação ativa e atenta de forma a garantir eficiência. Isso ajuda a tomar decisões de investimentos.”</p>
<p>Já <strong>Emmanuel Delfosse</strong>, CEO da EDF Norte Fluminense, destacou que o setor elétrico precisa de energia competitiva e segura. “Nesse contexto, as termelétricas podem ajudar pelo vetor econômico. Do ponto de vista de entrega, as termelétricas têm maior firmeza e segurança.”</p>
<p><strong>Thiago Arakaki,</strong> diretor de Gás Natural da Galp, reforçou a importância do setor de transporte para o mercado como um todo. “É consenso entre produtores que o transporte tem que ser o veículo entre a demanda e a oferta.”</p>
<p>Do ponto de vista do órgão regulador, <strong>Heloise Costa</strong>, assessora da diretoria da ANP, pontuou que a atividade de regulação não se restringe somente a regulamentar, mas envolve também a fiscalização. “No processo de abertura, precisamos lidar ainda a autorização de novos comercializadores, chamadas públicas, ter um olhar amplo para que essa engrenagem funcione e tenhamos bons resultados.”</p>
<p><strong>Gás para a descarbonização da indústria </strong></p>
<p>Reforçando a importância do gás natural para a descarbonização do setor industrial e de transporte durante o CEO Talks, <strong>Gustavo Labanca</strong>, CEO da TAG, afirmou que “Podemos trocar os processos industriais a carvão por gás, o transporte de cargas e passageiros também pode ser descarbonizado pelo gás natural e a TAG tem ações robustas para se descarbonizar”.</p>
<p>Perguntado sobre os relevantes investimentos que precisam ser feitos para alavancar o transporte de gás através de dutos, Labanca citou os dados da EPE que mostram que apenas 30% da tarifa final paga pelos consumidores, é em função da infraestrutura de movimentação em terra. “Temos que prestar atenção na divisão dos custos: 50% está no preço da molécula e 20% são tributos, 13% é transporte e 17% distribuição, então não é o transporte o principal preço pago pelo consumidor final”, afirmou o executivo.</p>
<p>Labanca falou também sobre a importância da abertura do mercado de gás e da entrada de novos players no mercado: “Nos últimos dois anos na TAG, podemos perceber uma evolução muito grande. E temos ainda muito trabalho para fazer com coordenação, alinhamento e esforço de toda a cadeira”, disse.</p>
<p><strong>Segurança em dutos</strong></p>
<p>A discussão sobre segurança e gerenciamento de riscos associados à operação de dutos de transporte foi destaque no evento. <strong>Alexandre Glitz</strong>, consultor do Chemical Center for Process Safety (CCPS), disse que “estamos reforçando aqui a importância do tema classe de locação para a gestão da integridade e segurança operacional”.</p>
<p>Enquanto <strong>Erica Oliveira,</strong> da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, explicou que a agência decidiu “após falar com agentes do setor, receber projetos pilotos fundamentados em normas internacionais baseados em gerenciamento de risco”.</p>
<p><strong>Pedro Géa</strong>, coordenador de integridade da NTS, que tem uma malha de mais de 2 mil km de gasodutos, declarou que a empresa enfrenta os problemas de mudança de classe de locação com investimento em tecnologia. “Fazemos avaliações da malha com imagens de satélite e estudos que projetam como ficará o em torno do gasoduto, o que vai mudar e o que pode ser feito a respeito.&#8221;</p>
<p>Uma vez que o objetivo da classe de locação é proteger o duto da ação de terceiros, <strong>Vicente Thiago</strong>, gerente de integridade de ativos da TBG, lembrou que em algumas regiões residências e indústrias foram construídas muito próximo dos gasodutos. Neste cenário, ele enfatizou a importância de regras governamentais para o uso e a ocupação dos solos, como forma de proporcionar mais segurança para todos.</p>
<p><strong>A Rio Pipeline 2023</strong> tem patrocínio master da Petrobras; o patrocínio platinum da Transpetro, NTS, TAG e TBG; o patrocínio ouro da Tenaris; patrocínio bronze da PRIO; patrocínio cobre da GERDAU, Álvaro Aguiar Engenharia, Solar Turbines, Tory Tech; patrocínio Premium Arena da DNV e SLB/ENIVIBES; patrocínio Special Arena da Geogas, Rosen, Optasense e TDW, parceria de mídia do Pipeline Technology Journal e da epbr; apoio de mídia da Petro&amp;Química, TN Petróleo e World Pipelines; apoio institucional da ABCM, AbeGás, Abemi, AbesPetro, Abendi, ABH2, Abimaq, Abitam, Abraco, Abramam, Arpel, Atgás, Brazil-Texas Chamber of Commerce, CTDUT, CTFF, YPI e YPP. Além disso, o evento conta ainda com o apoio do Governo Federal.</p>
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		<title>Rio Pipeline 2023 começa no próximo dia 8 e discutirá o futuro da indústria</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/rio-pipeline-2023-comeca-dia-8-agosto-23/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Aug 2023 11:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[dutos]]></category>
		<category><![CDATA[dutos industriais]]></category>
		<category><![CDATA[gasodutos]]></category>
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		<category><![CDATA[logística]]></category>
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		<description><![CDATA[Principais representantes do setor debaterão o novo mercado de energia no Brasil O Rio de Janeiro receberá, de 8 e 10 de agosto deste ano, a 13ª edição da Rio Pipeline 2023. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) na EXPO MAG, no Rio de Janeiro, o evento faz parte do calendário internacional [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p style="text-align: center;"><em>Principais representantes do setor debaterão o novo mercado de energia no Brasil</em></p>
<p>O Rio de Janeiro receberá, de 8 e 10 de agosto deste ano, a 13ª edição da <a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Pipeline 2023</strong></a>. Promovido pelo <strong>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)</strong> na EXPO MAG, no Rio de Janeiro, o evento faz parte do calendário internacional de conferências sobre o mercado de dutos no Brasil e no mundo. Sob o lema “Conhecimento e Energia para um novo mercado”, a abertura terá a presença de <strong>Roberto Ardenghy</strong>, presidente do IBP; do <strong>Senador Laércio Oliveira</strong> (PP-PE); <strong>Rodolfo Henrique Saboia,</strong> diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP); <strong>Rogério Mans</strong>o, presidente da ATGás; e <strong>Angela Regina Livino</strong>, presidente interina da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Nos demais dias, CEOs e convidados vão aprofundar o entendimento da abertura do mercado de gás no Brasil, discutir a expansão do setor com a entrada de novos agentes e abordar a confiabilidade e competitividade da indústria.</p>
<p>No primeiro dia, além da conferência de abertura, os CEO Talks terã<strong>o Claudio Romeo Schlosser</strong>, da Petrobras, com moderação de Roberto Ardenghy; <strong>Erick Portela Pettendorfer</strong>, da NTS, com moderação de <strong>Cristina Pinho</strong>, ex-diretora-executiva corporativa do IBP e consultora do mercado de óleo e gás; e <strong>Sérgio Bacci</strong>, da TRANSPETRO, com moderação de <strong>Wagner Victer</strong>, ex-secretário de Energia, Indústria Naval e Petróleo do Rio de Janeiro e atual consultor da presidência da Petrobras. Ardenghy ressalta a <strong>presença de agentes estratégicos e especialistas na Pipeline</strong>. “Nossa indústria atingiu níveis de excelência, de segurança operacional e responsabilidade ambiental graças a todos os profissionais da área. É uma honra tê-los conosco para <strong>discutir um setor em constante evolução</strong>”, define o presidente do IBP.</p>
<p>Ao longo da Pipeline 2023, Gustavo Labanca, <strong>diretor-presidente da TAG</strong>; Erik da Costa Breyer,<strong> diretor-presidente da TBG</strong>; Philippe Darcis, <strong>Pipeline Technology Senior Director da TENARIS</strong>; Emmanuel Delfosse, EDF; e Sébastien Lahouste, <strong>diretor-presidente da Fluxys Brasil</strong>, compartilharão conhecimento sobre as novas demandas do mercado e como elas tendem a <strong>impulsionar a expansão da infraestrutura dutoviária no país</strong>, estabelecendo uma nova dinâmica comercial, com efeitos multiplicadores na cadeia de fornecedores e na economia nacional.</p>
<p><strong>Sylvie D’Apote</strong>, diretora-executiva de Gás Natural do IBP e uma das moderadoras do evento, destaca a importância das plenárias. “Vamos focar nos novos projetos em produção de gás e a necessidade de crescimento da demanda. O <strong>aumento de oferta e da demanda é premissa fundamental para destravar investimentos em toda a cadeia:</strong> escoamento, processamento, transporte e distribuição”, adiantou Sylvie, que evidencia ainda a importância da clareza e previsibilidade no setor de dutos. No cenário atual, a definição de novos investimentos precisa prever, por exemplo, transportar outros tipos de gases ou outros tipos de combustíveis líquidos, como os <em>emerging fuels</em>, que são temas de plenárias nesta edição.</p>
<h3><strong>A maior feira da América Latina do mercado de dutos</strong></h3>
<p>Os números da Pipeline 2023 revelam o nível de detalhamento da conferência e a magnitude do evento. No total, além das cerimônias de abertura e encerramento, serão cinco CEO Talks, quatro plenárias, 12 sessões especiais, três workshops, 212 trabalhos técnicos de 15 países diferentes, 14 trabalhos e palestras convidadas e mais de 90 horas de palestras e conteúdo técnico oferecido ao público inscrito. Além disso, no período da tarde dos três dias de evento, o público em geral (inclusive não inscritos na feira) poderá acessar, gratuitamente, o material exibido por cerca de 70 expositores, que representam um aumento de 40% em relação a 2019.</p>
<p>Idarilho Nascimento, diretor de Relações Institucionais na Tenaris e Chair do Comitê Organizador da Rio Pipeline 2023, aponta como a Rio Pipeline se tornou referência no calendário internacional de eventos. “Um dos principais objetivos que definimos foi a internacionalização. Para isso, criamos quatro comitês: um organizador, um técnico, um internacional e um estratégico”, explica Idarilho, que compartilha a organização da Pipeline com Wong Loon, atual chair do Comitê Estratégico da Rio Pipeline 2023.</p>
<p>Wong diz que a feira é uma excelente oportunidade para engenheiros, gerentes e executivos de pipeline e logística, pois antecipa as oportunidades futuras deste mercado. “Um país continental como o Brasil está em constante crescimento para o interior e esse desenvolvimento econômico é sinônimo de dutos, responsáveis pelos transportes de altos volumes em grandes distâncias”, aposta.</p>
<p>A Rio Pipeline 2023 também terá sessões especiais, com espaço para a discussão da representatividade feminina na indústria de dutos do país, as <em>women pipeliners</em>, além do transporte dutoviário diante das mudanças climáticas, os novos desenvolvimentos offshore pelas novas operadoras, licenciamento ambiental e integração energética regional.</p>
<p>A edição 2023 da Rio Pipeline conta com patrocínio master da Petrobras; o patrocínio platinum da Transpetro, NTS, TAG e TBG; o patrocínio ouro da Tenaris; patrocínio bronze da PRIO; patrocínio cobre da GERDAU, Álvaro Aguiar Engenharia, Solar Turbines, Tory Tech; patrocínio Premium Arena da DNV e SLB/ENIVIBES; patrocínio Special Arena da Geogas, Rosen, Optasense e TDW, parceria de mídia do Pipeline Technology Journal e da epbr; apoio de mídia da Petro&amp;Química, TN Petróleo e World Pipelines; apoio institucional da ABCM, AbeGás, Abemi, AbesPetro, Abendi, ABH2, Abimaq, Abitam, Abraco, Abramam, Arpel, Atgás, Brazil-Texas Chamber of Commerce, CTDUT, CTFF, YPI e YPP. Além disso, o evento conta ainda com o apoio do Governo Federal.</p>
<p><strong>Serviço RIO PIPELINE 2023</strong></p>
<p><strong>Data</strong>: 8 a 10 de agosto de 2023</p>
<p><strong>Horários:</strong><br />
Credenciamento a partir das 8h<br />
Cerimônia de abertura (somente dia 08/08): das 8h30 às 9h30<br />
Congresso: das 9h às 18h<br />
Exposição (aberta ao público): das 12h às 20h</p>
<p><strong>Local</strong>: EXPO MAG &#8211; R. Beatriz Larragoiti Lucas, s/n &#8211; Cidade Nova, Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Lema do evento:</strong> Conhecimento e Energia para um novo mercado</p>
<p>Mais informações <a href="https://www.riopipeline.com.br/">aqui</a></p>
</div>
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		<title>Emissões de CO2 no setor de transporte e projeção no cenário SDS</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/emissoes-de-co2-no-setor-de-transporte-e-projecao-no-cenario-sds/</link>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 14:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Daudt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[emissões]]></category>
		<category><![CDATA[SDS]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-059.png"><img src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-059.png" alt="" width="1058" height="635" class="aligncenter size-full wp-image-163339" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-059.png 1058w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-059-300x180.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-059-90x54.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-059-60x36.png 60w" sizes="(max-width: 1058px) 100vw, 1058px" /></a></p>
<p>Em 2018, o setor de transporte foi responsável pela emissão de 8 Gt de CO2, dos quais 45% pelo modal de veículos de passageiros, seguido pelo frete rodoviário com 29%. No cenário Sustainable Development Scenario (SDS), desenhado pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), as emissões do setor cairão para cerca de 7,3 GtCO2 até 2030. O crescimento das vendas de veículos elétricos, maior penetração dos biocombustíveis e medidas de melhoria de eficiência energética serão essenciais para redução das emissões.</p>
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		<title>Transportadoras de gás natural no país integram operações</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/clippings/transportadoras-de-gas-natural-no-pais-integram-operacoes/</link>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 16:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[gasoduto]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

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		<item>
		<title>Consumidor livre de gás, abertura do refino e transição energética demandarão expansão da rede de dutos</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 12:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Vieira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[dutos]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Pipeline]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais informações: <a href="http://www.riopipeline.com.br">www.riopipeline.com.br</a> .]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A perspectiva do aumento da oferta de gás natural, aliada ao avanço regulatório nos estados e a entrada de novos fornecedores a partir no <strong>Novo Mercado de Gás Natural</strong> são pontos cruciais para o desenvolvimento do mercado livre. Essas questões foram debatidas no painel “Mercado de gás natural e consumidores livres”, nesta quinta-feira (11/11), no terceiro e último dia da <a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Rio Pipeline 2021</a>.</p>
<p>Para <strong>José Carlos Broisler Oliver</strong>, diretor da Compass, a abertura do mercado de gás vai aumentar a competição, reduzir custo e trazer benefícios aos clientes. “Cada país precisa desenvolver sua própria regulação e a abertura tem a ver com a maturidade do mercado, condições políticas, de legislação”. Broisler ressaltou que para ter sucesso é preciso ter infraestrutura e a disponibilidade da molécula.</p>
<p>Pelos grandes consumidores, <strong>Pedro Henrique Gomes Teixeira</strong>, Vice-Presidente Jurídico e de Relações Institucionais da Ternium, disse existir demanda para o gás natural. “Se houver disponibilidade do gás, as grandes indústrias estão preparadas, dispostas a assinar contratos longos, e que podem viabilizar as demais infraestruturas para o tratamento e a distribuição do gás até o consumidor final”.</p>
<p>A nova Lei do Gás e os desinvestimentos de ativos pela Petrobras criam um ambiente de negócios muito desafiador no atual mercado brasileiro. Para <strong>Cristina Sayão</strong>, gerente de Assuntos Regulatórios da TAG, “a nova Lei do Gás é uma transformação em curso”, com muitas possibilidades para o mercado. “Podemos chegar a um círculo virtuoso, com maior disponibilidade da molécula, redução de tarifas e estímulo ao investimento”, afirmou a executiva, acrescentando que a TAG segue este caminho baseado em três pilares: acesso, integração e liquidez.</p>
<p>O desinvestimento da Petrobras no refino também deverá ser impulsionador de demandas para a expansão da infraestrutura dutoviária no país, com a entrada de novos players e uma nova dinâmica comercial de derivados, a partir da busca de novos mercados para os produtos das refinarias privadas. “Esperamos uma maior competição no refino através da infraestrutura dutoviária, com rotas de dutos associadas às refinarias que farão parte do programa de desinvestimento da Petrobras”, destacou <strong>Marcus D´Elia</strong>, da consultoria Leggio.</p>
<p>O processo de transição energética também criará oportunidades para o segmento de dutos. Até 2050, a demanda por redes dutoviárias aumentará cem vezes em relação a hoje, segundo previsão feita por <strong>Alex Imperial,</strong> VP da DNV para Mercados de Energia para a América do Sul. Para Imperial, a maior parte desta expansão será por gasodutos, embora a demanda por hidrogênio dispare.</p>
<p>Neste cenário, Imperial destaca as muitas oportunidades que deverão surgir para novos dutos ou dutos reformados e adaptados. Além de gás ou hidrogênio, também haverá espaço para dutos de CO2, dentro dos preceitos CCS (sequestro e armazenamento de carbono, em português). Em linha com o executivo da DNV, <strong>Michael Templin</strong>, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Wood, será necessária muita estrutura dutoviária para atender a demanda até 2050, destacando gasodutos, dutos para hidrogênio e CO2.</p>
<p>No último dia do evento, a <strong>American Society of Mechanical Engineers (ASME)</strong> divulgou o vencedor do <a href="https://www.asme.org/about-asme/honors-awards/unit-awards/global-pipeline-award" target="_blank" rel="noopener">Global Pipeline Award</a>, prêmio que reconhece as melhores soluções apresentadas pelas empresas na área de transporte dutoviário. A empresa vencedora foi a <strong>TC Energy</strong> com o projeto “Plausible Profile (Psqr) Model for Metal-loss Corrosion Assessment”. Concorreram também ao prêmio as  finalistas Eddyfi, Enbridge, Rosen e Trapil.</p>
<p>A Rio Pipeline, um dos mais importantes eventos do segmento de dutos do mundo, acontece neste ano de modo virtual. <strong>O evento encerrou hoje com a participação de 1.580 congressistas de 27 países, 102 palestrantes e mais de 30 horas de conteúdo.</strong></p>
<p>O evento tem patrocínio da Petrobras, NTS, Rosen, TAG, TBG, ATGÁS, AMPP, Compass, Herrenknecht, Tenaris, Wood e Elastomeros, e conta com a participação do Governo Federal.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.riopipeline.com.br">www.riopipeline.com.br</a> .</p>
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		<title>Consumidor livre de gás, abertura do refino e transição energética demandarão expansão da rede de dutos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 21:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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		<description><![CDATA[Possibilidade de crescimento do mercado livre, aliada à competição por novas rotas dutoviárias para o refino e ao uso de CO2 e hidrogênio devem estimular o setor de dutos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A perspectiva do aumento da oferta de gás natural, aliada ao avanço regulatório nos estados e a entrada de novos fornecedores a partir no <strong>Novo Mercado de Gás Natural</strong> são pontos cruciais para o desenvolvimento do mercado livre. Essas questões foram debatidas no painel “Mercado de gás natural e consumidores livres”, nesta quinta-feira (11/11), no terceiro e último dia da <a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Rio Pipeline 2021</a>.</p>
<p>Para <strong>José Carlos Broisler Oliver</strong>, diretor da Compass, a abertura do mercado de gás vai aumentar a competição, reduzir custo e trazer benefícios aos clientes. “Cada país precisa desenvolver sua própria regulação e a abertura tem a ver com a maturidade do mercado, condições políticas, de legislação”. Broisler ressaltou que para ter sucesso é preciso ter infraestrutura e a disponibilidade da molécula.</p>
<p>Pelos grandes consumidores, <strong>Pedro Henrique Gomes Teixeira</strong>, Vice-Presidente Jurídico e de Relações Institucionais da Ternium, disse existir demanda para o gás natural. “Se houver disponibilidade do gás, as grandes indústrias estão preparadas, dispostas a assinar contratos longos, e que podem viabilizar as demais infraestruturas para o tratamento e a distribuição do gás até o consumidor final”.</p>
<p>A nova Lei do Gás e os desinvestimentos de ativos pela Petrobras criam um ambiente de negócios muito desafiador no atual mercado brasileiro. Para <strong>Cristina Sayão</strong>, gerente de Assuntos Regulatórios da TAG, “a nova Lei do Gás é uma transformação em curso”, com muitas possibilidades para o mercado. “Podemos chegar a um círculo virtuoso, com maior disponibilidade da molécula, redução de tarifas e estímulo ao investimento”, afirmou a executiva, acrescentando que a TAG segue este caminho baseado em três pilares: acesso, integração e liquidez.</p>
<p>O desinvestimento da Petrobras no refino também deverá ser impulsionador de demandas para a expansão da infraestrutura dutoviária no país, com a entrada de novos players e uma nova dinâmica comercial de derivados, a partir da busca de novos mercados para os produtos das refinarias privadas. “Esperamos uma maior competição no refino através da infraestrutura dutoviária, com rotas de dutos associadas às refinarias que farão parte do programa de desinvestimento da Petrobras”, destacou <strong>Marcus D´Elia</strong>, da consultoria Leggio.</p>
<p>O processo de transição energética também criará oportunidades para o segmento de dutos. Até 2050, a demanda por redes dutoviárias aumentará cem vezes em relação a hoje, segundo previsão feita por <strong>Alex Imperial,</strong> VP da DNV para Mercados de Energia para a América do Sul. Para Imperial, a maior parte desta expansão será por gasodutos, embora a demanda por hidrogênio dispare.</p>
<p>Neste cenário, Imperial destaca as muitas oportunidades que deverão surgir para novos dutos ou dutos reformados e adaptados. Além de gás ou hidrogênio, também haverá espaço para dutos de CO2, dentro dos preceitos CCS (sequestro e armazenamento de carbono, em português). Em linha com o executivo da DNV, <strong>Michael Templin</strong>, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Wood, será necessária muita estrutura dutoviária para atender a demanda até 2050, destacando gasodutos, dutos para hidrogênio e CO2.</p>
<p>No último dia do evento, a <strong>American Society of Mechanical Engineers (ASME)</strong> divulgou o vencedor do <a href="https://www.asme.org/about-asme/honors-awards/unit-awards/global-pipeline-award" target="_blank" rel="noopener">Global Pipeline Award</a>, prêmio que reconhece as melhores soluções apresentadas pelas empresas na área de transporte dutoviário. A empresa vencedora foi a <strong>TC Energy</strong> com o projeto “Plausible Profile (Psqr) Model for Metal-loss Corrosion Assessment”. Concorreram também ao prêmio as  finalistas Eddyfi, Enbridge, Rosen e Trapil.</p>
<p>A Rio Pipeline, um dos mais importantes eventos do segmento de dutos do mundo, acontece neste ano de modo virtual. <strong>O evento encerrou hoje com a participação de 1.580 congressistas de 27 países, 102 palestrantes e mais de 30 horas de conteúdo.</strong></p>
<p>O evento tem patrocínio da Petrobras, NTS, Rosen, TAG, TBG, ATGÁS, AMPP, Compass, Herrenknecht, Tenaris, Wood e Elastomeros, e conta com a participação do Governo Federal.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.riopipeline.com.br">www.riopipeline.com.br</a> .</p>
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		<title>Posicionamento &#8211; Carta aberta sobre Gasoduto Subida da Serra</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2021 12:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Vieira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[gasoduto]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

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		<description><![CDATA[Decisão dá força ao processo de abertura do mercado.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As associações signatárias, que reúnem produtores, transportadores e consumidores de gás natural, vêm reconhecer a acertada decisão da <strong>Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</strong>, que no último dia <strong>22 de setembro</strong>, após as devidas análises, declarou que o projeto denominado <strong>“Subida da Serra”</strong> é um gasoduto de transporte. Tal como projetado, o gasoduto interligaria um terminal de regaseificação (projeto TRSP) e uma nova unidade de processamento de gás natural (UPGN), diretamente à malha de distribuição da Comgás.</p>
<p>Desde junho de 2020, por meio de <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/09/nota-tecnica-associacoes-gasoduto-subida-da-serra-jun-2020.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>documento entregue à Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo (SIMA-SP)</strong></a>, as entidades vêm esclarecendo sobre as consequências de se construir um gasoduto de transporte como gasoduto de distribuição.</p>
<p>Destaque-se que a atividade de transporte de gás natural por gasoduto é monopólio da União, conforme a Constituição Federal, artigo 177-IV, e regulada exclusivamente pela ANP. Na recém aprovada <strong>Lei 14.134/2021 (Nova Lei do Gás)</strong> o sistema de transporte é a base para um amplo mercado nacional amparando crescente diversidade de fornecedores e compradores e a competição entre múltiplas fontes de suprimento de gás.</p>
<p>Essa decisão dá força ao processo de abertura do mercado e à promoção da concorrência entre as fontes de suprimento de gás natural, resultando numa oferta mais competitiva do combustível aos consumidores finais.</p>
<p>Evita, também, o isolamento do mercado de São Paulo e o aumento de custo de suprimento do gás natural tanto aos consumidores paulistas quanto aos do restante do país. De fato, num cenário de isolamento, estimativas da Secretaria de Advocacia da Concorrência e Competitividade (SEAE), indicavam um potencial <strong>aumento médio de 28%</strong> nas tarifas de transporte.</p>
<p>As associações signatárias encaminharam o assunto tanto à ANP, quanto ao CADE, à Secretaria de Advocacia da Concorrência e Competitividade (SEAE-ME) e ao Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural (CMGN), recomendando a avaliação das consequências que a inclusão do gasoduto Subida da Serra na rede de distribuição causaria ao mercado, e solicitando a necessária fiscalização do projeto.</p>
<p>Agora, com a decisão do órgão regulador, as associações esperam a definição célere de medidas cautelares que impeçam o avanço do projeto evitando maiores prejuízos ao mercado e aos consumidores de gás natural.</p>
<p>A abertura do mercado brasileiro de gás natural é um projeto de longo prazo, que precisa da ação coordenada e harmoniosa das autoridades federais e estaduais, do envolvimento dos agentes dos diversos elos da cadeia, e de uma ampla discussão com a sociedade, em prol do desenvolvimento do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Posicionamento &#8211; Carta aberta sobre Gasoduto Subida da Serra</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 21:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[gasoduto]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>As associações signatárias, que reúnem produtores, transportadores e consumidores de gás natural, vêm reconhecer a acertada decisão da <strong>Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</strong>, que no último dia <strong>22 de setembro</strong>, após as devidas análises, declarou que o projeto denominado <strong>“Subida da Serra”</strong> é um gasoduto de transporte. Tal como projetado, o gasoduto interligaria um terminal de regaseificação (projeto TRSP) e uma nova unidade de processamento de gás natural (UPGN), diretamente à malha de distribuição da Comgás.</p>
<p>Desde junho de 2020, por meio de <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2021/09/nota-tecnica-associacoes-gasoduto-subida-da-serra-jun-2020.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>documento entregue à Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo (SIMA-SP)</strong></a>, as entidades vêm esclarecendo sobre as consequências de se construir um gasoduto de transporte como gasoduto de distribuição.</p>
<p>Destaque-se que a atividade de transporte de gás natural por gasoduto é monopólio da União, conforme a Constituição Federal, artigo 177-IV, e regulada exclusivamente pela ANP. Na recém aprovada <strong>Lei 14.134/2021 (Nova Lei do Gás)</strong> o sistema de transporte é a base para um amplo mercado nacional amparando crescente diversidade de fornecedores e compradores e a competição entre múltiplas fontes de suprimento de gás.</p>
<p>Essa decisão dá força ao processo de abertura do mercado e à promoção da concorrência entre as fontes de suprimento de gás natural, resultando numa oferta mais competitiva do combustível aos consumidores finais.</p>
<p>Evita, também, o isolamento do mercado de São Paulo e o aumento de custo de suprimento do gás natural tanto aos consumidores paulistas quanto aos do restante do país. De fato, num cenário de isolamento, estimativas da Secretaria de Advocacia da Concorrência e Competitividade (SEAE), indicavam um potencial <strong>aumento médio de 28%</strong> nas tarifas de transporte.</p>
<p>As associações signatárias encaminharam o assunto tanto à ANP, quanto ao CADE, à Secretaria de Advocacia da Concorrência e Competitividade (SEAE-ME) e ao Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural (CMGN), recomendando a avaliação das consequências que a inclusão do gasoduto Subida da Serra na rede de distribuição causaria ao mercado, e solicitando a necessária fiscalização do projeto.</p>
<p>Agora, com a decisão do órgão regulador, as associações esperam a definição célere de medidas cautelares que impeçam o avanço do projeto evitando maiores prejuízos ao mercado e aos consumidores de gás natural.</p>
<p>A abertura do mercado brasileiro de gás natural é um projeto de longo prazo, que precisa da ação coordenada e harmoniosa das autoridades federais e estaduais, do envolvimento dos agentes dos diversos elos da cadeia, e de uma ampla discussão com a sociedade, em prol do desenvolvimento do país.</p>
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		<title>Posicionamento do IBP sobre o marco legal do transporte ferroviário</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 13:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Vieira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto enxerga como positiva a simplificação do processo para aquisição ou construção de novas ferrovias no país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) entende que a expansão da infraestrutura logística é uma condição fundamental para o crescimento da economia brasileira, para a movimentação eficiente de produtos dos diversos setores produtivos e o transporte de passageiros. Toda medida que possa contribuir para a maior eficiência e o menor custo do abastecimento nacional deve ser incentivada e desenvolvida.</p>
<p>Desta forma, o Instituto enxerga como positiva a simplificação do processo para aquisição ou construção de novas ferrovias no país. Esta é uma pauta urgente para o segmento de combustíveis. O setor passa por uma profunda transformação com os desinvestimentos na atividade de refino, sendo fundamental o desenvolvimento do sistema logístico multimodal e de alto volume para incrementar a competição. O reequilíbrio da matriz de transporte com a ampliação do modal ferroviário é parte importante deste arranjo logístico.</p>
<p>Segundo estudo encomendado pelo IBP, a estimativa de investimentos para movimentação de combustíveis líquidos em ferrovias no Brasil até 2030 é da ordem de R$ 4 bilhões. Além de ambientalmente amigável, este modal é uma alternativa eficiente e complementar ao modal rodoviário para distribuição desses produtos.</p>
<p>A nova modalidade de outorga à iniciativa privada por autorização para construção ou exploração de trechos devolvidos de ferrovias, contemplada tanto no PLS 261/18 quanto na MP 1065/21 em tramitação no Congresso, dará mais celeridade a novos projetos e estimulará investimentos.  Urge elevar a eficiência da infraestrutura logística e minimizar seus gargalos visando à garantia do abastecimento nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 15:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) entende que a expansão da infraestrutura logística é uma condição fundamental para o crescimento da economia brasileira, para a movimentação eficiente de produtos dos diversos setores produtivos e o transporte de passageiros. Toda medida que possa contribuir para a maior eficiência e o menor custo do abastecimento nacional deve ser incentivada e desenvolvida.</p>
<p>Desta forma, o Instituto enxerga como positiva a simplificação do processo para aquisição ou construção de novas ferrovias no país. Esta é uma pauta urgente para o segmento de combustíveis. O setor passa por uma profunda transformação com os desinvestimentos na atividade de refino, sendo fundamental o desenvolvimento do sistema logístico multimodal e de alto volume para incrementar a competição. O reequilíbrio da matriz de transporte com a ampliação do modal ferroviário é parte importante deste arranjo logístico.</p>
<p>Segundo estudo encomendado pelo IBP, a estimativa de investimentos para movimentação de combustíveis líquidos em ferrovias no Brasil até 2030 é da ordem de R$ 4 bilhões. Além de ambientalmente amigável, este modal é uma alternativa eficiente e complementar ao modal rodoviário para distribuição desses produtos.</p>
<p>A nova modalidade de outorga à iniciativa privada por autorização para construção ou exploração de trechos devolvidos de ferrovias, contemplada tanto no PLS 261/18 quanto na MP 1065/21 em tramitação no Congresso, dará mais celeridade a novos projetos e estimulará investimentos.  Urge elevar a eficiência da infraestrutura logística e minimizar seus gargalos visando à garantia do abastecimento nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
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