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	<title>União Europeia &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Ações adicionais necessárias para preencher a lacuna entre oferta e demanda de gás na União Europeia em 2023</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 13:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Machado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
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		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>

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<p>Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), uma potencial lacuna entre oferta e demanda de gás natural da União Europeia pode ocorrer em 2023, dado que muitas das circunstâncias que permitiram aos países da União Europeia preencher seus locais de armazenamento antes do inverno podem não se repetir antes de 2023. De acordo com análises da IEA, se as importações de gasodutos da Rússia para a União Europeia caírem para zero em 2023 e a demanda chinesa de GNL se recuperar para os níveis de 2021, haverá uma lacuna de 57 bilhões de metros cúbicos (bcm). Assim, serão necessárias medidas adicionais para garantir o abastecimento da Europa. Nesse sentido, melhorias mais rápidas na eficiência energética e impulsionar a implantação energias renováveis serão os maiores responsáveis por garantir o preenchimento dessa lacuna, com capacidade adicional de aproximadamente 8 bcm cada um.</p>
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		<title>Principais importadores de GNL russo da União Europeia</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/principais-importadores-de-gnl-russo-da-uniao-europeia/</link>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 12:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Machado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[GNL]]></category>
		<category><![CDATA[russia]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com as sanções ocidentais, o fluxo de gás russo via gasoduto diminuiu para a Europa. Por outro lado, as importações de gás natural liquefeito (GNL) aumentaram. Os principais importadores de GNL russo as União Europeia são a França, Espanha e Bélgica.  As importações de GNL pela França aumentaram cerca de 60% entre janeiro a outubro [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/12/gas-pt-031.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-165822" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/12/gas-pt-031.png" alt="" width="1058" height="635" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/12/gas-pt-031.png 1058w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/12/gas-pt-031-300x180.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/12/gas-pt-031-90x54.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/12/gas-pt-031-60x36.png 60w" sizes="(max-width: 1058px) 100vw, 1058px" /></a></p>
<p>Com as sanções ocidentais, o fluxo de gás russo via gasoduto diminuiu para a Europa. Por outro lado, as importações de gás natural liquefeito (GNL) aumentaram. Os principais importadores de GNL russo as União Europeia são a França, Espanha e Bélgica.  As importações de GNL pela França aumentaram cerca de 60% entre janeiro a outubro de 2021 e o mesmo período em 2022, enquanto a Bélgica mais que dobrou suas importações.</p>
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		<title>Emissões anuais de Gases do Efeito Estufa por setor</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/emissoes-anuais-de-gases-do-efeito-estufa-por-setor/</link>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 17:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Luz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
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		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Gases]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>

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		<description><![CDATA[A descarbonização no continente africano traz à tona discussões acerca do conceito de transição energética justa, que considera as particularidades e as condições socioeconômicas de cada país. Em 2019, a África Subsaariana emitiu apenas 1,0 gigatoneladas de CO2 equivalente (GtCO2e) e o Brasil, 0,5 GtCO2e, enquanto os Estados Unidos sozinhos emitiram 5,3 GtCO2e e a União [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-163571" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-058.png" alt="" width="1058" height="635" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-058.png 1058w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-058-300x180.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-058-90x54.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/06/eco-pt-058-60x36.png 60w" sizes="(max-width: 1058px) 100vw, 1058px" /></p>
<p>A descarbonização no continente africano traz à tona discussões acerca do conceito de transição energética justa, que considera as particularidades e as condições socioeconômicas de cada país. Em 2019, a África Subsaariana emitiu apenas 1,0 gigatoneladas de CO2 equivalente (GtCO2e) e o Brasil, 0,5 GtCO2e, enquanto os Estados Unidos sozinhos emitiram 5,3 GtCO2e e a União Europeia foi responsável por 2,7 GtCO2e das emissões globais.</p>
<p>Nesse contexto, caso a transição persista nas medidas sem equidade estipuladas atualmente, acredita-se que países em desenvolvimento e emergentes serão mais resistentes ao desenvolvimento econômico em comparação a países já desenvolvidos, os quais se apoiaram quase que inteiramente em carvão, petróleo e gás natural décadas atrás. Isso ocorre uma vez que fontes renováveis dificilmente são substitutas dos combustíveis fósseis no desenvolvimento econômico; a intensidade energética associada aos hidrocarbonetos ainda é essencial em atividades como a fabricação do aço e a operação de fábricas, além da capacidade de geração de empregos atrelada à indústria de O&amp;G.</p>
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