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	<title>upstream &#8211; IBP</title>
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	<description>Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás &#124; Conectar a indústria para ir cada vez mais longe. Isso gera energia.</description>
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		<title>Inscrições abertas para curso de “porta de entrada” no mundo do E&#038;P</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 19:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exploração e produção]]></category>
		<category><![CDATA[InCompany]]></category>
		<category><![CDATA[unibp]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para o curso “Básico em Exploração &#38; Produção de Petróleo e Gás Natural”, que é a “porta de entrada” para quem quer entender o segmento de E&#38;P no país. Promovidas pela Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP), as aulas têm início no dia 02 de abril, na modalidade de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o curso <strong><a href="https://www.unibp.com.br/cursos/basico-em-exploracao-producao-de-petroleo-e-gas-natural/" target="_blank" rel="noopener">“Básico em Exploração &amp; Produção de Petróleo e Gás Natural”</a></strong>, que é a “porta de entrada” para quem quer entender o segmento de E&amp;P no país. Promovidas pela <strong><a href="https://www.unibp.com.br/cursos/basico-em-exploracao-producao-de-petroleo-e-gas-natural/" target="_blank" rel="noopener">Universidade do Setor de Petróleo e Gás (UnIBP)</a></strong>, as aulas têm início no dia <strong>02 de abril</strong>, na modalidade de Ensino a Distância (EaD). <strong>Associados IBP têm condições especiais.</strong></p>
<p>A programação apresenta &#8211; de maneira simples, completa e atualizada &#8211; as principais atividades inerentes ao setor de E&amp;P no Brasil, os pontos críticos na gestão de negócio, bem como as questões regulatórias e ambientais que exigem atenção das equipes atuantes neste contexto.</p>
<p>Como destaques, o curso aborda as últimas atualizações nos processos de licitação de blocos, modelos de contratos e política de conteúdo local, além das modernizações técnicas demandadas pelo desenvolvimento da atividade produtiva na camada do Pré-Sal.</p>
<p><strong>InCompany: capacitação no tempo do negócio</strong></p>
<p>Além de reservarem vagas nos cursos abertos, as empresas que quiserem iniciar seus colaboradores na capacitação sobre o segmento de Exploração &amp; Produção podem contar com o <strong><a href="https://www.unibp.com.br/in-company/" target="_blank" rel="noopener">InCompany da UnIBP</a></strong>, serviço em que podem contratar treinamentos adaptados para as suas necessidades internas.</p>
<p>As companhias têm a possiblidade de fechar exclusivamente para seus funcionários uma turma do curso já existente no portfólio ou solicitar um conteúdo programática inédito, inteiramente customizado.</p>
<p>Confira <strong><a href="https://www.unibp.com.br/in-company/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></strong> os diferenciais do InCompany.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Curso “Básico em Exploração &amp; Produção de Petróleo e Gás Natural”</p>
<p><strong>Data:</strong> De 02 a 29/04/2024</p>
<p><strong>Duração:</strong> 40h</p>
<p><strong>Modalidade:</strong> Ensino a distância (EaD)</p>
<p>Mais informações sobre o programa técnico e inscrições <strong><a href="https://www.unibp.com.br/cursos/basico-em-exploracao-producao-de-petroleo-e-gas-natural/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></strong>.</p>
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		<item>
		<title>IBP destaca potencial de produção de 240 mil barris de óleo em Sergipe</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 19:51:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[unibp]]></category>
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		<description><![CDATA[Estado descobriu importantes reservas e terá protagonismo na produção de petróleo e gás nos próximos anos; IBP ministrou workshop em Aracajú nesta segunda-feira (24). Diante da descoberta de expressivas reservas em águas ultraprofundas em Sergipe, o estado desponta no setor energético brasileiro, com a previsão de produção de grandes volumes de petróleo e gás em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Estado descobriu importantes reservas e terá protagonismo na produção de petróleo e gás nos próximos anos; IBP ministrou workshop em Aracajú nesta segunda-feira (24).</em></p>
<p>Diante da descoberta de expressivas reservas em águas ultraprofundas em Sergipe, o estado desponta no setor energético brasileiro, com a previsão de produção de grandes volumes de petróleo e gás em 2028. Com o intuito de preparar gestores sergipanos e entidades correlacionadas ao setor no estado, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) ministrou o<strong> Workshop “Diálogos de Energia”</strong>, realizado na última segunda-feira, 24/7, em Aracaju.</p>
<p>O evento foi promovido pela <strong>Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec) de Sergipe</strong>, em parceria com a <strong>Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Sergipe (Fecomércio)</strong> e a <strong>Sergipe Gás S/A (Sergas)</strong>.</p>
<p>Apresentando o tema <strong>“Upstream Nacional: desinvestimentos, oportunidades, oferta, demanda e preços”</strong>, <strong>Júlio Moreira</strong>, diretor executivo de Exploração e Produção do IBP, ressaltou a grande quantidade de oferta energética prevista para o estado, com perspectiva de produção de <strong>240 mil barris de petróleo por dia</strong> e <strong>18 milhões de metros cúbicos de gás por dia</strong>. “O alinhamento estratégico com Sergipe é fundamental para o país, pois o estado tem e terá uma participação importante no abastecimento dessa matriz energética com gás natural a ser produzido aqui na costa”, completou o executivo.</p>
<p>Diante das novas descobertas, Sergipe passa por um momento de desinvestimento da Petrobras em campos de águas rasas. A estatal passou então a concentrar seus investimentos em águas profundas e ultraprofundas no estado, que tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos, com alta produtividade e menores emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p><strong>Júlio Moreira</strong>, avaliou a relevância da futura produção sergipana. “As perspectivas para o estado são excelentes, com a descoberta de importantes reservas de gás natural, que vão propiciar o desenvolvimento industrial do estado à medida em que as reservas forem transportadas e trazidas para o continente”.</p>
<p><strong>Protagonismo do Gás Natural<br />
</strong><br />
O gás natural terá um papel importante na transição energética, como destacou a diretora executiva de Gás Natural do IBP, <strong>Sylvie D’Apote</strong>, que apresentou o painel <strong>&#8220;O mercado de gás natural e a regulação no Brasil e o Programa Gás para Empregar&#8221;</strong>. De acordo com <strong>Sylvie</strong>, Sergipe já está no mapa do óleo e gás há muitos anos, mas com as novas descobertas em águas profundas, o estado dará um grande salto na produção.</p>
<p>“Esse gás é importante porque tem várias características. A principal é que ele não é substancialmente associado ao petróleo. No pré-sal, por exemplo, o petróleo é associado ao gás. Já aqui, a situação se inverte, e o que se tem é o gás associado ao petróleo. Isso quer dizer que esse gás é mais flexível, pode acompanhar melhor a evolução da demanda, que é variável. Nosso país carece desse gás”, destacou <strong>Sylvie</strong>.</p>
<p>A diretora ressaltou ainda a perspectiva de preços diante desta realidade em Sergipe. “Além do estado ter várias fontes energéticas, possui também um terminal de regaseificação, que está conectado ao mundo e em breve estará conectado também à rede de transportes. Ter muitas fontes para escolher é positivo, pois cria competição e repercute no mercado com a modicidade de preço”, completou a diretora executiva de Gás Natural do IBP.</p>
<p><strong>Refino e Biocombustíveis<br />
</strong><br />
O Brasil tem avançado no sentido da descarbonização para uma matriz energética mais limpa, como destacou a diretora executiva de Downstream do IBP, <strong>Valéria Lima</strong>, durante o painel <strong>“Processamento e capacidade de refino no Brasil: expansão, importação, preço e biocombustíveis”</strong>. A diretora explica que ainda há uma perspectiva de produção de derivados do petróleo, como gasolina e óleo diesel, mas que o Brasil também caminha para o desenvolvimento de biocombustíveis.</p>
<p>“Sergipe está dando um passo muito importante para o desenvolvimento de uma mão de obra compatível com os recursos petrolíferos e gasíferos que o Estado tem. O petróleo ainda vai continuar sendo a principal matriz energética do mundo por um tempo e o mercado brasileiro de derivados é o oitavo maior mercado do mundo. As estatísticas indicam que, mesmo com a transição energética, ainda vamos crescer o consumo de derivados até o início da década de 40. Apesar disso, o percentual de renovável no diesel ainda pode crescer com a introdução de novas tecnologias. O Brasil está investindo nisso”.</p>
<p><strong>Mão de obra</strong></p>
<p>O Governador de Sergipe, <strong>Fábio Mitidieri</strong>, destacou a importância da preparação para o futuro promissor do estado. “Nós vamos viver um novo momento a partir de 2028. Temos que preparar a nossa população, preparar a mão de obra e atrair investidores para aproveitar a oportunidade de ter o gás na porta. Sergipe tem ainda uma posição geográfica estratégica, entre a Bahia e Pernambuco, dois grandes pólos. Temos grandes vantagens relacionadas à nossa matriz energética, somos um destaque no setor de fertilizantes. Enfim, é um potencial gigantesco, que faz de nós a grande estrela do petróleo e do gás&#8221;, enfatizou.</p>
<p>Outros executivos do IBP participaram do evento como <strong>Carlos Victal</strong>, gerente de Sustentabilidade do IBP, com o painel <strong>&#8220;Projetos de descarbonização na indústria de gás&#8221;</strong>; e <strong>Melissa Fernandez</strong>, gerente de Tecnologia e Inovação do IBP, com o painel <strong>&#8220;Inovação, Tecnologia e P&amp;D&#8221;</strong>. &#8220;Sergipe tem uma grande oportunidade de materializar o conceito do desenvolvimento sustentável, aliando o desenvolvimento econômico ao social e ambiental&#8221;, reforçou Carlos Victal. Melissa Fernandez completou, “o estado de Sergipe tem diversas ferramentas tecnológicas para viabilizar projetos. Esperamos retornar para conhecer o Parque Tecnológico de Sergipe e suas potencialidades&#8221;.</p>
<p><strong>Capacitação profissional</strong></p>
<p>Também presente no workshop, a coordenadora do Núcleo de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Universidade Federal de Sergipe (UFS), <strong>Lilia Barreto</strong>, reforçou a perspectiva das oportunidades geradas para o mercado de trabalho. “A UFS, além de ter dentro da sua estrutura cursos voltados diretamente para a formação de recursos humanos que são abraçados diretamente pela cadeia de petróleo e gás natural, também conta com um núcleo dedicado ao setor, com 17 unidades laboratoriais que atende a toda a cadeia”.</p>
<p>Por meio da difusão de conhecimento técnico de qualidade, o IBP está envolvido com os principais avanços da indústria brasileira. A <strong><a href="https://www.unibp.com.br/" target="_blank" rel="noopener">UnIBP</a>, Universidade do Setor de Petróleo e Gás</strong>, criada pelo Instituto, oferece cursos ao setor para capacitar profissionais de forma continuada, sistêmica e inovadora, transformando conhecimento em resultado para os negócios.</p>
<p>A gerente da UnIBP, <strong>Karen Cubas</strong>, destacou a importância do evento para a formação de conhecimento local. &#8220;O workshop foi bom porque tivemos contato com UFS para trazer cursos presenciais e fazer intercâmbio de conhecimentos com professores de Sergipe, para atender a necessidade da indústria e ajudar Sergipe na formação de pessoas qualificadas, conhecendo o que é a indústria de petróleo e gás&#8221;, completa Karen.</p>
<p>Também estiveram presentes ao workshop “Diálogos de Energia” as empresas associadas <strong>Carmo Energy</strong> e <strong>Halliburton</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Presidente do IBP participa de evento sobre perspectivas do setor de petróleo e gás no Brasil para 2023</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/presidente-do-ibp-participa-repensar-macae/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 16:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[águas profundas]]></category>
		<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) é um dos apoiadores do evento &#8220;Repensar Macaé &#8211; Futuro e Cenários Econômicos&#8221;, que será realizado no próximo dia 8 de fevereiro, em Macaé. O objetivo do encontro é apresentar e discutir com o empresariado regional os cenários e as perspectivas da economia brasileira e da indústria [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl" class="acfifjfajpekbmhmjppnmmjgmhjkildl">
<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) é um dos apoiadores do evento <strong>&#8220;Repensar Macaé &#8211; Futuro e Cenários Econômicos&#8221;</strong>, que será realizado no próximo dia 8 de fevereiro, em Macaé.</p>
<p>O objetivo do encontro é apresentar e discutir com o empresariado regional os cenários e as perspectivas da economia brasileira e da indústria de petróleo e gás natural no país para 2023. A programação contará com a presença do <strong>presidente do Instituto, Roberto Ardenghy</strong>, e do <strong>diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra</strong>, que vão apresentar cenários macroeconômicos e, mais especificamente, perspectivas do setor de petróleo e gás.</p>
<ul>
<li><strong>Serviço:</strong> Repensar Macaé &#8211; Futuro e Cenários Econômicos</li>
<li><strong>Data:</strong> 08/02/2023</li>
<li><strong>Horário:</strong> a partir das 16h</li>
<li><strong>Local:</strong> Hotel Royal Macaé</li>
<li><strong>Endereço:</strong> Avenida Atlântica, 1.642, Cavaleiros, Macaé -RJ</li>
</ul>
<p>Inscrições podem ser feitas <a href="https://redepetro-bc.com.br/events/futuro-e-cenarios-economicos-comparticipacao-do-ibp-e-bc/"><strong>aqui</strong></a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Mentes de Energia: não perca o último encontro do ano</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/mentes-de-energia-ultimo-encontro-de-2022/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 15:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Risco]]></category>
		<category><![CDATA[IBP Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[jovens profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

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		<description><![CDATA[Trazendo discussões relevantes do mercado de óleo e gás e, com um formato inovador pensado especialmente para os jovens profissionais, o “Mentes de Energia” chega ao seu último encontro do ano na próxima quarta-feira, dia 7 de dezembro, com o tema ”Gestão de Riscos no Mercado de Óleo e Gás”. O espaço de discussão convida [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Trazendo <strong>discussões relevantes do mercado de óleo e gás</strong> e, com um formato inovador pensado especialmente para os jovens profissionais, o “<a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/mentes-de-energia-2022" target="_blank" rel="noopener">Mentes de Energia</a>” chega ao seu último encontro do ano na próxima quarta-feira, dia 7 de dezembro, com o tema ”<strong>Gestão de Riscos no Mercado de Óleo e Gás</strong>”.</p>
<p>O espaço de discussão convida <strong>Rafael Souza</strong>, Diretor de Riscos e Seguros para Energia, Óleo e Gás (Upstream e Downstream) da Horiens Risk Advisors, para abordar temas como o papel da gestão de riscos nas empresas, técnicas e ferramentas para gerenciamento de riscos, políticas e diretrizes de gestão de riscos, além das especialidades dos seguros na indústria de óleo e gás.</p>
<p><strong>Como funciona o Mentes de Energia?</strong></p>
<p>Para participar do Mentes de Energia, é necessário acessar o formulário de inscrição e, se possível, indicar os temas de interesse para o debate, seja como integrante da plateia ou palestrante.</p>
<p>Após apontar os tópicos para a discussão, as pessoas interessadas são contatadas pela equipe do IBP para alinhamento da temática e agendamento da data de apresentação.</p>
<p>O tema precisa ter relação com a indústria de petróleo, gás e energia e/ou atividades correlatas, sendo avaliado por áreas técnicas do Instituto.</p>
<p>Não há obrigatoriedade de ser associado do IBP. A ação faz parte das diretrizes do braço jovem do Instituto, sendo aberta a todos.</p>
<ul>
<li>Mentes de Energia</li>
<li>Tema: Gestão de Riscos no Mercado de Óleo e Gás</li>
<li>Data: 7/12/2022</li>
<li>Horário: 18h</li>
<li>Inscrições  <a href="https://cloud.crm.ibp.org.br/mentes-de-energia-2022">aqui</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>IBP lança infográfico com projeções do setor brasileiro de petróleo e gás</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/ibp-lanca-infografico-com-projecoes-do-setor-brasileiro-de-petroleo-e-gas/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 11:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

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		<description><![CDATA[O IBP divulgou, em novembro, o fact sheet “O setor de O&#38;G brasileiro”, que traz um panorama sobre o mercado de petróleo, gás e energia do Brasil, incluindo dados sobre Upstream, Downstream e Gás Natural, além de contemplar projeções de investimentos. Produzido pela equipe de Análise Econômica com base em fontes como ANP, Ministério da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O IBP divulgou, em novembro, o <em>fact sheet</em> <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/09/ibp-the-brazilian-og-sector-en.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>“O setor de O&amp;G brasileiro”</strong></a>, que traz um panorama sobre o mercado de petróleo, gás e energia do Brasil, incluindo dados sobre Upstream, Downstream e Gás Natural, além de contemplar projeções de investimentos.</p>
<p>Produzido pela equipe de <strong>Análise Econômica </strong>com base em fontes como ANP, Ministério da Fazenda, BP, EPE, IEA, OPEP e IBGE, o material aponta, por exemplo, que, somente a partir da atividade de Exploração e Produção, no acumulado entre 2022 e 2031, serão <strong>US$ 183 bilhões em investimentos, US$ 622 bilhões de arrecadação e, em média, 445 mil postos de trabalho/ano</strong>. Reforça também o papel multiplicador dos investimentos em infraestrutura, em que <strong>cada R$1 investido retorna em incremento de R$3,82 no PIB</strong>.</p>
<p>O infográfico ainda revela como o setor de O&amp;G foi importante para a recuperação do país no pós-pandemia e, nos últimos anos (2016-2021), <strong>o segmento petróleo e derivados gerou mais de R$ 63 bilhões em superávit comercial nos últimos seis anos, sendo o petróleo cru o terceiro item mais importante em termos de valor na pauta brasileira</strong>.</p>
<p>Acesse <a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/09/ibp-the-brazilian-og-sector-en.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a> o <em>fact sheet</em> bilíngue <strong>“O setor de O&amp;G brasileiro”.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O setor de O&#038;G brasileiro</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/publicacoes/o-setor-de-og-brasileiro/</link>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 18:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Souza]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Receita total do governo pelo setor upstream e média de arrecadação por barril produzido em 2022</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/observatorio-do-setor/snapshots/receita-total-do-governo-pelo-setor-upstream-e-media-de-arrecadacao-por-barril-produzido-em-2022/</link>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 15:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Luz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[barril]]></category>
		<category><![CDATA[commodities]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

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		<description><![CDATA[A elevação dos preços das commodities no mercado internacional tem impulsionado as receitas governamentais no segmento de upstream. A Arábia Saudita aparece como a maior beneficiária, em termos absolutos, com previsão de receita de mais de US$ 400 bilhões. Os Estados Unidos e o Iraque aparecem em seguida, com uma receita tributária proveniente do upstream de, respectivamente, US$ 250 e US$ [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/05/eco-pt-053-1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-162275" src="https://www.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/05/eco-pt-053-1.png" alt="" width="1058" height="635" srcset="https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/05/eco-pt-053-1.png 1058w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/05/eco-pt-053-1-300x180.png 300w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/05/eco-pt-053-1-90x54.png 90w, https://portal.ibp.org.br/personalizado/uploads/2022/05/eco-pt-053-1-60x36.png 60w" sizes="(max-width: 1058px) 100vw, 1058px" /></a></p>
<p>A elevação dos preços das <i>commodities</i> no mercado internacional tem impulsionado as receitas governamentais no segmento de <i>upstream</i>. A Arábia Saudita aparece como a maior beneficiária, em termos absolutos, com previsão de receita de mais de US$ 400 bilhões. Os Estados Unidos e o Iraque aparecem em seguida, com uma receita tributária proveniente do <i>upstream</i> de, respectivamente, US$ 250 e US$ 200 bilhões. Em relação ao valor médio arrecadado por barril, o Iraque merece destaque. Para cada barril que o país produz, cerca de US$ 100 retornam ao governo. A expressiva receita governamental neste caso é também fruto dos baixos custos de produção.</p>
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		<item>
		<title>Termina em outubro o prazo para envio de sinopses estendidas na Rio Oil &#038; Gas 2022</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/termina-em-outubro-o-prazo-para-envio-de-sinopses-estendidas-na-rio-oil-gas-2022/</link>
		<comments>https://portal.ibp.org.br/noticias/termina-em-outubro-o-prazo-para-envio-de-sinopses-estendidas-na-rio-oil-gas-2022/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 20:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayra Sereno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Chamada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Rio Oil & Gas]]></category>
		<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[Eixos Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[Profissional do Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Oil & Gas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhos técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba tudo sobre a reta final da chamada de trabalho]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais de 550 trabalhos técnicos apresentados em sua última edição, o Congresso da <a href="https://www.riooilgas.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Oil &amp; Gas</strong></a>, maior evento de óleo e gás da América Latina, encerra no próximo <strong>dia 07 de outubro</strong><strong> a fase da</strong><strong> </strong><strong>chamada de trabalhos para sua próxima edição, em 2022</strong><strong>. </strong>A conferência, que é reconhecidamente a maior plataforma de negócios e conhecimento da indústria, será realizada entre <strong>26 e 29 de setembro de 2022</strong>, em um formato híbrido – e inédito -, com parte da programação online e parte presencial, diretamente do Píer Mauá, região portuária do Rio de Janeiro.</p>
<p>As propostas de trabalhos e cases técnicos devem estar alinhadas  aos quatro eixos temáticos do Congresso: <strong>Gás Natural e Energia, Midstream e Downstream</strong>, <strong>Upstream</strong> e <strong>Futuro da Indústria de O&amp;G </strong>detalhados no <a href="https://www.riooilgas.com.br/congresso/eixostematicos/" target="_blank" rel="noopener">temário</a> da Edição 2022. Dentro de cada temática selecionada, os autores poderão ainda escolher um dos conteúdos transversais classificados como “temas de destaque”: <strong>ESG, Transição Energética</strong> e <strong>Transformação Digital</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba tudo sobre a reta final da chamada de trabalho:</strong></p>
<p><strong>Quem são os avaliadores?<br />
</strong>O Comitê Técnico é composto por profissionais da indústria de O&amp;G, com qualificação profissional e experiência reconhecida na especialidade do tema a ser conduzido.</p>
<p>Já o Comitê Avaliador, que atualmente conta com mais de 350 voluntários, é anônimo e constituído por membros da comunidade técnica, acadêmica e profissionais da indústria, altamente qualificados e com experiência reconhecida na especialidade do assunto do trabalho para qual foi selecionado como avaliador.</p>
<p>Para fazer parte do Comitê Avaliador é necessário ter qualificação e experiência na indústria de O&amp;G, aderência ao temário do evento e ser aprovado pelo Comitê Técnico. Interessado? Entre em contato com a área de congressos pelo e-mail: <a href="mailto:congressos@ibp.org.br" target="_blank" rel="noopener">congressos@ibp.org.br</a></p>
<p><strong>Como funciona a avaliação?<br />
</strong>Dentro de cada eixo temático, cada grupo do Comitê Técnico, identifica e encaminha os trabalhos para a dupla de avaliadores do mesmo eixo temático (avaliação por partes). Para garantir a transparência e imparcialidade do processo, os avaliadores são conhecidos somente pelo Comitê Técnico. Na primeira fase do processo, os avaliadores não têm acesso aos nomes dos autores dos textos que estão analisando (avaliação às cegas). Avaliações às cegas e por pares garantem a integridade e segurança da análise, valoriza a diversidade de opiniões e garantem também que a qualidade do trabalho esteja alinhada aos critérios definidos pelo Comitê Técnico.</p>
<p>Após o recebimento inicial das sinopses, o Comitê Avaliador emite o parecer técnico sobre os conteúdos apresentados. Na segunda fase, os textos completos são apresentados.</p>
<p>O Comitê Técnico, a partir das análises do time de avaliadores, define o programa completo do Congresso.<span style="text-decoration: line-through;"><br />
</span></p>
<p><strong>Quais são os critérios avaliados nos trabalhos?<br />
</strong>Para as sinopses estendidas os critérios são: Qualidade do conteúdo e atualização do assunto; Relevância da contribuição para a indústria de O&amp;G, biocombustíveis e energias alternativas: apresentação de propostas que tragam inovação e melhorias para as práticas do segmento, originalidade e clareza, organização, qualidade da redação e coerência entre título e conteúdo.</p>
<p>Enquanto para os trabalhos finais as prerrogativas são as mesmas das sinopses mais a organização do texto, ilustrações e tabelas (legíveis, completas e corretas), referências bibliográficas e créditos.Nos dois casos, existem atributos com pontuações adicionais.</p>
<p><strong>Como submeter meu trabalho e/ou case de sucesso?<br />
</strong>A submissão das propostas deverá ser feita na área do autor do <strong>site do evento</strong>. <a href="https://icongresso.ibp.itarget.com.br/estacao/index/index/evento/4" target="_blank" rel="noopener">Acesse</a> e confira o guia com as informações sobre o temário, datas e orientações sobre o envio de sinopses. O prazo encerra no dia 07 de outubro de 2021.</p>
<p>Os trabalhos selecionados poderão ser apresentados nos formatos presenciais e digitais. Eles concorrerão a <strong>menções honrosas</strong> e serão publicados na <strong>biblioteca online do IBP</strong>, com registro <strong>ISSN e DOI</strong>, e em bibliotecas de universidades e empresas parceiras, podendo ainda ser indexados em <strong>bases científicas internacionais</strong>. Os autores também poderão concorrer ao prêmio <strong>Plínio Cantanhede</strong>, entregue ao melhor trabalho técnico apresentado no congresso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>“Optamos pelo formato 100% digital, de forma a não perder a tradição”, afirma chair da Rio Pipeline</title>
		<link>https://portal.ibp.org.br/noticias/optamos-pelo-formato-100-digital-de-forma-a-nao-perder-a-tradicao-afirma-chair-da-rio-pipeline-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 17:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mayra Sereno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Downstream]]></category>
		<category><![CDATA[dutos]]></category>
		<category><![CDATA[dutos industriais]]></category>
		<category><![CDATA[dutos terrestres]]></category>
		<category><![CDATA[pipeline]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Pipeline]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Pipeline Conference and Exhibition]]></category>
		<category><![CDATA[upstream]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a entrevista com Idarilho Nascimento]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Realizada desde 1997, a <a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Pipeline Conference &amp; Exhibition</strong></a> chega à sua 13ª edição com novidades: estreia um formato inédito – 100% online – justamente para manter a tradição que a consolidou com o maior evento da comunidade internacional de dutos no Brasil.</p>
<p>Devido aos riscos impostos pela pandemia da Covid-19, o evento será dividido em dois momentos: entre <strong>09 e 11 de novembro</strong> de 2021, no formato digital, e em agosto de 2023, no modelo presencial. A partir de <strong>09 de setembro</strong>, os interessados poderão se inscrever no evento digital com <strong>valores promocionais</strong>.</p>
<p>Confira a seguir uma entrevista com <a href="https://www.linkedin.com/in/idarilho-nascimento-26a42a2/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Idarilho Nascimento</strong></a>, Diretor de Relações Institucionais da Tenaris e chair do Comitê Organizador da Rio Pipeline, sobre as perspectivas para a conferência.</p>
<ul>
<li><strong>A Rio Pipeline vai fazer sua estreia no formato digital. O que motivou a decisão de manter o evento neste cenário atual?</strong></li>
</ul>
<p><strong>IN:</strong> A conferência começou em 1997 e tem uma marca muito forte, não só nacional, como internacionalmente. Essa presença internacional sempre foi um diferencial da Rio Pipeline. Depois de muita discussão em função da pandemia, do momento que estamos vivendo, nós achamos melhor realizá-la para não perder todos esses 24 anos de eventos, preservando a segurança, a marca do evento e também um compromisso com os players do setor.</p>
<p>Nós ainda temos uma parceria com a <strong>International Pipeline Conference</strong>, em Calgary, no Canadá. Nos anos ímpares, o evento acontece no Brasil e, nos pares, no Canadá. Não realizar a Rio Pipeline, que é bianual, em 2021 e deixá-lo para 2022 ainda traria um conflito de agenda com o nosso parceiro. Então, depois de todas essas discussões, optamos por esse formato 100% digital, de forma a manter o evento nos anos ímpares e também não perder essa tradição e parceria com Calgary.</p>
<ul>
<li><strong>O que o público pode esperar das discussões nesse novo formato?</strong></li>
</ul>
<p><strong>IN: </strong>Justamente por termos mudado esse formato e isso ter acontecido de uma forma muito rápida, nós tivemos que fazer uma série de adaptações. A Rio Pipeline, por tradição, sempre teve os trabalhos técnicos muito presentes. É uma conferência técnica. O nome já diz: Rio Pipeline Conference. Então, esses temas técnicos sempre tiveram uma presença muito forte na Rio Pipeline. Este ano, justamente em função do curto tempo, não teremos o <em>call for papers</em>. Manteremos uma conferência técnica, mas mesclada com outros painéis, com conteúdos voltados para negócios, regulatório, offshore, transição energética, novas tecnologias e aplicações, integridade, etc. Tudo isso vai dar um complemento às palestras técnicas, que também continuarão existindo.</p>
<ul>
<li><strong>A 13ª edição da Rio Pipeline será dividida em dois momentos: o evento digital, em novembro de 2021, e o físico, em 2023. Como esses dois eventos vão conversar e se complementar?</strong></li>
</ul>
<p><strong>IN:</strong> Em 2023, a gente espera que essa pandemia já tenha acabado e, até lá, que possa retornar ao modelo presencial, porque, junto da conferência, que é o coração da Rio Pipeline, acontecia em paralelo a feira com os expositores e as grandes empresas do setor &#8211; sejam elas produtoras de petróleo e gás, fornecedoras do setor ou empresas de tecnologia -. Todo o setor participava presencialmente com estandes, expondo e se encontrando em reuniões. Esse contato presencial é importante. Então, acho que o principal diferencial de 2021 para 2023 são dois. A feira voltará a ser presencial. E, depois, a conferência com os <em>call for papers</em>, que a gente recebeu sempre nas edições anteriores de forma massiva. Para vocês terem uma ideia da presença nas últimas edições, nós tivemos a média entorno de 22, 23, 24 países participando dos eventos. Então, realmente é uma feira de alcance internacional.</p>
<ul>
<li><strong>Você poderia falar melhor sobre a escolha do lema da edição: “Conhecimento e energia para um novo mercado”?</strong></li>
</ul>
<p><strong>IN:</strong> Nós estamos passando por um momento de grande transformação no mundo e no nosso setor principalmente. A transição energética e os compromissos assumidos pelas distintas empresas do setor com a redução de suas emissões de carbono são exemplos disso. A gente vê até mesmo empresas mudando suas marcas, seus nomes e também suas fontes produtoras de energia de forma a ter uma matriz mais limpa. É um momento que o mundo vem passando por mudanças. E isso gera uma necessidade de adaptação muito grande. Então, temos essa parte de energia com esse novo mercado que está surgindo e, com isso, muitas oportunidades.</p>
<p>Quando falamos de conhecimento, é como nós conseguimos engajar, junto com a indústria, toda a parte conceitual da universidade, dos centros de pesquisas, dos jovens que são formados nas universidades e de como atraí-los para esses setores, seja de petróleo, gás, energia e, principalmente, de dutos, porque a Rio Pipeline é um evento que fala especificamente de dutos &#8211; de distintos setores. Como que nós conseguimos desenvolver pessoas, trazer jovens profissionais formados para este setor, mantendo essa atratividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 10:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kryslla Mendonça]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Realizada desde 1997, a <a href="https://www.riopipeline.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Pipeline Conference &amp; Exhibition</strong></a> chega à sua 13ª edição com novidades: estreia um formato inédito – 100% online – justamente para manter a tradição que a consolidou com o maior evento da comunidade internacional de dutos no Brasil.</p>
<p>Devido aos riscos impostos pela pandemia da Covid-19, o evento será dividido em dois momentos: entre <strong>09 e 11 de novembro</strong> de 2021, no formato digital, e em agosto de 2023, no modelo presencial. A partir de <strong>09 de setembro</strong>, os interessados poderão se inscrever no evento digital com <strong>valores promocionais</strong>.</p>
<p>Confira a seguir uma entrevista com <a href="https://www.linkedin.com/in/idarilho-nascimento-26a42a2/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Idarilho Nascimento</strong></a>, Diretor de Relações Institucionais da Tenaris e chair do Comitê Organizador da Rio Pipeline, sobre as perspectivas para a conferência.</p>
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<li><strong>A Rio Pipeline vai fazer sua estreia no formato digital. O que motivou a decisão de manter o evento neste cenário atual?</strong></li>
</ul>
<p><strong>IN:</strong> A conferência começou em 1997 e tem uma marca muito forte, não só nacional, como internacionalmente. Essa presença internacional sempre foi um diferencial da Rio Pipeline. Depois de muita discussão em função da pandemia, do momento que estamos vivendo, nós achamos melhor realizá-la para não perder todos esses 24 anos de eventos, preservando a segurança, a marca do evento e também um compromisso com os players do setor.</p>
<p>Nós ainda temos uma parceria com a <strong>International Pipeline Conference</strong>, em Calgary, no Canadá. Nos anos ímpares, o evento acontece no Brasil e, nos pares, no Canadá. Não realizar a Rio Pipeline, que é bianual, em 2021 e deixá-lo para 2022 ainda traria um conflito de agenda com o nosso parceiro. Então, depois de todas essas discussões, optamos por esse formato 100% digital, de forma a manter o evento nos anos ímpares e também não perder essa tradição e parceria com Calgary.</p>
<ul>
<li><strong>O que o público pode esperar das discussões nesse novo formato?</strong></li>
</ul>
<p><strong>IN: </strong>Justamente por termos mudado esse formato e isso ter acontecido de uma forma muito rápida, nós tivemos que fazer uma série de adaptações. A Rio Pipeline, por tradição, sempre teve os trabalhos técnicos muito presentes. É uma conferência técnica. O nome já diz: Rio Pipeline Conference. Então, esses temas técnicos sempre tiveram uma presença muito forte na Rio Pipeline. Este ano, justamente em função do curto tempo, não teremos o <em>call for papers</em>. Manteremos uma conferência técnica, mas mesclada com outros painéis, com conteúdos voltados para negócios, regulatório, offshore, transição energética, novas tecnologias e aplicações, integridade, etc. Tudo isso vai dar um complemento às palestras técnicas, que também continuarão existindo.</p>
<ul>
<li><strong>A 13ª edição da Rio Pipeline será dividida em dois momentos: o evento digital, em novembro de 2021, e o físico, em 2023. Como esses dois eventos vão conversar e se complementar?</strong></li>
</ul>
<p><strong>IN:</strong> Em 2023, a gente espera que essa pandemia já tenha acabado e, até lá, que possa retornar ao modelo presencial, porque, junto da conferência, que é o coração da Rio Pipeline, acontecia em paralelo a feira com os expositores e as grandes empresas do setor &#8211; sejam elas produtoras de petróleo e gás, fornecedoras do setor ou empresas de tecnologia -. Todo o setor participava presencialmente com estandes, expondo e se encontrando em reuniões. Esse contato presencial é importante. Então, acho que o principal diferencial de 2021 para 2023 são dois. A feira voltará a ser presencial. E, depois, a conferência com os <em>call for papers</em>, que a gente recebeu sempre nas edições anteriores de forma massiva. Para vocês terem uma ideia da presença nas últimas edições, nós tivemos a média entorno de 22, 23, 24 países participando dos eventos. Então, realmente é uma feira de alcance internacional.</p>
<ul>
<li><strong>Você poderia falar melhor sobre a escolha do lema da edição: “Conhecimento e energia para um novo mercado”?</strong></li>
</ul>
<p><strong>IN:</strong> Nós estamos passando por um momento de grande transformação no mundo e no nosso setor principalmente. A transição energética e os compromissos assumidos pelas distintas empresas do setor com a redução de suas emissões de carbono são exemplos disso. A gente vê até mesmo empresas mudando suas marcas, seus nomes e também suas fontes produtoras de energia de forma a ter uma matriz mais limpa. É um momento que o mundo vem passando por mudanças. E isso gera uma necessidade de adaptação muito grande. Então, temos essa parte de energia com esse novo mercado que está surgindo e, com isso, muitas oportunidades.</p>
<p>Quando falamos de conhecimento, é como nós conseguimos engajar, junto com a indústria, toda a parte conceitual da universidade, dos centros de pesquisas, dos jovens que são formados nas universidades e de como atraí-los para esses setores, seja de petróleo, gás, energia e, principalmente, de dutos, porque a Rio Pipeline é um evento que fala especificamente de dutos &#8211; de distintos setores. Como que nós conseguimos desenvolver pessoas, trazer jovens profissionais formados para este setor, mantendo essa atratividade.</p>
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